Diário de Rafaela 2 — Capítulo 27 — Movimento Mecânico

Diário de Rafaela 2 — Capítulo 27 — Movimento Mecânico

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Quando a mãe de Amanda saiu Rose passou a mão no rosto, cansada, olhou para as três meninas e disse

— Amanhã nós quatro vamos ter uma conversa, vão dormir e não fechem aquela porta em hipótese alguma! — Rose falou enérgica

As meninas deram risinhos e Rose interrompeu

— Eu não to brincando, acho que vocês não entendem a gravidade da situação, chega, acabou a noite pra vocês, vão pro quarto, desliguem tudo, deixem a porta aberta e durmam

— Posso dormir com você Rafa? — Amanda perguntou

Rose interrompeu de novo

— Não! — Rose gritou — Você dorme na cama e vocês duas — apontou pra Rafaela e Natali — Natali dorme no quarto e a Rafa dorme aqui na sala

— Ah mãe não, a gente vai se comportar — Rafaela reclamou

— Vai tia, não vai acontecer nada, a gente já terminou — Natali falou não podendo evitar o riso

Rose ficou ressabiada

— Tia, eu conversava com a minha mãe, ela falou umas coisas — Natali disse parecendo envergonhada

Rose olhou para ela assustada, mas em seguida sorriu:

— Tá certo, durmam longe uma da outra, eu vou verificar e amanhã falamos.

Rose subiu as escadas e foi ao seu próprio quarto, dormiu com a porta aberta, seu marido já dormia, sairia cedo

Elas dormiram comportadas, bem cedo Natali acordou Rafaela com um abraço apertado

— Amor, amor — Falou baixinho no ouvido bom de Rafaela

— Hmmm — Rafaela murmurou e acordou — Oi Nati o que foi?

— Eu preciso sair mais cedo, vou chamar um táxi — Natali falou

Rafaela tateou Natali e viu que estava de roupas diferentes, pegou o celular e apertou o botão fazendo a tela se acender e iluminou Natali, estava vestida

— Você trocou de roupa? — Rafaela perguntou

— Troquei, preciso mesmo ir, vem fechar a porta pra mim — Natali falou ainda aos sussurros

Rafaela levantou cansada e caminhou até o corredor, olhou para o quarto, era quase dia e conseguia ver Amanda deitada na cama.

— Pra onde você vai? — Rafaela perguntou

— Deixa pra lá — Natali falava enquanto andava e calçava os sapatos de salto

— Vai sair com um cara? — Rafaela perguntou franzindo a testa

— O que? Não! — Natali falou indignada, mas em seguida corrigiu — Mais ou menos

— Meu, você vai sair pra dar? — Rafaela descia a escada devagar com Natali junto dela

— Não, que dar o que,eu vou encontrar meu pai, vou de carona com ele pro litoral — Natali falou — Não queria falar que ia sair com ele

— Por que não? — Rafaela perguntou curiosa

— Por que ele é seu ex né sua tchonga! — Natali deu um peteleco na cabeça de Rafaela

Chegaram na porta e Rafaela abriu, Natali a abraçou e deu-lhe um beijo nos lábios, breve, com gosto de hortelã

— Tchau irmãzinha, te amo! — Natali falou sorridente

Rafaela sorriu com os olhos cerrados pelo sono e fechou a porta enquanto Natali entrava no táxi.

O dia amanheceu e Rafaela e Amanda acordaram, tomaram banho uma depois da outra. Rafaela saiu do quarto e tirou a toalha, ficou nua e a mãe abriu a porta do quarto, olhou para Rafaela sem roupa

— Você tá foda hein, e se seu pai te vê pelada! — Rose falou segurando a maçaneta da porta

— Você disse pra porta ficar aberta mãe — Rafaela falou carrancuda

Rose entrou e fechou a porta

— Você tava transando com a Natali, é isso mesmo que eu vi? — Rose perguntou

— É mãe, a senhora pegou a gente no flagra mesmo — Rafaela admitiu o inevitável

— E a Amanda? — Rose perguntou preocupada

— A gente tinha feito um pouco antes, mas a sua entrada estragou o resto — Rafaela respondeu

— O Resto da festa? — Rose perguntou

— Sim, a festa — Rafaela fez aspas com as mãos enquanto passava creme no corpo

Rose ficou pensativa, olhou em volta no quarto, parecia desorientada

— Desculpa mãe, não era pra senhora ver isso, era só uma brincadeira, eu nem faço mais essas coisas — Rafaela se justificou

— Você é sapatona Rafa? — Rose perguntou

— Sou o que? — Rafaela perguntou sem entender

— Sapata, lésbica, coladora de velcro, você prefere mulher? — Rose perguntou parecendo apreensiva

— Eu não, bem, eu — Rafaela pensou, não sabia o que dizer — Não prefiro mulher, mas é legal, não sei, é proibido isso?

— Não, não é proibido — Rose falou olhando-a nos olhos

— A senhora nunca fez essas coisas? — Rafaela perguntou encabulada

— Fiz sim, igual você — Rose foi específica demais

— Ai mãe, não precisa entrar em detalhes assim

— Sabe por que é importante entrar em detalhe Rafa? — Rose perguntou se aproximando

— Não — Rafaela respondeu

— Por que a Noeli e eu transávamos o tempo todo, só nós duas, ela falava que era o Amor verdadeiro, o sexo supremo

— A Natali falou igual! — Rafaela falou tentando manter a voz baixa para Amanda não ouvir — Vocês então, transavam? — Rafaela perguntou surpresa

Ambas ficaram se olhando por alguns segundos

— Será que… — Ambas falaram ao mesmo tempo

Alguns segundos em silêncio

— Mas… — Voltaram a falar ao mesmo tempo

Rose levantou a palma da mão pedindo pra Rafaela parar de falar

— Acho que a Noeli ensinou a Natali como se faz — Rose falou pensativa — Essas são as palavras dela, o que ela estava fazendo com você, a mãe fazia igual comigo.

— Elas, juntas? — Rafaela perguntou — Mãe e filha? A senhora acha que elas transavam? Entre elas?

Rose e Rafaela ficaram se olhando por alguns segundos, não sabiam por que, mas sustentaram o olhar mais tempo do que o necessário quando a porta do banheiro rangeu, era Amanda saindo

Rose saiu rápido pela porta

— Bom dia, espero vocês lá embaixo — Rose falou ao longe

— Bom dia — Rafaela respondeu pensativa

As meninas se trocaram e desceram para o café, conversaram normalmente com Rose e Rafaela notou que a mãe não fazia contato visual com ela

— Rafa, você pode ir buscar o carro do seu pai? Ele vai precisar dele hoje antes do meio-dia — Rose falou enquanto comia com as meninas na mesa.

— Tá bom, a Amanda vai comigo, né Manda? — Rafaela perguntou

— Não, eu tenho que ir pra casa, tenho que fazer umas coisas hoje, mas passo aqui a tarde se você quiser.

— Tá bom, você vai no médico? — Rafaela perguntou

— Não, vou na casa do Gui — Amanda respondeu olhando desconfiada

— OK — Rafaela respondeu e a mesa ficou silenciosa por alguns instantes até que Rafaela rompeu o silêncio — Então tá, vou lá buscar, Mãe tenho que pagar algo?

— Não, é só pegar mesmo, seu pai falou que está pronto

— Tá bom — Rafaela se levantou, pegou o celular e a bolsa que estava no pendurador próximo à porta, se aproximou de Amanda e deu um beijo na bochecha dela — Tchau Manda — Em seguida se aproximou da mãe e deu um abraço — Te amo tá — falou no ouvido da mãe e sentiu o abraço apertar

Saiu pela porta e ouviu Amanda falando

— Tchau dona Rose vou ter que ir também! — Amanda saiu em disparada atrás de Rafaela e a seguiu pelo ponto

— Rafa, Rafa! — Amanda chamou — Tudo bem?

Rafaela olhou pra trás e viu Amanda desengonçada arrumando a peruca, Rafaela pegou e arrumou para ela, a sua já estava arrumada.

— Tudo, vou de ônibus, porque você tá correndo? — Rafaela perguntou

— Eu não vou ficar com a sua mãe, ela vai começar a me perguntar de ontem! — Amanda falou envergonhada

— Você gostou? — Rafaela perguntou parando no ponto de ônibus

— Gostei — Amanda respondeu parando em frente à Rafaela e desviou o olhar

— Mas ta com vergonha né? — Rafaela perguntou

— É — Amanda respondeu encabulada

— Não tenha vergonha de mim Manda, por favor — Rafaela falou torcendo o canto da boca

Amanda olhou para ela e sorriu

— Tá bom, você vai pegar qual onibus? — Amanda perguntou

— Qualquer um que vá pro metrô — Rafaela respondeu

— Então pega esse! — Amanda apontou

Rafaela agradeceu, deu um beijo na bochecha de Amanda e correu, entrando no ônibus.

Acabou não pensando direito onde iria nem no trajeto. Olhou no reflexo do vidro da catraca, usava um vestido simples, amarelo claro com desenhos de barcos, com alcinhas bem finas e indo até o meio das coxas, nos pés usava tênis branco com detalhes azuis com meias brancas rendadas.

O Cobrador, um homem negro, jovem olhou para ela com malícia

— Bom dia Morena linda — Ele falou animado

Rafaela sorriu e falou num tom baixo

— Bom dia. — Na prática era a primeira vez que saia sozinha depois de ficar com a audição em 50%

A viagem não demoraria muito, cerca de meia hora. Ficou esperando sentada e pensando na noite anterior, só de pensar no que houve, no corpo de Natali na buceta de Amanda ela havia ficado molhada, gostava do sexo com mulheres, era delicado, macio, cheiroso, gostoso, mas algo faltava.

Ela então olhou para o cobrador, ele estava distraido com um livro e o primeiro pensamento dela foi se o penis dele era tão grande quanto o de Moacir por ser negro também.

Se divertiu imaginando um programa de TV mostrando um concurso com todos os homens que ela conhecia onde um apresentador com uma peruca engraçada e claras tendências afeminadas elogiava, brincava e media o penis dos homens visivelmente constrangidos.

Quando percebeu estava com um sorriso malicioso no rosto olhando para o cobrador, mas aparentemente ninguém havia percebido, ela cobriu o rosto envergonhada e olhou para fora, sentindo seu sexo pulsar.

Fazia quase um ano que não transava com homem, lembrou do pau de Carlinhos, era gostoso também, habilidoso, a invadia com vontade, pensou até mesmo que o pau de Patrick serviria, mas essa ideia veio como uma bomba de negatividade que a fez ter uma careta involuntária.

Assim que pensou isso coloco as duas mãos na cabeça e se dobrou

— Rafaela, você é retardada! — falou baixinho

— Tudo bem? — Ouviu uma voz masculina

Levantou-se para ver quem era, a voz era conhecida, demorou alguns segundos

— Tudo, tudo bem sim, estou com sono — Ela olhou par ao homem que perguntava, o reconheceu de outro dia, apontou pra ele — Paulo né?

Achou engraçado que ele tinha “Pau” no nome, apenas sorriu rindo por dentro

— Olha, você lembrou, Natali né? — Paulo falou sorridente — Cadê sua amiga?

Rafaela fez um biquinho de reprovação, mas seu lado maldoso falou mais alto.

— Isso, a Rafaela foi pra casa do Namorado, eu vim no lugar dela— Rafaela mentiu

O ônibus parou

— Vai pegar o carro? Se for vamos saltar aqui — Paulo falou segurando a porta — É mais perto!

Rafaela levantou assustada e saltou com ele, na hora de descer do ônibus se desequilibrou e Paulo a agarrou, não que fosse cair, mas ele fez a gentileza, a segurou com força e brutalidade, lembrou os braços fortes de Guilherme

Parou em frente à mecânica, estava aberta com alguns carros parados e mecânicos trabalhando e conversando com clientes.

— Você não mora aqui? — Rafaela perguntou curiosa

— Não, moro em outro lugar — Paulo respondeu — Você achou que eu morava na oficina?

— É — Rafaela respondeu e depois sorriu — Desculpe

Ele fez que não com a cabeça, sinal de falso decepcionado e entrou na oficina

Rafaela entrou atrás e o seguiu

— O carro do Marcel está lá no fundo, vou te mostrar o que eu fiz, você repassa pra ele?

— Repasso — Ela respondeu seguindo-o

Paulo tomou uma certa distância, usava uma camiseta branca e um jeans apertado demais para ser casual, estava lavado mas tinha manchas de graxa antigas, o bumbum dele era empinado e durinho, estava dividido pela costura


Rafaela olhou e sorriu apreciando a visão, um belo bumbum.

Eles atravessaram toda a oficinal e chegaram no carro, era um modelo novo para a época, um carro grande, modelo Zafira que Rafaela adorava pela altura e pelo conforto.

Ele pegou uma prancheta e foi falando enquanto abria o porta malas do carro.

— Alinhamento e balanceamento, Fizemos troca de óleo, rodízio dos pneus — E começou a andar pelo carro

Rafaela começou a perceber o corpo dele, era forte, rústico, a barba por fazer parecia áspera, a pele era morena, queimada pelo sol, maltratada.

Imaginou que se passasse creme nele umas duas vezes por semana ele estaria com a pele hidratada e fosca, pronta para ser beijada, imaginou o gosto doce que poderia…

— Natali? — Paulo chamou a atenção, mas Rafaela continuou dispersa, aquele homem estava despertando tesão nela, tesão que não tinha a tempos, só pensava em sair dali e dar a buceta pra alguém — Natali? — Paulo chamou de novo e Rafaela despertou

— Oi, eu, eu sou a Natali! — Rafaela sorriu sem graça

— Você é muito linda, sabia? — Paulo falou olhando de forma maliciosa — Desde que te vi achei isso

— Ah, obrigada! — Rafaela falou sorrindo contente pelo elogio, arrumando o cabelo falso atrás da orelha reconstruída, lembrou da orelha e sentiu uma pontada de baixa autoestima.

— Então, você mesma vai tirar o carro do seu pai daqui? — Paulo falou sorridente

— Sim eu mesma tiro — Rafaela respondeu distraída

— E você anotou todos os itens que eu arrumei? — Ele perguntou ainda sorridente

— Mais ou menos — Rafaela falou sem jeito

— Tá bom, fala pro seu pai que eu mando a lista por email — Paulo falou simplório

— Tá bom, eu falo — Rafaela respondeu ainda prestando atenção no peitoral dele

— Como é mesmo o nome do seu pai? Marcos? — Paulo fingiu que anotava algo

— Marcel — Rafaela respondeu

— E seu nome é Rafaela com F ou com PH? — Ele perguntou ainda escrevendo

— Com F — Ela respondeu distraída

— Com dois “L”s? — Ele perguntou simplório

— Com um L só — Rafaela respondeu distraída

Ele sorriu

— Você não era a Natali? — Paulo falou contente por ter pego ela na mentira

Rafaela sentiu um choque na nuca, arregalou os olhos, estava encurralada e sorriu, rindo sem jeito

— Por que disse que era a Natali? — Paulo perguntou interessado

— Por que, por que — Ela não conseguiu pensar numa resposta, mas a verdade é que ele estava interessado nela — Você que errou, eu só não corrigi, achei meio constrangedor, sei lá.

— Sei — Ele falou sorrindo e anotando no papel — Quando a fui com vocês até em casa você tava tão carrancuda, eu queria era ter falado com você

— Comigo? Mas se deu tão bem com ela — Rafaela falou franzindo a testa

— Ela parece legal, mas eu prefiro você — Ele falou sendo direto ao ponto, olhando Rafaela nos olhos — Você parece mais interessante

Ela olhou para trás, a oficina estava longe, haviam carros altos que os cobriam, estavam fora do alcance, ele havia levado Rafaela para um local isolado, foi planejado e não casual

Ele se aproximou

— Dá um beijo — Ele falou enquanto se aproximava, Rafaela não fez objeção

Colocou as duas mãos no peito dele, a camiseta era fina e ela sentiu os mamilos, o peitoral cabeludo, firme como o de Guilherme, mas ele não era tão alto.

O Beijo durou quase um minuto, ele era pouca coisa mais alto que ela

— Você é muito gata sabia? — Ele falou beijando o pescoço de Rafaela e a abraçando

Ela riu do beijo e agradeceu dando um risinho de cócegas no pescoço

— Obriagadaa aaaiii — Ela riu e sentiu as mãos a agarrando pela cintura

O Beijo voltou, agora mais forte, ela sentindo a barba áspera roçando seu rosto, laçou o pescoço dele com as mãos, ele meteu as duas mãos na bunda de Rafaela e a pressionou contra o carro

Ela tentou tirar as mãos dele olhando em volta para ver se alguém observava, mas não conseguiu, era bruto e forte, ergueu Rafaela e a tirou do chão pressionada no carro segurando-a pelas coxas

— Seu doido, me solta, alguém pode ver a gente — Rafaela falou enquanto seu vestido subia e ela lutava para mantê-lo no lugar

Ele se preparou para fazê-la descer e a fez escorrer pelos seus braços, mas segurou o vestido intencionalmente revelando a calcinha cor de rosa pequena que Rafaela havia colocado

Ela deu um gritinho e sentiu as duas mãos apertando sua bunda nua

— Que isso Paulo? — Ela falou e ele a abraçou levantando e levando para a parte de trás do carro, o porta malas aberto

Rafaela ficou em pé embaixo da tampa erguida

— Calma! — Ela falou ofegante

Mas ele foi rápido, tirou a camiseta branca mostrando o peito torneado peludo

— Ai nossa! — Rafaela falou olhando o peito dele — Você é gostoso! Ela falou descontrolada passando a mão e sentindo os pelinhos ásperos

Ele se aproximou e abaixou as alcinhas do vestido dela com violência, uma delas arrebentou, mas Rafaela não viu na hora, Paulo avançou com voracidade beijando-a, Rafaela não queria ir muito longe, mas queria ver até onde aquilo chegaria.

As mãos de Paulo eram rústicas, grosseiras e ásperas, tinha cheiro de macho, homem rústico e Rafaela precisava daquilo, adorava o romance com as meninas, mas aquele cheiro de óleo, graxa e suor logo pela manhã a deixou particularmente excitada, sentiu então a mão de Paulo entrando em sua calcinha

— Eeeeeiiii — Ela falou empurrando a mão dele, mas foi tarde ele tocou o clitoris e o dedo entrou dentro dela rapido — Cuidadoooo !— Ela reclamou fechando os olhos e com umavoz dengosa — Devagaaaar

Rafaela queria pedir que ele parasse mas quando disse “devagar” e não “pare” foi o sinal que Paulo precisava, ele entendeu que ela queria.

Com violência Paulo arrancou a calcinha de Rafaela fazendo-a em pedaços em um segundo e atirando no chão

— O que é isso? — Ela falou indignada enquanto agarrava sua bolsinha a tira colo

Ele abaixou o vestido revelando os seios dela, avançou com violência jogando-a dentro do porta malas do carro do pai dela e voando com sua boca forte e voraz em seus seios, as mãos apertavam e machucavam o corpo de Rafaela e a boca chupava com força o bico dos seios, a barba áspera a arranhava era doloroso e gostoso, ela resolveu não lutar, queria aquilo, precisava de um homem de verdade.

Então ele parou, observou Rafaela com o vestido levantado mostrando a buceta e os seios de fora, desabotoou a calça e abaixou, não usava cueca, tinha um pau bonito, não era gigantesco ou muito largo, mas era de respeito, era escuro com a cabeça vermelha escura e estava molhado, pingando na ponta.

Ele puxou a cabeça para fora, e ela brilhou, o pau pulsou e apontou para cima, mostrando o tesão por ela, Rafaela adorava ver o pau do macho duro quando ela era o objetivo dele.

Ela se arrastou pelo porta-malas em direção a ele e agarrou o pau, sem pensar ou sem planejar, colocou-o no boca, estava molhado, o gosto almiscar salgado do pênis era delicioso, sentiu os bicos dos seus seios se intumescem de saudade e tesão, adorava chupar um pau, suspirou de saudade quando ele tocou seus seios com delicadeza.

Acariciou o saco dele enquanto chupava, o pau ficou bem duro

— Paulo — Uma voz se aproximou e fez Rafaela paralisar e se encolher no porta-malas

— To aqui! — Paulo respondeu enquanto Rafaela o chupava, ela parou de chupar apreensiva — Continua vai — Ele tocou na peruca dela, ela segurou o cabelo para não sair e voltou a chupar devagar e apreensiva

— Tá, eu só to terminando aqui de mostrar o carro e já vou, aproveita e vê lá se chegou o Fax da ford, falaram que ia chegar agora

— Fax? — A Voz jovial falou

— É Jair, lá em cima no escritório, vai lá e espera ele chegar, corre por que você precisa confirmar

— Tá bom — Rafaela ouviu os passos da pessoa ir embora

— Viu, Jair, da uma olhada no Vavá pra mim! — Pedro falou

O homem não respondeu, apenas fez que sim com a cabeça

— Resolvido — Ele falou — Mas vai ter que ser rápido — Rafaela continuava a chupar

Ele passou a mão no rosto dela fazendo-a parar

— Vamos, vira! — Ele falou enquanto acariciava a buceta dela

— Vira onde? — Ela falou fingindo-se de desentendida

— Vira esse rabão pra cá — Ele falou pegando-a pela mão para ela girar, ela obedeceu

— Devagar — Rafaela falou segurando a mão dele — Eu sou delicada tá  — Ela se virou se ajoelhando e empinando a bunda na direção dele

Ele não respondeu, mas fez movimentos mais suaves acariciando a bunda dela, o dedo tocou o anus dela e depois a buceta nos lábios vaginais molhados

Rafaela pegou a bolsinha e abriu

— O que foi? — Ele perguntou olhando ao longe, vendo se não vinha ninguém

Rafaela tirou um pacotinho prateado de dentro da bolsinha, abriu, era uma camisinha

— Com capote não? — Paulo falou receoso — Não tem graça

— Vai se fuder — Ela se virou para ele, ajoelhada dentro do porta malas — Eu que não vou te dar sem camisinha, eu nem te conheço! — Rafaela falou e não esperou, segurou o pau dele e foi colocando e desenrolando até a base — É pra usar hein!

Ela se virou e voltou a ficar de quatro no porta malas da Zafira de seu pai. O carro era amplo e o assoalho do porta-malas era plano e amplo coberto por uma camada de camurça ou veludo, algo parecido, uma textura gostosa.

Ela juntou as pernas e empinou a bunda, o que aconteceu foi de uma só vez, o pau de paulo entrou de forma brutal dentro de Rafaela

— Aaaiiiii — Ela gemeu de dor e prazer — Devagar seu cavalo! — Ela reclamou — Porra meu!

Então ele segurou a cintura dela e começou a meter, primeiro devagar e depois com força, Rafaela conseguia ver a oficia ao longe, o carro era filmado e sabia que não podiam vê-la, mas podiam ver o carro balançando enquanto Paulo fodia sua boceta.

Estava gostoso o pau era de um tamanho bom para ela, tanto que conseguia sentir dilatando e contraindo a buceta, deslizava bem por causa da camisinha, ele não fazia nenhum carino, apenas aumentava o ritmo tratando-a como uma cadela, simplesmente metendo, então ele anunciou o gozo através de um gemido, Rafaela começou a jogar o corpo na direção dele para fazer entrar mais fundo e mais rápido, sentia muito prazer, até que ele gozou, ela sentiu o pau pulsar, aumentar de tamanho e diminuir dentro dela várias vezes era o jorro do semem quente dentro da camisinha.

Ela saiu e deixou o corpo cair no porta malas, viu ele com a camisinha branca na ponta do pau, pendurada e cheia de porra

Ela respirou fundo e se arrastou para sair do carro, ele estendeu a mão e a ajudou

Rafaela arrumou o vestido e viu que uma das alças estava arrebentada

— Caramba hein, muito cavalo, toma cuidado! — Ela tentou arrumar — Adorava esse vestido que droga — Ela reclamou desistindo de arrumar e colocando as alças para dentro fazendo o vestido virar um tomara que caia, mas um pouco perigoso, ela teria que cuidar para que ele não descesse o tempo todo.

Ele vestiu a camiseta e pegou a calcinha rosa no chão

Rafaela foi pegar dele, mas ele não deixou, cheirou  pedaço de pano cor de rosa e colocou no bolso

— Me dá minha calcinha! — Ela falou indignada

— Não, essa aqui eu vou guardar! — Ele falou triunfante

Ela torceu o lábio, não adiantava, estava rasgada, não serviria de nada. Ele pegou a camisinha e jogou num latão de lixo ali próximo

Rafaela se arrumou como pode.

Ele se aproximou e a agarrou pela cintura

— Você é gostosa mesmo, uma delicia! — Ele disse com o nariz encostado no nariz dela

— Obrigada — Ela respondeu ressabiada

Ele a beijou, ela correspondeu, mas empurrou ele

— Preciso ir — Ela falou

Ele concordou

Ele deu um papel para ela e ela pegou o carro, voltou para casa pensando se era muita falta de respeito ter transado no carro do seu pai

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Rafaela Khalil é Brasileira, maior de idade, Casada. Escritora de romances eróticos ferventes, é autora de mais de vinte obras e mais de cem mil leitores ao longo do tempo. São dez livros publicados na Amazon e grupos de apoio. Nesse blog você tem acesso a maioria do conteúdo exclusivo.