Diário de Rafaela 3 — Capítulo 07 — Não esquece de mim

Diário de Rafaela 3 — Capítulo 07 — Não esquece de mim

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Rafaela acordou ofegante, o calor era muito grande, tirou uma perna para fora do cobertor, estava de costas para seu irmão, sentiu a mão dele na barriga, sentiu algo entre suas coxas, enfiou a mão no meio e encontrou o pênis do irmão, ereto, molhado, passou a mão na cabeça devagar, não sabia se ele estava dormindo ou acordado

— Fá? — Chamou baixinho

— Pois não — Ele respondeu baixinho também

— Te acordei? — Ela perguntou curiosa

— Não, eu não consegui dormir — Ele respondeu

— Ansioso com a volta? — Ela perguntou

— Não, mais ou menos — Ele falou parecendo distraído

— Ué, tá acordado por que então? — Ela perguntou sem entender

Imediatamente sentiu o pau dele pulsar no meio das coxas dela

— Ah — Entendeu — Você tá com tesão em mim?

— Ah Rafa, não foi uma boa ideia dormir sem roupa com você — Ele falou pesaroso

— Por que? — Ela perguntou

— Por que eu não consigo dormir, não dá — Ele falou fazendo menção de se levantar — Vou lá pra sala ou dormir no chão

— Não! — Ela o conteve — O que eu faço? Não é pra sair daqui, é a nossa última vez juntos, eu sei lá quando você volta ou quando eu vou te ver, talvez demore anos!

— Não vai demorar anos — Fabio disse

— Vai sim, não mente pra mim Fá! — Ela falou

Ele ficou em silêncio

— Aí, você nem sabe quanto tempo demora — Falou entristecida — Você precisa dormir, né?

Rafaela colocou a mão entre as pernas e massageou a cabeça do pênis de Fabio, ele se encolheu

— Não Rafa! — Ele falou se escondendo

Ela colocou a mão para trás e procurou o pênis dele, segurou no corpo e apertou

— Deixa e a Rafinha bater uma punhetinha vai? — Ela disse com a voz dengosa

— Não Rafa! — Ele disse irritado

— Uma gozadinha e você dorme gostoso, não dorme? — Ela disse direta

— Não Rafa! — Ele repetiu o que disse, mas abraçou-a, dificultando ela a pegar em seu pau, mas ela insistiu habilidosa fazendo ele gemer

Rafaela não falou mais nada, masturbava o irmão devagar enquanto ele gemia no pescoço dela, ela sentia o ar quente da respiração, então ela riu entorpecida

— Hmmm gostoso! — Falou arrepiada pelo bafo quente

— Gostosa é você! — Ele falou no ouvido bom dela beijando o pescoço

Rafaela rodou no próprio eixo ficando de frente pra ele

— Oh, olha pra mim — A luz do abajur era fraca, mas dava para os dois se verem, ele olhou para ela um pouco assustado — Para com isso!

— Isso o que? — Ele perguntou sem entender

— Isso de vergonha, eu já não bati uma pra você? — Ela falou irritada

— Já — Ele respondeu envergonhado

— Então, o que custa eu bater outra gostosa pra você? — Ela perguntou séria

— Ah Rafa, eu não sei — Ele respondeu envergonhado

Ela pegou no pau dele com as duas mãos, uma no saco e outra no corpo do pênis, puxando a cabeça para fora e massageando na palma da mão, com habilidade

— Gostoso assim? — Ela perguntou

Ele fechou os olhos e murmurou de forma positiva

— Então, só relaxa meu amor — Ela se aproximou e deu um beijo leve nos lábios dele

Ela parou o movimento de masturbação

Ele abriu os olhos, viu ela assustada a poucos centímetros de distância.

— Eu tenho medo — Ela falou olhando para ele, as pontas do nariz encostados

— Então vamos parar — Fabio disse — Isso não deve ir longe

— Não, eu tenho medo de você esquecer de mim — Ela falou com os olhos cheios de lágrimas

— Estrelinha, eu nunca vou esquecer, você enlouqueceu? você é minha irmã, estamos conectados para sempre! — Fábio disse acariciando o cabelo dela — Não se preocupe

— Você tem sua família Fá, você vai voltar pra lá, eu tenho medo de ficar largada aqui — Rafaela disse revelando seu sofrimento que talvez nem ela mesmo conhecia

Ele segurou a cabeça dela

— Presta atenção! — Ele disse sério fazendo ela olhar nos olhos dele — Você é minha irmã, onde eu estiver, onde minha família estiver você pode entrar com presença VIP, se você quiser pode ir morar comigo! — Ele passou a mão na orelha reconstruída dela — Se você ficar comigo algo assim nunca vai acontecer de novo.

Ela sorriu

— E se sua mulher não me quiser? — Rafaela perguntou preocupada

— Se ela te rejeitar eu rejeito ela, você é mais importante — Ele falou dando um beijo nos lábios dela

— Se sua filha não gostar de mim? — Ela perguntou angustiada

Ele sorriu

— A gente mostra pra ela que você é incrível, impossível ela não te amar como eu te amo — Deu outro beijo leve nos lábios dela

Rafaela olhou para ele, ofegante, apaixonada, sentindo-se especial e segura como a muito tempo não se sentia, queria sentir-se amada e protegida, queria que alguém tomasse conta dela, mas ninguém queria, não sem traí-la, sem maltratá-la ou usá-la como objeto sexual antes de abandonar.

Ele olhou para a boca dela, ela olhou de volta para a dele, ambos analisaram o rosto um do outro, se acariciando no cabelo, foi a deixa, se aproximaram devagar, em segundos as línguas estavam se acariciando, se chupando e trocando um beijo ardente que durou quase um minuto

— Caramba — Ela falou em um tom de voz quase sonolento, quando acabaram — Que beijo gostoso — Ela respirou fundo

— Estrelinha, eu não sei se a gente… — Ele ia falar mas ela colocou o dedo na boca dele

— Shhhh, quietinho meu amor — Rafaela desapareceu entrando embaixo do cobertor

O coração dele bateu rápido, ele não queria acreditar no que poderia acontecer, aquilo não era real, sua linda e pequena irmã…sua estrelinha

Mas o que Fábio sentiu em seguida foi algo que ele jamais soube descrever.

Seu pênis foi envolvido por algo quente e molhado, a temperatura não era levemente maior que o normal, parecia um vulcão, parecia que ia queimar seu pênis, logo o calor foi até a base do pênis e ele sentiu algo o estimular, era a língua habilidosa de Rafaela, sentiu então um alívio do calor e da pressão seguido por um barulho molhado

— Aaaiii Rafa, não! — Ele falou em êxtase, seu corpo paralizado pelo prazer que nunca havia tido

Ela puxou o cobertor

— É quente demais aqui embaixo! — Rafaela cochichou ofegante

Rafaela estava ajoelhada em direção às pernas de Fabio, ele via o bumbum dela e as palmas dos pés macios franzidas flexionadas apontando para ele

Sentiu a pressão novamente, dessa vez a língua dela abusava da glande do pênis de forma anormal, lambendo de forma macia e forte, uma das mãos masturbava a base do pênis e a outra acariciava o saco, apertando sem machucar com uma habilidade ímpar, ele ouviu o estalo molhado de novo

— Bom assim? — Ela perguntou olhando para ele com uma expressão enigmática e com uma inocência angelical

Ele soltou a cabeça no travesseiro e colocou as duas mãos no rosto

— Puta que pariu! — Ele falou com seu sistema nervoso central entrando em choque de tesão e conflitos morais

Ela sorriu satisfeita, voltou a chupar, o pau era grande, preenchia a boca dela, Rafaela estava se deliciando, era o homem que ela amava, que ela confiava, o pau era bonito, era gostoso, ela se sentia segura, sabia que podia confiar nele, sabia que ele jamais a abandonaria, ela quis chorar de felicidade, mas sabia que ele precisava gozar para dormir e sair logo mais e continuou, ele gemia sem pudor

Rafaela virou a cabeça e olhou para o relógio

“01:23”

“Como está tarde” ela pensou sem falar nada ao irmão.

Ela sentiu a mão dele acariciando seu bumbum, a mão desceu pela coxa dela e depois dedilhou a buceta, ela manteve o ritmo esperando que ele gozasse logo, para que dormisse rápido, não pode evitar, moveu-se de forma sensual

— Não rebola pra mim — Fábio falou sofrendo

Rafaela tirou o pau da boca, quase engasgou e riu

— Tá bom! — falou animada e levantou o joelho passando por cima dele sentando no peito do irmão virada de costas para ele, balançou de um lado para o outro desajeitada — Caramba, como você é largo, eu não consigo montar em você e encostar os joelhos na cama — Falou com a voz divertida

Ele deu sustentação para os joelhos dela colocando os braços

Ela riu e voltou ao boquete fazendo o irmão delirar

Mesmo com a luz fraca a vista dos dois havia se acostumado, a iluminação do abajur do canto da cama deixava que eles vissem os corpos um do outro como uma pintura com o tema noir.

Fábio olhava o corpo de Rafaela balançando, a buceta exposta, os lábios vaginais vermelhos abertos, o cuzinho piscando enquanto ela fazia os movimentos, viu quando da bueta dela escorreu uma gota grossa e transparente, passou o dedo

— Aaaiiii — Ela gemeu parando a chupada por um segundo, mas voltando em seguida

Ele experimentou, o gosto era diferente de tudo o que ele já provava, tinha um gosto fraco, mas parecia doce, não sabia por que, mas era familiar, era algo viciante.

Tirou os braços de apoio dela, Rafaela ficou apoiada com a barriga no peito dele, os joelhos suspensos, as pernas abertas para se equilibrar, Fabio passou os dedos na buceta dela com uma mão e a outra ele pressionou o cuzinho dela

— Aaaii Fáá — Ela falou dengosa — Não faz assim, eu to terminando já, não mexe aí

Ele enfiou o dedo devagar na bucetinha dela, Rafaela parou o boquete, mas continuou a masturbação.

Ela beijou o púbis dele, os pelinhos, cheirou e amou o cheiro dos pelos dele, as bolas felpudas bem aparadas, ela beijou o corpo do pau dele, veiudo, branco com a cabeça vermelha,  sentiu uma pressão no cuzinho, empinou mais a bunda

— Você empina quando eu aperto aqui é? — Fabio perguntou ofegante

Ela ergueu o corpo e olhou para ele, tinha uma cara de sapeca, colocou o dedinho nos lábios, num movimento clássico de “garota levada” e murmurou “hmmmruuummm” de forma positiva

Fábio a agarrou pelas coxas e puxou-a para si, em segundos estava sentada na cara dele, Rafaela sentiu imediatamente a lingua dele lamber seu clitores, explorar os lábios vaginais e em seguida lamber seu Cu

— Aaai Fá! — Ela falou assustada — Eita! — Disse parando para respirar sentindo o clitoris ser sugado com força causando espasmos pelo corpo.

Abriu os olhos e viu o pau dele pulsando, babado, se esticou e voltou a chupar.

Irmão e irmã, juntos se chupando como nunca, um 69 perfeito, sincronia perfeita, parece que aquele momento foi cronometrado.

A chupação mútua durou mais de cinco minutos, Rafaela não conseguia chupar direito por estava gostoso demais, então algo inesperado, ela tremeu e gemeu, parou o boquete, agarrou as coxas dele e cravou as unhas

Rafaela passou a emitir barulhos como grunhidos, tentava falar algo mas não conseguia

Fabio sentiu ela tremer, sentiu a buceta da irmã fazer mais e mais liquido lubrificante, ele praticamente não dava conta da inundação que escorria por sua barba e pescoço de tanto que ela estava molhada

— Aaaaaaaaa!!! — Rafaela deu um grito abafado — To gozando, não para! — falou sem se preocupar com o volume — Não para, não para — Rebolava devagar mas de forma frenética apoiando as mãos na barriga do irmão parecendo que queria dobrar o próprio corpo para trás, as coxas tremendo e os pelos das costas arrepiados

Fabio entendeu a deixa, não parou de chupar e de enfiar os dedos no cu e na buceta de Rafaela, apertava, chupava, mordia e beijava as coxas enquanto bebia o que saía de dentro dela com muita vontade.

Rafaela começou a tremer, o gemido dela estava trêmulo, as coxas sacudindo, a bunda deformando com o terremoto que ela estava fazendo, então ela respirou fundo e soltou o peso, ele não parou de chupar, mas ficou mais brando, lambendo devagar, bebendo o leite da irmã devagar, acariciando com a ponta dos dedos e a língua

Ela deixou seu corpo relaxar, acariciava o pau do irmão com a mão, devagar, parecendo estar cansada, quase dormindo

— Era para eu fazer você gozar, para você dormir, não eu — Ela disse sonolenta

Fabio riu

— Tá bom estrelinha, você já me ajudou, pode ir dormir — Ele disse carinhoso parando a chupada e dando um tapinha na bunda dela — Pode sair! — Ele falou sorridente

Ela levantou a perna e parou ajoelhada ao lado dele, levantou a outra perna e sentou novamente, dessa vez na barriga dele virada de frente para ele

— Não acabou não, só acaba quando eu tiver leite — Ela falou colocando a mão pra trás e sentindo o pau dele quente e duro — E dessa vez é do meu jeito!

Deslizou o corpo para trás posicionando o pau na buceta

— Rafa, não, espera! — Ele falou rápido


Mas foi tarde, o pau dele entrou duro dentro da buceta de Rafaela, ela forçou para ir até o máximo que dava

Ela colocou as mãos na barriga dele com as unhas apertando, tremendo de tesão, parecendo gozar um pouco, a expressão séria e o rosto retorcido.

Abriu os olhos e olhou para ele, sorriu

— Te amo!— Ela falou sorridente começando a rebolar devagar

Ele respirou fundo, seu corpo estava em êxtase total, segurou a irmã pela cintura

— Tem que colocar proteção! — Ele falou gemendo

— Não tem não, relaxa, assim é mais gostoso, entre nós dois é no couro mesmo — Rafaela disse rebolando pra frente e para trás animada — Bom assim? — Perguntou sorridente com os cabelos já soltos — Pau bom da porra! — Ela falou animada

Ele não conseguiu responder, Rafaela estava ajoelhada, mudou a posição, apoiou-se nas palmas dos pés e passou a subir e a descer com mais violência no pau duro do irmão, o pau entrava gostoso, arrombando a buceta apertada de Rafaela com selvageria que poucas vezes ela havia sentido.

O Sexo se tornou barulhento, o barulho da enorme bunda de Rafaela batendo nas coxas grossas de Fabia era evidente.

As mãos de Fabio faziam movimentos quase espasmódicos, acariciava as coxas roliças e lisas da irmã, às cintura, os seios até que ele fez a mesma expressão que ela, franziu os rosto em uma cara séria e anunciou

— Vou gozar, sai sai — Ele disse avisando

Rafaela voltou a se ajoelhar para rebolar para frente e para trás num movimento rápido e brutal

— Sai Rafa, Sai! — Ele pediu tentando se segurar

— Goza vai! — Ela falou animada — Da leite pra mim porra! — falou de forma imperativa

E foi o que aconteceu, o corpo de Fabio tremeu, ele segurou ela pela cintura, Rafaela parou os movimentos e sentiu o pau do irmão pulsar e ejacular dentro dela, uma, duas, três, quatro, cinco, seis vezes e sentiu uma pressão enorme dentro da buceta, imediatamente entendeu que era muita porra, sentiu que jorrava para fora dela também.

— Aaaaiiii — Ela gemeu — Que quente, que pressão forte, meu Deus — Ela falou segurando os próprios seios — Tá até vazando!

Fabio viu a expressão da irmã, segurou os seios dela também, ficaram se olhando ofegantes, ela sorridente, e ele sério e ofegante

— Agora sim — Ela falou saindo de cima dele e colocando a mão no meio das pernas — Agora você vai dormir!

Ele a jogou de bruços na cama e abriu as pernas dela

— Dormir nada! — Falou mordendo a bunda dela — Gostosa!

— Aaaiii Fáááá — Ela reclamou ainda com a mão na buceta — Se eu soltar vai sujar tudo na cama! — Ela reclamou

Ele puxou a mão dela com violência, o liquido branco escorreu pelas coxas e pingou na cama, ele puxou a cabeça do pau para fora e enfiou nela de novo

— Aaaaiiii — Ela gemeu — Tá duro já? — Se admirou sentindo o volume grosso dentro dela

Rafaela se posicionou, ajoelhou-se com as pernas abertas e se apoiou nos cotovelos enquanto Fabio a castigava com vontade na buceta, o barulho das coxas dele batendo na bunda dela era audível, o barulho molhado da porra saindo e espumando com os movimentos era único, ela gemia baixinho sentindo o amor do irmão dentro de si

— Isso, vai, come! — Ela falou em êxtase

— Você é puta Rafa! — Ele falou enquanto enfiava e tirava o pau com agilidade de dentro dela

— Sou sua irmãzinha — Ela falou dengosa — Sua putinha!

— É uma vagabunda! — Ele falou ofegante — Queria rola né? Agora vai levar rola!

— Me dá vai! — Ela falou animada — Me dá esse pau pra sua puta!

Ele não parava, aumentava o ritmo e teve uma surpresa, ela deu uma tremida e uma gemida diferente

Rafaela teve outro orgasmo, mordeu a fronha do travesseiro, Fabio observou e acelerou o ritmo, quando ela conseguiu se recompor ainda levava rola sem parar, ele riu

— Você gozou é? — Ele perguntou curioso

— Gozei! — Ela respondeu sôfrega com a voz trêmula pelas estocadas do irmão, ele não parou

Durante mais de cinco minutos Fabio comeu Rafaela de quatro, na buceta, ela gemia baixinho, mas o barulho do sexo violento era alto e molhado, então ela se jogou para frente e virou-se de frente pra ele

— Vem aqui! — Chamou abrindo as pernas

Ele não pensou, entrou no meio das pernas dela com o pau duro já encaixando na buceta

Ela o abraçou e gemeu enquanto ele a castigava por vários minutos, Rafaela mordeu o pescoço do irmão quando teve o terceiro orgasmo e sentiu vontade de chorar, estava incrível, além do esperado, então ela sentiu o pau dele pulsar.

Com as pernas agarrou a cintura dele para ele não correr

— Me dá seu leitinho quentinho! — Ela falou animada

Ele se abaixou e a beijou na boca, um beijo longo enquanto as esguichadas de porra atingiam o útero de Rafaela fazendo ela tremer a cada estocada e jorrada de semen fervente.

Ambos ficaram abraçados por um instante, ofegantes, sentindo os corpos um do outro, a cumplicidade pós sexo que deixa todos os casais unidos, esse casal em específico estava unido pelo laço de sangue, pois eram irmãos.

— Você me acha vagabunda mesmo? — Ela perguntou insegura depois de se recuperar

Ele riu

— Você é linda meu amor !— Falou abraçando a irmã — Só falei naquela hora, você não é nada disso, você é uma princesa linda, minha estrelinha

Ela o abraçou mais forte

— Te amo tá? — Falou no ouvido dele

— Também minha princesa — Ele respondeu carinhoso apertando ela no abraço

Adormeceram, os corpos grudados, o calor abrasador dos corpos nus, suados e apaixonados.

Rafaela sonhava com uma versão alternativa da sua vida onde ela e o irmão faziam sexo desde novos e todos sabiam e aceitavam isso normalmente, falavam abertamente sobre isso na escola, olhava com estranheza para a situação, sentiu algo, sua cintura foi agarrada, sentia sono, sentiu algo molhado em sua buceta, abriu os olhos assustada e tateou, o cabelo curto e a barba espessa do irmão

— Fá!? — Ela perguntou olhando no relógio, marcava seis horas da manhã

Ele murmurou algo positivo e continuou a lamber a buceta dela

Ela relaxou o corpo

— Não vai perder o horário tá? — Ela falou recebendo lambidas no clitoris com muito prazer, sorriu abrindo as pernas.

Mas não durou muito, logo recebeu um beijo na barriga e outro no peito, o terceiro foi no pescoço e em seguida na orelha

— Bom dia estrelinha — Ele disse com a voz rouca

— Bom dia, acordou animado é? — Ela perguntou abraçando ele

— Não parei de sonhar com você a noite toda! — Ele disse dando um beijo na boca dela, Rafaela retribuiu

Ela sentiu algo pesado em sua coxa, algo quente e duro

— Tá armado já a essa hora? — Ela perguntou surpresa

Mas ele não respondeu, segurou ela pelas pernas e entrou de uma vez

— Aaaaiiiii — ela falou arqueando o corpo para trás sentindo o pau do irmão entrar até o máximo que conseguia, sentiu até uma dorzinha lá no fundo, mas não reclamou, sabia que iria parar, e parou.

O que aconteceu em seguida foi uma sequência que ela e Natali chamariam de Surra de Rola.


Fabio agiu de uma forma frenética, sem falar, apenas olhando para a irmã  arfando, ele comia ela com vontade, Rafaela com os joelhos levantados para deixar o corpo grande e largo do seu irmão se encaixar e socar o pênis duro dentro dela.

A cada entrada e saída um barulho molhado era feito, Rafaela sentia algo escorrer por sua bunda esquentando seu cuzinho, era o gozo dele, de hora antes, ele ainda estava dentro dela.

Resolveu se entregar, estava exausta, passou as mãos no peito forte dele, depois escorreu para ambos os braços musculosos e morenos, deslizou para os antebraços e depois para as mãos, os dedos se entrelaçaram como ela amava, sorriam um para o outro num movimento de cumplicidade ímpar.

O corpo de Fabio balançava pra frente e para trás batendo contra as coxas de Rafaela com bastante força, fazendo os seios dela pularem enlouquecidos para cima, para baixo e para os lados.

Não demorou muito ele parou

— Não, não para! — Rafaela disse rebolando — Veeeeem!

Ele fechou os olhos e parecia querer se concentrar.

Ela rodou na cama, ficou de bruços, abriu as pernas num movimento hábil girando o corpo sem tirar o pau do irmão de dentro dela, estava ajoelhada e apoiada nos cotovelos jogando seu corpo contra o dele, obrigando-o a entrar e sair

Fabio agarrou a bunda da irmã apertando com força e fez movimentos rápidos, socando com força, mas muito rápido até que anunciou apenas com um gemido contido

— Aaaaaahhhhhh! — Ele tentou não fazer barulho, mas não teve sucesso

— Issoooo! — Ela falou sentindo o pau pulsar, mas quase nada sair dele — Que delicia!

Fabio deitou em cima dela obrigando-a a se jogar na cama, em seguida deitou do lado, ambos ofegantes

— Tá no fogo hein! — Ela falou divertida

— Eu vou ficar com saudades, quero matar toda ela antes de ir — Fabio disse de olhos fechados

— Que gostoso — Rafaela falou e se sentou na cama — Tô gostando de ver esse tesão em mim, até sonhei!

— Sonhou o que? — Fabio perguntou ofegante se ajustando no travesseiro

— Sonhei que a gente era novo, só você e eu, e que a gente transou a adolescência todinha, aqui em casa no meu quarto, no seu, na sala aí transavamos na escola e nossos amigos sabiam e passavam o pano pra gente, e você tinha ciúmes de mim — Ela riu — Era tão bonitinho! — Ela riu envergonhada

Ele riu dela

— Doida — Ele falou — isso não daria certo

— Quem sabe né? — Rafaela disse

Ele respirou fundo e fechou os olhos, Rafaela o cutucou

— Dorme não, tem que ir embora já, você dorme no avião

— Só um pouquinho — Fabio disse sonolento

Rafaela se sentou na cama, olhou o para o pau de Fabio, estava em pé, meia bomba, vermelho com espuma feita pela porra da noite socada e batida de dentro da buceta da irmã, ela pegou, assim que tocou ele se encolheu

— Tá sensível? — Ela perguntou curiosa

— Um pouco — Ele disse sem abrir os olhos

— Tá com espuma? — Ela disse observando

— É a porra que tava dentro de você, eu joguei porra fresca na porra de ontem a noite — Ele disse, fiz você de puta

Ela deu um tapa no braço dele

— Sou puta não hein! — Falou de brincadeira, mas severa.

Ele riu

Rafaela observou um pouco, Fabio sentiu algo quente em seu pau e a habilidosa língua

— Não Rafa — Ele falou sentindo o maravilhoso boquete da irmã — Ta sujo!

Em seguida não aconteceu o que ele esperava, ela lambeu seu pênis, suas bolas e a virilha, por onde escorria  espuma do semen da noite anterior

Ele abriu os olhos e observou ela passando o dedo e levando até a boca, engolindo o fio de baba

Ela olhou para ele e sorriu, se levantou, colocou as mãos na cintura e abriu a janela, estava começando a clarear o dia.

Esticou os braços para cima estalando as costas, Fabio viu as costelas dela, a barriga quase negativa e o corpo ossudo, naquela posição dava para ver como ela estava magra. Ficou embasbacado com o simples gesto dela de comer o semen da noite anterior como se fosse algo normal, foi uma das cenas mais devassas que ele já viu na vida, mas a magreza dela o incomodava naquele instante.

— Você precisa comer mais! — Ele disse sonolento — Mesmo assim é muito gostosa

— Eu to feia? — Ela perguntou pegando na barriga

— De forma alguma, mas tá fraquinha — Fabio disse — Quero você mais cheinha

— Cheinha nada, ta loco! — Ela falou dando as costas pra ele

Ele deu um tapa na bunda dela sem que ela esperasse, ela saltou pra frente

— Filha da puta! — Colocou a mão na bunda irritada — Eu vou me lavar rápido, e vou fazer seu café, quando eu sair você entra e acelera hein meu jovem! — Falou num tom autoritário

Fabio deu uma joinha para ela.

Rafaela tomou banho rápido e saiu, teve trabalho para fazer o irmão levantar e colocou-o no banho e correu para a cozinha.

Fez café, preparou um pãozinho de queijo com uma massa pronta que a mãe sempre deixava, fez algumas coisas que sabia que o irmão gostava.

Ele desceu as escadas vestido, com cara de cansado a mãe veio atrás.

— Bom dia crianças — Rose falou — Achei que vocês não iam conseguir acordar

Sentou-se à mesa

— Bom dia mamys — Rafaela respondeu animada abaixando a música

— Mamys é? — Rose disse sorridente — Foi boa a noite pelo visto né?

— A gente conversou bastante, matou a saudade — Fábio disse

— Eu ouvi Fábio, eu não sou idiota, não finja que sou — Ela disse pegando o café, ficou um silêncio na cozinha, Rafaela e Fabio se olhando — Mas então, não vai levar sua irmã com você né?

— Acho que sim, mas não agora — Fabio disse preparando sua comida fingindo que não falaram nada.

— Eu vou mãe, tô pensando muito nisso — Rafaela disse

— Nisso, o que? — O pai desceu a escada — Bom dia

— Sua filha quer se enrabichar atrás do irmão lá nos Estados Unidos — Rose disse tranquila

— Você vai hoje? — Ele perguntou surpreso — Vai não né? — parecia assustado

— Não né, mas assim que eu puder eu vou — Rafaela disse

— Ah, junta sua grana e vai — O pai de Rafaela disse

Ela correu e sentou-se no colo do pai

— Papai, me dá uma viagem pra Disney, é pertinho da casa do Fabio, ele falou que eu posso ficar lá, nem pago a hospedagem — Usou seu truque de se fazer de menininha de forma exagerada, sabia que aquilo era engraçado para quem olhava, uma garota visivelmente interesseira

Marcel, o pai, se levantou e fez Rafaela sair do colo dele, ela ficou em pé bem humorada

— Quem tem filho grande é elefante! — Ele falou bem humorado — Dá deu jeito aí

Todos riram.

Conversaram sobre a viagem de Fabio e foram todos para o aeroporto, no portão de embarque Rafaela grudou no pescoço do irmão e chorou quando ele teve que ir, ele deu um beijo nos lábios dela na frente dos pais e prometeu que iriam se ver em breve.

— Não esquece de mim — Rafaela disse quando ele sumia ao longe

Fabio se virou e gritou

— Eu te amo irmãzinha! — A voz dele retumbou no aeroporto chamando a atenção de todos

Rafaela ficou corada de vergonha e sentiu-se amada.

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Rafaela Khalil é Brasileira, maior de idade, Casada. Escritora de romances eróticos ferventes, é autora de mais de vinte obras e mais de cem mil leitores ao longo do tempo. São dez livros publicados na Amazon e grupos de apoio. Nesse blog você tem acesso a maioria do conteúdo exclusivo.