Ametista — Capítulo 30— Mentirinhas

Ametista — Capítulo 30— Mentirinhas

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Ametista foi despertada pela fome, abriu os olhos e estava em sua cama, não sabia quanto tempo havia se passado, pegou o celular e viu que já passava do meio da tarde, abraçou o travesseiro e se lembrou do dia anterior

Lembrou da loucura que tinha feito, lembrou das sensações, dos homens a desejando, de ter sido o centro da festa o desejo de muitos, involuntariamente sorriu enquanto soltava o ar dos pulmões, esticou-se sentindo as costas estalarem, sentiu seu corpo doer, sentou-se e seus joelhos, cintura, pescoço até maxilar estavam dolorosos, o sexo, o boquete, os movimentos deixaram-na destruída.

Sentiu a pepeca pulsar, passou a mão e sentiu-a sensível, o cuzinho também estava sensível.

Levantou-se e vou ao banheiro, fez as necessidades, com alguma dor pois estava muito dolorida e foi tomar banho, calmamente.

Voltou para o quarto, pegou um relaxante muscular, cuidou de si mesma passando seus cremes e essências, penteou o cabelo ainda nua na penteadeira

— Ame — A mãe de Ametista abriu a porta e viu-a nua na penteadeira —Finalmente acordou

— Oi mãe — Ame respondeu sem dar muita atenção, ainda focada no próprio cabelo

— Seu namorado ta aí, esperando a bela adormecida acordar — A mãe dela disse — Onde você esteve?

— Estive com as meninas — Ametista disse — Eu falei

— Disse eu sei, mas onde foram? — Perguntou curiosa

— Ficamos na casa da Fê com a Carlinha, vimos filmes, séries, conversamos

— Beberam?

— Ah mãe, bebemos um pouco — Ametista mentiu, sabia que esse seria o menor caminho para a mãe evitar perguntar

— Ametista, eu vou ter que falar com seu pai, você não vai mais pra igreja, está bebendo e saindo com suas primas, elas são más influências, você sabe.

Ametista revirou os olhos

— Não mãe, não são, a gente só ficou de bobeira, nem foi um porre, foi coisinha pouca

A mãe de Ametista deu as costas

— Coloca uma roupa decente, não essas de puta que você tem usado — A mãe disse, em seguida completou — Seu tio Onix perguntou de você, tem falado com ele?

Ametista parou de pentear o cabelo

— Ah, o Tio Onix? — Tentou pensar em algo — Faz tempo que não, o que ele queria?

— Ele disse que queria falar com você, que você ia a saber

— Sei não, que doido — Ametista dissimulou

— Ele disse que viu você na casa da sua prima ontem

— Ah — Ametista gelou — Verdade, nem lembrava

A mãe a encarou pelo espelho, deu as costas

— Vou mandar seu namorado subir em cinco minutos, esteja decente.

Ametista deu de ombros, esperou um pouco e levantou-se, vestiu um shortinho de Lycra e um top, pequenos e muito justos, continuou então a arrumar o cabelo

— Ame? — Vinicius bateu na porta

— Entra — Ametista disse sem dar importância

— Está tudo bem?

— Está sim, e com você? — Ela disse indiferente, ele se aproximou e ela ergueu o rosto para um selinho, mas estava distante

— Não parece que está tudo bem — Vinicius disse parecendo preocupado

— Impressão sua

— Onde você estava ontem a noite? — Vinicius perguntou

— Com as meninas — Ametista respondeu direta

— Com quem mais? — Ele insistiu

— Não te interessa — Ela respondeu seca

— Interessa sim, eu sou seu namorado, interessa saber com quem você estava — Vinicius disse nervoso

Ela parou de pentear o cabelo e olhou pra ele

— Tá, o que você quer de mim? — Ela perguntou — Eu mostrei pra você o dinheiro, não é suficiente? Eu tava cuidando do nosso futuro.

— Como você conseguiu tanto dinheiro? — Vinicius foi direto ao ponto

— Não ta bom pra você é isso? Você não quer? — Ela perguntou nervosa

— Não foi isso que eu perguntei — Ele disse tomando coragem

Ela se levantou

— Se não quer beleza, eu gasto, você que se foda pra arrumar investimento — Ela disse — Se você não é grato pode ser assim

— Para de ser dissimulada — Vinicius disse

— Dissimulada? — Ela cruzou os braços — Dissimulada é a puta que te pariu, eu sou sua namorada não sou sua mãe

— Olha aí como você mudou, olha como você está falando — Vinicius disse

Ela trincou os dentes

— O que você quer de mim? — Ela perguntou nervosa

— Eu quero a minha namorada, aquela que eu amava — Vinicius disse — Aquela que me amava

— Eu te amo, eu já disse, isso nunca mudou e se depende de mim não vai mudar — Ela olhou para ele pensando no que ele disse — Você não me ama mais? — A cara dela se contorceu

— Não foi o que eu disse — Vinicius respondeu nervoso

— Foi sim, você disse a namorada que você amava — Falou nervosa — Amava é passado, você tá me traindo né? Alguma vagabunda lá de São Paulo

— Ame — Vinicius disse chamando a atenção dela

— Eu sabia, eu trabalhando, me esforçando, fazendo das tripas coração pra dar um futuro pra gente e você comendo outra vagabunda, eu não acredito nisso Vinicius

— Não tem ninguém, você sabe — Vinicius disse sério

— Sei? Por que sei? Você fica naquele lugar, não me chama pra ir lá, deve ter vergonha de mim ou vai ver tem outra noiva — Ela parou para pensar — Caralho, eu sou muito trouxa mesmo, puta que pariu — Falou revoltada

— Ametista — Vinicius disse

— O que foi caralho!? — Ela respondeu nervosa

— Onde você estava ontem a noite? — Ele disse

Ela respirou fundo, pesado, lembrando-se das coisas que fez

— Estava com a Fernanda — Falou omitindo partes

— Fazendo o que? — Vinicius perguntou nervoso

— Conseguindo essa porra desse investimento pra você duvidar da minha fidelidade, como uma idiota — Ela balançou a cabeça revoltada — Cara, bem que falam, homem não ta nem aí pra gente.

— Fazer o que Ametista, não me engana, eu já to cansado disso — Vinicius disse

— Cansado do que? — Ela se aproximou dele o empurrando — Hein? Cansado do que de ser corno é isso?

— Você estava com outro homem? — Ele perguntou

— Tava sim, tava chupando rola e dando a buceta para cara de pinto grosso e grande, é isso que você quer ouvir? — Ela disse — Eu tava fazendo isso por dinheiro, pra você

— Você tava se prostituindo? — Ele perguntou nervoso — É isso que você virou agora? Puta?

Ela empurrou de novo, com violência fazendo ele se sentar na cama e apontando o dedo na cara dele

— Você presta atenção como fala comigo, puta é suas negas, eu não sou puta não, eu tava trabalhando para te dar um futuro, para dar um futuro pra gente, mas agora eu to vendo que não tem a gente, o tempo todo era eu sozinha — Os olhos dela se encheram de lágrimas

Vinicius ficou olhando pra ela, Ametista andava de um lado para o outro

— É isso Vinicius — Ela perguntou — Você não gosta mais de mim, está terminando comigo, é isso?

— Não é isso! — Ele disse nervoso

— Então fala caralho, o que você quer de mim? — Ela disse nervosa — Não é o suficiente

— Eu quero que você volte a ser a minha namorada, fofa, meiga, inocente — Ele disse pensativo — E que… — Não conseguiu completar

— E que o que? — Ela disse desafiadora com as lágrimas escorrendo — Termina essa porra

Ele se calou

— E que não dá pra todo mundo? — Ela perguntou — É isso?

Ele desviou o olhar

— Olha — Ela continuou — Você insistiu em transar comigo, a minha ideia era pegar prática e ter a nossa lua de mel, a nossa primeira vez juntos da maneira mais linda possível, mas você tirou isso de mim, nossa lua de mel vai ser normal — Ela pensou — Se fosse ter né, pelo visto to vendo que depois de dar o sangue para você eu vou ser colocada de lado

Vinicius revirou os olhos

— Não é isso, eu só quero que você seja minha — Ele disse nervoso

— Eu sou sua porra, ou eu era, eu estou aqui, cadê você? Onde você tá? — Ela acusou e apontou para uma direção aleatória — Tá lá naquela porra daquela cidade de merda, enfiado num quarto trabalhando para dar o futuro que você quer, e eu tô aqui para ajudar e você não me dá valor, você é um escroto, um ingrato

— Você não é só minha — Ele disse

— Sou sim, meu coração é só seu, eu só amo uma pessoa por vez, e atendo em fila única Vinicius, você foi meu primeiro amor e ainda é o meu único amor, mas eu não vou ficar nisso sozinha, eu não vou ser capacho de ninguém

— Eu queria ter você só para mim — Vinicius disse nervoso

— Eu sou só sua! — Ela afirmou

— E o que você tava fazendo ontem? — Ele perguntou

Ela fechou a cara limpando as lágrimas em fúria

— Sem enrolar Ame, por favor — Vinicius disse sentindo-se triste

Ela fechou os olhos e colocou as duas mãos no rosto, tirou as mãos e olhou pra ele

— Eu tava transando, porra! — Falou irritada — Não me peça detalhes disso@

— Com quem? — Ele perguntou tremulo

— O que isso muda? Saber com quem vai mudar algo? — Ametista disse — Eu estava só me divertindo, é sem importância

— Algum conhecido meu? — Vinicius perguntou

— Não — Ela respondeu rápido mentindo — Para com isso, que diferença faz?

— Eu não sei se essa é a vida que eu quero — Vinicius disse entristecido

— Amor, eu disse, é para eu aprender — Ametista disse nervosa

— Aprender o que Ametista, isso não faz mais sentido, eu não sou bobo — Vinicius disse se levantando

— Aprender a transar, fazer amor dos melhores jeitos possíveis para levar você ao paraíso quando a gente se casar, fazer todo dia, você não quer? — Ela perguntou nervosa

— Isso não funciona Ame, você sabe, para de fingir que eu sou trouxa — Ele disse

— Agora eu tô te fazendo de trouxa? — Ela perguntou — Você que gosta dessa merda de ser corno, se eu quisesse só transar por transar eu terminava com você e saia aí distribuindo

— E por que não termina? — Ele perguntou ofegante, nervoso pela resposta

— Eu tentei, você não deixou, e além do mais eu sou uma idiota que te ama e eu iria sofrer — Ametista disse olhando para ele — Contente com isso?

Ele não respondeu, ela coçou a cabeça

— Vini — Ela disse tomando folego — Eu não quero brigar, e não quero mentir para você, mas eu não vou contar tudo por que sei que te faz mal, mas então sim, ontem eu dei para outra pessoa.

— Mais de uma pessoa?

— Sim, mais

— Quantos?

— Homem e mulher, não vou falar em números

— Me fala quantos homens, por favor — Ele perguntou preocupado

Ela tamborilou os dedos no quadril…pensativa.

— Dois homens e uma mulher, a mulher era a Fernanda — Mentiu descaradamente — E chega de perguntas.

Vinicius ficou pensativo

Ametista o observou, pensou na noite anterior com quase uma dezena de homens fodendo ela de todos os jeitos, sentiu sua buceta piscar, praticamente sentiu o gosto dos pênis, lembrou do pênis muito grosso e do pênis negro muito cumprido, soltou um suspiro excitada, Vinicius olhou pra ela

— Amor — Ametista disse — Eu tava pensando

— No que? — Ele parecia entristecido

— Ontem eu tava transando, e pensei na nossa família, nos nossos filhos — Ela disse

— Você usou camisinha? — Ele perguntou

Ela parou por um segundo lembrando-se dos remédios que havia tomado antes e depois e dos exames dos homes que ela transou sem camisinha

— Eu sempre uso amor, fica tranquilo — Ela disse — Mas o que eu estava pensando era isso, a gente não marca nosso casamento, eu não sei mais se você quer casar comigo

Vinicius ficou quieto

— Quer Vini? — Ela perguntou nervosa com o silencio dela

— Você sabe que sim — Ele desviou o olhar

Ela o empurrou para se sentar na cama, ele sentou-se sem ação, ela se sentou no colo dele

— Quer mesmo? — Ela perguntou puxando o rosto dela — Olha pra mim

Ele olhou entristecido

— Amor, não pode ficar triste com isso, por favor — Ela disse

— Para de dar para outros homens Ame, por favor — Vinicius pediu

Ela entortou o canto da boca, abaixou a cabeça e respirou fundo, acariciou as coxas dele, estava de calça jeans

— Ontem eu chupei e engoli a porra de um dos caras enquanto o outro me comia, depois cavalguei por uns dez minutos enquanto ele chupava meus peitos — Ela ergueu a cabeça e olhou para ele, as mãos dela deslizaram e tocaram o pênis de Vinicius, estava ereto — Viu amor, ta duro, você gosta

— Não gosto — Ele relutou

— Gosta sim amor, não luta contra isso, agradeça a Deus por eu ser vagabunda e te amar, faz assim — Ela disse se levantando e indo até a porta, encostando-a, voltou andando devagar, o top e o shortinho deixavam seu corpo sensual — Tive uma ideia — Voltou a sentar-se no colo dele de frente

— Que ideia? — Ele perguntou nervoso segurando-a pela cintura de forma involuntária, sentindo a macies da pele e o calor

— A gente vai se casar certo? — Ametista perguntou

— Certo — Ele respondeu hesitante

— O Dinheiro que eu vou te dar vai ajudar muito seu negocio não vai? — Ametista disse

— Vai sim — Ele disse — Só quero saber como você conseguiu

— Consegui vendendo sexo Vini, pronto, era isso que você queria saber? — Ela disse petulante, ele não respondeu — Então, deixa eu continuar, posso?

— Pode — Ele respondeu submisso

Ela tirou o top revelando os seios duros apontando para ele, num rápido movimento tirou o shortinho também e sentou-se nua nas pernas dele com a buceta roçando o volume da calça, enfiou as mãos por baixo da camiseta dele e ergueu tirando

— Alguém pode chegar Ame, não — Vinicius disse

— Você é meu noivo, vai ser meu marido, se alguém pegar pegou, que se foda — Ela disse — Não ligo pra ninguém, só pra gente, está comigo nessa? — Ela encarou-o

Vinicius demorou uns segundos e fez que sim com a cabeça, ela sorriu satisfeita

— Eu te amo — Ela disse enquanto tirava o cinto dele e desabotoava a calça

Vinicius tirou a calça e ela puxou a cueca e tudo, ela viu o pau dele duro, cor de rosa, molhado e peludo

Passou a mão nos pelos dele e o pau pulsou, pegou no saco e se ajoelhou na frente dele abocanhando as bolas e depois o saco

— Vou te mostrar o que eu aprendi dando pros machos — Ela disse

Ele gemeu sentindo a boca dela

— Você gosta que eu dê para outros machos bem manchões né amor? Me fala

— Gosto — Ele disse nervoso

— Dei para um negão bem grandalhão, bem ignorante e para um cara que tinha um pau muito grosso — Ela disso sorrindo enquanto chupava

— Muito? — Ele perguntou excitado

Ela fechou o punho dele e mostrou

— Grande assim ó — Ela disse — Recebi propostas de casamento deles, por que se apaixonaram

— E você disse o que? — Vinicius perguntou preocupado

— Que eu tenho namorado, que meu namorado é corno e não liga de eu dar, mas que eu só amo meu namorado que vai ser meu maridinho corno — Ela lambeu e sentou nas coxas dele

Vinicius gemeu

— Aí amor, na nossa lua de mel a gente podia chamar um monte de homens pra me comerem né, você podia me ajudar — Ametista disse pincelando o pau de Vinicius na buceta

— Ajudar como? — Ele perguntou

— Ora, organizando a fila, masturbando os caras para ficarem de pau duro, talvez até mamar uma rola ou outra

Ametista sentiu o pau dele pulsar e expelir um líquido transparente

Ela sorriu

— Mas minha ideia é outra — Ela disse animada, ambos pelados abraçados

— Qual? — Ela perguntou

Ela o abraçou e sussurrou no ouvido dele

— Vamos fazer um filho agora — Ela enfiou o pau dele dentro dela

Deu uma gemida valorizando, era um pau pequeno se comparado aos que ela tinha dado a menos de um dia, mas não era ruim, era o pau que ela amava, gostoso, bonito. Ela beijou ele na boca com vontade

— Me ama vai! — Ela disse rebolando

Durou cerca de dois minutos e Vinicius gozou dentro de Ametista, eles se abraçaram por vários minutos

— Vamos transar sem camisinha toda vez que você vier, a partir de agora, ta bom? Eu quero me casar gravida

— Mas Ame — Vinicius ia protestar

— Mas nada, eu quero um filho em no máximo um ano, então é melhor você fazer as coisas funcionarem com o dinheiro por que vai ter um filho pra sustentar.

Ela saiu de cima dele e a porra escorreu pela perna, ela achou engraçado pois aquilo havia acontecido várias vezes horas atrás.

— Me leva para tomar um sorvete no shopping? — Ela disse ao se inclinar e beijar ele

— Levo ele — Ele respondeu atônito

Ametista tomou banho, quando voltou Vinicius estava vestido, ela foi ao armário, pegou um top branco transparente e vestiu, Vinicius podia ver os bicos dos seios dela, colocou uma calcinha branca de renda e uma saia longa com uma sapatinha com salto pequeno.

— Tô bonita? — Ela perguntou

— Tá, mas ta muito transparente — Ela respondeu

Ametista então foi ao armário e pegou um coletinho Jeans, fechou dois botões protegendo os seios.

— E agora? — Perguntou animada

— Ficou bonita

Ela o abraçou

— Quando a gente sair daqui eu ando só de colete na rua pros caras me verem, quer? — Ela perguntou

Ele não respondeu, ela escorreu a mão e segurou o pênis dele, estrava duro

— Corno safado — Falou no ouvido dele e puxou-o para fora do quarto

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Rafaela Khalil é Brasileira, maior de idade, Casada. Escritora de romances eróticos ferventes, é autora de mais de vinte obras e mais de cem mil leitores ao longo do tempo. São dez livros publicados na Amazon e grupos de apoio. Nesse blog você tem acesso a maioria do conteúdo exclusivo.