Fim de semana na Chácara – Cristal – Capitulo 09 – Além do campo
Olhou no relógio, e saiu apressada do alojamento, viu que pessoas ainda conversavam na parte de refeitório, ainda havia comida e ouvia risadas, viu ao longe Juliana e Maria Carolina conversando com outras meninas, riam divertidas.
Cristal sorriu “Ah gordinhas vocês vão adorar”
Viu o campinho escuro e se dirigiu até ele, caminhou devagar e com cuidado, a grama estava úmida, holofotes iluminavam o meio do campo, mas as laterais estavam totalmente escuras, se aproximou das traves do lado oposto haviam bancos, estava totalmente escuro, parou tentando fazer seus olhos se acostumarem, mas não viu ninguém nem nada, sentiu uma pontada de frustração.
— Oh, Cristal! — Ouviu vozes vindo do escuro
Apertou os olhos e viu três pessoas vindo
“três?” pensou nervosa
— Quem é? — Perguntou sem conseguir ver direito
— É a gente — Tales disse — Você pediu para vir aqui
Viu Daniel ao lado de Tales e junto com eles um homem adulto, mais velho, ela conhecia, era o monitor que era uma espécie de faz tudo.
— Ah — Cristal olhou pra ele e ficou quieta
— Ele quer participar — Tales disse apontando para o homem
— Não é assim que funciona, eu decido — Cristal disse
— É garota, eles me contaram que você deu pra eles, melhor colaborar senão eu conto pros seus pais — O homem disse sorridente mostrando superioridade
— Vai me estuprar é? — Ela respondeu de braços cruzados
— Que isso, está loca? — Daniel disse nervoso — Ninguém vai fazer isso não
— Que estuprar o que, você é retardada? — O homem disse
— Retardada é a puta que te pariu, otário — Cristal mostrou o dedo do meio pra ele — Eu me sento só na pica que eu quero
O homem mostrou as mãos
— Tá, começamos errado, eu não vou te forçar a nada não, vi você andando por aí e você é a maior gracinha, a menina mais linda desse lugar — Ele disse esticando a mão — Meu nome é Mario eu sou o monitor aqui
— Eu sei que você é — Ela esticou a mão e segurou — Eu sou a Cristal
— Todo mundo sabe que você é a Cristal, Cristal — Ele sorriu
— Por que todo mundo sabe? — Ela perguntou sem entender
— Seu biquini minúsculo, seu bumbum durinho, sua pele que reflete no sol e você anda com esse cabelo enorme pra lá e pra cá, todo mundo paga o maior pau
Ela sorriu contente de ter agradado
— Mario — Ela disse pensativa — Eu tenho que fazer umas coisas aqui, não sei se vai dar pra você participar
— Eu espero — Mario disse
Ela olhou para ele, olhou para os garotos, eles pareciam jovens, imaturos, impaciente, Mario era mais velho, tinha um olhar superior, era maior, mais forte, ela sorriu de maneira maliciosa.
— Deixa eu ver o dote então — Cristal disse curiosa, olhou para os meninos — E vocês, sem roupa, andem — Falou enquanto mexia na bolsinha — Estamos meio sem tempo
— Sem tempo? — Tales perguntou tirando a camiseta, mas Cristal ignorou
Mario abaixou as calças, ela viu, ele era branco, o corpo todo peludo, muito pelo no saco, mas era ordenado, parecia penteado, o pênis longo e fino com a porta vermelha
Ela pegou, ele pulsou, Cristal masturbou e com poucos movimentos deixou-o totalmente duro, molhou a mão dela.
— Tem potencial! — Ela disse séria
Mario riu
— Posso pegar em você? — Ele perguntou
Ela puxou as alças do macacão e ele caiu no chão. Mario respirou fundo quando viu ela nua da cintura para baixo, em seguida tirou o top e jogou no chão, ficou completamente nua olhando para ele sem fazer nada aguardando-o com um sorriso enigmático no rosto, ele se aproximou e a abraçou, deu um beijo na boca dela, ela retribuiu e laçou seu pescoço, o beijo durou só alguns segundos, foi molhado, quente e intenso, o pênis dele subiu a cutucando na barriga.
Empurrou ele devagar e apontou para o seio esquerdo fazendo um carinho, ele entendeu o gesto, se ajoelhou pois era muito alto e abocanhou o seio dela, ela acariciou o cabelo dele enquanto fechou os olhos curtindo o carinho e sentia as mãos dele começando a dedilhar sua buceta sem pelos.
— Ficava pagando pau pra mim né senhor monitor? — Cristal disse sentindo Mário dedar sua buceta, abriu as pernas discretamente
— Ficava, você é uma deusa — Ele disse — Meu sonho é te ter só pra mim
— Não precisa me ameaçar, eu reajo negativamente à ameaça — Cristal disse — Não gosto disso.
— Desculpa, não importa o que você disser eu não vou fazer nada que você não quiser, se você quiser que eu pare agora eu paro e vou embora.
Ela sorriu e deu um tapinha na cabeça dele
— Bom garoto — Empurrou ele — Não precisa ir embora, mas tô sem tempo — Falou olhando no relógio de pulso, virou-se para os meninos — Vamos começar ou não?
Tales se aproximou rápido e a agarrou em um beijo ardente, Cristal esticou a mão chamando Daniel que se aninhou atrás dela beijando o pescoço
— Aaiii — Ela reclamou dengosa, assim arrepia — Ela disse animada se encolhendo, ainda bem que não ta frio hoje né?
— Aqui é sempre quente — Mario disse observando e se aproximando
Cristal esticou a mão e pegou no pênis dele, o masturbando devagar
— Tem pra todo mundo tá, a branquinha vai dar a pepeca rosa pra todo mundo hoje — Cristal disse dengosa enquanto levava beijos em sua boca, seios, bochecha, pescoço, costas, bumbum, hora lambiam, hora beijavam se alternando apertando-a e cultuando-a como uma deusa, sentiu um dedo tocar-lhe a buceta, era pesado, segurou a mão e viu que era Tales — Calma aí cabacinho, aqui é bem sensível
Com paciência Cristal guiou a mão dele para sei clitoris
— Aqui, esse é o meu sininho, ele é bem delicado, encosta nele como se quase não tocasse — Ele encostou, ela moderou o peso da mão dele até acertar — Isso, assim, bem de levinho por que é bem sensível, assim mesmo.
Tales massageava seu Clitoris com calma, mas suas mãos tremiam de nervoso
Cristal notou Daniel beijando se apertando seu bumbum, ela abriu as bandas da bunda, ficando na ponta o pé
— Beija aqui Dani — Mostrou o cuzinho para ele.
Daniel não pensou muito, passou a linha no anus de Cristal, ela riu satisfeita e ganhou um beijo na boca de Mario
— Você gosta de beijo né? — Ela perguntou sorridente quando beijo acabou
— É que você é linda — Ele disse admirado
Ela deu outro beijo na boca, quando terminou olhou para o relógio apressada
Pegou Tales pela mão
— Amor, deita aqui — Colocou ele para deitar no gramado, apontou para Daniel — Você espera um pouco — E apontou para Mario — Você fica ai mesmo — E riu
Pegou a bolsinha que estava no chão, tirou um pacote com três camisinhas e deu para Mario
— Se der tempo da gente ficar junto você usa tá — Falou com um olhar sedutor, em seguida pegou um frasquinho e se ajoelhou ao lado de Tales chupando seu pênis duro fazendo ficar mais duro ainda — Que beleza hein — falou masturbando ele e admirando o tamanho — Olha aí Monitor, é maior que o seu! — Falou sorridente
Mário riu sem graça, Cristal abriu o frasquinho e derramou o liquido viscoso no pau de Tales, em seguida espalhou com a mão então levantou a perna e sentou em cima de Tales, o pau forçou a entrada e entrou fácil fazendo ambos gemerem.
Ela fechou os olhos e ficou uns segundos respirando, abriu os olhos e viu Tales boquiaberto
— É gostoso né? — Ela perguntou sorrindo
— É! — Ele respondeu sem conseguir pensar muito, mas o sorriso dizia por si só.
Cristal rebolou um pouco
— Dani pera um pouco só que isso aqui é gostoso pra caramba — Cristal disse — Cara, que pena que vocês homens não gostam de pau, por que é muito bom! — Ela disse rebolando devagar, mas então parou
Pegou o frasquinho e derramou gel no próprio dedo em seguida levou para o próprio anus e o lambuzou, enfiou os dedinhos lambuzando, pegou mais um pouco de gel e colocou na mão, jogou o fraco no chão
— Vem Dani — Ela disse chamando-o, ele parou ao lado dela — Ela esticou o rosto ele se aproximou até ela poder chupar, deu duas chupadas e passou o gel no pau dele, limpando o excesso nas coxas — Vai aqui atrás
A principio ele não entendeu
— Come o cu dela besta — Mário falou impaciente quando viu Daniel atrapalhado
— Ah! — ele disse entendendo oque eu ela queria
Cristal olhou pra Mario e riu, ele riu também
Daniel parou atrás dela, ela abriu a bunda para ele expondo o cuzinho
— Coloca na portinha, deixa ele bem duro, não tenta entrar tá, presta atenção no que eu vou falar — Cristal disse séria
— Tá — Daniel aproximou o corpo, o pau duro como pedra, encostou na porta do cuzinho de Danielle
— Empurra mais — Ela disse — Devagar
Ele obedeceu
— Mais — Ela disse — Vai, um pouco mais
A cabeça estava forçando a entrada, mas não entrava, Cristal empinou abunda e o pau entrou e uma vez
— Aaaaiiii caralho! — Ela falou soltando a bunda
— Machucou? — Daniel perguntou preocupado
— Não, espera um pouco — Cristal disse parada, de olhos fechados, segundos depois colocou as mãos para trás tateando Daniel — Coloca as mãos aqui — Pegou as mãos dele e colocou na própria cintura — Tem que ir no ritmo tá, senão vai me machucar — Cristal disse
— Tá — Daniel disse nervoso
Ela empinou mais a bunda, fez uma careta, o pau entrou mais fundo, Daniel gemeu e apertou a cintura dela, Cristal fez um movimento para frente o pau de Daniel saiu um pouco, mas o pau de Tales ainda estava dentro dela, sentiu o movimento e ele gemeu
Ela riu
— Assim mesmo — Falou apoiando os cotovelos no abdômen de Tales e empinando a bunda — Vai Dani, vem e vai devagar
Daniel obedeceu, entrou em saiu de Cristal devagar, ela encostou o rosto no peito de Tales e com o ritmo das estocadas de Daniel ela voltou a rebolar em Tales.
Durante quase um minuto ficou assim deitada, exposta, até que ergueu o corpo, olhou no relógio, aumentou o ritmo.
— Assim, assim — Falou animada — Vocês fodem pra caralho, puta que pariu, manda bala vai
Incentivou
Tales pegou as coxas dela e se esforçava para ir contra o ritmo do rebolado dela, para estocar cada vez mais fundo, na bunda de Cristal Daniel já havia dominado, o pau entrava e saia com força arranhando risos e gritinhos finos de Cristal
— Eu vou gozar eu vou gozar — Cristal disse — Não acredito, ai ai ai
Ela continuou a gemer
— Não parem, não parem — Ela disse animada se contorcendo
O pau de Daniel escapou e bateu no saco de Tales, mas ele rapidamente colocou de volta e continuou
Cristal agarrou o próprio cabelo e puxou, rebolando, o sexo durava quase cinco minutos direto, o suor começou a escorrer da testa dela, sentiu algo quente em seu rosto, abriu os olhos era o pau de Mario, ela abocanhou sem pensar.
Estava sentada no pau de Tales, rebolando com aquele mastro grande dentro dela, o pau de Daniel castigando seu cuzinho cor de rosa enquanto chupava a pilha molhada e cumprida de Mário.
Cristal teve outros espasmos, mas dessa vez quando sentiu o líquido quente de Tales encher sua buceta
— Vem também Dani, vem também coma gente — Ela falou erguendo o bumbum e fazendo ele penetrá-la mais fundo, mesmo com as caretas que fazia ao receber a pica do rapaz ela não deixava de se empinar.
Abraçou Tales que estava ofegante, sentiu a porra escorrer da buceta então Daniel gemeu e urrou, estava gozando, ela parou de se mexer, deixou ele terminar, quando percebeu uma presença, alguém olhando.
Virou rápido, havia se esquecido
Viu Ruby, Fernanda e sua mãe Cecilia
Piscou forte, só estavam as três
— E aí? — Cristal abriu os braços pedindo satisfação de Ruby e Fernanda
— Não quiseram vir — Ruby falou admirada enquanto Cristal masturbava Mario
— O que ta acontecendo aqui Cris? — Cecilia disse nervosa
— Mãe, desculpa, é só uma brincadeira com os meninos, eu juro que já vou entrar
Cecilia olhou para ela, viu o pau grosso de Tales caído sobre as pernas dela, viu Daniel assustado, ajoelhado e ofegante com seu pau pulsando, e viu Mario sendo masturbado
— Tá tudo em mesmo? — Cecilia perguntou
— Tá sim mãe, acho que não preciso de ajuda agora — Cristal disse — Sério
Cecilia fez que sim com a cabeça
— Elas me contaram — Cecilia disse
Cristal olhou para elas e piscou com os dois olhos.
— Mas acho que já vou indo — Cristal disse se levantando
Tales correu para vestir uma roupa
— Coisa feia — Fernanda disse para o irmão
— Coisa feia nada, você não viu nada menina! — Tales disse se defendendo ao se vestir
Mário também se vestiu a contragosto
Cristal vestiu o macacão, procurou seu top e não encontrou
— Que porra é essa aqui? — Cecilia disse pegando Cristal pelos cabelos
— Ai mãe! — Cristal reclamou
Mas quando se virou viu Juliana, Maia Carolina e outras cinco meninas olhando
— O que porra é essa? — Juliana disse nervosa
As meninas cochichando vendo Cristal com os seios de fora e os meninos ainda sem camisa.
— Eu peguei essa vagabunda transando com os três — Cecilia disse
— Ai mãe, ta machucando! — Cristal disse tentando segurar a mão da mãe
— Sua cachorra, é a segunda vez que pego você dando pra esses dois, você devia ter vergonha na cara
— O que? — Juliana disse nervosa — Explica isso Dani! — Falou aos berros enquanto Cecilia puxava Cristal pelos cabelos
Andaram pelo campinho, Cristal com os seios de fora, Cecilia tirou o cardigan que vestia e deu para ela
— Machucou — Cristal disse enquanto andava rápido sendo seguida por Ruby e Fernanda
— Era isso que você queria né, que as meninas vissem você com os namorados
— Era! — Cristal disse arrumando o cabelo e vestindo o cardigã
— Você deu pros três? — Ruby se aproximou de Cristal enquanto caminhavam e ouviam os gritos ao longe de Juliana e Maria Carolina
“Filho da puta, vai tomar no cu”
“Eu não acredito, filho da puta, praquela nojenta”
— Pros dois, o outro não deu tempo — Cristal riu satisfeita ao ouvir e apertou o passo.
— Meninas, chega, vão pro quarto — Cecilia falou para Ruby e Fernanda — E sem sexo
Elas se olharam envergonhadas e foram andando discretamente de mãos dadas.
— Cris — Cecilia disse — Isso foi perigoso, você armou esse circo só pra magoar as meninas?
— Foi mãe, elas são más comigo, e os namorados delas eram virgens e eu tirei as virgindades deles para magoar elas mesmo
Cecilia fez que não com a cabeça
— Não faça essas coisas, pessoas magoadas podem ser violentas, isso pode virar contra você rápido
— Tá bom — Cristal disse pensativa — Mãe
— O que? — Cecilia perguntou
— O papai sabe?
Cecilia respirou fundo
— É complicado — Cecilia disse olhando para cima
Ficaram em silêncio alguns segundos
— Eu entendo — Cristal disse
— Que bom querida, a gente precisa conversar mais, só não fique mais sozinha, por que essas meninas são complicadas, acho bom você vir pro meu quarto essa noite e não sair do alojamento
— Eu não vou sair mãe, prometo — Cristal disse — Mas seu quarto é coletivo, como vou dormir lá e se o papai quiser algo com você? — Cristal perguntou
— Aí você finge que dorme — Cecilia disse sarcástica — Vai tomar um banho
Cristal correu até o quarto e pegou roupas novas, pegou sua pequena mala e levou junto, tomou um banho rápido e colocou um roupão, chegou na parte seca do banheiro e ouviu Juliana falando com as meninas
— Mano, eu vou matar a magrela, filha da puta, prostituta, desgraçada, deve ter passado um monte de doença pro Daniel e pro Tales, esses vagabundos do caralho! — Ela gritou desesperada aos prantos, as amigas consolando
Cristal olhou pelo canto dos armários, viu Maria Carolina sentada no banco abraçando os joelhos chorando.
Cristal pegou sua mala e saiu de fininho, de roupão mesmo e entrou no quarto dos adultos.
Viu as camas de casal, havia doze casais dentro, sabia qual era a cama dos seus pais, colocou a mala ao lado, na cama próxima viu uma pessoa deitada, uma mulher olhou de perto, era Nívea que dormia.
Cristal se aproximou da cama, havia outras pessoas dormindo em outras camas, algumas conversando baixinho.
Sem pensar muito Cristal tirou o roupão, ainda estava nua, os cabelos amarrados no topo da cabeça para não molhar, entrou embaixo do cobertor, sentiu a ceda do pijama de Nívea
— Quem é? — Nivea perguntou assustada
— Seu amorzinho — Cristal disse dando-lhe um beijo na boca
Nivea correspondeu.
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