Diário de Rafaela 2 — Capítulo 47 — O Desmaio
— Quer escolher? — Rafaela falou sorridente ao ver a cara de espanto de Moacir
— Tenho que escolher? — Moacir disse surpreso — Vocês não tem pêlos! — Apontou surpreso
— A gente não gosta muito — Amanda falou indo em direção a ele puxando Rafaela, surpreendendo-a — Ela me falou de você — Amanda disse — Fiquei curiosa
— Curiosa pelo quê? — Moacir perguntou sem entender
— Ela disse que você é gostoso, que tem fôlego e que tem uma rola gostosa — Amanda falava como se fosse outra pessoa, Rafaela estava surpresa
— É, eu, eu — Moacir gaguejou e olhou para Rafaela, ela não o ajudou — Eu posso tomar um banho antes também? vim direto do trabalho
Amanda olhou pra Rafaela
— A gente deixa?
Rafaela pensou um pouco
— Vai ficar cheiroso? — Rafaela perguntou para ele
Moacir sorriu
— Tá bom, vai — Amanda falou indicando a porta do banheiro, ele foi imediatamente.
Assim que ele entrou Rafaela se virou para Amanda
— Caraca, quem é você? — Perguntou sorridente
— Seu amor, por que? — Amanda perguntou sem entender
— Nossa, tá toda agressiva, toda dominante, tá parecendo…
— Você? — Amanda perguntou — Eu te observei amor, sei ser como você também, é divertido, ele tá com cara de bobo
— Ah sim, eles sempre ficam com cara de bobo quando a gente manda neles — Rafaela respondeu — Tá pronta mesmo, planejo fazer tudo da lista com ele
— Tudo não dá né — Amanda riu
— O que der né, o que eu me lembro é Pau grosso
— Confere — Amanda respondeu validando o que Rafaela disse
— Homem mais velho, homem desconhecido
— Confere e Confere
— Sexo com alguém olhando, que serei eu — Rafaela falou apontando para si mesma com o Polegar
— Com você eu já fiz, mas confere
— Verdade — Rafaela pensou — Dupla penetração, eu vou fazer em você
— Confere, vamos ver né — Amanda falou pensativa
— Acho que só — Rafaela pensou
— Não, tem a cachoeira, o ambiente de Natureza e tem o principal — Amanda disse parecendo óbvio
— O que? — Rafaela disse
— Eu não coloquei na lista, mas é estar junto do meu amor — Amanda falou sorrindo
Rafaela a abraçou
— Linda! linda! linda! — Falou no ouvido dela dando beijinhos — Você é incrível, agradeço todos os dias por ter você na minha vida
Amanda abraçou de volta, os seios das duas espremidos um no outro
— E o Gui? — Amanda perguntou
— O que tem? — Rafaela desfez o abraço já azeda
— Não precisa ficar puta, eu entendi que pra você já era
— Ele te abandonou Amanda, justo agora que… — Rafaela se conteve
— Sem se conter, por favor, lembra, não esconde o que você pensa
— Justo agora que você tá precisando de companhia, tá precisando da gente, tá precisando dele
— Tudo bem, eu tenho você, é o suficiente
Rafaela a abraçou de novo
— Obrigada — Rafaela respondeu
— E dói? — Amanda perguntou curiosa
— O que? — Rafaela perguntou assustada, estava pensando na doença da amiga
— Pau grande — Amanda falou parecendo preocupada
— Ah! — Rafaela tentou se lembrar — Se fizer sem jeito dói sim, mas ele é foda Manda, come gostoso, você vai ver, ele faz devagar, tá ligado que machuca, mas eu fico atenta, e você diz o tempo tá?
— Tá bom — Amanda falou sorrindo, mas preocupada
Ouviram a porta abrir e saiu primeiro o vapor do banheiro.
Moacir apareceu, não era atlético, era um homem velho de aproximadamente sessenta anos, experiente, o cabelo ainda resistia, os pelos do seu corpo eram grisalhos, inclusive os bem aparados pelinhos em volta do pau.
— Puta merda! — Amanda falou baixinho apertando a mão de Rafaela
Rafaela achou engraçado
— Pensei exatamente isso quando vi a primeira vez — Riu baixinho
Moacir se aproximou, o corpo negro, o pau pendurado, robusto, grande, a cabeça exposta arroxeada, Amanda não conseguia parar de olhar, estava claramente impressionada
Ele sorriu para elas e abriu os braços se mostrando
— Paz de Deus irmã — Moacir falou sorrindo e levantando a mão em sinal de saudação
— Paz de Deus — Amanda disse parecendo distante
Rafaela puxou Amanda e foram para cima dele, o abraçaram beijando o pescoço e a boca, em menos de um minuto os três se beijavam e se agarravam, Moacir agarrava a bunda das garotas, era beijado e bolinado.
O pau gigante se ergueu e ficou apontando para cima, muito mais duro e vigoroso do que Rafaela se lembrava, Rafaela pegou a mão de Amanda e a fez tocar o pau duro, ela soltou o ar quando sentiu, tentou apertar para encontrar os próprios dedos e não conseguiu, ganhou um beijo na boca de Moacir, tinha gosto de hortelã e sorriu, achou engraçado não conseguir fechar mão naquele pau.
Rafaela deu as costas e foi até a cama
— Vem pra cá gente, vamos namorar aqui — Rafaela falou subindo e apertando a buceta sentindo tesão.
Amanda imitou algo que viu Rafaela fazer com Guilherme, segurou o pau de Moacir e o puxou para a cama, Moacir achou graça e a seguiu.
Ela parou na beira da cama e Moacir a abraçou por trás, o pau dele entrou nas nádegas dela e passou pelo meio das pernas, ela olhou para baixo e o viu roçando a propria buceta
— Puta que pariu — Amanda falou segurando ele pela frente — Você é muito cavalo!
— Você gosta? — Moacir perguntou
— Não sei — Amanda pensou um pouco e se virou para ele devagar, era o segundo homem que ela estaria desde Guilherme — Mostra pra mim se é bom ou não
Moacir agarrou as nádegas dela e a jogou na cama
Amanda se assustou um pouco, mas deu um risinho, ele olhou para Rafaela que observava de joelhos
— Eu te chamo de Branquinha, mas ela é mais branquinha que você — Moacir falou sorridente olhando para Rafaela — Como vou te chamar agora? — Moacir falou olhando pra Amanda
— Olha pra pepeca dela, é de que cor? — Rafaela falou
Moacir olhou e passou o dedo de forma delicada nos grandes lábios de Amanda fazendo-a deitar
— Cor de rosa — Ele falou e sorriu — Rosinha e Branquinha — Falou animado
Amanda riu, mas em seguida sentiu a língua molhada e experiente de Moacir na buceta
— Ai meu Deus! — Falou assustada com a força daquela língua invasiva
A chupada dele era diferente da de Rafaela e da de Guilherme, era feroz, forte, agressiva, invasiva
Ela segurou a cabeça dele com as duas mãos, a princípio achou estranho, mas a cada lambida voraz ela se arrepiava mais e gemia sem controle
Amanda tateou procurando Rafaela
— Amor, amor — Chamou por ela
— To aqui — Rafaela respondeu preocupada
— Senta na minha cara — Amanda falou entorpecida e de olhos fechados
Moacir olhou para Rafaela, de olhos arregalados enquanto chupava Amanda
Rafaela sorriu e levantou a perna se movendo para o lado, sentando-se com cuidado na cara de Amanda e recebendo a língua macia e conhecida da namorada imediatamente.
Ficou ajoelhada com as mãos nas coxas de olhos fechados sentindo as lambidas habilidosas de Amanda, sentiu o calor subir por seu corpo, apertou os próprios bicos, por alguns minutos esqueceu o que estava aconteceu ali até ouvir um gritinho fino e Amanda parou de chupar
— Ai caralho, ai caralho — Amanda falou empurrando a cabeça de Moacir
Ela não costumava falar palavrão dessa maneira
— Puta que pariu, Caralho! — Falou abafada no meio das pernas de Rafaela
Rafaela saiu de cima dela e apertou a própria buceta, também sentia muito tesão da chupada da namorada.
Amanda tremeu e se encolheu apertando a mão entre as pernas e beliscando um dos seios, o transe demorou quase um minuto sob observação de Rafaela e de Moacir até ela falar:
— Meu Deus, o que é isso, eu gozei na mamada — Riu divertida — Apontou para Moacir, preto filho da puta você é foda! — Falou de um jeito que Rafaela jamais havia ouvido, respirava com dificuldade e rolava devagar para um lado e para o outro mexendo em seu clitoris — Me dá esse pau preto gostoso, me fode vem! — Amanda estava entorpecida e descontrolada e se posicionou de quatro na beira da cama
— Nada disso — Rafaela falou — Ninguém fode ainda, se não acaba a brincadeira
— Ah amor, eu quero! — Amanda falou dengosa
Rafaela deitou na beira da cama
— Quer nada, vem Moacir, to quase gozando, me finaliza aqui que sua língua é do caralho mesmo — Rafaela falou abrindo as pernas
Moacir não perdeu tempo, começou a lamber e a sugar a buceta de Rafaela do jeito que ele sabia, que as mulheres achavam delicioso
— Aaaiiii — Rafaela soltou o ar quando sentiu a lingua larga e molhada lambendo-a como se fosse um cachorro — Que saudade de lingua de macho, olha aí Manda, isso sim que é um homem de verdade!
Rafaela respirava de boca fechada com pequenos solavancos, era maravilhoso
Amanda se arrastou por trás de Rafaela a abraçando por trás e agarrando seus seios enquanto beijava seu pescoço
— Tá gostoso amor? — Amanda falou no ouvido de Rafaela
— Táááá — Rafaela respondia sussurrando — Demais
— É uma chupada fudida né? — Amanda falou se recuperando
— Eu tinha esquecido, meu Deus — Rafaela falou e seu corpo começou a tremer — Aí, assim, assim, assim! — Estava gozando— Manda, você me deixou no ponto, ai caralho!
E assim continuou, Moacir chupava o grelho de Rafaela com força, lambia como um cachorro e bebeu cada gota que escorria dela com voracidade ímpar enquanto mordia suas coxas, apertava sua bunda e suas mãos grosseiras e ásperas acariciavam o corpo da morena.
Rafaela tremeu por alguns segundos, Amanda a agarrou com força e ficava falando bobagens no pescoço dela, dizia o quanto a amava e o quanto ela era sem vergonha até que Rafaela relaxou o corpo, olhou para Moacir, ele estava extasiado, duas mulheres maravilhosas só pra ele, o pau dele parecia que ia explodir
Ela chamou ele com o dedinho indicador, ele deslizou para cima dela
— A gente podia ter chamado o Claudio né Branquinha — Moacir falou lembrando do filho — Ia ajudar a gente aqui
— Tá querendo dividir sua janta velho safado? — Rafaela disse segurando a mão dele — Esquece isso
— Claudio? — Amanda perguntou franzindo
— Filho dele, meu ex, te falei já — Rafaela explicou rápido
Amanda pareceu se lembrar
— Vem namorar! — Rafaela falou dando um beijo na boca dele chupando a língua do homem com voracidade, assim que parou Moacir foi atacado por Amanda que também o beijou enquanto Rafala apertava a bunda dele — Sua bunda é muito durinha, como pode, meu deus que homem gostoso!
Moacir riu e se ergueu, voltou a ficar em pé e segurou o pau, estava grande, pulsando, pingando.
Não falou mais nada, Rafaela deslizou pela cama como um gato e se ajoelhou abocanhando o pau imediatamente, Amanda a seguiu imitando o movimento.
As duas agarraram o pau de Moacir, Rafaela chupou o saco do homem enquanto Amanda começou a chupar com dificuldade
— Cara, isso é muito grande — Amanda disse para Rafaela
— É imenso, e é uma delícia — Rafaela respondeu ocupada com as bolas de Moacir
— Está raspadinho, tão macio — Amanda esfregou o rosto nos pelinhos pubianos de Moacir e cheirou — E está cheiroso, nossa que sonho
Moacir acariciou a cabeça de Amanda
— Ah rosinha, vou comer você bem gostoso, prepara aí que você vai ser a primeira — Ele falava de olhos fechados enquanto era reverenciado pela língua das duas jovens garotas.
— Rafa, será que eu aguento? — Amanda sussurrou para Rafaela
— Claro que aguenta, você vai ver, é muito da hora — Rafaela respondeu também ao sussurro
— Sei lá, vai me arrombar — Amanda falou ao agarrar o pau de Moacir com as duas mãos — Olha, nem fecha minha mão
— Vai ter arrombar sim, mas depois de uns dias desarromba de novo — Rafaela falou entretida com os carinhos que fazia.
— Desarromba? — Amanda perguntou e riu
Rafaela também riu
— Tão falando o que? — Moacir perguntou curioso — Fala mais alto pro Tio ouvir
Rafaela se levantou
— To falando que essa pica vai tirar a virgindade dela de novo — Rafaela disse debochada
Amanda também se levantou, ainda segurando no pau de Moacir
— Toma cuidado comigo tá Tio? — Ela falou apertando a própria buceta — Eu só transei com um até hoje e não era assim
— Pode deixar, o Tio sabe como faz — Moacir falou puxando e pegando Amanda no colo
— Ele sabe mesmo! — Rafaela falou acompanhando os dois e dado um tapa na bunda de Moacir — Fico imaginando como você era aos vinte anos
— Moacir se virou para trás, o pau era o mesmo, mas eu tinha mais fôlego e meu corpo era todo trincado de forte
— Caraca — Rafaela falou sonhadora — Se eu já te chupo e beijo todinho agora que você tá velho, imagina se tivesse mais delicioso
Moacir olhou para ela curioso, e ela concluiu
— Se bem que eu nem gosto muito de novinho — Se aproximou dele, ele havia colocado Amanda na cama, Rafaela passou a mão no peito cabeludo grisalho — Adoro esse peito branco, isso aqui tem história!
Moacir apertou a bunda de Rafaela
— Essa sua bunda é que vai fazer história — Falou dando um beijo nos lábios dela
— Agora fode essa buceta — Rafaela falou passando a mão na buceta de Amanda
Moacir sorriu pelo gesto de Rafaela. Pegou Amanda e a jogou mais para o meio da cama, se ajoelhou, ela reclamou
— Ei, eu não sou uma boneca! — Falou ao quicar no colchão macio
Moacir deu um tapa leve no rosto dela
— Você é minha agora — Disse de forma enérgica — Cala a boca
— Toma cuidado com — Antes de Amanda terminar levou outro tapa no rosto
— Cala a boca rosinha, fica quieta que você vai levar rola de verdade pela primeira vez na sua vida
Amanda se calou e olhou para Rafaela, a namorada apenas sorriu solidária
Moacir abriu as pernas de Amanda e passou a cabeça do pau na buceta dela, Rafaela foi buscar algo na mochila
— A gente não vai usar camisinha? — Amanda falou preocupada — Amor, você pega pra gente? — Amanda falou preocupada
Rafaela se aproximou, tinha algo na mão, parecia uma cinto ou algo do tipo
— Não amor, sem camisinha, vai no pêlo mesmo — Rafaela falou entretida com o objeto
— Mas amor, eu nunca… — Antes de Amanda terminar de falar ela sentiu o pau de Moacir forçando os lábios vaginais e deslizando devagar para dentro dela — Eita porra! — Amanda falou fechando os olhos sentindo-se invadida
A menina ficou tensa, segurou a respiração apertou os olhos franzindo o rosto com a expressão de dor intensa, mas algo estava errado, Moacir parou, ela abriu os olhos.
— O que foi? — Amanda perguntou inocente
— Tá doendo muito? — Moacir perguntou sério
— Não, acho que não, por que? — Amanda perguntou sentiu o pau dele pulsar na porta da sua buceta
— É que você se travou e fez cara de dor, eu não quero te machucar, tem que ser bom — Moacir falou mais carinhoso
— Ela é dramática mesmo — Rafaela falou para Moacir e em seguida virou-se para Amanda — Manda, relaxa, não trava, não faz cara de dor, não vai doer, olha para ele, no olho
Amanda fez que sim com a cabeça, soltou o ar dos pulmões
— Vem! — Falou resoluta encarando Moacir com um sorriso amistoso
Ele continuou, fez força e deslizou o pau devagar para dentro dela, ela trincou os dentes e quase fechou os olhos, mas sustentou o olhar, um centímetro, quatro centímetros, dez centímetros, quatorze centímetros, dezesseis centímetros
— Eita porraaaaa! — Amanda falou jogando a cabeça para trás — Meu Deus, Meu Deus — E berrou em êxtase
— Para? — Moacir perguntou preocupado
Mas a resposta que ele teve fora as pernas da menina puxando o corpo dele como se fosse uma montaria quando se bate com os calcanhares para acelerar o movimento
Ele entendeu o recado e entrou mais, dezoito centímetros, vinte centímetros, vinte e três centímetros e parou
— Caraca Manda — Rafaela disse — Ta no talo de primeira!
Amanda respirava com dificuldade
— Parece que eu vou rachar no meio, minha nossa! — Amanda se apoiou nos cotovelos e seu corpo tremia, sentia o suor descer da testa — Nossa…
— Mas tá bom? — Moacir perguntou preocupado
Amanda só riu de uma forma estranha, parecia prestes a perder o controle.
— Quer ver uma coisa bacana? — Moacir perguntou sorridente
— Quero! — Amanda falou em êxtase total
Moacir apertou a cintura dela, tirou o pau até o meio e colocou de volta no lugar em um solavanco
Amanda tremeu
— Eeeiitaaaa — Falou e seus dentes bateram como se estivesse com frio
Moacir olhou para Rafaela, parecia preocupado
— Continua, fode, pode foder — Rafaela ordenou — Ela é feita pra levar rola Moacir, manda bala que ela aguenta.
E ele obedeceu, tirou o pau e colocou de novo e o que se viu a seguir foi uma sequência digna de filmes pornográficos onde a pele escura de Moacir entrava e saia da pele rosada de Amanda com força, a cada estocada o barulho das coxas dele batendo na bunda dela ecoava pelo quarto, a menina produziu tanta lubrificação que o lençol que cobria a cama ficou completamente encharcado em segundos, os lábios vaginais de Amanda estavam sendo castigados e expandidos devido à tamanha grossura.
Moacir começou a aumentar o ritmo e a castigar a menina com força, Amanda estava descontrolada, ria, ofendia, gritava, gemia, dizia que amava Rafaela e agradecia por aquilo.
Por quase cinco minutos seguidos Moacir comeu Amanda, na mesma posição, arrombando a vagina da garota sem qualquer pudor ou medo de consequências.
O suor já brotava da sua testa dos dois quando ele gemeu de um jeito diferente, Rafaela correu e se posicionou atrás dele
— Vai seu preto safado, goza no meu amorzinho vai — Falou agarrando ele e o arranhando provocando uma onda de arrepios no corpo dele
— Eu vou branquinha, eu vou — Moacir mal conseguia falar
Os movimentos dele agrediam o corpo de Amanda com força, devassidão e sem nenhuma compaixão, Amanda tremia e gozava diversas vezes naquele pau enorme, largo e comprido
— Eu vou gozar! — Moacir anunciou
Amanda olhou para Rafaela assustada
— Dentro? — Perguntou voltando a sanidade por um segundo
— Lá no fundo, vai! — Rafaela falou ao segurar as pernas de Amanda e pressionar o corpo de Moacir com o próprio corpo, jogando-se em cima dos depois fazendo ele ficar dentro da amiga enquanto gemia e enchia Amanda com semem quente
— Aaaaaiiiii — Amanda falou — Meu Deeeeuuuuussss que queeeennnteeeeee, é muita coiisaaa.
Moacir ficou parado tremendo, seu pau preto bombando semen branco e fervente para dentro de Amanda, tanto que começou a espirrar para fora tamanha era a pressão e atingiu suas coxas.
Rafaela saiu de cima dele sorridente e se jogou na cama de lado.
Amanda tremia, Moacir saiu de cima dela e se deitou ao lado, ofegante.
Amanda estava séria, Rafaela deitou ao lado dela e acariciou o cabelo suado da namorada
— Tá tudo bem? — Rafaela perguntou preocupada
Amanda fez que sim com a cabeça e a abraçou, fazia isso quando queria pedir colo à namorada
— Que foi Manda, não gostou? — Rafaela perguntou no ouvido dela
— Gostei, é que foi um pouco assustador — Amanda falou com o corpo ainda tremendo — Não sei
— Você tá tremendo demais, melhor a gente parar por aqui né — Rafaela falou sensata — Chega por hoje
— Não — Amanda olhou para Rafaela — Já estamos aqui amor, vamos fazer mais, eu to bem, acho que isso é adrenalina — Mostrou a mão trêmula — Eu nunca tinha passado por isso, um cara estranho, um pau desse tamanho, você olhando, é muita coisa, mas eu adorei!
Rafaela se levantou, foi até mochila e pegou um pacotinho, abriu e deu para ela, eram uns biscoitos
— Tó, come isso e sua tremedeira vai passar — Amanda pegou os biscoitos e começou a comer, se afastou de Moacir e ficou na beira da cama.
Rafaela se ajoelhou e engatinhou em direção á Moacir empurrando as pernas dele, o pau mole, molhado de porra e de lubrificação da buceta de Amanda.
Ela agarrou o saco dele com delicadeza
— Já acabou tudo aí? — Perguntou debochada
— Não, claro que não, só preciso de uns minutos — Moacir falou ainda ofegante
— Gostou da novinha cor de rosa? — Rafaela perguntou se ajoelhando no meio das pernas dele
— Gostei, maravilhosa demais — Falou ainda ofegante
— Foi bonito ver vocês dois de cor diferente assim transando, nunca tinha pensado nisso — Rafaela falou sorridente
— Foi é? Queria ver — Moacir falou animado
— Ah sim, pode ver, eu filmei — Rafaela falou apontando para o celular
Moacir se assustou
— Filmou pra que? — Ele falou assustado
Ela riu
— Mentira, filmei não, era só pra ver a sua cara de assustado.
Rafaela segurou o pau de Moacir e acariciou, não estava mole, ainda estava meia bomba
— Acho que eu nunca vi seu pau ficar molenga — Falou enquanto olhava o pau duro e brilhante dele
— Ele fica, às vezes
— Hmmm — Rafaela murmurou e se posicionou em cima dele
Rafaela posicionou o pau meia bomba na porta da sua buceta
— Espera branquinha, preciso de uns minutos para me recuperar
Ela olhou para ele com uma careta
— Cala a boca, não pedi nada pra você — Forçou o pau meia bomba buceta a dentro enquanto deixava seu corpo descer — Hmmmm — Murmurou
Moacir fez cara de dor, o pau estava sensível
— Assim você me mata Branquinha — Ele falou segurando a cintura dela e apertando
Rafaela sentiu o pau pulsar dentro dela e crescer novamente conforme descia
— Fica quietinho, a novinha vai sentar aqui pra descansar um pouco tá.
Ela deixou o corpo descer engolindo cada centímetro do pau meia bomba de Moacir que ficava mais duro a cada centímetro e então parou
Ficou de olhos fechados por uns segundos e depois abriu, Moacir a olhava ofegante
— Pega em mim — Ela falou em súplica
Ele deslizou as mãos pelas coxas dela e depois pegou nos seios firmes
— Adoro sentir essas suas mãos ásperas me esfoliando — Rafaela falou dengosa
Moacir obedeceu, deslizou as mãos ásperas pelo corpo da garota, cintura, costas, barriga, braços, seios, rosto
— Esse seu biquinho é muito lindo, grosso! — Moacir falou ao acariciar os biquinhos dos seios de Rafaela, olhou para o lado e Amanda os olhava encolhida sem expressão no olhar — Tá tudo bem aí rosinha? — Moacir perguntou esticando a mão para tocar Amanda
Ela deu um sorriso e esticou a perna para ele a alcançá-la no toque, fez um movimento positivo com a cabeça
— Quero ver vocês! — Amanda falou parecendo sonolenta — Ele vai te engravidar de novo Amor?
Rafaela deu um tapa na cara de Moacir para que ele não ouvisse o que Amanda falava e fez um movimento com a cintura para frente e para trás para chamar a atenção dele.
— Ai Rafa, ta sensivel ainda — Moacir reclamou sem prestar atenção em Amanda
Ela riu maldosa
— Você acha que eu ligo? Problema seu, você tá comendo duas novinhas filho, dá teu jeito! — Rafaela falou debochada. — To pensando se não era mesmo melhor ter chamado seu filho, por que você não vai dar conta.
Continuou os movimentos para frente e para trás masturbando-o devagar com sua propria buceta, sentia o pau dentro, a sensação era incrível, sentia-se preenchida, sentia-se segura, sentia-se amada, lembrou-se das primeiras vezes que transara com Moacir, e também quando traia seu namorado e não tinha passado por tantos problemas, quando tudo era mais simples.
Fechou os olhos tentando não se lembrar de nada ruim, continuou os movimentos de olhos fechados, esqueceu do mundo, se masturbava enquanto se mexia
— Branquinha — Moacir chamou, mas ela não atendeu
Sem se importar com Moacir Rafaela rebolou com o pau dentro enquanto tocava seu clítoris na intenção de gozar e conseguiu, gozou bem devagar com um pequeno solavanco e franzindo o cenho, abriu os olhos e sua visão estava embaçada, sentia o pau de Moacir preenchendo-a.
Moacir a olhava curioso
— Você tá chorando? — Ele passou a mão no rosto dela limpando as lágrimas — O que tá pegando?
Ela fez que não com a cabeça e juntou o corpo ao dele colocando as mãos juntos, ele a abraçou
Rafaela não tinha certeza absoluta, mas algo dizia que o pai de seu filho era Moacir, ela sabia lá no fundo que a criança carregaria o DNA dele e ela queria aquilo, queria de novo, queria um filho com sangue forte, preto, viril assim como Moacir.
Abraçou Moacir puxando seu corpo para próximo do dela e o beijando na boca, ele não reclamou mas sentiu o gosto das lágrimas dela na boca, em seguida ela se posicionou, ergueu o corpo e limpou as lágrimas e o nariz.
— Vamos de bate estaca tá! — Rafaela falou com a voz afetada e os olhos vermelhos
— Tá bom — Moacir segurou a bunda dela
Rafaela tirou o pau devagar enquanto estava abaixada, ele saiu quase inteiro e ela sentou-se novamente, Moacir viu os bicos dos peitos dela se arrepiarem, ela repetiu o movimento, ele viu o braço dela se eriçar inteiro e ela continuou com ele ajudando a cada movimento.
Os peitos de Rafaela pulavam enquanto ela fazia isso, por vezes ela beijava Moacir, por vezes ela sorria com as lágrimas ainda caindo dos olhos e passava a mão no rosto dele de forma carinhosa.
Dessa vez foi mais demorado e de certa forma um pouco doloroso para Moacir, ela só parou quando ele gozou cerca de dez minutos depois, o semem quente dele ainda era volumoso e atingiu ela dentro da buceta, foi lá no fundo com ela queria, ela saiu de cima dele e se juntou a Amanda que estava quieta observando.
Moacir se deitou na cama, ofegante
— Tá tudo bem amor? — Amanda perguntou segurando a mão de Rafaela que havia se deitado de costas para Moacir
Rafaela fez que não com a cabeça, seu rosto contorcido como se sentisse Dor.
— Oh, meu anjo, vem aqui! — Amanda abraçou-a e ela chorou no pescoço da namorada.
Moacir observou o carinho das duas, mas acabou adormecendo.
Ele acordou quase uma hora depois, olhou em volta e as duas não estavam, sentou-se na cama e se levantou andou até a ponta do quarto e as viu, estava na parte de fora do quarto, a cachoeira externa estava iluminada pelo sol forte e as duas nuas pareciam duas sereias mitológicas, com os seios durinhos de fora e os cabelos longos conversando, pareciam falar de algo sério.
Ele foi ao banheiro antes e voltou, se aproximou
— Oi meninas, acordei — Falou solícito
— Oi bela adormecida — Rafaela falou animada
— Entra aqui com a gente, tá ótima a água! — Amanda falou esticando a mão para Moacir.
Ele aceitou e desceu devagar o degrau da pedra rústica.
Amanda passou a mão no pau dele, estava projetado para frente meia bomba
— Ele fica assim o tempo todo? — Ela perguntou admirada
— Ah fia — Rafaela respondeu antes dele — Só tem idade, mas sempre teve um fôlego fudido desse
Amanda pareceu admirada
— Que legal, o Gui não ficava assim né — Amanda disse para Rafaela
— O Gui era um brocha! — Rafaela falou ressentida
— Quem é Gui? — Moacir perguntou sentindo a água quente o cobrir fazendo seu coração acelerar — Tá quente aqui hein
— Tá nada — Rafaela falou simplória
— Ele não era brocha, para com isso — Amanda repreendeu Rafaela
Rafaela revirou os olhos e se aproximou de Moacir
— Pronto pra outra? A gente precisa ir né, se não dá seu horário
Moacir olhou no relógio que trazia no pulso
— Temos duas horas ainda, dá pra vocês?
— Oh se dá! — Rafaela se levantou — Já volto
Moacir ficou com Amanda sozinho dentro da piscina, olhou para ela envergonhado e ela também, o silêncio era constrangedor, o barulho da cachoeira artificial era a única coisa ecoando no ambiente, Amanda então resolveu tentar algo, a primeira coisa que lhe veio à mente.
— Paz de Deus? — Falou inocente
Moacir deu uma gargalhada, não conseguiu evitar, Amanda se retraiu, corou envergonhada, ela parou a risada e passou a mão no rosto dela
— Paz de Deus irmã — Respondeu sorridente — Você já é maior de idade, né?
— Sim, claro que sou, sou mais velha que a bunduda ali — Amanda falou se referindo à Rafaela
Moacir esticou a mão e colocou no rosto dela, como fazia com Rafaea, o contraste da pele dos dois era gritante, ela branca arroseada e ele negro um tom quase de chocolate ao leite.
Ela aceitou o carinho beijou o pulso dele de forma carinhosa, ele desceu a mão pelo pescoço dela, passou o dedo no peito e acariciou um seio, passando o dedão com cuidado no biquinho esquerdo fazendo ele se entumecer imediatamente, deixou a mão descer e segurou a cintura dela, desceu até a buceta e acariciou massageando, viu quando uma onda de arrepio tomou conta de Amanda eriçando seus pelos, subiu a mão pela cintura e apertou forçando ela a se virar de costas, ela obedeceu sem oferecer resistência
Amanda não entendeu a princípio o que ele queria, mas ele a guiou, fez ela se inclinar e apoiar as mãos na borda com a bunda empinada, em seguida abriu a bunda dela e Amanda sentiu a língua em seu cu.
Gemeu assustada e envergonhada, havia tido essa conversa com Rafaela, lamber o cu era algo muito íntimo, ela não era íntima dele, mas ele parecia não se importar e destrói qualquer barreira de vergonha que ela pudesse ter.
— Vou amaciar aqui por que vamos usar — Moacir falou lambendo o cu de Amanda e acariciando a buceta dela com habilidade — Até seu cu é cor de rosa irmã
Amanda riu do termo “irmã”
— Sim, irmão, é sim — Respondeu de olhos fechados e de forma irônica se referindo ao termo como os membros da igreja se tratavam.
Ele continuou a acariciar
— Nunca te vi no templo próxima da sua casa, já fui lá algumas vezes — Se referia à igreja
— Faz um tempo que não vou, mas ia sempre com a minha mãe — Ela respondeu continuando a sentir as linguadas
— As meninas usam roupas comportadas demais, não dá para saber como são de verdade
— Eu ia de vestido e totalmente nua por baixo, adorava — Amanda revelou
Moacir mordeu a bunda dela
— Crente safada — Falou apertando
Amanda só gemeu, Moacir se levantou e enfiou o dedo na buceta dela, estava molhada
— Eu não aguento você no bumbum, é grande demais — Amanda falou assustada procurando Rafaela
— Calma rosinha, eu não vou te machucar, confia no tio tá — Moacir falou e não teve resposta — A Branquinha confia em mim, você confia? — Reforçou a pergunta
— Se ela confia eu confio — Amanda respondeu segura
— Ótimo — Ele falou encoxando e passando o pau nos lábios vaginais de Amanda, deslizando pelo cu e torturando a garota.
Ela fechava os olhos e aguardava insegura, com pequenos espasmos de tremedeira, sentia tesão, medo e ansiedade.
Moacir parou o pau na entrada da buceta dela e empurrou
— Aaaaahhhh — Amanda gemeu satisfeita sentindo-se arrombada de novo — É igual!
— O que é igual — Moacir perguntou surpreso
— Achei que ia ser mais tranquilo, mas é grosso igual antes — Amanda falou com dificuldade
Moacir riu e enfiou mais ainda, começando a comer a garota na banheira
— Eitaaa, mas já tão no arrebento — Rafaela se aproximou animada vendo Moacir bombar na buceta de Amanda e os bicos dos seios dela balançarem e por vezes tocarem a borda do azuleijo.
Entrou devagar na banheira, vestia algo que amanda não viu a princípio, parou na frente de Amanda
— Chupa! — Falou pegando no cabelo da amiga
Amanda viu, era uma espécie de cinta e tinha um pau de borracha de tamanho pequeno acoplado, tinha uma cor bege
— Onde…— Amanda gemia de tesão e mal podia falar — Onde você arrumou isso?
— Não importa — Rafaela respondeu — Me mama vai! — Puxou a cabeça dela e a fez chupar o penis de borracha
Amanda obedeceu, era estranho, duro, seco, mas a sensação de ser comida por um pau delicioso e chupar outro era boa.
— Caralho esse pau é muito foda irmão! — Amanda falou soltando o ar dos pulmões
— Irmão? — Rafaela riu — Da igreja?
Eles riram sem responder e Rafaela concluiu
— Pervertidos! — Saiu de perto de Amanda — Vamos tio, vamos pro plano se não vamos ficar sem tempo.
Moacir agarrou Amanda abraçando-a e beijando e mordendo o pescoço da Jovem enquanto enfiava o pau fundo e agarrava seus peitos
Ela tentava virar o rosto para beijá-lo e sentia o pau bem fundo, mas não reclamou era maravilhoso sentir-se empalada na buceta.
Moacir tirou o pau e Amanda ficou parada com os olhos fechados, agarrou a buceta e apertou
— Falei para você quera foda — Rafaela disse — Dói mas é bom né?
— É — Amanda falou voltando a si — Dói pra cacete, mas é uma delícia, não sei explicar
Moacir se sentou na borda, na parte rasa, tinha apoio para os cotovelos
— Acho que assim fica bom né branquinha? Ela vem por cima e você por trás — Moacir explicou
— Sim, fica sim — Rafaela pegou uma bisnaga branca na ponta da banheira e abriu, passou na ponta do pau
— Lubrificante? — Amanda perguntou ainda apertando a propria buceta
— É — Rafaela falou se aproximando e passando lubrificante no meio das nádegas de Amanda
— Aí, tá gelado! — Amanda reclamou
Rafaela deu um beijo nos lábios de Amanda
— Tá, senta lá nele de frente pra ele — Rafaela falou ignorando a reclamação
Amanda tentou entender e deu a mão para Moacir que a posicionou, sentou-se nas pernas dele de frente para Moacir
— Assim? — Amanda perguntou e sentiu Moacir chupar seus peitos, voltou a atenção para ele e acariciou sua cabeça de cabelos raspados com fios brancos — Gostoso!
— Peitinhos de morango — Moacir falou ao dar um beijo estalado e esticou a mão para Rafaela, ela se aproximou e ele pegou no seio escuro dela — Peitinhos de chocolate!
— Vai pra lá, seu preto safado! — Rafaela riu batendo na mão dele — Vamos trabalhar
Moacir riu e puxou Amanda colocando o pau dentro dela sem cerimônia
— Aaaaiiiii — Ela reclamou — Cuidado!
— Tá ruim? — Moacir perguntou preocupado
— Não, tá gostoso, mas não sou uma boneca
Ele riu divertido e apertou as coxas dela
— Você é linda, suas coxas são grossas, quero ver você de mini saia
— Eu tenho uma — Amanda respondeu — Coloco pra você depois
Sentiu o corpo de Rafaela atrás dela
— Oi amor — Amanda falou aos sussurros
— Oi coração — Rafaela beijou o pescoço dela — Vamos de DP tá
— O que é DP? — Amanda perguntou distraída e curiosa
— Já falamos disso amor, você sabe! — Rafaela passou o dedo lubrificado no cu de Amanda
Ela se lembrou
— Oh, cuidado tá — Amanda recomendou temerosa
— Quando eu não tomo cuidado com você? — Rafaela perguntou abraçando Amanda de forma carinhosa por trás
— Te amo! — Amanda disse
— Também te amo sua puta — Rafaela disse arrancando risos de Amanda e Moacir.
Posicionou o brinquedo na porta do cuzinho de Amanda e forçou, esperou a reclamação, mas ela não veio, Amanda subia e descia na pica imensa de Moacir com vigor, estava focada, em silêncio, sentia prazer, um tesão enorme por ser arrombada naquela pica cavalar.
O Brinquedo era pequeno, tinha uma ponta fina e ia enlarguecendo na base até ficar no diâmetro de dois dedos no máximo.
Devagar Rafaela enfiou até conseguir ficar no talo e parou agarrando Amanda e puxando sua cintura
— Ai amor — Amanda falou tremendo — Aí tá foda!
A voz de Amanda era trêmula, o corpo dela tremia, Moacir enfiava e tirava o pau da buceta rosada dela enquanto Rafaela começava os movimentos de comer o cu da namorada.
Por mais de cinco minutos eles não falaram nada, apenas gemeram, Amanda pulava como louca recebendo beijos nos seios, carícias nas costas, uma rola gigante na buceta e um pau de borracha direto no cu, até que ela não aguentou, deu um solavanco e berrou
— Aaaaaahhhhhh — Amanda urrou
Não era uma gozada comum, era algo diferente, o corpo todo dela tremia de forma violenta, a cada vez que ela abria a boca dava um berro gutural, liberto
Rafaela fechou a boca dela
— Quieta, vão achar que estamos te matando! — Falou tentando conter os berros de tesão
Mas Amanda não deu ouvidos, continuou a gemer e a urrar de tesão por vários minutos até que parou, tremendo ainda de forma violenta
Colocou a mão na barriga de Rafaela empurrando-a, Rafaela saiu de dentro da namorada, Amanda se ergueu e tirou o pau de Moacir de dentro dela, ele estava molhado por um líquido branco, ele não havia gozado, aquele era o orgasmo de Amanda.
Ela se levantou trêmula e sentou-se na beira da piscina de olhos fechados, tremia.
Rafaela olhou para Moacir preocupada
— Manda? — Colocou a mão na perna dela
Ela não respondeu, ainda tremia, parecia frio
— Amor? — Rafaela insistiu — Tudo bem?
— To gozando, to gozando — Amanda respondeu ainda tremendo, colocou as duas mãos na barriga — Ai, to gozando — Se dobrou, não parecia algo bom.
Durou menos de um minuto, ela abriu os olhos e olhou para os dois assustada
— Tudo bem? — Moacir perguntou
Ela fez que sim com a cabeça
— Tudo bem mesmo amor? — Rafaela perguntou preocupada
— Sim sim, to bem, acho que foi demais, passei do meu limite, foi, foi… — Ela respirava com dificuldade — não sei descrever, eu acho que desmaiei em algum momento — Amanda falou enquanto enfiava o dedo na buceta e pegava o líquido branco — Olha, você gozou?
— Não gozei, isso é seu — Moacir disse
— Orgasmo amor, você teve um orgasmo fudido! — Rafaela falou — Agora descansa um pouquinho tá
Amanda entrou na banheira ainda trêmula, deixou a água pelo pescoço
Rafaela tirou o brinquedo colocou de lado, sem dar muitas explicações segurou o pau de Moacir e sentou nele
— Aaaahhh branquinha, você acaba comigo — Moacir disse com prazer e sentindo o corpo dela quente
— Enche a branquinha de porra vem! — Passou a mão no pé da barriga — Coloca tudo aqui dentro que eu vou levar pra casa!
Moacir adorava as sacanagens de Rafaela, em poucos segundos já estava chupando os peitos dela enquanto ela rebolava de forma habilidosa no pau dele, ela sabia como fazer, sabia como gozar e como fazer um homem gozar
— Peitinhos de chocolate — Moacir falou admirado
Ela riu enquanto ele mamava e mordiscava seus seios e ela rebolava.
Rafaela então sentiu, lá no fundo, chegando, era um orgasmo, aumentou o ritmo, estava chegando, seu corpo se arrepiou, os pelos da nuca se eriçaram e ela conseguiu
— Aaaahhhh — Mas sentiu junto dela um jato quente dentro de si, era Moacir gozando — Isso, junto, goza junto! — Ela falou enquanto aumentava o ritmo extraindo mais e mais dele.
Gozaram juntos e ficaram abraçados, ela foi ao ouvido dele
— Obrigada por ter tomado um remedinho
Ele riu
— Que remédio o que, tá me estranhando?
Ela o olhou e beijou na boca chupando a lingua dele
— Obrigada — Ela apenas repetiu
Ele sorriu.
Ficaram conversando um breve tempo na banheira e resolveram ir se vestir.
Entraram os três juntos no chuveiro, estavam entrosados, íntimos, Amanda estava dengosa e recebia muitos carinhos de Moacir, estava adorando.
Saíram e ao se vestir Moacir segurou a calcinha de Amanda
— As calcinhas são minhas — Falou tomando a peça dela
Amanda olhou para Rafaela sem reação
Moacir pegou a de Rafaela também
— Vai ser uma lembrança do sexo mais incrível que eu já fiz na minha vida!
Ambas se olharam e riram
— Ah, minha calcinha é tão bonitinha — Amanda falou pesarosa vestindo seu shortinho
— Bom que a gente compra outras! — Rafaela falou divertida
Moacir estava respirando com dificuldade, se vestiu
— Você tá bem? — Rafaela perguntou já chegando ao carro
— Só um pouco sem fôlego, mas to legal
Rafaela pegou no pulso dele, medindo a pulsação
— O que foi? — Moacir perguntou
— Você tomou quantos? — Rafaela parecia examinar ele de alguma forma
— Quantos o que? — Moacir perguntou evasivo
Rafaela olhou para ele severa torcendo o lábio
— Só um — Ele respondeu
— Olha a veia da sua cabeça, sua pressão tá no talo, você tá meio tonto né?
— Um pouco — Moacir respondeu
— Cabeça doendo? — Rafaela perguntou
— Sim, ta pulsando
— O que foi Rafa? — Amanda perguntou
— Pressão Manda, ele é velho, tomou viagra e a pressão tá no talo — Virou pra Moacir — Banco de trás, deita lá
— Não Rafa, eu to bem — Ele tentou falar
— Não to perguntando! — Rafaela falou severa — Dá a chave do carro falou com uma mão na cintura e outra esticada
Ele pegou no bolso e deu para ela.
Entrou no banco de trás e se deitou, Rafaela foi dirigindo com Amanda no banco do carona, ao parar na recepção Rafaela pediu ajuda à Moacir, ele deu o cartão de crédito e ela pagou, foram em direção à um posto de saúde que Rafaela conhecia.
Mediram a pressão dele, estava altíssima, em poucos minutos Moacir desmaiou, encaminharam-no para um hospital.
Rafaela o acompanhou até o hospital e ligou para sua tia Maria, esposa de Moacir, para que ela viesse.


