Fim de semana na Chácara – Cristal – Capitulo 07 – Sapatinhas
As famílias jantaram juntas, Cristal ficou bem longe de Juliana, ficou prestando atenção na conversa da sua irmã Rubi com sua nova amiga Fernanda irmã de Juliana, elas cochichavam e riam.
Cristal não podia evitar o olhar ameaçador que a comia com os olhos que vinha tanto de José Carlos como de Nívea. Havia colocado uma roupa confortável, um macacão jeans shortinho com um top por baixo, não usava calcinha ou sutiã além de uma sapatilha confortável.
Em um momento em que ninguém olhava, ela olhou para José Carlos, delicada mente beijou dois dedos e enviou a ele, ele sorriu e fez um gesto de pegar no ar.
Minutos depois, Nivea a olhou e Cristal piscou para ela, Nívea fez um gesto de se abanar com a mão e riu conversando com outras mulheres.
— A gente pode ir escondida — Cristal ouviu Fernanda cochichar, isso chamou sua atenção.
— Do que vocês estão falando hein? — Cristal perguntou curiosa
Fernanda e Rubi se encolheram assustadas
Cristal as olhou, apoiou o cotovelo na mesa e a palma no queixo observando as duas.
— Sapatinhas, vocês estão tramando o que? — Cristal perguntou sorrindo levemente
Elas se olharam visivelmente desconfortáveis
— Sapatinhas? — Ruby perguntou nervosa
Cristal revirou os olhos
— Vai Ruby, eu não sou idiota vai, você tá de caso com essa outra sapata aí desde que chegamos — Cristal disse sincera
Ambas se olharam assustadas, Cristal continuou
— Eu não tô repreendendo você não tá, eu sei que vocês são, não tenho nada contra, colar o velcro é da hora também — Cristal disse bebendo um gole de refrigerante — Já conseguiram colar né?
Elas olharam novamente assustadas para Cristal, sem responder
— Ainda não? — Cristal perguntou assumindo a falta de resposta como algo negativo
Elas se olharam, Cristal viu suor na testa de Fernanda
— Perae, as duas nunca colaram o velcro com ninguém? — Cristal perguntou surpresa
As duas fizeram que não com a cabeça, devagar, parecendo estarem travadas.
— Caraca! — Cristal disse se levantando — Querem colar? — Perguntou se esticando na cadeira — Quer dizer, uma com a outra? Eu posso ajudar — Cristal disse
Elas se olharam novamente tentando falar apenas pelo pensamento.
— Queremos — Ruby respondeu nervosa olhando par Fernanda que concordou com a cabeça.
— Tá, mas se eu ajudar vocês têm que me ajudar também — Cristal disse
— Com o que? — Fernanda perguntou
— Atrasar a sua irmã, que fica na minha cola — Cristal disse
— Ela é uma escrota! — Fernanda disse
— Concordo, uma escrota! — Cristal disse — Vão me ajudar?
— A gente ajuda — Ruby disse animada — O que precisamos fazer?
— Só atrasar ela e a amiguinha dela enquanto eu estou com os namorados delas
— Você vai pegar meu irmão e o Daniel? — Fernanda perguntou curiosa
— Eu já peguei, eu vou pegar eles de novo já já — Cristal disse — Conto com vocês? Preciso que daqui a duas horas vocês levem as duas lá atrás do campinho
— Beleza — Fernanda disse animada — A gente fala o que?
— Fala que é uma coisa que elas querem muito ver
— E o que é? — Ruby perguntou curiosa
— Vocês vão ver — Cristal disse — Mas vocês tem que prometer que vão me ajudar tá, se algo der errado
— Algo o que? — Fernanda perguntou
— Sem mais perguntas, se der certo vocês vão saber — Cristal disse
— Ta bom — Fernanda disse — A gente ajuda
— Ótimo — Cristal se animou também — Sabem o vestiário fechado, depois da piscina?
— Sim — Ambas responderam baixinho
— Vai ser lá — Cristal disse
— Que dia? — Fernanda perguntou
— Ué, agora — Cristal disse — Não temos tempo, vem uma de cada vez, encontro vocês lá. — Saiu andando sem esperar resposta.
Passou por Juliana e Maria Carolina, ambas com os namorados, Cristal sorriu ao ver os garotos
— Oooiii — Disse de forma doce para irritar as meninas
— Vaza daqui o puta — Juliana bateu o pé em direção à Cristal e disse baixo para os pais não ouvirem
Cristal riu e acelerou o passo
Foi até seu quarto, pegou sua bolsinha, saiu pela porta da frente da pousada e viu sua mãe andando em direção à portaria, usava um roupão, resolveu ir atrás para ver, apenas por curiosidade.
Viu quando sua mãe bateu na porta lateral à guarita, a porta se abriu, ela abriu o roupão se mostrando para quem havia aberto a porta, estava de costas para Cristal, ouviu risadas dentro da porta e um braço negro a puxou para dentro.
Cristal ficou intrigada, foi andando pelas sombras até se aproximar, na Guarita havia um homem que olhava para a portinha de dentro com curiosidade enquanto se mostrava presente na guarita.
Cristal se aproximou da porta e colocou o ouvido, ouviu música e vozes, tanto femininas quanto masculinas, mas não dava para ver ou distinguir nada, olhou em volta e contornou a guarita pelo mato, era denso e abandonado, mas dava para ir, havia uma janela, estava com uma das laterais abertas.
Ela se esgueirou devagar e olhou, viu sua mãe, de biquini sentada no colo de um dos seguranças, o homem branco mais gordo, o sutiã abaixado enquanto ele chupava seus seios, na frente dela outro segurança com o pênis para fora enquanto ela o masturbava e ria tomando um gole da latinha de cerveja.
Cristal se abaixou, ficou em choque, sua mãe estava pronta para transar com dois homens, ficou esperando, esgueirando para ver se seria isso mesmo. Enquanto olhava admirou o pênis do homem em pé que tirava o uniforme de segurança enquanto era masturbado
— Que pau delícia — Cristal sentiu tesão e tocou a própria buceta
Sua mãe se inclinou e abocanhou o pau do homem, chupou três vezes e tirou da boca parecendo animada.
— Que pau delícia! — Cecilia disse tocando a própria buceta — Quero ver se vocês vão dar conta de mim hoje hein!
Os homens riram do desafio
— É madame branquinha, hoje a senhora passa da punheta né? — O homem que ela chupava disse
Cecilia riu enquanto chupava o homem acariciando o saco dele.
Cristal piscou forte, o gesto de toque da mãe era exatamente o que ela havia acabado de fazer, o pênis era robusto, grosso, longo, preto e uniforme com a cabeça roxa, Cristal sentiu sua buceta piscar e molhar, quando percebeu estava com a boca aberta imitando o comportamento da mãe, se imaginando no lugar dela.
Ficou olhando sua mãe chupar de forma habilidosa enquanto homem gemia e o outro tirava a calcinha do biquini, Cristal viu os pelos de sua mãe, e viu a mão do homem passando por entre as pernas dela e massageando o clítoris e os pelinhos da buceta enquanto ela revirava os olhos de tesão ao continuar chupando um pau.
O homem por trás agarrou os seios de Cecilia e a puxou para ele, beijou o pescoço dela e ela riu se esticando para trás, o homem a pegou no colo e a colocou na cama, se abaixou e chupou a buceta dela por vários minutos, Cecília ria e gemia animada sem saber que era observada por sua filha.
Cristal se masturbou vendo a cena, estava com muito tesão, impressionada, sua cabeça estava a mil, sua mãe havia ficado uma fera quando a viu transando, seu pai estava na pousada jogando sinuca, será que ele sabia? Será que ele era como Rodrigo um corno manso que deixava os outros comerem a sua amada?
A mãe de Cristal se virou o outro homem estava na cama, ela ficou de quatro, o homem negro segurou a cintura dela, Cristal viu o enorme pau negro pincelando a buceta dela, Cecilia sem empinou gemendo com um sorriso no rosto, ele entrou devagar nela, enquanto ela gemia
— Que pau delicioso meu Deus — Cecilia disse de olhos fechados
Então ele a comeu, ela sorriu e gemeu de olhos fechados o outro parou na frente dela e passou o pênis nos lábios dela, para ela chupar.
Sem pestanejar ela pegou e abocanhou, os solavancos do homem dentro dela eram fortes, ela gemia e parecia adorar a situação.
Alguns minutos de sexo violento onde bateram na bunda dela, puxaram o cabelo, xingaram-na de vagabunda enquanto ela ria e confirmava que era vagabunda mesmo, chupou o pênis do homem gordo até que ele gemeu alto segurando a cabeça dela, estava gozando, segurou o pau dentro da boca, Cecilia fez barulho de ânsia de vomito e ele soltou, a porra volumosa saiu da boca dela, os olhos cheios de lágrimas.
Cristal imaginou que viria alguma bronca, mas ela sorriu.
— Eita, quanto! — Cecilia disse animada enquanto ainda recebia estocadas fortes na buceta, o enorme homem atrás dela transava de forma implacável
Então o olhar dela e de Cristal se cruzaram, olhos nos olhos, a filha na Janela, o corpo da mãe balançando, os seios tocando levemente a cama enquanto sacudiam.
A expressão de Cecilia mudou, o rosto dela parecia confuso, assustado, a boca se abriu, a cabeça fez um movimento de negação parecendo em pânico.
Cristal colocou o dedo nos lábios pedindo silêncio, Cecilia parecia em transe.
Cristal fez um gesto com as duas mãos, como que não ligava e disse “tudo bem” sem emitir um único som, Cecília conseguiu ler os lábios de Cristal, fez um sinal positivo com a cabeça.
O homem que comia Cecilia olhava para trás conversando com o homem da guarita, outra pessoa passou na frente de Cristal, outro homem, viu quando ele bateu o pau na cara de Cecilia, ela pegou o pênis e masturbou devagar olhando preocupada para Cristal.
“Tudo bem” — Cristal balbuciou novamente sem emitir palavras, então fez um gesto de boquete — “Chupa vai”
Cecilia abocanhou o pau inicialmente de olhos abertos, olhando pra filha, então fechou os olhos os olhos pensativa.
Cristal, se abaixou e saiu andando.
No caminho ela encontrou Daniel
— E aí, sumiu — Daniel disse olhando em volta
— Daqui a uma hora atras do gol do outro lado do campinho, você e o Tales, conseguem? — Cristal disse ainda andando
— Pra que? — Daniel perguntou franzindo a testa
— Se não quer deixa — Cristal disse já ao longe
— Consigo sim, pode deixar! — Ele disse observando-a indo embora.
Lembrou do compromisso com a irmã e andou rápido até o lugar marcado.
Estava escuro, quando chegou entrou devagar, escondida, ouviu o barulho de chuveiro, quando olhou na área de chuveiros viu sua irmã e a amiga, ambas de Biquini tomando banho se beijando.
Entrou batendo palmas
— Olha aí, gostei de ver! — Cristal disse sorridente
Elas pararam e se afastaram rápido, envergonhadas
Cristal se aproximou, pegou a mão das duas e juntou novamente
— Comigo vocês não precisam ter medo tá, aqui não vai vir ninguém hoje. — Cristal disse carinhosa apertando levemente o braço das duas
Ambas seguraram as mãos, sorriram de forma tímida
— Olha eu vou ajudar vocês, tá, mas eu não vou ficar aqui muito tempo. — Cristal disse — Então, vocês querem transar?
— A gente quer Cris — Ruby disse nervosa
Cristal acariciou o rosto da irmã
— Você é tão linda Ruby! — Falou carinhosa, em seguida acariciou o rosto de Fernanda — Você também é muito gatinha, combinam.
As meninas sorriram envergonhadas
— Vamos, beijem pra eu ver — Cristal disse sorridente
Elas se aproximaram, Ruby foi primeiro, a língua entrou na boca de Fernanda que chupou imediatamente
— Que beijo delicioso! — Cristal disse contente e tirou o biquini de cima de Fernanda sem que ela impedisse — Deixa eu ajudar — Elas continuam a se beijar e ela fez o mesmo com Ruby também sem resistência
Os seios de Fernanda eram médios apontando para cima com bicos delicados e amarronzados, os de Ruby eram grandes, volumosos, meio caídos pelo peso, bicos largos e grosseiros cor de rosa como os de Cristal.
Cristal não pode evitar, acariciou os seios de Fernanda e depois abraçou a própria irmã pro trás e agarrou seus seios acariciando os bicos
— Ruby, você é gostosa pra caramba— Falou no ouvido dela — Inveja desses peitos lindos
Ruby sorriu envergonhada, mas não parou de beijar Fernanda, Cristal agarrou Fernanda e a puxou para perto fazendo os seios se esmagarem, em seguida puxou o laço da calcinha do biquini, deixando a irmã nua,
— Agora chega — Disse fazendo as meninas pararem o beijo, ambas envergonhadas, coradas, se olhando com um sorriso bonito e inocente, Cristal apontou para Fernanda — Vamos, peladinha você também — Cristal disse puxando o uma das cordas do biquini de Fernanda.
Parou entre as duas e se ajoelhou puxando as meninas, as duas também, o chuveiro deixava o ambiente gostoso, o vapor quente.
— Vou explicar e vocês fazem tá, porque eu preciso ir — Cristal disse, as duas atentas — Sexo entre mulheres é algo lindo, mais legal e mais perfeito que o sexo dos homens, por que a gente goza pra caralho! — Cristal disse sorridente
Ambas riram envergonhadas, Cristal tocou a buceta das duas estimulando
— Você vão fazer um meia nove, sabem como é? — Perguntou olhando pra elas, mas não expressaram reação, então ela continuou — Faz assim, Ruby, amor, deita aqui — Apontou o chão coberto por estrados plásticos, Ruby deitou-se — Fê, vem aqui — Fez Fernanda ajoelhar-se sobre a cabeça de Ruby, com cuidado.
Quando estavam posicionadas Cristal deu um tapa na bunda de Fernanda
— Pega aqui Ruby, olha que bumbum gostoso, que durinho— Cristal incentivou, a irmã pegou e apertou, com as duas mãos se deliciando
Fernanda estava ansiosa, ofegante
— Gostosa demais — Ruby disse animada
— Beija o bumbum dela Ruby! — Cristal disse
Ruby obedeceu, deu um beijo na banda da bunda de Fernanda que riu envergonhada
Cristal sorriu
— Fê — Cristal olhou para Fernanda assustada — Desce devagar a pepeca na boquinha Ruby — Olhou pra Ruby — Amor, lambe a xoxota da Fernanda, faz ela gozar igual você faz quando bate pra você mesma tá?
Ruby fez que sim com a cabeça, mas a bunda de Fernanda cobriu o rosto, Fernanda gemeu e fechou os olhos, agarrou os próprios seios
— Meu Deus — Falou animada — Ai, ai — Gemeu animada
— Não é vida boa não fia, abaixa aqui — Cristal puxou Fernanda para frente abrindo as pernas de Ruby e acariciando seu clitóris — Mama a xoxota da minha irmãzinha.
Fernanda se inclinou, arrumou o cabelo e lambeu, Ruby balançou o corpo e gemeu, abrindo as pernas, Fernanda segurou as coxas dela abocanhou chupando com mais forças
Ambas se contorcendo, gemendo e se chupando.
Cristal sorriu e se levantou
— Eu preciso ir, podem se beijar se chupar a vontade tá, se quiserem colocar algo nessa bolsinha tem gel e um pinto e borracha, mas como são virgens — Cristal pensou um pouco — Melhor eu levar comigo por hora.
Ficou olhado elas, a cena era maravilhosa, duas meninas lindas, gemendo e se lambendo, Fernanda parou de chupar e soltou um chiado, parecia que estava gozando, ficou com o rosto perto da coxa de Ruby e mordiscou
— Aí irmãzinha arrasando hein — Cristal observou Fernanda tremer e gemer, corpo erguido, olhos revirando
Cristal parou atrás de Fernanda, abriu seu bumbum e lambeu seu cuzinho, era escurinho, bonitinho, as pregas delicadas, as lambidas quentes fizerem Fernanda tremer e gemeu aparentemente estava gozando
Cristal se levantou
— Meninas, tô indo, se ouvirem algum barulho se vistam — Cristal disse em direção à porta — Beijinho, fui
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