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Livro 1 – Blog da Rafaela Khalil https://rafaelakhalil.com Textos de romances eróticos sem limites Mon, 02 Dec 2024 15:24:37 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://rafaelakhalil.com/wp-content/uploads/2024/11/cropped-designer-3-32x32.jpeg Livro 1 – Blog da Rafaela Khalil https://rafaelakhalil.com 32 32 É assim que eu me lembro 1 – Capítulo 17 – Epílogo https://rafaelakhalil.com/e-assim-que-eu-me-lembro-1-capitulo-17-epilogo/ https://rafaelakhalil.com/e-assim-que-eu-me-lembro-1-capitulo-17-epilogo/#respond Sat, 19 Oct 2024 17:51:54 +0000 https://rafaelakhalil.wordpress.com/?p=244 location.href="https://rafaelakhalil.com/esse-conteudo-e-exclusivo/";

Seis anos se passaram até que eu conseguisse parar de pensar em Danielle, eu e Christiane paramos com as brincadeiras sexuais fora do casamento e me tornei realmente uma pessoa mais séria, mais velha e mais triste, meus cabelos ganharam diversos fios brancos, minha testa parecia estar permanentemente franzida, considero, por mais bizarro que isso possa parecer, a perda de memória de Danielle como a perda de uma filha, nesses anos tive poucas notícias de Daniel, soube que ele recuperou algumas coisas das memórias antigas, mas grande parte ele realmente estava reaprendendo, voltou a falar inglês fluente em poucos meses, se descobriu um roqueiro de carteirinha, descobriu também que Steve era um grande amigo e que nele poderia confiar, Steve me mandava notícias por e-mail, eu disse que não queria saber muito, queria manter a Dani que eu lembrava na minha memória.

Então Steve me falava coisas triviais como “Ela esta fazendo curso de informática”, “Ela

entrou na faculdade de medicina veterinária”, “ela voltou a falar inglês”, mas o que mais me surpreendeu foi “Estamos indo para o Brasil, chegaremos no próximo sábado, iremos Kátia, Dani e eu” nesse ponto eu já não sabia mais se ‘Dani’ era uma tratativa para homem ou para mulher, não importava, eu me lembrava dela exatamente como eu queria me lembrar.

Christiane ficou de busca-los no aeroporto, eu não queria ir, comprei um Boné preto com o símbolo de um jogo de Videogame, que achei bonito, embrulhei e mandei Christiane dar para Daniel. Momentos antes de ir ao Aeroporto, Christiane caiu da escada na sala de casa, seu pé inchou muito, quis leva-la ao hospital, mas ela não deixou, disse que não estava doendo, se não pisasse no chão, poderia ir ao aeroporto, a conclusão disso é que eu fui dirigindo e tive que ir buscá-los.

No aeroporto arrumei rápido uma cadeira de rodas e fui empurrar Christiane. Fazia muito tempo que eu não sentia medo, um medo infantil e irracional, sabe quando você está prestes a ver uma coisa que é inevitável e vai acontecer quer você queira quer não? Mas você tem esperança que não aconteça? Esse

era o meu sentimento, minha cabeça doía e meu estomago embrulhava me dando sensação de enjoo, meu mal estar foi tão grande que após o atraso do voo fui a um café tomar uma água com gás e deixei Christiane de cadeira de rodas para avistá-los e me chamar pelo celular, fiquei sentado lendo um panfleto e com uma garrafinha de água sem gás, acho que se passou uma meia hora mais ou menos e uma mulher se aproximou de mim, não dei atenção e ela perguntou “Essa cadeira está ocupada?” sem nem ao mesmo levantar a cabeça eu disse “Não está, pode pegar” e a mulher se sentou na minha mesa, achei estranho e levantei meu olhar para ela.

Reparei que ela usava uma roupa leve de alças brancas, com o sutiã branco também, aparecendo as alças, seus braços eram tatuados, e em seu peito uma enorme e linda águia de cabeça branca com as asas abertas, fiquei paralisado na imagem, lembrei-me de ter dito à Danielle que eu achava aquele bicho o animal mais lindo do universo,  ao lado da Águia haviam duas letras e um “e” comercial entre elas, uma letra “D” e outra letra “R”, assim “D&R”, não tive vontade de olhar para seu rosto, fiquei analisando a

tatuagem, ela então moça colocou um celular na mesa e puxou o fone de ouvido e a musica tocou alto

Children don’t stop dancing [Crianças não parem de dançar] Believe you can fly [Acredite Você pode voar]

Away… away

[Para longe… bem longe]

Levantei os olhos para a mulher e vi seus cabelos vermelho caindo pelas costas e um grande óculos escuro, franzi mais a testa tentando reconhecer a pessoa, ela tirou os óculos e reconheci, era Danielle, estava mais velha, seu rosto tinha marcas diferentes, seu cabelo estava diferente, tinha um piercing na testa e outro no nariz, estava linda, a pele branca de seu rosto bem maquiado, estava diferente, mas era ela, eu a encarei abismado e ficamos nos olhando nos olhos por cerca de dez segundos, se dependesse de mim eu não abriria a boca e ela disse “Oi” eu demorei para entender e disse “Oi” ela disse séria “Tudo bem com você?” eu respondi atrapalhado “Sim, comigo tudo bem, e com você?” ela disse ainda séria “Tudo bem”, deu uma batidinha no celular e abaixou o volume

da musica que tocava e me perguntou “Por que sempre que ouço essa musica eu me sinto bem, fechos os olhos e vejo você?” abaixei o olhar e fixei no celular, comecei a falar “Olha eu…” ela me interrompeu “Por que quando eu durmo, sempre sonho com você?” balbuciei uma explicação “Eu acho…” e ela me interrompeu de novo “De dois anos pra cá todas as memórias que recuperei tem a ver com você, e não consigo parar de pensar em você a todo instante, por que isso?” fiquei em silêncio, olhei novamente para seu rosto, fiquei apreciando seus contornos, não a via a muitos anos, observei-a sério e perguntei “Por que de dois anos para cá?” ela fuçou na bolsa, pegou um caderno e colocou na mesa, empurrou para mim e disse “Encontrei isso, e quero que você me diga se tudo isso é verdade ou apenas uma viagem de algum tipo de droga, da época que eu morei com vocês”.

Olhei na capa do livro e estava escrito “Diário”, abri o livro e o folhei, nas primeiras páginas estava escrito “Danielle” e alguns corações escritos “D&R” dentro, na primeira página estava escrito “Olá diário, eu sou Danielle, antes era Daniel, mas sou mais feliz assim, hoje estou voltado para o Brasil, vou

para a casa da minha querida irmã Christiane, ela é tão linda, espero que o Alberto esteja lá com ela e que seja gentil do jeito que eu me lembro. Esse é o primeiro dia de minha nova vida”

Na próxima folha “Diário, o dia foi bom até agora, cheguei na casa da minha irmã, o Alberto veio me buscar no aeroporto, ele  teve uma reação à minha aparência, ficou paralisado, tive medo de ele me repreender ou me hostilizar, mas ele foi super fofo, é exatamente como eu me lembro”

Na outra página “Odeio a Ana Paula ela é uma vaca, todos estavam me tratando bem só ela veio com esse papo de que eu tenho que ser o que eu nasci para ser, quem manda na minha vida sou eu, odeio ela de todo coração”, nessa página haviam pontos enrrugados e algumas letras estavam borradas, provavelmente lágrimas caíram nas páginas

Passei as páginas rápido e li “Diário, você nem vai acreditar, estou no quarto com o Beto (meu amor), em uma pousada no Rio de Janeiro, nem posso acreditar, ele fala para todo mundo que eu sou a esposa dele, estou amando, fizemos amor tão gostoso, estou

completamente apaixonada por ele, ele disse que me ama” mais abaixo uma anotação com caneta diferente e escrito de lado “Nota: Ele gosta de tatuagens, vou fazer uma águia igual ele gosta e vou colocar as letras dos nossos nomes junto” olhei para o busto de Danielle e entendi a tatuagem e as iniciais..

Danielle ainda séria, quase carrancuda puxou o diário de minha mão e folheou, colocou em uma página e eu pude ler um garrancho, a página estava colada, amassada e havia pingos de água, julguei que eram mais lágrimas

“Oi diário, terei que voltar para o Canadá por causa daqueles desgraçados que tentaram me estuprar, por que isso só acontece comigo? Por que eu tenho que sofrer pra sempre? Se eu tiver mesmo que voltar eu vou me atirar de uma ponte, não aguento mais, não quero ficar longe do Beto”

Danielle puxou uma fitinha que estava usando como marcador de página, abriu a página e eu vi que tinha uma marca de batom, um beijo em cima do texto e dizia “Hoje é Aniversario do meu amor, fizemos amor delicioso a casa estava cheia de pessoas,

ninguém nos viu, eu entrei dentro dele pela primeira vez amei, ele me disse que gostou também, vamos ser felizes para sempre”

Eu li e olhei novamente para ela, e ela me perguntou “Alguma coisa desse caderno é verdade? Algo disso já aconteceu ou era uma ilusão da minha cabeça?” eu olhei para o seu celular e disse devagar “Cada palavra desse caderno é verdade”, notei vários anéis em sua mão, pulseiras prateadas em seus pulsos, ela respirou fundo “Você realmente me amou um dia?” eu a olhei nos olhos e a reconheci, era a minha Dani, um pouco diferente, mas ela estava lá, bem no fundo, e eu disse “Não, eu não te amei” vi as lágrimas brotarem de seus olhos e continuei “Eu continuo te amando até agora, vou te amar para sempre” ela sorriu, e eu me lembrei de todos os sorrisos que ela havia me dado até aquele momento, e muitas rugas de preocupação sumiram de meu rosto, lembrei de cada vez que ela sorriu ou chorou e dessa vez as lágrimas brotaram do meu próprio rosto.

Abaixei a cabeça e olhei novamente para a mesa, estava derrotado, aquela vida não iria voltar, a pessoa que estava na minha frente era outra pessoa, era completamente

diferente da minha Dani, não adiantava eu me enganar, ela se levantou e parou do meu lado, pegou minha mão e me puxou para que eu levantasse, eu me levantei e a olhei, sentia as lágrimas escorrerem pelo meu rosto, ela pegou em meu queixo e levantou meu rosto, pegou o boné que eu havia pedido para Christiane lhe entregar e colocou na própria cabeça dizendo “Eu me lembro de você seu bobo, e eu te amo e é assim que eu me lembro” e me deu um beijo, do jeito como eu me lembrava, doce, suave, quente e angelical.

Seu celular caiu no chão com um baque surdo, ele quicou e rodou, bateu no pé da mesa e a musica recomeçou:

Children don’t stop dancing [Crianças não parem de dançar]

Believe you can fly [Acredite Você pode voar]

Away… away
[Para longe… bem longe]

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Saímos junto com Steve para ver um imóvel que ele havia comprado, Dani estava animada, mais que o normal, perguntei “Por que o foguinho?” e ela disse “Não sei, tenho a impressão que hoje uma coisa muito boa vai acontecer”. No caminho conversávamos sobre trivialidades e tocamos no assunto da viagem de Steve e Kátia para o Brasil, então Steve disse “Danielle, não se preocupe, eu não vou deixar sua mãe te levar para o Canadá, não por causa dessa besteira, acidentes acontecem, e tenho certeza de que você está mais esperta com o ocorrido” Dani disse “Claro que estou, nunca mais vou facilitar para que esse tipo de coisa ocorra novamente, foi um terror, infelizmente vou guardar esse momento para o resto de minha vida” e seu rosto desenhou um semblante entristecido, eu disse “Vamos parar com essa tristeza, prefiro a menina serelepe” e ela disse tá bom e desarrumou meu cabelo, eu estava dirigindo o carro, Steve estava no banco do caro na e Dani no banco de trás, ela tirou um estojinho da bolsa e começou a se maquiar, de sacanagem um passei em um buraco e ela gritou “Oh, cuidado aí” Steve olhou pra mim e sorriu, passei em outro buraco e ela xingou “Oh filho da puta, tá

fazendo de propósito, aí, borrei meu olho, mancada” Eu brinquei “Mancada é corrida de aleijado” ela me mostrou o dedo pelo reflexo do retrovisor, Steve repetiu em português “Filho da puta” e sorriu, eu e Dani rimos e  ele disse “Sonoro isso” rimos mais ainda.

Steve disse “Antes de voltar para cá, eu fiquei preocupado se Danielle iria se enturmar de novo, ela tem um temperamento bem…” e parou nisso Dani perguntou irritada “Bem o que?” e eu disse “Difícil de se controlar, como todas as suas irmãs Dani”, ela voltou a se maquiar e não falou mais nada. Steve continuou “Quando vi a consideração que você e Christiane tem por ela, o respeito com que a tratam eu percebi que aqui é um bom lugar para ela ficar, estudar e tudo mais. Quando ela decidiu vir para cá eu ofereci para pagar os seus estudos nos Estados Unidos, no Canadá mesmo e até em escolas Suíças, mas ela queria voltar de qualquer jeito, pediu pelo menos alguns meses para tirar umas duvidas” e eu disse “Que duvidas?” e Dani disse de novo “Não interessa, isso é particular” e eu brinquei “Vai Dani, pode falar, é um namoradinho de internet? Um amor perdido?” vi seu rosto

ficar vermelho pelo retrovisor e ela disse “É sim, já falamos sobre isso e você sabe o que é e quem é” fiquei quieto e entendi o que ela estava tentando dizer, ela deixou de estudar em escolas internacionais, largou o seu futuro para saber se podia ter algo real comigo, imaginei então que ela foi rápida nesse assunto, lembro agora que parecia que ela não queria perder tempo, sempre foi muito intensa em seus sentimentos, entendo agora que ela estava com o tempo marcado, um cronômetro estava ligado na cabeça dela para decidir se ficava ou ia para outro país, ao que entendi, os planos dela deram certo e eu me apaixonei por ela, e o amor dela por mim cresceu ainda mais, ficamos juntos e fizemos amor juntos, compartilhamos nosso amor com minha esposa, a irmã dela, e Táta a sobrinha dela. Percebi que as minhas atitudes com relação a ela foram decisivas, tudo que aconteceu fez ela sofrer, chorar, sorrir e se alegrar, passou perigos tentando entender o que sentia por mim.

Pensei na situação de perigo que ela correu quando apanhou dos caras no bar, e quase foi estuprada, ela estava tentando entender a fase “Mulher” da própria vida, comigo tinha

funcionado, eu cai na “Armadilha” dela, não que eu entenda isso como uma coisa ruim, de forma alguma, ela tem realmente que tentar de tudo e esgotar as possibilidades para não se enganar e se arrepender no futuro, vejo agora que a tentativa dela de sair com outra pessoa foi apenas para compreender melhor se funcionaria com outra pessoa, se alguém aceitaria sua condição, como seria tratada quando contasse a verdade, quando a pessoa descobrisse que visualmente ela era uma propaganda enganosa e consumidores odeiam propagandas enganosas.

Despertei de meu transe com Dani falando alto “ADORO ESSA MUSICA, AUMENTA” e eu

aumentei, estava tocando “Don’t stop Dancing” da banda Creed, e ela realmente adorava essa banda:

At times life is wicked and I just can’t see the light

[Às vezes a vida é má e eu não consigo ver a luz]

A silver lining sometimes isn’t enough

[Um forro de prata as vezes não é suficiente]

To make some wrongs seem right

[Para fazer alguns erros parecerem certos]

Whatever life brings

[O que quer que a vida traga]

I’ve been through everything

[Eu já passei por tudo]

And now I’m on my knees again

[E agora caio de joelhos novamente]

Dani começou a canta animadamente, e eu acompanhei, Steve parecia não conhecer a musica, talvez não fosse seu estilo de música preferido:

Children don’t stop dancing [Crianças não parem de dançar] Believe you can fly [Acredite Você pode voar]

Away… away

[Para longe… bem longe]

Continuamos cantando até que chegamos próximos ao local do imóvel, e eu abaixei o som com protestos de Danielle, descemos e entramos no prédio, era o oitavo andar, o elevador apontava dezesseis andares, assim que entramos no apartamento Dani correu na frente e disse “Que coisa mais linda” e era lindo mesmo, todo branco, com chão de

madeira, decorado, quadros na parede, parecia que não estávamos no Brasil, uma típica casa de filme americano. Steve sorriu para mim e perguntou “Gostou dele mesmo?” e Dani abriu os braços e rodou imitando a noviça rebelde e disse “Lindo demais, quem for morar aqui vai ficar super feliz” Steve disse para Dani “Pega” e jogou a chave para ela e completou “É seu” ela pegou a chave no ar e ficou olhando pra ele “Como assim  meu?” e ele disse “Estou te dando, para você morar aqui, aí não vai precisar encher o saco do Beto e da Christiane” fiquei preocupado, Dani iria ter que sair de casa, mas mesmo assim era mil vezes melhor que ela mudar para o Canadá. Dani olhou para mim e eu me esforcei para sorrir e disse “Alta classe agora ein” e ela olhou para Steve devolvendo a chave “De jeito nenhum” apertou a mão dele contra a chave e disse “Steve, eu sei que minha mãe que mandou você fazer isso, e  que você daria esse apartamento para mim  de todo o coração mas eu não posso aceitar, se eu começar a minha vida assim com diversas regalias eu tenho medo que no futuro eu não consiga fazer nada sem que ninguém me ajude, eu já tenho emprego garantido depois de sair da faculdade, a

Christiane falou que eu e a Táta vamos trabalhar com ela quando nos formarmos, não tenho nenhuma insegurança, prefiro eu mesma economizar e comprar as minhas coisas, o carro que você me deu já foi demais.

Steve, pegou as chaves e colocou no bolso, devagar, sorriu para Dani e disse “Eu tinha certeza que você não iria aceitar, aliás, eu ficaria decepcionado se você aceitasse” Christiane abraçou Steve e se pendurou no seu pescoço, ele era bem alto, não da minha altura mas deveria ter seus 1,80 cm, aproximadamente o suficiente para conversar comigo e não me fazer olhar muito para baixo. Steve continuou “Dani, você sabe que eu te amo não sabe?” e Dani respondeu “Claro que eu eu sei” e ele disse “Amo também a sua mãe, vocês duas são tudo que eu tenho” Dani brincou “É nada, você tem casas, carros, e até um barco, sem falar nos trilhões de dólares nos bancos” Steve riu e disse “Mas eu trocaria tudo para que vocês duas estivessem bem, e agora imagino que a Christiane e o Alberto entraram no meu círculo de importância, pelo modo como eles te tratam creio que eles te amam tanto

quanto eu então eu os amo e confio e sou grato a eles também” eu me aproximei e falei “Steve obrigado pela confiança, mas o que fizemos com Dani ou como tratamos ela não é esperando gratidão, fazemos por que gostamos dela, mesmo com os problemas que enfrentamos ela continua no nosso coração e jamais vai sair” Dani falou “Ai gente, vamos parar com essa conversa, eu sou foda e sei disso” rimos e fomos explorar o apartamento.

Perguntei para Steve se ele pretendia vender novamente e ele disse que não, que iria alugar, e por já ter a mobília podia pedir um preço maior que o normal. O Apartamento era realmente fantástico, Steve pegou num armário alguns documentos, acho que havia combinado com o antigo proprietário ou o responsável da imobiliária e disse “Podemos ir embora, vim só pegar isso” e saímos, voltamos conversando no carro e Danielle Logo adormeceu, ficamos apenas Steve e eu acordados, eu olhei pelo retrovisor e apontei para o Dani e disse “Dormiu” e Steve disse “Tem sido difícil para ela esses dias, ficou o dia todo trancada no quarto chorando, não imaginei que ela gostasse tanto daqui” e eu disse “É, nem eu, ela ficou realmente

abalada, parecia que ia morrer” ele disse “Eu realmente adoro essa menina sabe, ela é a filha que eu nunca tive” e eu perguntei “Por que não teve? Não teve oportunidade?” e ele disse “Eu sou estéril” eu me envergonhei da pergunta e disse “Desculpe” ele disse sorrindo “Não se preocupe, você não tem culpa disso” e eu ri da sua resposta, ele abaixou o quebra sol do carona e posicionou de maneira que o espelho o permitisse ver Danielle pelo reflexo e disse “Ela é linda não é mesmo?” e eu disse “Linda de verdade” ele disse “Quando ela chegou no Canadá era um diamante bruto, tive que ajudá-la a se preparar e chegar a ficar desse jeito”.

Eu nunca havia pensando bem nessa parte da vida de Dani, a preparação para se tornar mulher, a aceitação, a decisão de fazer ou não a cirurgia de troca de sexo. Steve continuou “Eu percebi logo que o garoto Daniel era bem infeliz, tratei de conversar com ele para saber qual o motivo da tristeza, tentei usar a minha formação para isso” e eu disse “Que formação?” ele disse “Eu sou Psiquiatra formado, me formei em Phoenix nos EUA” isso era novidade para mim, eu olhei para ele sem expressão, deveria estar

com uma cara de idiota e disse “Não sabia” e ele disse “Não costumo comentar isso, não é o foco do meu trabalho” eu fiquei quieto, as vezes acho que ele é muito profissional, até na vida pessoal, mas não iria criticá-lo, isso deve ser a criação que os americanos dão aos seus filhos. Ele então continuou “Mas conversando muito com Daniel eu consegui apenas arranhar e tentar entender o que estava acontecendo, em uma de nossas conversas ele se abriu para mim e disse que queria acabar com a própria vida e que tudo que havia acontecido com ele estava errado, pois ele era um homem e devia ter nascido mulher, pensava como mulher, queria ser uma mulher” Steve respirou fundo ainda olhando para o espelho e vendo Dani dormir “Seus trejeitos homossexuais eram evidentes, quando fui comentar com Kátia que o garoto poderia ser Homossexual ela me insultou e disse que não existia isso na família dela e que ele era um homem, passamos semanas brigados, decidi secretamente contratar um psicólogo para tratar de Daniel, eu era muito amigo para ser seu psicólogo, um pai não iria conseguir surtir o mesmo efeito, teria que ser um profissional desconhecido, combinei com ele que ninguém ficaria sabendo e que

diríamos à Kátia que ele estaria em um período estendido da escola, ele ficou muito feliz com a idéia” eu interrompi “E quanto tempo durou esse tratamento” ele respondeu “Durou até o dia em que ela veio embora, com apenas 4 meses de tratamento a melhora já era evidente, Daniel andava pela casa feliz da vida, mas seus trejeitos homossexuais estavam mais fortes do que nunca, ao ponto de Kátia me confessar aos prantos que seu filho era provavelmente homossexual e que não sabia o que fazer” respirou fundo e prosseguiu “Ela me disse que talvez deveríamos colocá-lo em um psiquiatra para curar isso, tive uma conversa séria com ela dizendo que ele já fazia terapia, por isso estava mais feliz do que nunca, ela ficou brava comigo, mas não falou nada para Daniel que continuou com o tratamento. Expliquei para Kátia que ele era do sexo biológico era Masculino, porém seu gênero era feminino e sua orientação era homossexual. Quase um ano depois do inicio do tratamento o Psiquiatra de Daniel me ligou e queria falar comigo e com Kátia, fomos lá sem Daniel saber, o Psiquiatra nos disse que se tratava de um reposicionamento de gênero, era realmente uma mulher que havia nascido em

um corpo masculino, Kátia chorou muito, tratou como se fosse uma doença, acho que assim seria mais fácil para ela entender, levamos Daniel ao médico e o médico recomendou um tratamento hormonal para que ele tivesse o corpo remodelado para uma mulher, mesmo que quisesse reverter o processo mais tarde seria mais fácil transformar uma mulher em um homem, mas o contrário era muito difícil e quase nunca ficava bom” Eu já estava dando voltas aleatórias nos quarteirões para demorar e ele terminar de contas a história, atrasei de propósito e torcia para Danielle não acordar, estava realmente muito curioso e Steve continuou “Conversamos com Daniel, e Kátia juntos, ela não o hostilizou pois tratou como uma doença, um problema que deveria ser curado e resolvido a qualquer custo, Daniel adorou a ideia do tratamento hormonal, apesar de dolorido, diversos exames foram feitos e ele levou dezenas de agulhas em diversas partes do corpo. No dia de iniciarmos o tratamento, eu e Kátia fomos com ele as injeções eram doloridas a primeira foi dada na coluna, e as seguintes em diversas partes do corpo, e também comprimidos que ele deveria tomar, o sorriso de Daniel no dia em

que saiu da sala superou as caretas que havia feito durante o tratamento, estava super feliz e empolgado com a ideia de ser uma mulher, conversamos naquele mesmo dia a noite e ele me disse ‘Steve, vou me chamar Danielle, o que você acha?’ e eu disse que achava perfeito” Steve parou de falar, sua voz ficou embargada, ele tirou um lenço do bolso em enxugou os olhos, olhou pra mim e falou “Um cisco” eu sorri e falei “Sei” ele sorriu e disse “Você deve estar achando isso tudo chato né, deixa pra lá” e eu disse “Ta louco, estou dando voltas nas ruas para você acabar a história, eu quero realmente ouvir, continue, por favor e ele continuou “Daniel ficou aflito pois o tratamento parecia não surtir efeito, ele lia tudo sobre o assunto, entrava em contato com todo o tipo de transexual ou algo parecido pela internet para procurar saber mais, pedi que ele limitasse o contato e o fizesse apenas através da internet, ele me ouviu nesse sentido, quando fez quinze anos seu corpo começou a mudar de uma maneira inacreditável, e ficou mais feliz ainda quando eu percebi e disse que a cintura estava ficando fina e seu rosto estava mais fino, as mudanças continuaram, aos dezesseis anos seus seios já estavam grandes, a cintura fina

e a bunda era realmente de uma mulher brasileira, fiquei impressionado não com a transformação pois além da transformação ficou uma mulher bonita, lembrava a sua esposa a Christiane. Daniel agora exigia ser chamado de Danielle, estava ficando realmente linda, sofreu muito preconceito na escola, mas parecia estar preparada o tratamento psicológico havia dado certo ela levava as brincadeira na boa, havia arrumado amigos diferentes, poucos homens agora, mais mulheres. Quando fez dezessete anos, mudou de escola, estava atrasada na escola devido ao ensino brasileiro, seu corpo já era basicamente o que é agora, mas era menor em tamanho, isso a preocupou também, não queria crescer muito, conversou com os médicos e se não me engano o médico a convenceu que não cresceria muito, e  cresceu apenas uns dois centímetros ficando uma baixinha linda. Ela se olhava no espelho todos os dias e se comparava  com Christiane.” Steve parou de falar e ficou pensativo em seguida continuou “Uma vez, conversávamos na cama dela, eu havia passado quase um mês fora de casa e quando voltei ficamos conversando sobre horas e horas, ela falava alegremente de seu próprio

corpo e de que alguns garotos da escola nova se interessavam por ela e a haviam chamado para sair, como ela era mais velha tinha uma vantagem mental sobre meninos e meninas, lembrei também que conversei com o diretor do colégio novo que ela foi para que o nome dele passasse de Daniel para Danielle nas chamadas e não tivemos problemas em fazer isso, la no Canadá eles chama isso de ‘Social Name’ o nome que você quer ser chamado e funciona bem. Voltando a conversa, nos falávamos alegremente e algo que eu disse deu a entender que eu esperava retribuição pelo tratamento que eu tinha pago para ela, então ela me olhou com os olhos brilhantes e abriu a blusa mostrando os seios, eu avancei sobre ela e fechei sua blusa rapidamente, me senti um pouco ofendido e o clima ficou ruim entre nós dois por uns tempos, falei com o médico e ele disse que os hormônios poderiam causar esse tipo de confusão mental, conversei com ela sobre isso e ela me pediu desculpas e que não se repetiria, entendi que não era culpa dela” Dani acordou e me cutucou olhando em volta “Aonde estamos ein?” e estávamos na rua de casa, já havia passado por ali umas oito vezes, entramos em casa.

Apertei o botão do controle remoto, o portão abriu até a metade e parou, encostei a cabeça no volante e apertei o botão novamente, nada, Steve perguntou “O que foi?” e eu disse “Essa droga quebrou de novo” Dani disse “Deixa que eu abro” saltou do carro e entrou em casa para abrir o portão manualmente, segundos depois ele se abriu lentamente, entrei e estacionei na garagem. Sai para verificar o portão e Dani e Steve entraram em casa, fechei-o manualmente e percebi que o motor deveria ter quebrado novamente, estava decidido iria comprar um motor novo e um portão novo, isso estava me irritando. Quando me dei conta, estava sozinho no quintal, entrei em casa e estava silencioso demais, achei estranho, vários carros de conhecidos na rua em frente a casa e ninguém em casa, aonde estariam todos? Entrei e fui até a piscina, quando cheguei na Sala gritaram e me assustaram “Surpresa!” vi faixas de feliz aniversário, parabéns, pessoas me abraçavam e me beijavam então eu me lembrei e disse “É o meu aniversário” isso nunca havia acontecido, mas esqueci completamente dele, não fazia idéia que essa

festa era por esse motivo, ninguém nem me deu pista sobre isso, cumprimentei todos animado, Dani estava lá, Táta e todo mundo, ganhei um Ipad de Danielle, igual ao dela, uma jaqueta de couro e um relógio combinando com a Jaqueta de Cristhiane, Táta me deu uma camiseta de uma banda que ela gostava, adorei, ganhei diversas outras coisas também, bebemos muito e percebi que em determinado momento minha sogra tinha uma discussão exaltada com Ana Paula em um dos banheiro da casa, saí de perto para evitar a confusão, chamei Danielle de canto e disse que tinha uma surpresa para ela, disse para ela me encontrar em seu próprio quarto dali a uns cinco minutos.

Subi primeiro fui ao meu quarto e tomei um delicioso banho rápido. Christiane me encontrou no quarto e tinha uma cara preocupada e disse “Vou ter que ir na clínica, a vet de lá não esta dando conta, já volto” dei um beijo em seus lábios e ela saiu apressada, me vesti e me perfumei e fiquei atrás da porta até ver Danielle chegar e entrar no quarto dela, fechei a porta do meu quarto por fora e fui para lá em seguida e ela estava sentada na cama com um vestidinho

branco de saia curta, parecendo uma debutante e me disse com um sorriso no rosto “O que foi seu bobo que ta ficando velho?” eu sorri para ela, fechei a porta e me aproximei, me ajoelhei e coloquei o rosto em sua perna, ela se preocupou e me perguntou “O que foi amor?”, eu tirei do bolso a embalagem do gel que ela usou para adormecer o cuzinho e ela o pegou sem falar nada, eu me ergui e a empurrei para a cama, subindo em cima dela, e ela me perguntou “É o que eu estou pensando?” e eu sem saber exatamente o que ela pensava confirmei com a cabeça sorrindo, ela sorriu e perguntou para ter certeza “Você vai deixar eu entrar em você?” eu disse que sim com a cabeça, e sai de cima dela, coloquei a mão por baixo de seu vestido e tirei sua calcinha, também era branca, coloquei a mão e tirei sua proteção, seu pau já dava sinais, enfiei a cabeça embaixo da saia e comecei a chupá-lo, tirei minha camiseta, ela se levantou e me empurrou na parede, me beijou e disse “Nossa, que cheiroso”, desabotoou minha calça e abaixou com cueca e tudo, meu pau ainda estava mole e ela começou a mamar e disse “Vou fazer com bastante carinho tá meu amor, você só vai sentir a parte gostosa, vai

adorar”, ela tirou minha calça dos pés e eu fiquei nu.

Nesse momento alguém bateu na porta, era Kátia “Dani você está aí” Dani se levantou e foi até a porta do banheiro, do outro lado do quarto e gritou “Estou” e Kátia disse “Abre a porta” e Dani disse “To no banheiro mãe” e Katia perguntou “Você viu o Beto?” e Dani falou “Ele disse pra mim que ia comprar alguma coisa e já voltava, não vi ele mais” e Katia disse “Ta bom” e foi embora, Dani voltou com o dedinho lambusado de gel, de salto alto e com as unhas grandes, me puxou e colocou na cama deitado de lado “Assim amor” abriu minha bunda e passou o Gelsinho bem no meu anus, massageando e apertando, colocou um dedinho e eu reclamei e ela disse “Calma amor, é só um dedinho, já tiro” passou o Gelsinho por dentro e me fez virar, sentou em meu colo de uma só vez, e falou com cara de dengozinha e arrumando o cabelo para ficar no alto da cabeça amarrado “Você vai ver amor, vai ser delicioso, acho que você vai gozar sem eu colocar a mão ein” e eu disse “Nossa é tão bom assim?” e ela falou “Não né, mas eu sou seu amor e vai ser mais gotoso do que qualquer coisa no mundo,

prometo” eu sorri e nos beijamos, eu perguntei “melhor que doce de abóbora?” e ela fez uma careta “credo, quem gosta de doce de abóbora” e eu ri, terminei de arrancar seu vestido, deixando-a peladinha e de salto alto e brinquei “Ta parecendo aquelas putas de filme pornô, de salto alto” ela disse “Você gosta?” e eu disse “É bonito” ela sorriu e falou “Então não vou tirar”, começou a mamar em meu pau de novo e pegou um travesseiro colocando-o na parte debaixo da cama e disse “Vem cá amor, coloca esse travesseiro na sua barriguinha”, me virei de bruços e coloquei, e ela deu um tapa e um beijinho na minha bunda e disse “Isso vai ser muito bom, eu sonhei muito com isso” eu mexi a bunda, rebolando e disse “Não vai broxar ein, é minha primeira vez” ela riu e disse “Aqui tem macho meu” e eu ri e disse “Agora é macho né?” ela disse “Eu to nervosa, não me atrapalha vai” ouvi ela rasgando um pacotinho, devia ser da camisinha e eu disse “Não põe a camisinha não, vem aqui, ela veio do meu lado e eu peguei no seu pau e dei uma mamada, e apertei sua bunda, ela com a camisinha na mão, virou a cabeça para cima e fechou os olhos mordendo os lábios e com a outra mão

pegando nos seios, deixei o cacete dela bem duro e molhado, ela colocou a camisinha e se abaixou, me deu um beijinho doce e perguntou “Amor, tem certeza que é isso que você quer?” e eu disse “Sim, só vou fazer isso por você” e ela disse sorrindo “Obrigada, eu te amo” e eu disse “Eu também de amo menina boba” e ela disse “Se doer você me avisa que eu paro ta?” eu confirmei e ela foi para trás de mim, colocou a cabeça do pau em minha bunda e disse “empina a bundinha meu anjo” e eu empinei, senti ela forçando o pau em meu cuzinho ainda virgem, fiquei esperando a dor mas não veio, senti o pau entrando, foi gostoso e me preenchendo por dentro, eu quis gritar e gemi alto, Dani tampou minha boca e disse “Quieto, eu não falei que era fantástico” e ela tirou e colocou de novo, a sensação realmente era  fantástica, ela se deitou em cima de mim e seus seios amorteceram e se amassaram em minhas costas, ela deixou o pau dentro e beijou minhas costas perguntando “Tá gostoso amor?” eu disse “Esta sim” e ela  falou “Continuo ou paro?” e eu disse “Tá gostos Dani, vai mete” e ela se animou, começou a meter gostoso, estava realmente bom, em determinado momento senti uma

fisgada de dor, mas ficou mais gostoso ainda, ela me puxou pela cintura e me fez ficar de quatro, então começou a comer de verdade, seu saco batia no meu, ela pegou no meu pau e começou a me punhetar e eu gozei, forte e muito ela sentiu e falou “Já gozou?, eu falei que ia gozar rápido” ao contrario do que acontece normalmente, não tive vontade de parar depois de gozar, meu tesão aumentou, ela metia forte e eu jogava meu corpo de encontro ao dela para que entrasse mais e mais forte, estava sentindo ela dentro e ela me disse “Não falei que eu era macho, cadê o travesti agora? É isso que eu dou para quem me chama de travesti, dou rola, muita rola dura e grossa” a rola dela não era tão grossa nem tão grande, talvez por isso ficou confortável mas era delicioso, parou de repente e me fez virar, fiquei deitado olhando para ela, ela chupou meu pau, estava ofegando, veio para cima de mim e colocou sua rola em meu cuzinho de novo, fizemos um papai e mamãe delicioso, ficamos nos olhando nos olhos enquanto transávamos deliciosamente ela disse “Ai amor, vou gozar” e eu disse “tira a camisinha amor” ela tirou rápido e colocou o pau dentro de mim de novo e dessa vez ela que gemeu alto e disse

“CARALHO!” eu disse “Shiiu, silêncio” ela riu e começou a entrar e sair mais rápido, e cada vez mais rápido até que gozou dentro de mim, senti seu corpo tremendo e seu pau aumentar de tamanho me preenchendo, ela ficou em silêncio com o pau dentro de mim, ela tirou o pau e deitou em cima de mim, me beijou o pescoço e disse “O que você achou?” e eu disse “Fantástico, não doeu mesmo, exatamente como você falou, foi apenas gostoso, se eu soubesse que era assim, tinha te dado antes” e ela disse “Nada de ficar viciado em pica ein, quem gosta de levar rola aqui sou eu, você só leva de vez em quando, eu fiz um sinal de OK com a mão e ela riu e disse “Vem amor, vamos nos lavar, já estão todos nos procurando, fomos ao banheiro e  fiz uma limpeza geral, Dani me ensinou o método do chuveirinho, nos beijamos e abraçamos, nos vestimos, Dani agora colocou uma roupa diferente, um vestido azul coladinho ao seu corpo, e claro uma nova proteção para seu pau, com uma calcinha bem pequenininha,

Fomos até a porta e Dani colocou a cabeça pra fora, ela saiu e voltou “A barra tá limpa, vai para o seu quarto” e eu corri, entrei no

banheiro, demorei uns cinco minutos e desci, Christiane estava chegando, todos conversavam, alguns tomavam banho na piscina devido ao calor, outros comiam e viam TV alegres, Christiane me deu dinheiro e disse “Amor, vai buscar sorvete, pega um 10 potes” e eu disse tá bom, ia saindo e Dani disse “Aonde você vai?” e eu falei “Vou comprar sorvete para a festa” Dani disse posso ir com você? Eu disse que sim, e Táta apareceu “Posso ir também” eu disse “Claro” e as duas entraram no carro, apertei o botão para abrir o portão e o mesmo não abriu, me lembrei que estava quebrado e xinguei “Caralho de portão” Dani disse “Táta abre o portão lá pra gente”, Táta saiu do carro sob protestos e tentou abrir mas era muito pesado, Dani saiu e ajudou-a a abrir, eu saí com o carro e parei na frente de casa, as duas fecharam o portão, Dani disse para Táta “Trava ele por dentro e sai pelo portão pequeno” fecharam o portão grande e Dani veio para o carro.

Ouvi um barulho de pneu cantando e olhei no retrovisor, havia um carro grande e preto atrás de mim, surgiu do nada, me assustei e dei ré com toda força, mas meu carro bateu

na barreira e parou, tentei engatar primeira para entrar em casa, mas o carro, nesse momento apareceram dois caras com capuz preto do meu lado, um deles olhou para Dani e apontou “É ela mesmo” um dos caras encapuzados levantou a arma e eu vi tudo em câmera lenta, ele atirou em Dani, coloquei minha mão na frente da arma e vi a bala atravessar meu punho, o outro cara levantou a arma, apontou para mim, e atirou, pegou na minha perna e outro tiro que pegou na porta do carro, olhei para Dani e ela estava apavorada, o primeiro cara mirou para ela de novo e puxou o gatilho, tentei impedir mas não fui rápido o suficiente vi o tiro acertar Dani na cabeça, atrás da orelha, seu cabeça bateu com violência no vidro que estilhaçou na hora e o sangue se espalhou e respingou em mim, senti um tranco no peito e ouvi Táta gritando e entrando correndo para dentro de casa, os homens saiam do meu lado correndo e a imagem ficava escura e cada vez mais distante.

Eu me transformei em um robô feito de peças de metal, de braços abertos eu caia em uma cachoeira e a cada batida que dava nas pedras as peças do meu corpo se trocavam

com as peças que já estavam nas pedras, atingi o fundo da cachoeira e eu era muito pesado, não conseguia nadar, não conseguia fazer nada e gritei:

“NÃÃÃÃÃÃÃOOOOOOOOOOOO” me levantei da cama, olhei em volta e estava em um hospital, com equipamentos ligados em mim, soros, tubos e um monte de coisas que eu não conseguia identificar, eu estava sonhando.

A porta se abriu rapidamente, Christiane e Steve virem em minha direção, Christiane me abraçou e chorou dizendo “Que bom que você está bem, meu amor” me beijou nos lábios e eu retribuí, mas me sentia fraco, mole zonzo, meu corpo estava dormente, não tinha um bom controle sobre ele e eu disse “O que aconteceu?” Christiane disse aqueles caras que bateram na Dani saíram da cadeia, eles fugiram de alguma forma, e foram eles que atiraram em vocês. Eu me lembrei de Danielle e a cena do tiro em sua cabeça me veio a mente meu coração bateu forte, ouvi o monitor cardíaco apitar alto, o desespero me

atingiu e eu perguntei “E a Dani, esta bem?” Christiane abaixou a cabeça e colocou as duas mãos na frente do rosto, começou a chorar, Steve também não se conteve, colocou a mão em minha perna e abraçou Christiane, eu relaxei meu corpo na cama olhando para o horizonte e pedi uma confirmação “Ela morreu?” Christiane disse “Não, ainda não, está em coma, não acorda e os médicos não sabem por que” eu ainda atordoado perguntei “Mas ela esta bem?” Christiane disse limpando as lágrimas “Apenas dois tiros acertaram ela, um pegou de raspão na canela e outro direto na cabeça, houveram danos mínimos, os médicos disseram que ela teve sorte e que já deveria ter acordado, eles acham que o impacto do tiro e a pancada  com a cabeça no vidro fez o cérebro inchar além do normal, estão esperando que volte ao normal para saber o que fazer” eu me lembrei de Tamires e perguntei “E a Táta?” Christiane disse, ela esta bem, correu para dentro e o grito dela assustou os bandidos. Eu respirei fundo e fiquei tonto, o aparelho ligado em mim começou a apitar mais rápido, a enfermeira veio ao lado e aplicou algo no soro e disse “Até mais” e eu apaguei novamente.

Pisquei e tudo estava silencioso, percebi que alguém estava do meu lado, era Steve. Virei a cabeça para ele e perguntei “Aonde está a Christiane” e ele disse “Foi dormir, ela esta aqui a noites e dias inteiros, falei para ela ir para casa e eu ficaria aqui, seus pais estiveram aqui, sua irmã e sua mãe ficaram algumas noites com você, mas agora foram para casa se alimentar e se banhar, como você está se sentindo?” e eu disse “Mal, como está a Danielle?” e esteve fez uma careta e respondeu que não com a cabeça e acrescentou “Não responde a nada, não tem reflexo, não reage aos medicamentos” Steve passou as mãos com força em seu próprio rosto, respirou fundo e disse “Ainda tem atividade cerebral e batimentos  cardíacos” eu perguntei “A quanto tempo estou aqui?” e ele me falando “Hoje é sábado, faz uma semana” fiquei zonzo novamente e deitei a cabeça olhando para cima, pensei em tudo que havia acontecido e chorei sem me segurar, solucei, Steve pegou minha mão e deu tapinhas, como quem entende o que houve, chorou junto comigo.

O médio chegou na manhã seguinte e disse “Sr Alberto, que bom que está acordado”

olhou soro, colocou um termômetro embaixo do meu braço, fez algumas anotações e então me perguntou “Dói alguma coisa?” e eu disse “Nada em específico, mas me sinto um caco” o médico disse “É normal, você esta a uma semana deitado direto, vamos ter que fazer fisioterapia se você não se mexer mais” e eu perguntei “Eu posso andar?” o médico disse “Pode, mas com cuidado, a bala que pegou em sua perna atravessou-a, essa da sua mão também varou mas fizemos a reconstrução, vai ficar 100% em alguns meses, o outro tiro entrou por seu braço bateu em sua clavícula e saiu pela frente, então você não tem nada alojado no seu corpo, pode se mexer com cuidado e dar umas voltas. Qualquer dor fora dessas regiões chame para enfermeira imediatamente”

Eu perguntei “Doutor, e a paciente Danielle?” ele me olhou como se não soubesse do que eu falava e olhou no seu portuário, Steve disse “Doutor, Daniel, o Daniel que esta em coma” e o Doutor levantou as sobrancelhas e disse “Ah sim, Danielle, me desculpem” a bala entrou na cabeça dela mas devido a posição não foi muito profundo, ricocheteou e ficou por lá mesmo, conseguimos tira-la”

desconcertado e pensativo ele acrescentou “Ela já devia ter acordado”, o doutor tirou o termômetro, olhou a temperatura e disse “Esta bem, se precisar chame a enfermeira, qualquer dor fora da coxa, da mão ou da região do ombro avise a enfermeira que ela me informa, ok?” eu concordei e ele saiu, eu tentei levantar e Steve perguntou “Aonde você vai?” e eu disse “Ver Danielle, ela esta perto?”Steve disse “Está” e me ajudou a levantar, meu corpo inteiro doía, a cada passo eu tremia e gemia de dor, com paciência cheguei no quarto aonde Danielle estava, lá Dona Kátia e Ana Paula conversavam baixinho, entrei devagar amparado por Steve e Ana Paula falou “Pode sair daqui, é por causa de você que ele está assim” eu fingi não ouvir, sequer olhei para ela, fui direto em direção a cama, não queria perder energia e nem tempo com essa mulher, Kátia deu-lhe um bofetão no rosto e disse “Não é culpa de ninguém, para com isso, para de ofender e acusar as pessoas, fique quieta, não é hora” Ana Paula pegou sua bolsa e saiu pisando duro e disse ao longe “Você vai ver”, acho que isso foi pra mim, mas não me importei.

Aproximei-me da cama e Dona Kátia também me ajudou quando olhei na cama lá estava Dani, deitada com um soro ligado ao seu braço, um monitor cardíaco ao lado, mostrando os batimentos cardíacos normais, olhei para seu rosto e ela estava careca, com um enorme curativo do lado esquerdo da cabeça, toda a região da sua orelha até o topo da cabeça estava roxa. Respirei fundo e me aproximei dela, coloquei a mão sobre sua barriga e disse “Você não pode morrer, eu não morri, eu voltei por você, eu te amo”, me aproximei de sua cabeça cantei no seu ouvido direito suavemente tentando me lembrar da melodia por completo:

Children don’t stop dancing [Crianças não parem de dançar] Believe you can fly [Acredite Você pode voar]

Away… away

[Para longe… bem longe]

O monitor cardíaco registrou batimentos mais fortes, e aumentaram, minhas lágrimas desciam novamente, vi quando Danielle abriu os olhos, nossos olhares se encontraram e vi suas pupilas diminuírem de tamanho, deu um tranco se mexeu na cama dando um berro

muito estranho, parecia que estava sufocada. A enfermeira veio correndo e a segurou dizendo “Calma querida, calma querida” Steve me puxou para trás para dar passagem para os outros enfermeiros vi Kátia dizer “Ela acordou”. Vi Ana Paula na porta do quarto, junto estavam Christiane, Minha mãe e minha irmã, As enfermeiras conseguiram fazê-la ficar quieta, ela se debateu como se tentasse escapar de algo e a encostaram na cama, quase sentada e ela disse colocando a mão levemente sobre o curativo “minha cabeça está doendo mãe” e Dona Kátia se aproximou e falou “Claro filha, você sofreu uma acidente, bateu a cabeça” ela olhou para Kátia e ficou analisando o rosto da mãe, passou a mão no rosto, nos olhos e na orelha e disse “A senhora tá queimada”, era a voz de Danielle, mas havia algo estranho, eu me aproximei da cama e disse “Oi Dani” ela me olhou e parecia uma boneca, nossos olhos se encontraram e eu vi o que estava estranho, era fisicamente a mesma pessoa, mas Danielle não estava lá, a luz estava acesa, mas não havia ninguém em casa, ela me disse “Oi?” entortando a cabeça levemente para o lado, eu senti uma dor forte no peito, mas acho que foi sentimental, não física, Steve

me segurou e me sentou na cadeira aonde estava Ana Paula anteriormente.

Dani virou para a mãe e disse “Mae, aonde eu estou?” e dona Kátia disse novo “Está no hospital filha, não se lembra, você e o Beto sofreram um acidente” Christiane entrou nesse momento, se ajoelhou ao me lado e me abraçou com cuidado, me beijou, meus familiares também chegaram e me cumprimentaram, Christiane disse para Dani “Oi minha linda, que bom que você acordou” e deu um pequeno abraço nela, Dani então disse “Chris, por que você tá tão grande? E por que tão me tratando como menina?” Christiane franziu a testa e olhou pra mim assustada, apontou para mim e disse “Dani, quem é ele?” Dani me olhou com seu rostinho de boneca, encarei-a e seus olhinhos piscaram inocentes, ela me disse “Eu não sei, mas ele tava no meu sonho” Christiane disse “Que sonho, querida?” e Dani disse “Não lembro, quer parar de me chamar de menina? que saco”.

Os médicos chegaram e tiraram todos exceto a Dona Kátia da sala, voltei ao meu quarto e me recuperei, Christiane disse depois que Dani não reconhecia ninguém, tinha voltado

mentalmente uns 10 ou 12 anos, não me reconhecia e nem lembrava que Christiane era casada, tão pouco se lembrava de Steve e de ter morado no Canadá, mas Christiane me disse que ela, que agora exigia ser chamado de ele ou Daniel ficou contente em saber que fala inglês fluente e precisava só reativar  esse conhecimento e poderia  jogar videogame bem melhor. Saí do Hospital cinco dias depois, Daniel levou mais sete dias para ter alta, e foi para o apartamento de Steve e Kátia, até que eles decidiram voltar para o Canadá e tentar um tratamento para memória, fui me despedir deles no aeroporto, quando vi Danielle, estava totalmente descaracterizada, com cabelo curto e boné, com óculos escuros e roupas folgadas, creio que para esconder as formas de seu corpo, me aproximei para falar tchau e Daniel me estendeu a mão e disse “Tchau Beto, me desculpe por não me lembrar de você, o médico falou que minha memória talvez não volte, mas mesmo assim eu volto pra gente jogar um videogame” eu sorri e o abracei, talvez ele não tenha entendido o por que disso, mas eu chorei ele ficou imóvel, assustado e depois disse “Preciso ir, tchau” e me estendeu a mão de novo, demos as mãos e ele foi embora com sua família.

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É assim que eu me lembro 1 – Capítulo 15 – Não pare de dançar https://rafaelakhalil.com/e-assim-que-eu-me-lembro-1-capitulo-15-nao-pare-de-dancar/ https://rafaelakhalil.com/e-assim-que-eu-me-lembro-1-capitulo-15-nao-pare-de-dancar/#respond Sat, 19 Oct 2024 17:51:51 +0000 https://rafaelakhalil.wordpress.com/?p=240 location.href="https://rafaelakhalil.com/esse-conteudo-e-exclusivo/";

Abracei Danielle com força e ela chorava, as lágrimas desceram de meu rosto sem que eu pudesse me controlar, o Alarme do quarto de Danielle tocou, era uma musica que eu conhecia bem “Don’t Stop Dancing” do Creed e começou bem no refrão:

Children don’t stop dancing [Crianças não parem de dançar] Believe you can fly [Acredite Você pode voar]

Away… away

[Para longe… bem longe]

Ficamos abraçados ouvindo a musica

Am I hiding in the shadows?

[Será que estou escondido nas sombras?]

Forget the pain and forget the sorrows

[Esqueça a dor e esqueça as tristezas]

But I know I must go on (go

on)

[Mas eu sei que eu devo ir (ir em frente)]

Although I hurt I must be strong

[Embora doa eu devo ser forte (ser forte)]

Because inside I know that

many

[Porque dentro eu sei que muitos]

feel this way

[Se sentem desse jeito]

A cada trecho tocando da musica Dani me apertava mais forte e ficávamos juntos. Tentando fundir nossos corpos no abraço e desejávamos que aquele momento jamais acabasse. Dani levantou a cabeça e disse “Beto, por favor, me deixa sozinha, eu preciso pensar” dei-lhe um beijo nos lábios e me levantei para sair, confesso que andei o mais devagar que pude, parei na porta e perguntei “Você vai ficar bem?” e ela respondeu “Não”, fui em direção à porta e ouvi a música tocar:

Children don’t stop dancing [Crianças não parem de dançar] Believe you can fly [Acredite Você pode voar]

Away… away

[Para longe… bem longe]

Parei na porta e nos olhamos, fiz um sinal para que ela ouvisse a musica e disse “Pense nisso”, me virei e escutei ela chorando alto, fechei a porta e saí. Fui ao meu quarto  e tomei um longo banho, me vesti e fui trabalhar, a casa estava silenciosa, na verdade tudo estava silencioso, a rua, o motor do carro, a empresa, parecia que todos falavam mas ninguém dizia nada. O dia passou rápido e sem sal, eu não saberia dizer se almocei ou trabalhei de verdade nesse dia. Voltei para casa a noite, encontrei Kátia e Steve sentados no sofá conversando, perguntei por Christiane e Dani e eles me disseram que as duas haviam saído, foram tomar um sorvete, imaginei que Christiane tinha levado Dani para conversar, fiquei na sala conversando com meus sogros um tempo e subi, tomei um banho e dormi pesado, acordei com Christiane deitando na cama eu com muito sono lhe perguntei “Aonde você estava?” e ela falou “A Dani estava muito nervosa e eu levei ela para dar uma volta e trocar uma idéia” eu disse “Ela está bem?” Christiane respirou fundo e se deitou olhando para cima e disse “Não, não está. Ela está desesperada com a história de voltar para casa e deixar você, eu a Táta as amigas, a

faculdade. O Steve sempre da a maior força mas ela não gosta muito de lá, não tem a família dela.

Christiane disse “Sábado vamos fazer um churrasco para minha mãe e para o Steve, para nos enturmarmos ok?” eu concordei e voltei a dormir, pisquei e já estava de dia, Christiane já havia ido trabalhar, levantei para tomar café, passei pelo quarto de Dani e a porta estava trancada, forcei levemente para ver se não estava apenas emperrada, a casa estava silenciosa novamente, fui trabalhar sem café, voltei somente a noite, não vi Danielle até sexta-feira a noite quando voltei do trabalho.

Cheguei em casa e Christiane conversava aparentemente sério com Kátia e Steve, Dani estava de Pijama sentada na mesa, com as mãos no meio das pernas, quando entrei todos olharam para mim, Christiane, Kátia e Steve estava sérios, Dani estava triste, sem maquiagem, seus olhos estavam inchados, suas olheiras eram profundas, seus lábios mais grossos que o normal, seu cabelo desgrenhado amarrado atrás, assim que nossos olhares se encontraram ela abaixou a cabeça e se virou

de lado para mim, como quem evita a outa pessoa, me aproximei e perguntei “O que está havendo?” Christiane disse “A mãe quer levar a Dani embora” eu disse “Dona Kátia, a menina esta estudando aqui, por que a Senhora quer levá-la?” Kátia disse com classe mas com fúria na voz “Deixei ela aqui alguns meses e ela quase morreu, bateram nela e tentaram estuprá-la, esta claro para mim e para o Steve que o Brasil não é lugar para uma pessoa como ela, ela é diferente, tem que ficar em um lugar diferente…” eu interrompi e perguntei ao Steve “Steve, o que o senhor acha disso?” ele se surpreendeu, coçou a bochecha, olhou para cima e arrumou o pouco cabelo, balbuciando algo incompreensível, repeti a pergunta em inglês ele respirou fundo e disse “Eu não acho nada, ela já é maior de idade” ele se virou para Dani e perguntou “O que você quer?” Dani respondeu sem alterar a posição em que estava “Eu não quero ir”, vi as lágrimas escorrerem dos seus olhos, Steve olhou com cara feia para Kátia e deu um lenço para Dani, que limpou os olhos e agarrou o pedaço de pano com a duas mãos Steve completou “Eu amo essa menina, e eu mais que ninguém

gostaria que ela voltasse, ela alegra nossa casa, mas se ela não quer ir, não acho justo”

Kátia disse “Vocês não estão vendo né? Esse lugar é ruim, eu vivi aqui por quarenta anos eu sei como é, as pessoas não respeitam alguém como ela, a tendência é acontecer de novo, dessa vez ajudaram ela, e se da próxima ninguém ajudar? Vai ser mais uma manchete de Travesti morto e jogado em algum lugar por aí, vão dizer ainda que  estava se prostituindo” Dani disse baixinho “Não sou um travesti”, Kátia deu um murro na mesa assustando a todos e gritou “É SIM!”, Dani encostou a testa na mesa e Kátia continuou “Eu te avisei mocinho, quando você e o Steve começaram com essa loucura que não seria fácil, avisei que você deveria ser o que nasceu para ser e não trocar no meio do caminho isso não existe” Christiane disse no mesmo tom de voz “Mãe, calma!”. Katia se levantou e disse “Calma nada, vocês acham que sabem mais que eu, vocês sabem como eu fiquei quando ela veio para cá? fiquei morrendo de medo por que eu sabia que alguma coisa errada ia acontecer.” Christiane tentou falar, mas Kátia recomeçou “E você tem ideia Christiane de como eu me senti

quando me contaram que o Daniel quase morreu? e só me falaram uma semana depois de tudo ter acontecido? Como você acha que eu me senti sabendo que meu filho foi preso  e teve que prestar depoimento, deve ter sido ridicularizado por se homossexual” Christiane falou “Mãe, ela não foi presa” Dani começou a bater a testa levemente na mesa, eu estava a uns 4 metros observando a conversa, Steve colocou a mão entre a mesa e a testa de Dani e disse “Assim não” e puxou-a para perto dele, ela se apoiou na sua perna e encostou a cabeça no seu peito. Christiane continuou “Ela foi a vítima, o Beto foi com ela para a delegacia para prestar queixas” Kátia disse “E na delegacia trataram ele com lixo”.

Eu interrompi, tive que interromper. “Dona Kátia, peço para a senhora que  respeite a menina, trate-a como mulher, pois é assim que ela deseja ser tratada” Dani virou a cabeça e me olhou, percebi um leve sorriso nos seus lábios, Kátia tentou reiniciar mas eu me levantei e a interrompi “Eu fui com ela na delegacia, e fiquei ao lado dela o tempo todo, não houve nenhuma discriminação, o delegado a tratou bem, como uma mulher de verdade e até a aconselhou,falou com ela

como um pai fala com um filho, confesso que isso não é normal, mas foi o que aconteceu, ninguém me falou isso Dona Kátia, EU VI” aumentei o tom de voz propositalmente no fim da frase, Kátia me olhou e disse “Por que você estava com ela?” e eu disse “Por que eu fraturei a perna na confusão” silêncio por alguns segundos e Steve disse “Beto, acho que não estamos falando a mesma língua, não sabíamos que você estava no meio dessa história, por favor, conte-nos o que houve.” e perguntei “Quem contou para vocês do ocorrido” Kátia disse “Não importa” Steve disse ” Ana Paula”, eu respirei fundo e disse “Então ela contou apenas o que ela queria, tentou manipular vocês” percebi o olhar de pânico de Kátia, ela se sentou e ordenou “Fale!”. Contei exatamente o que havia acontecido, a briga no bar, o tratamento da polícia e até a estadia no hospital” Kátia ficou perplexa, me olhava balançando a cabeça negativamente e disse “Christiane, você tem  o telefone da Ana Paula aí?” e Christiane falou “Tenho mãe” e Kátia disse “Melhor, ela vem na festa amanhã?” e Christiane disse “Eu chamei, acho que vem sim” e Kátia disse “Então falo com ela amanhã”, Kátia se levantou e veio até mim e me deu um abraço e disse em

minha orelha “Obrigado e desculpe” eu disse “Não se preocupe” e ela disse “Vou dormir, minha cabeça está doendo” foi até Christiane e deu um beijo, outro em Steve, levantou a cabeça de Dani e beijou-a na testa e falou “Levanta a cabeça filha, a mãe te ama ta?”, quando beijou a cabeça de Dani voltou para aonde estava, no peito de Steve.

Sentei na mesa e Steve disse “Desculpe Beto, acho que a Ana Paula nos contou uma história faltando pedaços” eu disse “Imaginei, é típico dela, ela não estava lá, não saberia dizer o que houve de verdade”, Dani colocou as mãos na mesa e apoiou a cabeça agora virada pra mim, seu rosto estava vermelho, Christiane começou a acariciar sua cabeça, Steve acariciava seu ombro, Dani olhou para mim e riu, fez um biquinho mandando beijo, eu sorri. Fui procurar algo para comer e Christiane se levantou também, Dani ficou enxugando o rosto e saiu da cozinha, fiquei conversando com Steve e Christiane, então Dani voltou ainda sem maquiagem e com o rosto limpinho mas os olhos ainda vermelhos, havia passado uma água e respirado melhor, quando a vi eu perguntei “Mocinha, você tá indo para a faculdade?” e ela falou que não

com a cabeça e me agarrou pela cintura e colocou a cabeça no meu peito me apertando, como uma criança faz com um urso de pelúcia, ficamos assim um pouco e fomos jantar.

Assistimos uns filmes e conversamos até tarde da noite, Steve e Dani estavam entrosados, conversavam bem animados, fiquei com uma pontada de ciúmes, mas Christiane me abraçou e ficamos conversando juntos e abraçados, me senti bem, ela é bem quente e me agrada muito a temperatura de sua pele. Já era tarde e Steve foi dormir, ficamos por alguns minutos, Christiane, Dani e eu no sofá, os três encostados um no outro, eu no meio e uma de cada lado, até que eu rompi o silêncio “Vocês decidiram algo na conversa antes de eu chegar?” Dani disse olhando para o nada “A mãe quer que  eu volte de qualquer jeito” Christiane disse “Ainda estamos resolvendo isso, o Steve não quer que você volte ainda” eu disse “Bem, pelo visto a Dona Kátia não sabia da história toda, agora ela vai repensar a atitude” Dani disse “Tomara”, Christiane disse “Vamos dormir galera?” eu concordei e Dani disse “Posso dormir com vocês?” Christiane apertou

a bochecha dela e falou “Tadinha da bebezinha, tá com medinho tá?” e rimos e Christiane completou “Claro que pode linda, mas é melhor você sair cedo para a mãe não ver, acho que ela não vai entender ok?” Dani concordou e se levantou rápido, puxou-nos pelas mãos e disse então vamos.

Dani puxou-nos para subir a escada e eu disse “Já vou, podem ir” e Dani subiu puxando Christiane pela mão, Christiane protestava por causa da velocidade, guardei os pratos na pia e dei uma ajeitada rápida na cozinha antes de subir, quando cheguei na porta do quarto não vi ninguém lá dentro mas ouvi o chuveiro ligado, entrei e vi o box embaçado, me aproximei e coloquei a cabeça para dentro, imaginando uma cena super sensual, mas não foi o que o correu, Dani estava embaixo do chuveiro nua, deixando a água cair em sua cabeça e Christiane também nua atrás dela com uma bucha esfregando as costas da irmã, a cena mais inocente  possível, eu tirei minha roupa e entrei, meu pau ficou duro só de ver as duas nuas, abracei Christiane por trás e ela colocou a mão em eu pau e disse “Animado ein amor, o que foi?” e eu disse “Olhei essas duas deusas tomando

banho e não pude resistir” Christiane sorriu e disse “Safado”, eu a abracei e ela puxou Dani a encoxando, Dani protestou e saiu, estava com o chuveiro em seu rosto e disse de maneira engraçada “Vocês querem me matar é?” e se virou de frente para a irmã, Christiane puxou-a e ficamos os três abraçados, amassando Christiane, Christiane disse então “Cuidado com esse negócio ai embaixo rapaz, sou sua irmã ein” e Dani disse “É minha irmã gostosa” e agarrou a bunda de Christiane, eu ri e falei “Vocês são gostosas iguais, Christiane me puxou e ficamos os três de frente um para o outro e Christiane falou “Não é bom assim gente, sinceridade?” e falei “Muito melhor” Dani falou “Nem me fala”, Christiane pegava em meu pau e me punhetava devagar, ficamos olhando para baixo, eu peguei no pau de Dani e na bucetinha de Christiane, comecei a acariciar Christiane bem devagar e bater uma punhetinha para Dani.

Christiane disse “Peraí gente” pegou a mão de Dani e colocou em meu pau e pegou minha mão e colocou no pau de Dani e comecei a punheta-la, puxou minha outra mão e colocou em sua bucetinha enquanto

acariciava meu saquinho e disse “Agora tá tudo igual” Dani fechou os olhos, Christiane fechou em seguida e ficamos nessa brincadeira e Christiane disse “É molinho né?” se referindo ao pau de Dani, eu ri e Dani mostrou a língua pra mim para a irmã e Christiane falou “Fica durão?” e Dani falou “Fica sim ó”, pegou no próprio pau e no meu, puxou a pele da cabeça de meu pau e colocou o dela dentro, e começou a nos punhetar, o pau dela ficou duro rapidinho, Christiane disse “Nossa, eu nunca tinha pensando nisso, é bom?” e eu disse “Sim, muito bom” Dani disse “Fantástico” e Christiane me perguntou “Gostoso amor?” eu disse que sim e Christiane me beijou de língua, bem gostoso, meu pau ficou muito mais duro, percebi que o de Dani também, eu continuava a bolinar Christiane, e Dani disse “Deixa eu também Chris” e Christiane disse “Vai, deixa eu ver se você beija bem” Dani me beijou também de língua, bem gostoso, soltou nossos paus e acariciou meu rosto, eu peguei em sua bundinha e ela ficou na ponta dos pés, terminamos o beijo e meu pau estava latejando, Christiane disse “Humm que beijo gostoso, você beija bem ein Dani”, Dani então se aproximou de Christiane e as duas ficaram sérias, Dani aproximou mais

a cabeça de Christiane, que foi para trás levemente, mas Dani insistiu e as duas se beijaram, os lábios se tocaram de leve em um doce e delicado selinho, Dani pegou no rosto de Christiane e acariciou, as duas sorriram encostando as testas e se olhando, Christiane disse “Dani, você é minha irmã, e é linda, mas isso é confuso pra mim tá, da só um tempinho pra minha cabecinha” Dani fez que sim com a cabeça e Christiane disse, vamos sair, minhas mãos já estão enrugadas, rimos e fomos nos secar, cada um secou o próprio corpo e com carinho secou um pouco do corpo do outro, as duas foram deitar com os cabelos úmidos, deitamos os três nus nas cama e ficamos quietos tentando dormir, Dani disse “Gente, obrigada ta?” e Christiane disse “Pelo que?” Dani disse “Por tentarem me ajudar” e eu disse “Dani, o que é certo é certo, e aliás, você já é maior de idade, não precisa obedecer cegamente a sua mãe”, Dani virou para Christiane e deu um beijo em sua bochecha, virou-se para mim e fez o mesmo e disse “Amo vocês gente, amo mesmo, obrigada”, e Christiane brincou “Agora chora, chorona” e ela fez um bico, seus olhos se encheram de lágrima e realmente começou a chorar, eu ri da situação, Dani balançou a

mão como quem machuca o dedo e disse com voz de choro “Eu não consigo evitar” e Christiane abraçou ela “Não chora bebe, eu to brincando, vai dar tudo certo tá, se nada der certo a gente te adota” Dani parou o choro e riu, eu abracei Dani por trás e meu pau ainda estava um pouco duro e coloquei-o em sua bundinha, ela empinou a bunda enquanto conversava com Christiane, e falou “Chris, eu não quero voltar pra lá, as pessoas são estranhas e não tem vocês lá” eu passei a mão na coxa de Chris e apertei, Christiane disse “Ai amor, aperta vai” eu me ajoelhei e meu pau já estava duríssimo, peguei na bunda das duas ao mesmo tempo, passei a mão nos seios delas e Dani gemeu e colocou a cabeça encostada no peito da irmã e disse “Beto, a Chris tá com o peitinho duro, continua” e riu, Christiane disse “To com um tesão da porra”, eu passei por cima de Dani e peguei Christiane no papai e mamãe, abri suas pernas e me coloquei entre elas, Dani se sentou de lado na cama e com um sorriso nos lábios ficou assistindo, eu beijando Christiane nos lábios e chupando seus seios.

Christiane então disse, “Dani, você já me viu fudendo duas vezes, eu nunca vi você,

vocês já transaram né?” e Dani disse “Sim, já” e Christiane perguntou “Foi gostoso?” Dani disse devagar “Maravilhoso” então Christiane disse “Então eu vou ficar olhando, pode ser?” Dani olhou para mim e seus olhos brilharam, ela disse “Então esperai que eu já volto”, se levantou num pulo e saiu do quarto, quase caiu no chão quando fez a curva, Christiane me olhou e disse “Oi, seu safado, vai comer minha irmãzinha pra eu ver?” eu disse “Vou sim, vamos meter gostoso” e ela disse “Vai chupar o pau dela vai?” e falando isso se abaixou e começou a chupar meu pau, uma chupada deliciosa, quentinha e molhada e me disse, “Tenho um amigo que tá loco para me comer, ele tem um pauzão, se eu te pedir você chupa ele pra eu ver?” e disse “Você não pede, manda, faço o que você quiser” e ela disse “E aí, você já deu o cuzinho pra Dani amor?” e eu disse “Ainda não, mais vou dar, to me planejando” ela voltou a chupar e punhetar meu pau e disse “Humm, é delicioso amor, delicioso, aproveita, é bom”, Dani voltou com uma caixinha na mão e se ajoelhou na cama, colocou o cabelo atrás da orelha e tirou umas caixinhas minúsculas com cremes e géis, e abriu um deles, passou o dedo e empinou a bundinha, passando no

cuzinho e me olhou com um sorriso nos lábios, mostrando todos os dentes, fazia tempo que eu não via um sorriso tão bonito, eu a puxei e a beijei, no meio do beijo ela deu uma gemida diferente, e quando olhei para baixo vi que Christiane havia pegado na bunda de Dani e dado um beijo, eu perguntei baixinho “Ela te chupou” e Dani respondeu que não com a cabeça, com um sorrisinho do canto de boca, Dani acariciou a cabeça de Christiane e se deitou aos poucos, na cama, Christiane parou o que estava fazendo e se deitou de lado na cama, sobre o próprio braço nos observando, abri as pernas de Dani e seu pau já estava duro, coloquei devagar minha rola em seu cuzinho e fui bem devagar entrando, Dani gemeu e disse “Ai, ai, tá gostoso, tá gostoso”, vi então que ela começou a ejacular, eu nem havia bombado ainda, só com o pau dentro ela ejaculou, notei que Dani estava de mãos dadas com Christiane.

Comecei a bombar gostoso na bundinha de Dani, e a cada bombada seu pau ejaculava mais, ela colocou a mão para evitar que melasse tudo, eu tirei a mão dela e peguei em seu pau, batendo uma punheta para ela, e

encostando seu pau em minha barriga, ela estava gozando como nunca, aumentei o ritmo e ela gemia como louca. Olhei para Christiane e ela sorria, passando a mão na barriga gozada de Dani, virei Dani de lado e comecei a comer seu cuzinho mais fundo ela delirava e ria, não sei por que, devia ser por causa do prazer, bombei bastante até a hora de gozar, Christiane disse “Deixa eu ver amor” e eu tirei o pau e tirei de dentro, de Dani e direcionei para os peitos mas o jato foi forte e pegou Dani e Christiane, Dani praticamente desmaiou, Christiane se masturbava e perguntou “Foi bom amores?” e Dani e eu respondemos “Sim” e ela disse “Gostei de ver vocês não treparam, fizeram amor, foi gostoso, foi igual eu e o Beto, com amor” fechou os olhos e continuou se masturbando, Dani sorriu cansada e disse “Eu amo ele Chris” e Christiane disse “Eu sei, e eu também, vamos lutar até a morte numa briga de facas” e riu, então falou “Você é minha irmãzinha linda, meu amor, meu anjinho, eu deixo você fazer amor com meu marido ou trepar, o que você quiser”, intensificou a velocidade da mão, Dani disse ofegante “Obrigada Chris” e Christiane disse “Mas você tá mole ein Dani eu, se fosse homem, já teria comido o Beto

faz tempo” Dani riu e disse “Mas eu to xavecando ele, já falei, vou comer ele bem gostoso”, eu saí do lado de Dani e entrei rápido no meio das pernas de Chris, comecei a chupá-la com vontade, Christiane riu e Dani continuou “Ele vai cavalgar em mim Chris, tá tudo planejado” eu sentei em cima de Dani e falei então me come agora, peguei seu pau mole e coloquei em minha bundinha e esfreguei, Dani se sentou e me puxou, me olhou sério e eu rebolei no pau dela, ela respirou fundo e tentou mesmo me comer, seu pau ficou um pouco duro e eu tive medo, mas não o suficiente, e eu falei “Ih Dani, já brochou?” ela riu e se deixou cair na cama e disse “Volta de manhã que você vai ver”, voltei para a bucetinha de Chris que se contorcia com sua própria mão, fiquei alguns minutos até que ela gozasse gostoso, percebi que Daniele acariciava o corpo da irmã apenas com as mãos, pegou na bundinha, na cinturinha e em determinado momento apertou os seios, colando os dois corpos. Quando se recompôs Christiane pegou uma toada e disse “Gente, vamos dormir, já está tarde, beijo pros dois” limpou os peitos e deu a Toalha para Dani que se limpou e em

seguida me deu a tolha para eu me limpar também. Dormimos os três nus, e abraçados.

Levantei cedo na manhã seguinte estava sozinho na cama, tomei um banho e desci, todos já estava na mesa tomando café, minha sogra estava com uma expressão mais amigável e me disse um bom dia receptivo, tomei café com eles e conversamos  animados, voltei para o quarto para pegar meus sapatos Dani subiu comigo, iriamos sair, acompanhar Steve em uma visita a um imóvel que ele havia comprado e que usara como desculpara para vir ver a Dani junto com Kátia, Dani me esperava na porta do quarto e me cumprimentou com um selinho e se pendurando em meu pescoço, tinha um sorriso na cara mas não era a felicidade suprema de ontem a noite quando fazíamos amor, então eu perguntei “Por que essa carinha feliz escondendo a cara triste?” e ela falou “Minha mãe quer mesmo que eu vá embora, eu não quero ir” e eu falei “Calma Dani, não precisa se desesperar, vamos conversar eu te disse, você é maior de idade e decide o que quer da vida” ela concordou com a cabeça e disse “É verdade, mas não é bem assim, ela me ajuda muito…. sei lá” e

eu falei, vamos sair com o Steve e depois falamos sobre isso tá?, ela disse “Tá bom”, tinha um pacote nas mãos, usava uma blusinha de alcinha bem colada ao corpo na cor branca e uma calça de moletom verde e uma jaquetinha também verde fechada com o zíper até no meio dos seios. Dani jogou o pacote na cama e disse esperai, abaixou o moletom e eu vi que a blusinha branca era um body, parecia um maiô, ela se virou e vi sua bundinha, era bem comportado e não mostrava nada de mais, ela tirou a jaqueta e eu vi o bico de seus seios durinhos e rosados aparecendo sob o body e perguntei “Por que não tirou a jaqueta no café da manhã?” e Dani disse “Ta loco? A minha mãe me mata” vestiu uma saia que ia até os joelhos, e tinha uns pedacinhos de pano pendurados como se fossem pedaços de outras saias, a cor predominante era azul claro, ela abaixou a alça do body e revelou os seios grandes e gostosos, eu me aproximei e mamei em seu peitinho ela escapou e disse “Não, para, a porta tá aberta” ela colocou um sutiã branco de bojo com riscas horizontais azuis escuro e quando voltou a alcinha do sutiã ficava aparecendo, estava bonito e sensual, colocou a jaquetinha por cima e disse “Quando a mãe

não estiver por perto eu tiro” e me mostrou a língua.

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É assim que eu me lembro 1 – Capítulo 14 – A chegada https://rafaelakhalil.com/e-assim-que-eu-me-lembro-1-capitulo-14-a-chegada/ https://rafaelakhalil.com/e-assim-que-eu-me-lembro-1-capitulo-14-a-chegada/#respond Sat, 19 Oct 2024 17:51:49 +0000 https://rafaelakhalil.wordpress.com/?p=238 location.href="https://rafaelakhalil.com/esse-conteudo-e-exclusivo/";

Adormecemos na minha cama, Christiane, Danielle e eu, nós três juntos, o calor não nos incomodava tanto, o calor dos nossos corpos regulava a temperatura, acordei de repente com vontade de ir ao banheiro e percebi que o quarto estava todo escuro, e que a janela não mostrava nenhuma claridade, imaginei que já era tarde da noite, fui ao banheiro e na volta vi que no relógio da cômoda que eram quase sete horas da noite, fui até a janela e percebi que chuviscava devagar e a água da chuva escorria na janela aos poucos, olhei para a cama e deixei a minha visão se acostumar com a pouca luminosidade, lá eu pude ver Christiane virada para a beira da cama dormindo e Dani coladinha atrás dela, Dani havia tirado seu baby doll, e com a mão agarrada em sua cintura como quem agarra algo que muito ama, as duas dormiam bem juntinhas e tinham apenas um fino lençol cobrindo da cintura para baixo. Eu sorri e me lembrei de tudo que havia acontecido, pensei ainda na possibilidade de Christiane mudar de atitude ao acordar e ter o efeito do álcool suspenso, devo ter ficado, parado, de braços cruzados as olhando por bastante tempo,  Dani levantou a cabeça e logo sentou na cama me olhando e perguntou baixinho “Está tudo

bem?”, eu disse “Está sim” ainda com um sorriso no rosto eu me aproximei e subi na cama me preparando para me deitar. Christiane se virou nos olha com os olhos semicerrados e diz “Tudo bem com vocês?” eu e Dani respondemos que sim, tranquilamente, Christiane olhou para a janela e disse “Nossa, tá escuro, que horas são?” e eu disse “Umas sete horas da noite” Dani disse “Estou com fome” Christiane disse “Eu também” e eu disse “Vamos comer algo, também estou com fome”. Christiane deixou virou o corpo e inverteu o lado que estava virada e deixou-se cair pesada na cama e disse “Já já a gente vai”, Dani fez o mesmo, virou-se de costas para a irmã e deitou, agora foi Christiane quem abraçou Dani com força, e puxou a coberta para cima enfiando a cara no cabelo da irmã e fechando os olhos para dormir mais, eu sorri com a cena e Dani esticou o braço e não emitiu som algum, apenas li em seus lábios “Vem aqui vem”, eu me aproximei e me deitei, abracei Dani e pousei minha mão em cima de Christiane, eu não sentia mais sono.

Passado alguns minutos, desci a mão pelo corpo de Christiane, e vi como ele era

perfeito, a pele era macia e quente, passei a mão na bundinha de Dani e comparei que as duas eram realmente demais para mim. Dani já dormia quietinha e eu toquei seu pau, estava semi-duro, passei a mão em seu saquinho e ela abriu os olhos e disse “Oi” e sorriu pra mim, dei-lhe um suave beijinho e acariciei seu membro bem delicadamente até ela desmaiar de novo, saí então de minha posição e desci pelo lençol devagar, puxei a cabecinha de sua rola para trás e dei uma lambida, ela se mexeu um pouco, em seguida eu abocanhei e comecei a mamar bem gostoso, delicadamente e devagar, ela segurou minha cabeça e dizia “Para, seu doido” mas eu fui firme e continuei a chupar sua rola, pagando um boquete bem quentinho e molhado, alternei entre seu pau e seu saquinho depilado, lambia de baixo até em cima enquanto punhetava gostosamente, sem eu esperar, levei uma esporrada na cara, continuei o movimento de punheta até tirar tudo o que ela tinha, chupava e deixava a baba escorrer por meu rosto, quando tirei tudo de dentro dela, sai por baixo do lençol e fui me lavar.

Voltei para a cama e Dani me abraçou forte e disse “Seu louco” e riu baixinho e Christiane colocou a mão sobre mim e falou sem abrir os olhos “Boqueteiro, não sabia que você pagava boquete” e eu disse “Eu adoro chupar uma rola amor” então ela disse “Vou arrumar outra pra você chupar junto comigo, quer?” e eu falei “Se você estiver junto eu chupo gostoso” Dani falou baixinho “eu também quero” e riu um pouco, Christiane falou “Não quero concorrência ein”, Dani se virou de costas para mim e ficou de frente para Christiane, e disse “Chris, do jeito que o Beto chupa uma rola, eu não vou ser concorrência pra você, ele que vai” Christiane abriu os olhos e disse “É gostoso assim?” e Dani respondeu “Sim, é maravilhoso” Christiane ficou pensativa e disse, vamos comer, to com muita fome e se levantou nua, pude ver seus seios balançando devagar e ela saiu porta a fora, ela mal saiu e Dani pulou em meu colo esfregando a bundinha no meu pau que estava meio duro, meio mole, pegou ele com a mão e punhetou eu perguntei “Aonde você vai?” e ela perguntou com carinha de anjo “Você não quer?” e eu disse “Eu quero, mas to cansado a Christiane me destruiu” Dani caiu ao meu lado

de novo e falou desanimada “Vamos comer vai” eu concordei e descemos.

Chegamos no andar de baixo e Christiane estava esquentando comida do Micro-ondas, aparentemente estava sóbria, Dani e eu nos aproximamos e eu perguntei “Tudo bem Amor?” ela respondeu tranquilamente “Ta sim e com você?” eu respondi “Comigo está ótimo” resolvi testa-la, fui até ela, ainda estávamos os três sem roupa, Christiane vestia apenas o avental de cozinha, e a abracei por trás, assim que a agarrei ela virou o rosto para que eu lhe desse um beijo e eu disse “Eu te amo” e ela disse “Eu também te amo”, beijei-a e voltei a sentar no banco, Dani estava no banco ao meu lado, em silêncio com os  braços cruzados e as pernas juntas. Olhei-a e Christiane falou “Quer dizer então que você gosta de uma rola ein” e eu disse “Só a da Dani” e ela perguntou “Já chupou alguma outra?” e eu disse “Não, nunca tive nada com homem nenhum” e Christiane disse “Então como sabe que não gosta?” fiquei pensando uns segundos e disse “Acho feio homem, prefiro mulher” e ela falou “Entendi, você mama na gatinha aí por que ela parece mulher?” e eu confirmei, ela pensou um

pouco e disse “Faz sentido” e continuou a fazer a comida, notei que ela estava colada demais ao fogão e disse, “Chris, está muito perto do fogão, vai pra trás, da aflição assim” ela retrucou “É que tá frio” olhei para Dani e entendi o por que dela estar encolhida no banco e eu disse “Peraí que já volto” subi as escadas e peguei dois roupões no nosso armário de roupas e trouxe um para Christiane que me agradeceu dizendo “Obrigada amor” e me deu um beijinho e Dani também agradeceu da mesma forma.

Começamos a comer então Christiane disse “Eu imaginava que vocês estavam com alguma coisa, mas não sabia exatamente até que ponto…” Dani disse “Chris, eu posso explicar” Christiane interrompeu “Deixa eu falar Danielle”, Dani se calou e Christiane completou “Não estou chateada com vocês, estou um pouco magoada sim por que vocês não me contaram, esperaram o que houve hoje para me deixar descobrir, achei que nós três éramos uma família aberta ao diálogo, depois de tudo que passamos” Após um silêncio de uns dez segundos continuou “Posso contar com a sinceridade de vocês daqui para frente?” Dani e eu respondemos ao mesmo

tempo “Pode” então ela perguntou “Quando vocês transaram pela primeira vez?” Dani falou antes que eu “Alguns dias depois de eu ter chegado tentamos no shopping, mas você apareceu” Christiane ficou pensativa e disse “Eu lembro desse dia” mais silêncio e perguntou “E quantas vezes vocês já transaram” eu disse “Umas cinco ou seis vezes” ela perguntou rapidamente me olhando “Nessa viagem vocês…” e eu respondi “Sim… estou contato com essa viagem já” e ela disse “Isso eu já havia imaginado, por isso percebi que vocês estavam muito juntos, só não sabia que tudo tinha sido tão rápido”. Dani então perguntou “Chris, você não vai ficar chateada? Seu marido e eu estávamos trepando por ai” me assustei com a frase de Dani, foi quase uma afronta, Christiane respirou fundo e disse “Eu dou minhas escapadas também” e eu disse “Mas eu sei das suas escapadas” e Christiane retrucou “Só as que eu te conto, enquanto vocês estavam viajando eu trepei bastante também” fiquei pasmo, queria falar algo mas se eu mostrasse ciúmes ficaria completamente sem razão, respirei e disse “Isso também me magoa, quando você transa com alguém e me avisa, me da tesão e ciúmes ao mesmo tempo, mas

não quero que você transe com ninguém sem eu saber” ela me olhou e sorriu “Se prometermos ser sinceros uns com os outros isso não vai acontecer mais” eu concordei e Christiane virou para Dani que mastigava a comida e apenas ouvia “E você Dani, qual é seu segredo” e Dani disse ainda de boca cheia, apontando para baixo “Eu tenho pau” eu e Christiane rimos da situação e Christiane disse “Não, um segredo mais bem guardado, vai, sei que você tem algo” Dani ficou em silêncio e ficou mexendo na comida com o garfo e eu disse “Ela comeu a Tamires” Dani e Christiane olharam para mim bruscamente, Dani com uma cara de espanto e Christiane indignada, Christiane então olhou para Dani disse “Comeu? Seu equipamento funciona ainda?” e Dani disse “Claro, perfeitamente bem, por que?” Christiane ficou pensativa e disse “Pensei que não servisse para mais que um boquete” e eu disse “Eu a vi comendo a Táta, vai por mim, ela estava comendo igual a um homem” Dani deu uma risada sarcástica e completou tentando engrossar a voz “Mas eu sou homem” rimos.

Christiane passou a mão no rosto de Dani e em seus cabelos e disse, “Não, você é mulher,

mais do que muitas que eu conheço, mais feminina que eu até.” e Dani sorriu pra ela como agradecimento, Christiane ficou acariciando o rosto e o cabelo de Dani e perguntou “Você já traçou o Beto?” Dani riu e falou “Ainda estou trabalhando nisso, ele é difícil” eu ri e disse “Estou pensando se vou chegar nesse ponto” Christiane disse “Pois devia” se levantou e pegou os pratos mas não parou de falar “Você mete a rola em nós duas por trás, devia entender o que nós sentimos para fazer melhor seu trabalho” rimos e eu fiquei pensando se isso seria uma crítica ou uma brincadeira, será que eu a machucava durante o sexo anal? Christiane colocou as coisas na pia e falou “Amanha a empregada lava” voltou para perto de nós, ajustou o roupão e me olhou dizendo “Não tem frio?” e eu disse “Um pouco só, mas eu gosto assim” então Christiane disse se virando para Dani “Esqueci de falar, a mãe adiantou o voo, chega hoje de madrugada, duas horas da manhã. Olhei no relógio e era quase nove e meia da noite, então eu disse “Eu vou buscá- la vocês podem ir dormir” Christiane falou “Não vou junto com você por que amanhã vou abrir a clínica” e Dani disse “Eu vou” eu retruquei “Você tem aula amanha cedo, vai

dormir” e ela disse “Não, to com saudades da mãe” então Christiane disse “Vamos ver um filme?” eu e Dani concordamos e fomos ao sofá escolher algo.

Assistimos filmes até dar a hora de buscar minha sogra no aeroporto, conversávamos os três animados, tão animados que fomos os três buscá-la no aeroporto, Fui ao quarto, me vesti rapidamente e desci para olhar água, óleo do carro, Christiane desceu primeiro, estava com o cabelo amarrado, com uma calça jeans escura muito apertada, a calça frisava em suas coxas de tão apertada, usava uma camiseta vermelha e uma jaqueta marrom, seu cabelo estava amarrado para cima. Dani desceu em seguida, estava com uma saia até a canela e com uma blusinha de alcinha verde, na mão trazia uma jaqueta, assim que saiu exclamou “Que frio” e colocou a jaqueta apesar de eu ter olhado e conferido as coisas do meu carro fomos no carro de Dani, e eu tive que dirigir, conversamos animados e chegamos ao aeroporto, fui direto esperá-la no desembarque Dani e Christiane foram comprar um café, pois o voo parecia estar atrasado. Minha sogra chegou rápido, achei que ela viria sozinha mas veio com

Steve, cumprimentei-a e a seu marido em seguida chegaram Dani e Christiane, Christiane cumprimentou a mãe e Dani se pendurou no pescoço de Steve, ele a abraçou forte e ficaram assim durante quase um minuto, ela soltou e abraçou a mãe, mas o abraço foi breve Kátia, minha sogra, a empurrou e pegou sua cabeça com as duas mãos olhando em seu rosto e disse “Colocou essa maquiagem para esconder o machucado?” e Dani falou “Não mãe, não tem mais marca nenhuma”, Kátia arregaçou as mangas de Dani e viu seu antebraço com várias marcas de corte, algumas ainda com casquinha e disse “E isso é o que?” Dani tirou o braço rápido e ficou quieta voltando as mangas para o lugar de antes, Christiane entrou na frente dela e colocou o braço na mão e disse “Mãe, depois a gente conversa sobre isso, vamos pra casa descansar ta? O que importa é que está tudo bem agora” Kátia concordou mas ainda fazia uma leve careta, fomos saindo, Steve disse em português “Estou com fome, podemos almoçar antes?” eu ri do seu português estranho e falei “Já é noite, vamos jantar” ele sorriu e falou “Calma, estou aprendendo” eu disse “Tá excelente!” e fomos a procura de um

restaurante aberto aquela hora da noite, encontramos a Pizza Hut e jantamos uma pizza lá.

Notei que Dani se afastava de sua mãe a todo momento, ficava sempre com Steve os dois conversavam animadamente as vezes em português, as vezes em inglês. Eu prestava atenção em todas as conversas e dava atenção para todos, ficamos até umas três e meia da manhã comendo e depois fomos embora. Chegamos em casa e eu levei as malas para cima em quatro viagens enquanto todos conversavam, Steve e Kátia foram direto para o quarto dormir, Christiane pediu que eu a levasse para o Clínica pois ela iria fazer uns acertos antes de abrir lá pelas nove horas e que iria dormir um pouco por lá mesmo, Dani foi para a cama. Levei Christiane e voltei para casa, fui ao meu quarto e sentei na cama, estava com  bastante sono e cansado, fiquei pensando e me deu sede, levantei e fui pegar uma garrafinha de água para deixar ao lado da cama, passei pelo quarto de Dani e a porta estava aberta, tudo escuro, eu olhei para a cama e vi Dani imóvel, deveria estar dormindo também, desci e peguei tomei um

copo de água, peguei uma garrafinha e levei, passei de novo pelo quarto de Dani silenciosamente e parei para olhar de novo e vi ela se mexendo com a respiração pesada. Me aproximei e chamei “Dani?” ela ficou imóvel de novo, dei alguns segundos e chamei baixinho “Dani, você tá dormindo?” e ela fungou o nariz e disse de maneira grosseira “Eu estava, você me acordou”, me aproximei e sentei na beira da cama, ela continuava de costas para mim e disse “Fala rápido, eu quero dormir” mas sua voz estava estranha “Coloquei a mão em seu braço” e ela tirou o braço e falou “Deixa dormir meu, vai embora, que saco!” eu me levantei e ela soltou um chiado, tentando fazer baixinho mas não conseguiu, estava chorando.

Acendi o abajur ao lado da cama e ela olhou para mim com os olhos vermelhos e inchados com o rosto vermelho e molhado, eu perguntei “O que foi?” ela foi grossa de novo “Não foi nada, tenho que te falar pra você tudo da minha vida agora? Você não é meu dono, vai embora meu!” e se virou de novo, começou a chorar de novo. Eu percebi que esse não era um comportamento normal e continuei sentado na cama, ela esbravejou de

novo “Você tá ai ainda?” se sentou na cama e gritou comigo “Vai embora porra! vai embora!” eu me assustei e me levantei, ela se ajoelhou na cama e me bateu com o travesseiro, eu andei mais para trás e fiquei parado na porta sem entender direito, ela ficou de quatro na cama e enfiou a cabeça no travesseiro com a bunda para cima e eu ouvi ela falando baixo enquanto chorava “Vai embora que vai ser melhor pra você”, eu estava saindo mas isso me fez parar eu voltei e perguntei “Por que vai ser melhor pra mim?” ela falou alto de novo “Vai embora!” e me bateu com o travesseiro, eu segurei e tomei dela, sentei na cama e segurei seu pulso e disse “Me explica isso, o que está acontecendo?” e ela falou “Seu burro, por que você não me escuta” chorava de olhos fechados, ajoelhada na cama, seu corpo amoleceu e ela colocou os punhos na cama e falou “Você não sabe a merda que fez ao se apaixonar por mim, eu sou uma idiota, sabia que isso nunca ia dar certo” eu perguntei de novo “Do que você tá falando, não entendi” e ela me falou “Você me ama de verdade?” eu disse que sim e ela perguntou “Jura por tudo que é mais sagrado?” e eu confirmei e ela perguntou de novo “Se eu pedir para você não

me amar mais, me deixar ir embora e nunca mais pensar em mim, você faria isso” eu me assustei e disse “Claro que faria, mas então eu deixaria de te amar, mas lembrança do amor faria o fogo acender de novo, isso é incoerente Dani” ela respirou fundo e me olhou e disse calmamente “Por que você tem que ser inteligente ein?” eu não disse nada e apenas tentei compreender e ela disse “Vai embora, por favor, não fala mais comigo, vai ser melhor para você” e eu disse “Eu vou sim, já que você não me ama mais” e me levantei, eu fiz de propósito para causar alguma reação nela, quando me levantei ela me agarrou pelo colarinho e disse “Não, não, eu te amo, não fala assim”.

E eu a empurrei delicadamente para sentarmos na cama e ela se sentou, eu sentei na borda e peguei sua cabeça com as duas mãos, como a mãe dela havia feito no aeroporto e vi que sem maquiagem dava para ver a mancha ao redor do olho aonde havia um enorme machucado, ela fechou os olhos e virou a cabeça, para não me encarar, percebi que o sol já estava raiando, ela se levantou e foi até a porta, fechou-a e foi em direção ao banheiro, passou por mim e sem me olhar

mostrou a palma da mão como quem diz “Espere”, ouvi barulho de torneira e de nariz assoando, menos de um minuto depois ela voltou com o rosto lavado e completamente nua, parou bem em frente a janela aonde o raio de sol ensaiava seu calor, pude ver seu corpo branquinho, seus seios empinados, seu pau depilado, vi também as marcas em seu corpo, não havia notado na viagem, não havia parado para ver muito, mas em seu ombro havia um hematoma ainda roxo e nos braços pequenos cortes, tais como nas canelas e coxas ela se aproximou e disse “Faz amor comigo” eu não estava no clima para fazer amor, queria saber o que estava acontecendo, ela então me beijou e eu retribuí, seu beijo era delicioso, ela carinhou minha cabeça e passou a mão em minhas costas, segurei sua cintura e disse “Sua mãe está ai, não quero que ouçam e saibam de nós” ela disse abraçou o meu pescoço e falou no meu ouvido “Faz com força, tá?” e começou a tirar minha camisa, depois tirou minha calça e cueca e em seguida abocanhou meu pau, foi me empurrando até eu deitar na cama e fez um boquete maravilhoso, e veio para cima de mim, sentou sobre meu pau e o pau dela estava quase duro e bateu em minha

barriga, senti um cheiro doce e perguntei “Que cheiro é esse Amor?” ela colocou o dedo nos meus lábios e fez que não com a cabeça, se abaixou e me beijou, eu peguei em seus seios ela fechou os olhos deliciando-se eu peguei em seu pau e ela não me impediu, eu punhetei-a um pouco, ela empinou a bundinha e sentou no meu pau devagar, estava molhado e quente, ela passou algum gel no banheiro, devia ser daí o cheiro doce.

Ela forçou o meu pau em seu cuzinho e ele foi entrando devagar mas apenas a cabeça e não entrava mais, ela colocou a mão na bundinha e começou a acariciar meu pau, tentando espalhar mais o gel, ela tirou a mão e pegou nas minhas mãos que estavam no seus seios e forçou um pouco e sussurrou “Com força” e tentou forçou o pau entrou um pouco e ela gemeu de dor. Eu a puxei e disse “Você quer com força é vagabunda?” e ela disse com a voz dengosa “Quero” eu levantei com ela grudada em mim, coloquei-a de quatro na cama e peguei uma toalha que ela tinha pendurado perto da cama, limpei o rabo dela e meu pau, então forcei meu pau em seu cuzinho, sentia seu botãozinho piscando propositalmente para mim e forcei, ela

gemeu, estava realmente muito apertado, tive que colocar muita força, ela se controlava dando gritinhos até que consegui colocar tudo ela disse “Ai amor, assim, assim” percebi que sua voz estava embargada, estava chorando, não sei se de dor ou pelo que ela chorava antes eu perguntei “Ta tudo bem anjo? Continuo” e ela falou “Siiiimmmm” encostou a testa na cama empinando e rebolando a bunda, tirei o pau e coloquei de novo ela levantou a cabeça jogando o cabelo trás e falou “Isso porra, com força” e eu meti de novo, tirei o pau ela gemia e  rebolava para frente e para trás e para um lado e para o outro meti gostoso nela, minha coxa batendo na bunda dela fazia barulho e eu adorava, avisei “Vou gozar” e ela disse “Da pra mim, goza dentro de mim meu amor, vai, por favor” e eu gozei dentro dela e deliramos juntos, ela caiu de lado na cama e eu deitei ao seu lado, virado para cima, ela me abraçou e recomeçou a chorar, soluçava forte, eu perguntei “Dani, fala pro seu amor, o que foi? O que você tem?” e ela disse “Eu vou voltar para o Canadá”.

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É assim que eu me lembro 1 – Capítulo 13 – Aceitação https://rafaelakhalil.com/e-assim-que-eu-me-lembro-1-capitulo-13-aceitacao/ https://rafaelakhalil.com/e-assim-que-eu-me-lembro-1-capitulo-13-aceitacao/#respond Sat, 19 Oct 2024 17:51:44 +0000 https://rafaelakhalil.wordpress.com/?p=236 location.href="https://rafaelakhalil.com/esse-conteudo-e-exclusivo/";

Acordei, era domingo, o sol estava forte, o ar condicionado do meu quarto mantinha tudo mais fresquinho, eu ouvi o barulho do chuveiro, Christiane estava tomando banho, ouvi quando o chuveiro desligou e ela começou a se secar, ela estava cantarolando e eu me senti bem com isso, fiquei preocupado, achei que ela estivesse tão cansada ao ponto de não demonstrar sua chateação, ela se aproximou e deitou delicadamente, pois achava que eu ainda estava dormindo, se deitou ao meu lado e seu corpo nú estava úmido, virei à cabeça de lado e a olhei nos olhos, ela sorriu e disse “Bom dia dorminhoco” e eu disse “Bom dia” e me espreguicei, perguntei “Está calor lá fora?” e ela respondeu “Insuportável”, se aproximou e me deu um beijo, deixou a cabeça bem pertinho de mim e disse “Obrigada” eu me espantei e perguntei “Pelo que?” e ela disse “Por ter fechado a clinica, dispensado a Fabiana, ter me deixado dormir e ter levado  a minha irmã com você” eu achei que tinha alguma armadilha escondida no meio do agradecimento e disse “Não tem problema, fiz por você” dei um beijinho em seus lábios e  me levantei rápido para ir ao banheiro tomar um banho, assim que entrei percebi que o

calor que saia da janela do banheiro era insuportável, o dia estava realmente muito quente, seria um dia daqueles. Deixei o box do banheiro aberto para não ficar ainda mais abafado, Christiane entrou no banheiro com um biquíni fio dental branco que eu nunca tinha visto, era bem pequeno e a parte de cima tinha apenas uns paninhos minúsculos e era de amarrar, no pescoço e nas costas. Ela não olhou para mim, mas se virou e abaixou de uma forma que eu pudesse ver que ela estava de biquíni novo.

Desde o incidente que tivemos na praia não tínhamos um dia tranquilo assim, provavelmente ficaríamos em casa e aproveitaríamos a piscina, comeríamos e beberíamos sem moderação, veríamos algum filme e seria um dia bem familiar, saí rapidamente do banho, e encontrei Christiane ainda no quarto, mexia em uma gaveta que usamos para guardar documentos, estava abaixada, quando me viu fechou a gaveta de vagar e disse “Vamos tomar café?” eu disse “Vamos” e ela passou por mim sorrindo e me deu um tapinha na bunda, eu disse “Adorei o biquíni” ela parou e olhou para o próprio corpo e deu uma voltinha perguntando “Jura?

achei que você tinha gostado daquele maiô que a Danielle me deu, eu percebi que você gosta dos biquínis dela” peguei a armadilha típica de uma mulher, ela falou isso para que eu admita que gosto dos biquínis no corpo de outra mulher, não no dela, então eu fui me aproximando devagar e disse “Eu adorei o maiô que ela te deu, e ela fica bem nos biquínis, mas eu prefiro eles em você” e dei um beijinho em seu pescoço e a peguei pela cintura, ela me empurrou devagar e abriu um lindo sorriso dizendo “Estou com fome, vamos papar, já são nove horas” fiz que sim com a cabeça, peguei uma bermuda que estava pendurada no roupeiro e sai puxando-a pelo dedinho.

Passamos em frente ao quarto de Danielle, e eu pude ouvir uma musica abafada e um barulho ritmado constante, como uma cama batendo o batente na parede, dei dois tapas fortes na porta e falei “Café, acordem” Christiane me puxou e disse “Acordem? Ela tá com um namorado lá dentro?” e eu disse  “Não, ela esta com a Táta, ela dormiu aqui” e Christiane fez uma cara feia “O que elas estão fazendo?” bateu na porta de novo e disse “Danielle, Tamires, abram a porta” lá dentro

conseguimos ouvir a risada delas e Dani gritou “Já vai” demorou dois segundos para Dani abrir a porta com uma toalha no rosto e disse rindo “Bom dia, o que foi?” Christiane tentou puxar a toalha do rosto mas Dani deu um passo atrás e mostrou apenas os olhos e disse rindo “O que foi?” e Christiane perguntou séria “O que vocês estão fazendo?”, Dani soltou a toalha rápido e puxou Christiane para dentro e disse ainda rindo “Vem ver” Táta fechou a porta eu pude ouvir Christiane falando “Não não, mancada” ouvi uns gritos finos da Christiane e logo depois risadas, a porta se abriu e Christiane estava com o rosto com uma maquiagem toda borrada, olhei para Dani e para Táta e elas estavam parecendo palhaças com seus rostos pintados e perguntei “O que é isso?” e Christiane falou rindo “Brincadeira infernal, de passar maquiagem rápido e com a mão esquerda, nem queira saber mais” eu ri e puxei Christiane, mas ela soltou minha mão e falou, “Vai descendo que eu vou lavar o rosto, por que essas cachorrinhas me sujaram” Dani e Táta caíram na risada e Christiane voltou ao quarto, eu olhei para as meninas e disse “Vamos, lavem o rosto vamos comer”, Dani se aproximou e me deu um selinho dizendo “Bom dia amor” e saiu

para o banheiro, as duas vestiam pijamas de seda com calças compridas, Táta fez  o mesmo e disse “Bom dia tio” eu fiquei com meus lábios parados e ganhei dois beijos, desci as escadas e fui pra cozinha.

Christiane desceu as escadas agora estava com uma mini saia preta, assim que a vi eu disse “Gostei da saia também, andou renovando o guarda-roupas enquanto eu estava fora?” ela olhou distraída pra saia e disse “Essa é da Dani, ela me emprestou” Dani e Táta desceram a escada também, pude ver os seios de Táta, que parecia muito menos inibida na minha presença, assim que desceu a escada terminou de colocar a parte de cima do biquíni, Dani usava um biquíni azul na parte de cima e na parte debaixo um shortinho jeans minúsculo, passou pelo balcão da cozinha e me empurrou falando “Sai dai que eu faço o café” e eu falei “Hoje sou eu que faço” as três me olharam com olhar desafiador então eu levantei, já estava fazendo um café fresquinho e perguntei “O que as senhoritas vão comer?” Dani cruzou os braços ainda desafiadora, só que acrescentou um sorriso maldoso na cara falou “Eu quero panquecas, panquecas com geléia e vocês?”

olhou para Christiane e Táta, Christiane disse “Eu vou quere torta de frango” e Táta disse “Eu vou querer bolo de milho” fiz uma careta olhando incrédulo para as três que explodiram em uma gargalhada única, eu tentei ficar sério mas acabei rindo e disse “Ta bom suas palhaças, me digam o que querem e que pode ser feito por um homem sem treinamento dentro de uma cozinha” então Christiane falou “Ah, agora sim, eu quero dois pães na chapa e um leite gelado, aproveita e deixa o queijo fácil aqui”, Táta disse “Quero dois pães na chapa também e quero café preto” e Dani disse “Eu quero um pão na chapa bem passado mas sem amassar ein e um pão com manteiga, se a manteiga estiver gelada deixa o pão ao lado da chapa para derreter um pouco, só um pouco, entendeu?” e eu disse “Entendi” demorei um pouquinho mas consegui fazer tudo e fui até parabenizado no final.

Ficamos conversando na mesa por algumas horas, Christiane pegou refrigerante, sucos, gelo, vodka e whisky e preparou algumas bebidas, colocou outras no congelador e falou “Vamos pra piscina?” e todos concordamos, fomos para o quintal aonde estava a piscina,

o sol batia forte no quintal, eu tirei minha bermuda e fiquei pelado, todas me olharam ao mesmo tempo, em minha cabeça da última vez em que estivemos os quatro juntos, havíamos ficado mais a vontade, pelados,  mas acho que não era a intenção de Christiane se lembrar disso, mesmo assim ela brincou e disse “Hmm, sol assim é mais gostoso né amor?” e eu respondi “Assim é muito mais” e pulei na piscina, nadei até a borda e chamei-as “A água tá fresquinha, vocês não vem?”, e Dani falou “Vou lá pegar um biquíni e já volto”, Christiane disse “Ei Dani, espera” tirou a parte de cima do biquíni e logo a de baixo ficando peladinha “Você pode ficar a vontade aqui, já falamos sobre isso, seu segredo está seguro conosco” Dani sorriu e falou “Obrigado Chris” correu e deu um abraço na irmã nua, e disse “Mas eu quero marquinhas” e saiu correndo escada acima, Christiane me deu uma bebida, estava fraquinha e deliciosa, algo com abacaxi, Dani voltou com a mesma parte de cima azul do biquíni e agora com uma parte verde escura como calcinha, era bem pequena e enfiado na bundinha, Táta também não tirou a roupa, passou bronzeador e foi logo se deitar no sol,

ficaram as três deitadas lado a lado e todos ficamos conversando, eu fiquei nadando.

Fui sair da piscina para dar um pulo no banheiro, sai e me sequei com a toalha para não molhar a casa, a campainha tocou, peguei o interfone para saber quem era e vi pela câmera que era a minha cunhada Rosana, pedi para ela esperar, peguei minha bermuda e avisei as meninas que ela estaria entrando, abri o portão e ela entrou, estava com uma cara meio estranha e eu perguntei “Que cara estranha, esta acontecendo algo?” e ela disse “Briguei com o Henry, não estamos bem a algum tempo, acho que vamos nos separar” fiquei quieto, e peguei sua mão e falei “Da tempo ao tempo” ela fez que sim com a cabeça, se aproximou de mim e me abraçou, bem apertado, e me deu um beijo no pescoço, senti seu bafo quente quando soltou o ar dos pulmões em mim, me afastei delicadamente, peguei em sua mão de novo e falei “As meninas estão na piscina, vem” e ela veio comigo. Chegamos na piscina e ela falou, Táta, falei com sua mãe e ela pediu para eu passar aqui e pegar você, por que você tá a muito tempo fora de casa e Táta protestou “Ah não” e ela falou “Vamos, só vim aqui te

buscar, to indo pra sua casa e te dou uma carona” Dani falou “Kika, deixa ela que eu levo depois e Rosana disse “Não, a Tânia pediu para eu pegar a Tamires, vamos logo Táta, eu tenho pressa”, Tamires se levantou de cara feia e passou pela tia falando “Vou me trocar, espera ai” conversamos sobre trivialidades e em minutos Táta já estava pronta, com uma blusinha branca, calça jeans agarradinha e tênis, as duas se despediram a distância e foram embora.

Ficamos Christiane, Dani e eu, eu tirei minha roupa e voltei pra piscina, imagino que era por volta do meio dia, o Sol estava muito quente e alto, eu falei “Chris, Dani, venham para a água, esse sol tá torrando”, Christiane que estava bebendo bastante, colocou a bebida de lado e rolou até a piscina, eu ri e Dani se virou com o tibum de Christiane. Christiane nadou até mim e levantou colada ao meu corpo e disse “Você não acredita o que eu vi lá embaixo” e eu perguntei “O que?” e ela disse rindo “Uma cobra” eu também ri e notei que ela já falava mole, acho que beber ao sol não é uma idéia muito boa, muito menos nadar embriagado, ela me abraçou e beijou meu pescoço, colando ao meu corpo e

disse “Ai meu lindinho, eu estava com tantas saudades” vi Dani se levantar e entrar devagar na água, ainda de biquíni Christiane virou para ela e falou “Nem vem ein, ele é meu, você já teve sua chance no feriado” Dani deu um sorrisinho vacilante, o mesmo que deu quando estava bêbada não festa, também estava completamente bêbada e disse “Pode usar, já usei e abusei” Christiane olhou pra mim e disse “É verdade isso, seu safado?” percebi um tom divertido em sua voz, não estava brava com a brincadeira de Dani eu a agarrei para mais perto do meu corpo e peguei em sua bunda, parecia menor que o normal, apalpei sua cintura e percebi que estava mais fina e eu disse “Não abusou nada, Chris, você tá mais magra?” e ela fez que sim com a cabeça, bem rápido e disse “Percebeu? O que você achou?” levantou os braços e se virou, quando estava de costas eu a encoxei e peguei em seus seios apertando os biquinhos e disse “Está excelente, adorei” ela empinou a bundinha e disse “Que bom” se virou para mim e me agarrou bem forte e me tascou um beijo forte e gostoso na boca, meu pau ficou duro rapidinho e cutucou ela, que sem parar de me beijar abraçou meu corpo com os pés, na altura da cintura, meu pau

bateu na porta de sua bucetinha e quase entra de uma vez, escapou e roçou sua barriga.

Chris parou de me beijar, chupou meu queixo e falou baixinho “Eu te amo” e eu disse “Eu também te amo” e sussurrei no seu ouvido tomando cuidado para Dani não ouvir, pois poderia ficar magoada, “Te amo mais que tudo nessa vida”, Chris sorriu e acariciou meu pau que estava para cima, fechou os olhos e mordeu os lábios,passou a mão na cabeça do meu pau e procurou meu saquinho para fazer um carinho, vi ao fundo Dani se aproximando e tirando o seu biquíni, primeiro tirou a parte de baixo e deixou na beirada da piscina, em seguida tirou seu sutiã e eu pude ver seus seios vermelhos com marcas branquinhas de biquíni, então Dani disse “Tão falando algo para eu não ouvir é? falem na cara, covardes” e riu da própria piada. Instantaneamente Christiane abriu os olhos e me olhou, parecia assustada, acho que a bebida fez ela se esquecer da irmã que estava conosco, ela olhou para Dani e meio desconcertada disse “Estava falando como amo meu amor lindo” e tentou sair da posição em que estávamos, mas eu a segurei e ela voltou a entrelaçar as

pernas, Dani estava muito perto de nós e eu beijei Chris novamente, meu pau enrijeceu e Christiane pareceu esquecer de novo a irmã, ela pegou em meu pau e continuou o carinho, eu apertei sua bunda com força e Dani se aproximou, tocando em meu braço, dei uma mão para ela, e ela apertou forte e disse “Showzinho particular de graça, ebaaa” e bateu palminhas de excitação, Christiane parou de me beijar, tomou fôlego e disse olhando para Dani “Presta atenção garota, só dessa vez eu vou te mostrar como uma mulher de verdade trata um homem”, sua  voz estava muito mole, ela se ergueu sobre meu corpo e enfiou meu pau todo de uma vez dentro dela, foi delicioso, Chris olhou para Dani e disse “Sem ofensas tá” e mandou um beijinho para Dani, olhei para cima e vi o sol, fechei os olhos e senti meu rosto quente, ela deu um gemidinho fino, quase como uma risada e começou a rebolar, jogava o corpo para trás e se pendurava no meu pescoço, eu a virei e encostei suas costas na borda da piscina, ela rebolava e se mexia para frente e para trás, estava quase me cortando ao meio com as pernas, me apertando muito, suas mãos arranhavam meu peito, minhas costas e meu pescoço, mas estava delicioso, eu tinha

esquecido do mundo, estava de olhos fechados apenas curtindo aquela bucetinha maravilhosa, nos beijamos novamente e dessa vez meu corpo todo tremeu, senti que Christiane pegava em minha bunda, mas abri os olhos e a vi com os dois braços estendidos horizontalmente na borda da piscina e senti os seios macios de Dani em minhas costas, ela me abraçou em seguida passou as mãos em meu peito e me deu um beijo nas costas e ficou colada enquanto eu comia Christiane, Christiane abriu os olhos, olhou para ver quem estava encostada em sua perna, que  me abraçava e disse para Dani “Hmmm, estamos animadas ein?” fechou os olhos e jogou o cabelo e a cabeça para trás diminuindo a intensidade de rebolado, agora apenas eu estava metendo, ela estava parada e eu entrava e saia gostoso dela, Dani disse “Não tem como não se animar olhando vocês” Christiane riu e tirou as pernas que estava em volta do meu corpo, me empurrou com as mãos e se virou de costas esfregando a bundinhas em mim, esfregou muito alto, quase na minha cara.

Peguei-a pelas pernas e levantei-a quase a fiz sair da piscina, ela deu uma risada e colocou

os cotovelos na borda da piscina eu beijei sua bundinha deliciosa e dei uma lambidinha em seu cuzinho, ela rebolou e riu, vi seus poros se enrijecerem e sua bundinha ficar levemente áspera com o arrepio que surgiu, coloquei-a de volta na água e ela empinou a bunda em minha direção, eu enfiei  minha rola em sua bucetinha com facilidade, estava muito bem lubrificado, mesmo debaixo d’água não era difícil meter gostoso, o balanço da água ajudava. Senti Dani me abraçar de novo, seu pau passou entre minhas pernas e eu virei a cabeça para trás, ela me deu um beijo bem molhado e gostoso, meu pau pulsava, eu estava segurando para não gozar, estava delicioso, o meu movimento de vai e vem ficou mais forte e Dani posicionou seu pau em meu cuzinho, e conseguiu deixar bem na mira, cada vez que eu ia e voltava ela dava um cutucadinha até que ela sussurrou no meu pescoço “Não se preocupa meu anjo, não vou te comer agora tá, só depois” eu confirmei com a cabeça, mas nem assimilei direito apenas continuei a meter gostoso, Christiane começou a estremecer e disse, “Ai amor, vai, vai, assim, assim”, tirei a mão de seus seios e apertei sua cintura com força, ela começou a rebolar, eu estava quase explodindo, não iria

aguentar mais então Christiane deu um gritinho e se empinou mais para trás e disse “Aaaaaiiiiii ammmoooooorrrr” e eu me soltei, dei mais duas bombadas e gozei bem gostoso dentro dela, e ela disse “Ai, que forte, que gostoso, isso goza dentro de mim, dentro da sua esposa” Dani sussurrou em meu ouvido “Que delícia, gozando gostoso” percebi que Dani se masturbava passando pau em mim.

Coloquei uma mão para trás e peguei no pau de Dani e comecei a punhetá-la, passei o dedo na cabeça e ela me apertou e arranhou meu peito de leve, Christiane ainda gemia baixinho e gostoso, e meu pau ainda estava dentro dela, eu me mexia devagar, eu me inclinei para abraçar Christiane e puxei Dani pelo pau para o meu lado, ela disse rindo baixinho “Ai ai cuidado”, passei a punhetar Dani de vagar e abraçar Christiane que estava imóvel, Dani passava a mão em meu corpo e acariciava meu braço e delirava com a punhetinha, Christiane se mexeu e fez que ia se virar, eu parei a punheta e tirei o braço de Dani, Christiane disse “Pode continuar o carinho amor, tá gostoso Dani?” e Dani olhou pra mim e depois para Christiane e disse “Tá sim” e Christiane pegou no pau dela e mexeu

um pouco, parou e disse pra mim “Você ia gostar se eu parasse uma punheta no meio?” e deu uma risada alta jogando o cabelo para trás, estava realmente muito bêbada e disse “Eu to cansada, vamos tomar uma ducha e deitar um pouco? sair desse sol, ai a gente come antes sei lá o que der na telha” concordei com ela e ela veio para mim, largou o pau de Dani e entrelaçou os braços em meu pescoço me deu um selinho e falou “Eu to bêbada”, eu sorri e falei “Jura? Não percebi” e ela falou “Você tá se aproveitando de mim por que eu to bêbada, isso não se faz” e eu disse “Mas amor, você que me agarrou” ela olhou para cima, levantou o dedinho para falar alto e disse “É mesmo” e se virou para sair da piscina.

No caminho abraçou Dani, vi as duas brilhando no sol, seus seios amassados um no outro, biquinhos roçando em biquinho e falou “Você tem potencial nesse pau ein, pena que joga para o outro time, um desperdício” as duas riram, trocaram um selinho sem malícia, largou Dani e foi subir a escada, fui atrás dela e olhei para Dani que estava parada com uma carinha levemente entristecida, eu disse baixinho “Vem” e ela disse sussurrando “Ela

chamou você, não vai querer que eu vá”, Christiane subiu e foi para a ducha que fica ao lado da piscina, eu peguei Dani pela mão, acho que ela ainda se masturbava devagar e puxei comigo, ela veio e fomos para a ducha junto de Christiane, eu entrei na ducha e peguei Christiane pela cintura, ela então olhou para Dani que vinha andando devagar e ajeitando o cabelo e falou para mim, mas com um tom de voz que quem estava em casa conseguiria ouvir “Estranho né amor, uma menina tão bonita, com uma pica dessas, eu acho um desperdício, mas se ela quer, fazer o que né?” eu olhei para Dani e ela sorria, chegou mais perto e disse “Chris, eu não escolhi ser assim, eu nasci sendo mulher na minha cabeça e você tá bêbada” Chris virou para ela e falou quase gritando “Eu não to bêbada” e eu falei “Mais baixo amor” e ela se abaixou e sussurrou “Eu não to bêbada” nós três rimos, estava muito bêbada, pegou no pulso de Dani e puxou para debaixo do chuveiro, Dani se assustou mas não resistiu e deu um gritinho pois a água estava fria, Christiane passou as mãos nas costas de Dani como quem tira o excesso de sabão, passou as mãos rápido na bundinha dela e depois fez o

mesmo comigo, apenas para fazer graça fiz o mesmo com ela.

Desliguei a ducha e começamos a nos secar, eu fui na frente pois me sequei mais rápido, entrei no quarto e me deitei na cama, Chris entrou e foi ao banheiro, o calor ainda estava forte, liguei o ar condicionado como Christiane gostava, Christiane saiu ainda nua do banheiro e perguntou “Cadê a Dani?” e eu disse “Não sei, deve estar se secando”, Christiane deitou ao meu lado e seus olhos estavam quase fechando, ela não lutou e disse de olhos fechados “Você gostou amor, de transar com platéia?” eu disse “Adorei, foi muito bom” ela sorriu e se ajeitou na cama, puxando um lençol fininho e disse “Você quer comer ela?” e eu disse “Quem?” e ela disse “A minha irmã?” eu disfarcei e disse “Dorme amor” e ela disse abrindo os olhos “Não enrola, eu vi você batendo uma pra ela, e ela te encoxando, eu vou fingir que acho que vocês ainda nem brincaram, pode falar comigo, não vou ficar chateada, eu juro” eu olhei para ela, para a cama, para a parede e disse “Sim, eu quero comer ela” e Christiane disse “Ela é linda né? gostosa” e eu disse “É sim, ela parece você” e ela disse “Mais jovem

né?” e eu confirmei com a cabeça, ela voltou a fechar os olhos e disse “Disse, mas não somos iguais” eu disse brincando “Você tem uma coisa que ela não tem” e ela perguntou “Ah é? Qual?” e eu disse passando a mão em sua xoxotinha “Uma bucetinha gostosa” e Christiane disse “Eu tenho outra coisa que ela não tem” e eu disse “Meu amor?” e Christiane riu e disse “Não, celulite” e eu ri junto com ela, ela abriu os olhos e perguntou “Cadê essa menina?” e eu falei, “Não sei, deve ter ido pro quarto dela dormir” Christiane se levantou e disse “Ai, que moleque chato” e saiu pisando duro enquanto amarrava o cabelo, segundos depois voltou arrastando Danielle pela mão e disse “Deita aqui com a gente, eu já falei”, Dani estava vestindo um baby doll rosa escuro, cobria completamente os seios e descia até o meio das coxas transparente, eu conseguia ver sua barriguinha e seu pau mole balançando.

Christiane deitou na cama e falou “para de frescura e vem” Dani ficou de quatro na beira da cama, na parte debaixo e veio subindo, Christiane se afastou para o canto e Dani entrou no meio de nós, Christiane se ergueu sobre Dani e fez um biquinho pra mim, eu

dei-lhe um beijinho nos lábios, ela deu um beijo nos lábios de Dani também e disse “Boa noite” Dani disse “Chris, tá de dia ainda” e ela disse “Você entendeu”, se virou de costas para nós e dormiu rapidamente, em segundos estava roncando baixinho. Dani se virou para mim e disse baixinho com um sorriso no rosto “Meu, não acredito, o que aconteceu?” e riu baixinho, me deu um beijo e eu disse “Vamos esperar ela ficar sóbria para ver o que ela vai falar” Dani fez uma cara de apreensiva e falou “é, vamos esperar”

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É assim que eu me lembro 1 – Capítulo 12 – Tamires https://rafaelakhalil.com/e-assim-que-eu-me-lembro-1-capitulo-12-tamires/ https://rafaelakhalil.com/e-assim-que-eu-me-lembro-1-capitulo-12-tamires/#respond Sat, 19 Oct 2024 17:51:42 +0000 https://rafaelakhalil.wordpress.com/?p=234 location.href="https://rafaelakhalil.com/esse-conteudo-e-exclusivo/";

Fui acordado cedo por Danielle, que me deu um beijinho e me chamou para o banho, cambaleei até a porta do banheiro, ela estava de costas me esperando e descascando a tinta do batente de porta com a unha, eu vi seu cabelo despenteado e passei a mão na sua cabeça despenteando-o mais ainda “Bom dia gata arrepiada”, ela empurrou minha mão e tirou a cabeça respondendo “Bom dia” entramos no banheiro e começamos a tomar um banho, não nos falávamos, não por que tinha algo errado, mas da minha parte eu estava um caco perguntei “Que horas são Dani?”, ela pegou o relógio de pulso na pia e falou “São seis e vinte” eu perguntei novamente “A que horas será o vôo?” e ela falou “Remarquei para cinco pras nove”, eu mal conseguia abrir os olhos assim que ela terminou seu banho eu assumi o chuveiro e deixei a água mais fria, isso me acordou, ela reclamou dos respingos frios nela e saiu do box, foi para a pia e ligou o secador de cabelos que estava pendurado na parede e começou a secar sua cabeleira. Eu saí, me sequei e troquei de roupa, coloquei uma calça jeans, tênis e uma camiseta, liguei para a recepção para perguntar sobre um táxi e eles disseram que havia um ponto em frente

à portaria e que assim que eu quisesse poderia avisar que o táxi vinha até o chalé.

Dani saiu do banheiro, já estava claro lá fora, o sol iluminava a janela fracamente, nenhum raio de sol iluminou seu corpo naquela manhã, ela entrou nua no quarto, mexendo em seu cabelo, andando com o  olhar distante, distraída. Eu perguntei “O que foi?” ela se virou e fez um “Oi?” e eu perguntei de novo “O que foi, por que você tá distante?” e ela sentou na cama e falou “Estou preocupada com o que a Chris vai falar” balançou a cabeça negativamente e falou “Ah, sei lá” se levantou, colocou a mala na cama e separou umas peças de roupa, foi socando tudo que estava fora para dentro da mala e fechando, eu fiz o mesmo com minha mala e quando terminei Dani estava sentada colocando as meias pretas e eu disse “Não fique pensando nisso, vamos ver o que ela tem para falar, de repente não é nada disso que a gente tá pensando ok? só não podemos cair em contradição” ela olhou para mim e ficamos nos olhando nos olhos por uns dez segundos e ela falou “Ta bom” fez que sim com a cabeça, bem devagar, como quem pensa em algo, por uns trinta segundos e ficou me olhando,

balançou a cabeça e continuou a se vestir, colocou sua usual proteção rapidamente, com bastante prática, vestiu uma calcinha amarela de rendinha, em seguida colocou um micro shortinho preto, vestiu um sutiã branco e uma camiseta branca com dois corações cor de rosa na frente.

Eu fiquei observando ela desfilando de um lado para o outro do chalé procurando algo perdido para recolher e guardar na mala, a polpa de sua bundinha estava para fora do shortinho ela andava e de vez em quando puxava ele da bundinha, eu a chamei e disse “Amore, vem aqui” ela se aproximou e disse “O que foi?” eu abri os braços, ela se encostou no meu peito e eu a abracei, ela respirou fundo e disse “Estou com medo” eu também estava preocupado e mas disse “Calma, tudo fica bem no fim, se não está bem é por que não acabou ainda” ela me olhou, sorriu e disse “Isso é frase de livro de auto ajuda ein?” e voltou a procurar coisas no quarto com um sorriso no rosto. Eu perguntei “Tá procurando o que?” e ela falou “Nada específico, estou só vendo se não esquecemos nada” eu também dei uma olhada e não achei nada que fosse nosso. Peguei o telefone e falei “Vou ligar

para o táxi tá?” ela fez um jóia com o dedo e entrou no banheiro com uma caixinha na mão. O táxi chegaria em cinco minutos, peguei as malas e coloquei na varanda do chalé, ela saiu do banheiro de batom e de sombra no olho, estava ainda mais bonita que o normal, olhou em volta e falou “Cadê a mala?” e eu disse “Está lá fora” ela falou “Pega a minha preciso pegar uma coisa” eu peguei a mala e coloquei na cama, ela abriu, fuçou em pegou um pano azul marinho com risquinhas escuras na cor creme ou algo assim, colocou o pano na cama e fechou a mala falando “Tó, pode colocar lá” o táxi chegou, ela pegou o pedaço de pano e abriu, era uma saia estilo colegial e vestiu, eu dei uma risada e falei “Ah bom, pesei que você ia de shortinho, tava tenso já” e ela falou com ironia “É Beto, vou de dançarina de axé para o aeroporto!” eu ri e ela pegou sua bolsa, colocou no ombro, se aproximou e me deu um selinho falando “Sem noção”

Pegamos o vôo sem problema, Dani e eu viemos no avião conversando sobre trivialidades, ela resmungou que havia deixado o seu videogame lá no Canadá e que comprar um novo aqui no Brasil sairia três

vezes mais caro, como sua mãe viria na segunda-feira ela iria trazer suas tranqueiras como Videogame, Computador, Aparelho de Celular, umas roupas, óculos escuros e outras coisas que ela gostava. Ela me perguntou se ela teria que arrumar um apartamento ou poderia morar na minha casa, e eu disse que se depender de mim, ela pode morar lá para sempre, não tocamos no assunto do sentimento da Christiane em relação à isso. Então perguntei “Por que sua mãe vai vir agora? Alguma viagem especial, algum motivo?” ela respirou fundo e disse “Lembra o probleminha que a gente teve na praia? então alguém” e colocou ênfase na palavra “Alguém”, continuou “Contou para ela o que tinha acontecido e parece que esse alguém exagerou mais ainda nos detalhes, então digamos que ela veio para ver como eu estou, se estão cuidando de mim e se não estou armando confusão para vocês. Ela mesma me disse que viria para alugar ou comprar algo para eu morar próximo da faculdade e que poderia levar a Táta” e eu disse “Você quer ir morar com a Táta em outro lugar?” ela balançou a cabeça negativamente, bem forte e disse “Não, não, quero ficar com meu gatinho”, pegou meu braço e colocou a

cabeça no meu ombro, respirei fundo e ela perguntou “O que foi” e eu disse “Estamos quase chegando, vamos falar o que para a Christiane? vamos admitir que transamos ou não?” ela pensou um pouco e falou “Acho que não né? falar assim seria um erro, a gente tem que mostrar de outro jeito, sei lá, se é que existe um outro jeito” e eu falei “O Plano é ficar juntos, não vamos falar com ela separados para não cair em contradição, mas fica acertado então, nós não vamos falar que transamos tá, se por acaso surgir esse assunto e der para falar que nós transamos o feriado inteiro sem ofende-la deixa que eu falo, ou dou o toque tá?” ela concordou comigo.

Estávamos no avião no banco de três pessoas lado a lado, eu no Corredor, Dani no meio e uma senhora na janela. Percebi que  a senhora estava quase caindo em cima de Dani, prestando atenção no que falávamos, Dani percebeu também pois olhou para a senhora e disse de maneira ríspida porém educada “A senhora nos dá licença?” a tizinha pediu desculpas, e envergonhada pegou uma revista, encostando-se na janela do avião. Chegamos finalmente à São Paulo, o sol já estava rachando a cidade, como de costume

no verão, pegamos o carro de Danielle, que estava no estacionamento, seus bancos de couro eram praticamente chapas de padaria, queimavam quem encostasse, Dani pegou duas toalhas e cobriu os bancos e eu disse “Vamos por um filme no vidro, para diminuir a intensidade dos raios solares dentro do carro” ela concordou, voltei dirigindo para casa, chegamos por volta das dez e meia da manhã, assim que avistamos a casa, vi meu carro entrando, era Christiane que voltava da Clínica, o portão iria se fechar mas eu apertei o botão e ele se abriu, entrei logo atrás dela. Quando paramos o carro, olhei para Dani e ela estava ofegante e me olhou assustada, eu coloquei a mão em sua perna e falei “Calma, muita calma, tá tudo bem” ela confirmou com a cabeça, e eu saí do carro, ela saiu também. Christiane nos viu, deu a volta calmamente no carro e pegou sua bolsa no chão do banco da frente colocou-a no caput do carro e nos olhou, tinha olheiras fundas, as partes debaixo de seus olhos estavam roxos, a parte branca de seu globo ocular estava rajado de vermelho, parecia não dormir a dias. Quando nos viu não se deu o trabalho de sorrir, se aproximou de Dani, que estava mais perto e disse “Oi minha linda” e deu um abraço nela,

as duas se abraçaram por alguns segundos e Christiane perguntou “Deu para descansar um pouco na viagem?” e Dani disse “Deu sim Chris, lá tinha piscina também e bastante árvore, foi muito bom” Christiane colocou a mão no rosto de Dani como se a examinasse, sorriu e deixou a mão deslizar vindo em direção a mim, me deu um abraço e um beijinho na boca e disse “Oi meu amor, saudades, como foi a viagem?” e eu disse “Também estava com saudades, foi muito boa e relaxante” o abraço dela se tornou mais pesado, pensei que ela ia cair e tive um reflexo de segurá-la mais forte, mas ela não caiu, parecia que estava bêbada de sono eu perguntei “Você não está dormindo?” e ela sorriu e disse “Só um pouquinho” imaginei que ela não dormia bem desde que fizemos a viagem e ela falou, vou tomar um banho e ir dormir, me acompanha?”, nem esperou a resposta e pegou na minha, mão me puxando.

Tomamos um rápido banho, na verdade  eu dei um banho nela, pois estava muito cansada, coloquei-a nua na cama e liguei o ar condicionado em dezoito graus apontado para a parede, como ela gosta, deitei na cama junto  dela  mas  o  tempo  que  levei  para

ajustar o ar foi suficiente para ela dormir pesado, fiquei uma meia hora deitado com ela para ver se estava tudo bem mesmo e desci, ouvi barulho de panelas no fogo e fui até a cozinha, encontrei Dani dançando animada com fone de ouvido branco e mexendo nas panelas que estavam no fogo, quando me viu perguntou “Vocês vão almoçar agora?” e eu disse “Eu estou com fome, mas a Christiane, você pode esquecer, ela está desmaiada” ela se aproximou de mim e me abraçou pelo pescoço e me deu um beijo nos lábios dizendo “Ela tá com cara de cansada né, acho que ficou muito preocupada com a gente junto lá no chalé, não deve ter dormido nada” e eu disse “Sim, da pra ver na cara dela que ela só sossegou quando a gente chegou, não sei nem se era por imaginar que estaríamos fazendo algo errado, mas preocupação mesmo” Dani concordou e ficou olhando para o nada, com o olhar perdido e eu perguntei “Ta fazendo o que pra gente comer?” ela despertou do transe e falou “Ah é uma receita super sofisticada que eu aprendi lá no Canadá, você vai adorar” e eu perguntei “Como é o nome?” e ela falou “Arroz, Batata frita e Bife” eu ri e perguntei “Comida típica

ein!, quem te ensinou?” ela riu e disse “Minha mãe, o Steve adora arroz” rimos juntos.

Almoçamos por vota de uma hora da tarde, fui olhar Christiane no quarto diversas vezes, nem sinal dela acordar, ainda dormia pesado. Terminado o almoço fiquei com Dani, no sofá assistindo TV, eu deitado em um sofá, e ela aos pés do meu sofá fazendo as unhas do pé e das mãos. A Campainha tocou, e eu fui ao interfone ver quem era, era Táta que veio nos visitar, abri o portão e ela entrou, assim que me viu disse saltitante e radiante “Oi tio!” me deu um beijo na bochecha e um abraço apertado, estava com uma única peça, um vestido amarelo claro com florzinhas em tons claros, azul, verde e laranja, tinha alcinhas bem fininhas, uma graça, eu disse “Oi, ouvi dizer que você anda trepando por ai” ela sem tirar o sorriso dos lábios disse “Ah, a tia te contou!” e eu disse “Claro, ela me fala tudo, você gostou?” ela disse revirando os olhos “Amei!” eu ri e disse “A sua tia tá lá na sala” e ela foi lá correndo, fui ao quarto e olhei Christiane de novo, ela dormia, tinha uma expressão despreocupada no rosto, encostei nela e ela disse “Não vai embora não, por favor, eu te amo “, me aproximei mais e ela

me abraçou e disse “Eu juro que eu te amo, eu juro, promete que não vai embora”, deveria estar sonhando com algo, fiquei lá até que o abraço dela se afrouxou e eu voltei para a sala, assim que cheguei encontrei Táta com as alças do vestido baixas e mostrando algo para Dani que olhava atenta, quando eu me aproximei brinquei “Já vão começar a putaria é?” e me deitei no sofá, Táta disse “Não tio, é que eu fiz umas marquinhas de biquíni bem pequeno e o menino me chupou aqui ó” mostrou para mim o peito,entre o ombro e o seio uma marca roxa, como um vergão, eu olhei e falei preocupado “Isso tem cara de pancada” e ela disse “Não tio, não precisa se preocupar, ele disse que amou minhas marquinhas e deu uma chupadinha para marcar que eu era dele” terminou de falar, ela e Dani riram, Táta falava enquanto Dani lixava suas unhas da mão.

Danielle então perguntou “E o pau dele?” Táta perguntou “O que tem?” Dani retrucou “Como é? Grande, pequeno, grosso, fino?” e Táta disse “Ah, é gostoso, eu sei lá como é Tia, nem reparei, só sei que é gostoso” Dani murmurou um entendimento e eu brinquei “É grande igual ao meu?” e Táta me olhou como

se não quisesse ofender e disse “Ah, tio…é diferente, o do senhor é mais grosso” Dani disse então “É igual ao meu?” e Táta disse “Não, maior” e brinquei “Maior que o pau da Dani então é uma aberração, o meu é maior e mais grosso que o dela” Dani riu e falou “Grosso mesmo é daquele seu amigo, como é mesmo o nome dele?” e eu disse “Rômulo” Táta perguntou “Você viu o pau de outro cara?” e Dani falou “Você não sabe de nada, levaram a gente para uma festa de swing e nem nos avisaram, esse tal de Rômulo estava bêbaço e eu fiz um Streep tease para ele gozar, ele gozou gostoso não é amor?” eu olhei para as duas com uma careta e falei “Sei lá” Dani riu e disse “Não fica assim meu lindo, adoro seu pau, não trocaria o seu por uma dezena daqueles” eu fiz outra careta e mostrei a língua como ela sempre fazia, e voltei a assistir TV, Dani então contou tudo do nosso encontro para Táta que ficava perguntando os detalhes, e eu confirmando a história, levantei mais umas três vezes para ver Christiane, que ainda dormia.

Já era por volta das seis horas da noite, resolvi então que não iria acordá-la, fui até a clínica para ver como estavam as coisas e lá

encontrei duas pessoas na recepção com cães na mão, cumprimentei a menina do atendimento e entrei para falar com a Veterinária nova e ela estava ocupada, aguardei no corredor e ela veio falar comigo “Você é o próximo?” era uma menina de seus 25 anos de idade, devia ser formada já, pois tinha uma postura profissional e era bem auto confiante, era negra, tinha os cabelos também negros e os olhos castanhos, seu rosto cumprido e de traços fortes porém delicados, uma coisa difícil de explicar, muito bem maquiada, sua pele era fosca e produzia um reflexo estranho e bonito nas luzes do consultório, achei-a uma mulher  bonita, devia ter aproximadamente 1,80 de altura, era uma mulher alta, de salto ficou da minha altura, eu disse “Eu sou o Alberto, marido da Christiane” ela se aproximou e me deu um beijo no rosto e um pequeno abraço lateral “Oi Senhor Alberto, prazer, eu sou a Fabiana, tá um inferno hoje aqui, tá tudo bem com a Dra. Christiane?” eu disse “Está sim, mas ela está muito cansada, deixei ela dormir vim aqui para fechar a clínica por hoje, não vamos abrir essa noite” ela me olhou e disse “Puxa, se tivesse me avisando antes eu tinha desmarcado meu compromisso e ficava aqui a

noite” e eu disse “Não, vá descansar, ninguém merece trabalhar doze horas seguidas depois mais doze sem descanso, ela sorriu e falou “Então tem que fechar a porta para não entrar mais ninguém, hoje não tem ninguém internado da para fechar tudo e sair” concordei com ela e voltei para a recepção, ajudei a menina a fechar a porta e expliquei para as pessoas que estavam na recepção que elas seriam atendidas normalmente e que a clínica fecharia por hoje. Dispensei a menina da recepção e fiquei navegando na internet a esmo e olhando alguns documentos, vendas do dia e etc até que o telefone tocou e eu atendi “Clínica veterinária” a voz do outro lado demorou uns segundos para falar “Por favor, a Dra Fabiana” e eu falei “Ela está atendendo no momento, posso te ajudar?” e ele falou “Eu sou o Isidoro,marido dela, vim buscá-la, estou aqui na frente da Clínica mas está tudo fechado” e eu disse “Ah sim, vou abrir a porta para você, um momento”, abri a porta apareceu um negão de uma altura incalculável para mim, vocês devem entender como é estranho, eu tenho aproximadamente 1,90 de altura, tão largo quanto alto e o tom de pele tão negro e fosco quanto o de Fabiana, vejo todas as pessoas de cima, e

sempre olho para baixo para conversar com alguém, quando aparece alguém que me faz levantar a cabeça para falar me causa estranheza, assim que entrou eu fechei a porta novamente ele me estendeu a mão e perguntou “Você é o recepcionista da noite?” e eu falei “Não, sou marido da Dra. Christiane, a proprietária” ele corou e disse “Ah, desculpe” e eu disse “Sem problemas, me chamo Alberto” e ele estendeu a mão novamente “Isidoro, é um prazer”, expliquei para ele sobre Christiane não vir e ele ficou do outro lado do balcão conversando comigo, era dentista, gente muito boa e eu perguntei “Cara, que tamanho é seu consultório? Você é gigante” e ele falou “É bom que eu faço extração de dente sem anestesia” e rimos.

Fabiana terminou de atender todos os clientes e já era por volta das nove da noite, eles saíram, eu fechei tudo e fui embora também, voltei para casa e encontrei Christiane sentada no sofá com os olhos inchados, comendo um lanche que provavelmente Dani havia preparado, sentadas ao chão estavam Dani e Táta lixando e pintando as unhas do seu pé e eu disse “Nossa, pensei que você não acordava mais”

quando me viu, ela colocou o prato de lado e abriu os braços me chamando, me aproximei e ela me agarrou no pescoço, e me deu um beijo de língua rápido e disse “Eu tava com saudades” e eu disse “Já já a gente mata essa saudade” Dani e Táta riram e continuaram o seu trabalho, eu expliquei que fechei a clinica e ela ficou chateada, queria ir trabalhar, mas resolvi dar um descanso para ela. Assim que ela terminou de comer se esticou no sofá e colocou a cabeça no meu colo, dormindo imediatamente. As vantagens de ser grande e se namorar ou casar com mulheres pequenas é que podemos pegá-las no colo, peguei-a e levei-a para o quarto, ela adormeceu no caminho.

Voltei e fiquei com as meninas vendo TV, Dani deitada em meu colo e Táta sentada no chão com a cabeça em minhas pernas, o filme terminou tarde, por volta de meia noite e meia, assim que acabou eu desliguei a TV e falei “Vamos pra cama que não é hora de criança ficar acordada” ela riram e subiram a escada, eu perguntei “Tamires, avisou sua mãe que você vai dormir aqui?” e ela gritou lá de cima “Avisei”, dei uma limpada rápida na sala, peguei o prato de Christiane e levei para

a cozinha, peguei a caixinha de unhas de Dani, ela deixou aberta e no chão da sala, fechei e peguei, resolvi tomar um banho e ir para a cama, passei pelo quarto de Dani para entregar a caixa e bati na porta levemente, e ela se abriu, olhei na cama e vi apenas algumas roupas em cima e não vi as meninas, ouvi o barulho de chuveiro e conversa e risadas, e imaginei que estavam tomando banho, levei a caixinha até meu quarto, tirei minha roupa e me enrolei na toalha, fui ao quarto delas e bati na porta no  banheiro, Dani perguntou “Quem é?” e eu disse “Sou eu né, quem mais seria?” ela abriu a porta e disse “A Chris” estava completamente nua, seu pau estava duro, apontando pra cima, assim que me viu pegou minha toalha e puxou para arrancá-la, meu pau já começava a latejar, ficando duro também, eu olhei para o pau dela e perguntei “Isso é pra mim?” e ela falou “Agora é” se aproximou de mim e eu dei a caixinha para ela dizendo “Você deixou no chão lá embaixo” ela pegou, delicadamente, passou por mim e colocou dentro do guarda- roupas, voltou e me deu um abraço de frente, levantando a perna como quem quer escalar  e nos beijamos na boca, bem gostoso, peguei em sua bundinha e apertei, sentia seu pau

roça molhado na minha barriga, o meu estava no meio de suas pernas, roçando seu saquinho.

Terminamos o beijo e eu olhei para o boxe e vi que Táta estava lá dentro mas não conseguia vê-la pois o vidro não permitia, Dani me puxou pela mão e assim que entrei vi Táta peladinha, seu corpinho estava mais moreno que o normal, mostrava marquinhas de biquíni bem branquinhas, bem definida, em sua bocetinha apenas um pequeno bigodinho de pelos e uma marquinha que cobria até os pelinhos, se virou de costas para se ensaboar e eu vi que sua bundinha tinha a marca de uma calcinha fio dental, Dani disse “Tira o olho ein seu safado” e me deu um tapa na bunda, eu disse “É difícil ein, uma ninfetinha dessa” e Dani disse “Vai lá, soca a rola então” Táta disse “Não tia, que isso?” e eu falei “Calma Dani, ninguém tá brigando aqui” e abracei ela, que falou “Você é meu, só meu” e me mordeu no pescoço e depois no peito, me beijando, em seguida pegou o sabão e começou a me ensaboar, eu também a ensaboava, Táta se aproximou e começou a ensaboar as costas da tia, minhas mãos as vezes encontravam as mãos de Táta que

parecia envergonhada com os encontros “casuais” de nossas mãos, Ensaboamos Dani completamente, esfregamos as costas, braços peito, eu abri as bandas de sua bundinha e passei a lavar seu cuzinho, assim que coloquei o dedo ela riu baixinho e empinou a bundinha, coloquei sabão e esfreguei por fora, em seguida enfiei o dedo devagar dentro dela, ela disse “Ai, filho da puta” e pegou nas mãos de Táta que esfregava seus seios, Táta disse “Ai tia, eu queria ter os peitos bonitos iguais aos seus” e Dani de olhos fechados apenas fez que sim com a cabeça, percebi que o pau de Dani ficou duro, Táta pegou-o e lavou, terminado de enxaguá-lo, Dani falou para mim “Vamos ensaboar e lavar a Táta tá, mas cuidado” e eu disse “Cuidado com o que?” ela me olhou e colocou o dedo no meu nariz repetindo a mesma palavra pausadamente de maneira severa “Cuidado” eu e Táta rimos, peguei Táta pela cintura e puxei-a para perto de mim, para que eu conseguisse encoxá-la, meu pau ainda estava um pouco duro mas ela se virou e eu peguei-a de lado e começamos a ensaboa-la, ela riu e abriu os braços, fizemos cócegas e a ensaboamos, eu peguei em sua bundinha e apertei, ensaboando muito bem, abri seu

reguinho e passei o dedo lavando seu cuzinho, o que fez ela dar um passinho para frente e dar um gritinho baixo, apesar de Dani já ter esfregado o corpo dela todinho rapidamente eu refiz todos os movimento, esfreguei com uma bucha suas pernas, bundinhas, lavei a bucetinha passando o dedo em seu grelhinho, assim que a toquei, fiz uns movimentos circulares, ela deu uma tremidinha e olhou assustada para Dani que sorriu e disse “É bom né?” ela confirmou e eu me demorei mais nos movimentos circulares, Táta fechou os olhos, Dani passou a mão aonde eu estava mexendo e eu tirei a mão, queria evitar brigas por ciúmes, Dani então assumiu a siririca para ela, eu peguei nos lindos e delicados seios Táta e lavei-os, peguei em seus biquinhos e apertei de repente, Tatá se encosta na parede do banheiro e diz “Ai tia!”, olhei para baixo e Dani estava com um dedo na bucetinha de Táta, fazendo delicados movimentos de vai e vem.

Dani estava ajoelhada, enfiava o dedinho na bucetinha de Táta e lambia seu grelhinho, o sabão escorria na cara de Dani que parecia não se importar, fui para trás de Táta e a encoxei, tive que me abaixar, abrindo as

pernas por causa da altura, coloquei meu pau no meio de sua bundinha e vi Dani me olhando por cima do ombro de Táta, mas nada falou, apenas voltou a lamber o grelhinho da sobrinha, beijava sua virilha, suas pernas e pegava em sua bundinha, encontrou meu saco e começou a acariciá-lo, eu estava com o pau bem duro empurrando a portinha de Táta, enquanto pegava em seus seios e passava a mão em seu corpinho delicioso, Táta deu um gemidinho e disse “Ai tia, ai tia, assim, assim” e rebolou gemendo baixinho, até que empinou a bunda para trás e meu pau quase entrou em seu cuzinho devido ao sabão, quando a cabecinha forçou sua portinha ela virou o corpinho fazendo meu pau sair de sua bundinha e começou a se contorcer e virou a cabeça para mim jogando o peso todo para trás, ela me olhou nos olhos e havia magia em seu olhar, eu aproximei minha boca e ela lambeu meus lábios, correspondi e trocamos um beijo gostoso e molhado enquanto ela tremia na mão de Danielle, não sei se Dani notou o beijo, se notou, nada falou, segurei Táta uns segundos até ela se recompor, então ficou de pé e colocou as duas mãos na xoxotinha e a apertou dizendo “Ai tia, que gostoso, lá

latejando” e Dani disse “Eu falei pra você que eu sabia como satisfazer um homem e uma mulher, eu sou foda” rimos e Dani falou, agora o banho é no Beto, e as duas começaram a me esfregar, a principio sem malícia, esfregavam costas, rosto, pernas, braços, até que Dani esfregou bastante minha bunda, abriu as bandas de minha bundinhas e passou bastante sabão, esfregou muito e tocava sempre meu cuzinho, ela colocou o dedinho e deixou, eu pisquei o cuzinho e ela sorriu olhando pra mim, fez como eu havia feito com Táta, colocou o pau no meio das bandas de minha bunda forçando a entrada no meu cuzinho, eu abri as pernas um pouco para ficar da altura dela, Táta então encontrou meu pau, e começou a ensaboá-lo, logo ele ficou em estado máximo de dureza, ela lavou meu saco, minha virilha, e puxou a cabeça do meu pau para trás, ensaboando desajeitadamente, doeu um pouco pois é muito sensível mas eu não fiz nenhum movimento, deixei ela fazer o que quisesse, ela então me punhetou umas dez vezes e Dani falou “Já tá limpo aí Táta” a menina sem nada falar, pegou meu pé e lavou, um de cada vez. O Pau de Dani estava duro e latejando em meu cuzinho, podia sentir ela mexendo para

frente e para trás e me deixando lubrificado com o liquido do seu tesão, ela me abraçava e mordia minhas costas, elas me enxaguaram e ficamos os três de banho tomado, então Dani falou, “Táta, eu vi que você e o Beto estão com tesão um no outro” Táta negou “Não tia, a gente tava só brincando” Dani disse “Cala a boca, você acha que eu sou besta? Eu não to brava” e pegou no meu pau duro e começou a massageá-lo, enquanto massageava o próprio pau que endureceu rápido e falou “Lembra que eu falei pra você que ia te dar uma oportunidade única?” e Táta disse “Sim” e Dani perguntou “você quer agora?” e eu perguntei “O que é?” e Dani me falou “Ela quer chupar dois paus ao mesmo tempo, você topa?” e eu falei “Se ela quiser e estiver tudo bem pra você, por mim tudo bem” Táta nos olhou e ficou olhando para nossos paus, Dani disse “E ai, vai querer?” ela fez que sim com a cabeça, Dani então pegou meu pau e puxou a cabecinha, pegou o dela e fez o mesmo e colocou a cabeça do meu dentro da pelinha dela, é uma sensação fantástica e começou a bater uma punheta e eu perguntei “Tamires, você da conta da gente” e ela falou “Não sei”, Dani riu e falou “Se não der conta nós vamos te pegar ein”

Dani e eu rimos e Táta deu um sorriso nervoso.

Táta se sentou e Dani se aproximou, com o pau duro, a sobrinha pegou o pau da tia e deu um beijinho, uma lambida e olhou para mim, eu me aproximei e ela pegou em meu pau também e fez a mesma coisa e olhou para Dani, na seqüência agarrou meu pau e colocou-o na boca, mamando bem gostoso, bateu os dentes na cabecinha na hora de tirar e trocar de pau, quando abocanhou o pau da tia, Dani gemeu e me abraçou de lado, dei- lhe um beijo na boca e ela gemia baixinho enquanto me beijava, e me perguntou “Está gostando?” e eu fiz que sim com a cabeça então Dani fez “Ai, Táta, lembra o que eu falei, cuidado com os dentes, machucam” Táta disse “Desculpa tia” e veio para  meu pau, tomou mais cuidado realmente, a chupada estava maravilhosa e sem dentes, a mamada estava maravilhosa, mas bem devagar, Táta estava curtindo cada segundo, eu também mas Dani me disse sussurrando no meu ouvido”Quando ela trocar de pau bate uma rapidinho senão a gente fica a noite inteira aqui” pelo barulho do chuveiro aberto, Táta não ouviu, continuou a chupar, Dani já

batia uma gostosa punheta e quando ela largou meu pau eu comecei a me masturbar rápido, estava muito gostoso, Táta tinha as mãos macias, eu acariciava a bundinha de Dani que me devolvia o carinho, quando Táta largou o pau de Dani, ela bateu uma punhetinha rápida e eu estava quase gozando e falei “Ai Tátinha que delícia, eu vou gozar” e ela tirou meu pau da boca e ficou beijando e punhetando a mim e a Dani, Dani então disse, eu também vou, e acelerou a punheta, a menina ficou lambendo os dois paus, tirou a boca deles e ficou beijando um e outro, eu gozei primeiro, o jato bateu na testa de Táta que se assustou um pouco mas levou meio segundo para se recompor e continuar a chupar Dani que gozou em seguida, Dani maldosamente, imagino eu, segurou a cabeça da sobrinha e encostou o pau na boca dela, a Táta fechou a boca e o jorro da gozada saiu nos lábios, ela colocava o restante para fora da boca e lambia nossos paus, beijava e chupava de novo agora toda babada, com porra escorrendo de seu rosto e melando seus seios.

Táta parou de chupar nossos paus, estava ajoelhada, colocou as duas mãos no meio das

pernas e disse “Como foi?” eu disse “Fantástico” e Dani disse “Foi ótimo, mas da pra melhorar, tá com medo de porra é?” e Táta falou “Ai tia, fiquei com receio, sei lá” e se levantou, Dani deu um selinho nela e falou “Não tem problema”, Táta me deu outro selinho e entrou debaixo do chuveiro nos enxaguamos e nos secamos, as duas deitaram nuas na cama, abraçadinhas preparadas para dormir, liguei ar condicionado delas e dei- lhes um beijinho de boa noite, não sem antes apertar a bunda de cada uma delas, Dani não viu eu apertar a bunda de Táta, eu enrolei minha toalha em volta do corpo e cheguei ao meu quarto, Christiane dormia com uma expressão angelical no rosto.

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É assim que eu me lembro 1 – Capítulo 11 – É uma cilada bino! https://rafaelakhalil.com/e-assim-que-eu-me-lembro-1-capitulo-11-e-uma-cilada-bino/ https://rafaelakhalil.com/e-assim-que-eu-me-lembro-1-capitulo-11-e-uma-cilada-bino/#respond Sat, 19 Oct 2024 17:47:36 +0000 https://rafaelakhalil.wordpress.com/?p=231 location.href="https://rafaelakhalil.com/esse-conteudo-e-exclusivo/";

Fomos comer algo, e no restaurante as pessoas conversavam alegremente, já haviam comido e agora apenas bebiam, Dani e eu almoçamos um lanche, pois não havia mais almoço. E recebemos o convite para a festa noturna, um dos rapazes que conversamos na piscina, cujo eu não sei o nome, nos abordou e disse “Vocês vão na festa de hoje a noite né?” e eu perguntei “Que festa?”, ele pegou no bolso um papel com o anuncio da festa, aonde estava escrito “Festa do ‘A vontade’ – Venha para a festa da maneira como você se sente a vontade” ele me explicou que a festa era muito descontraída, já acontecia a uns 10 anos seguidos e nela o que contava era a descontração e disse “Na festa vocês podem se vestir da maneira com que acham mais confortável, vale pijama, cueca, sunga, biquíni, pelados, vale homem se vestir de mulher e etc e ninguém pode recriminar ninguém”. Achei interessante a premissa e disse “Legal, mas funciona? ninguém zoa ninguém?” e ele disse “Até hoje não ouve nenhum caso, o que vale é o respeito, é uma festa da diversidade, aonde a única coisa que não é tolerada é a intolerância” Dani falou “A gente vai sim, nem que seja para dar uma olhadinha”, o cara sorriu e saiu

cumprimentando-nos e eu perguntei pra ela “Nós vamos mesmo?” e ela falou “Falei mais pra dispensar o cara, que chato” achei engraçado, já eram quase seis horas da noite e as pessoas saiam para se vestir e voltar para a festa, resolvemos então voltar para o chalé, entramos e deitamos na cama.

Eu perguntei “E aí, como era a vida lá no Canadá?” e ela falou “Era frio pra cacete” e eu perguntei “O ano todo?” ela disse “Não, mas pelo menos uns 7 meses por ano é um frio da porra” ficamos olhando para o teto e ouvindo musica, ela colocou uma da banda Slipknot que ela adora, fiquei ouvindo com ela, não estava muito alto e eu perguntei “Você tinha muitos namorados lá?” e ela falou “Eu tive alguns, namorados, namorados mesmo só um. E você teve muitas namoradas?” e eu respondi “Não, antes da Christiane eu tinha beijado apenas algumas poucos mulheres e namorado mesmo apenas uma, durante uns 5 meses” ficamos em silêncio de novo e ela me perguntou “Transou com quantas, antes da minha irmã?” e eu respondi “Transar de verdade, foi apenas com sua irmã, antes disso foi só uma esfrega, cheguei a ficar pelado com uma menina e brincamos mas não

transamos” e ela virou de lado na cama para me olhar, se apoiou no próprio braço e perguntou “Por que?” eu demorei um pouco e ela disse “Se não quiser não precisa falar” e eu disse “Não tem problema, eu era muito novo, tinha uns 16 anos e ela uns 25. Queríamos transar, para que ela me mostrasse como era, mas eu desisti, ainda tinha a esperança de ter minha primeira vez com o amor da minha vida” ela passou a mão no meu rosto e disse “Que fofo” se aproximou de mim e me abraçou, colocou a cabeça no meu pescoço.

Então eu perguntei “Vamos à festa ou não?” e ela falou “Estou pensando, vamos ver como é né, já estamos aqui” concordei e ela perguntou “Você vai vestido como?” e eu disse “É para ir a vontade né, eu vou com uma camiseta que eu uso para dormir e de calça jeans e tênis, isso pra mim é confortável e você?” ela murmurou e depois disse “Eu vou de gótica igual eu andava lá na casa da minha mãe” e eu me surpreendi “Gótica?” e ela disse “É, eu andava que nem uma maluca com batom preto e vestido gigante preto, parecia uma defunta” e riu, eu ri também e perguntei “Você trouxe um vestido desses pra cá?” e ela

balançou a cabeça dizendo que não e disse “To pensando nisso” mal terminou de falar e disse “Já sei!, olha pra lá, vamos ver se você vai gostar” eu me virei e ela saltou da cama e disse “Não olha ein, e jogou um lençol na minha cabeça” eu disse “Tá, não vou olhar” ouvi ela tirando a roupa e pegando mais na mala, ouvi também um barulho de metal, como pulseiras ou correntes, ela demorou uns

10 minutos para se vestir eu disse “Vamos Dani, to curioso” e ela disse “Calma, esperaí” então ela disse “Pronto, vira” e ficou girando devagarzinho no próprio eixo e aguardando minha avaliação, quando olhei para ela, eu achei demais, ela estava com um micro shortinho jeans, mas não era indecente, suas pernas estavam cobertas por uma meia preta com estampa de caveirinhas pequenas brancas, estava com uma bota estilo coturno que ia até o meio da canela, a bota era de salto alto, usava uma camiseta preta da banda Ramones, bem apertadinha, tinha pintado suas unhas de preto, usava batom bem vermelho e tinha o rosto maquiado com cores pesadas, sombras roxas e etc, nos braços diversas pulseiras de prata e correntes que enfeitavam a cintura de seu shortinho, quando terminei de olhar ela me questionou

com ar de preocupada “E ai, o que você acha? to parecendo uma palhaça né?” eu me levantei, peguei ela pela mão e a fiz girar devagar e disse “Como você consegue ficar bonita vestida de qualquer jeito ein?” e ela falou “Você gostou mesmo?” e eu disse “Claro, eu tenho o maior tesão por meninas roqueiras” e ela disse, eu sei, a “Christiane andava assim também né?” e eu disse “Não tanto assim, sua irmã não gosta muito de metais e maquiagem, só um brinquinho” ela ficou pensativa, e eu disse “Mas se ela se vestisse assim como você” abracei ela pela cintura e levantei até o teto “A gente teria trepado muito mais gostoso” ela riu e colocou as mãos no teto, coloquei-a no chão e me vesti, ela lógico, me fez mudar de calça e camiseta umas 4 vezes. Nos preparamos para sair, e ela foi pegar uma coisa no criado  mudo do outro lado da cama e ficou de quatro com a bundinha empinada em cima da cama, eu olhei sua bundinha e ela balançou para um lado e para o outro,  num reboladinho lindo e riu, ela sabia que eu tava olhando, se levantou, pegou uma bolsinha preta a tira colo, me mostrou umas camisinhas e disse “a gente nunca sabe né?” e eu disse “Sua sem vergonha, tá pensando em

dar pra alguém lá?” e ela disse rindo “Não seu bobo, eu só dou pra você” e eu perguntei “Vai comer alguém” e ela disse “Não, eu sou transo, trepo ou faço amor co você, lembra? “Essas camisinhas são pra gente, vai que resolvemos tentar aquele gelzinho que anestesia” e eu disse indignado “Ah! Então é pra você me comer?” ela riu e me puxou pela mão dizendo “Não seu bobo, eu já dei duas hoje, não aguento mais, você que vai me comer” me deu um beijinho nos lábios e falou “Vamos logo” e me puxou pela mão.

Ela foi puxando minha mão em direção ao salão de festas, eu dei um tapinha na sua bunda, ela correu mais rápido e me mostrou a língua, estava toda serelepe de novo, eu gostava dela assim, o telefone dela tocou “Alô, ah, oi Chris, tá ótimo aqui, a gente tá indo pra uma festa” eu percebi que era a Christiane, Dani continuou “Sim, tá aqui, claro né, você acha que eu vou deixar ele sozinho com a mulherada, tá louca?” ela ficou um pouco mais séria “Não…. não, nós não… tá bom” me entendeu o celular e falou, “Ela quer falar com você”, peguei o telefone e Christiane disse “Oi amor, tudo bem aí?” e eu disse “Sim, está tudo ótimo e você, como está

ai?” e ela falou “Cansativo, arrumei uma menina para trabalhar comigo, ela vai ficar na clinica sábado e domingo de dia, eu vou ficar só a noite, estou um caco” e eu falei “Que bom amor, pelo menos você descansa” e ela falou “É, vai ser bom, e vocês como estão ai?” e eu falei “Estamos bem, aqui tem comida, piscina, caverna, cachoeira é bem legal” e ela perguntou “Vocês estão no mesmo quarto?” e eu disse “Sim, estamos” e ela falou “Quantas camas tem?” eu respondi devagar, tentando pensar em algo errado para não dizer “Só tem uma, de casal, o convite era para o casal, lembra?” ela disse “Lembro sim, a Dani tá se passando por mim?” e eu confirmei “Sim, tá sim, e ela tá feliz com isso” ela ficou em silencio e falou “E você, o que acha?” eu disse sem pestanejar “Eu preferia que você estivesse aqui, por isso queria que você viesse comigo” ela falou “Eu sei amor, mas não dava….” um silêncio rápido e ela perguntou “Vocês já transaram?” e eu tive que agir rápido “Amor, para de ciúmes” ela me interrompeu “Beto, ela é linda eu sei, ela se parece comigo quando eu era mais jovem, eu vejo como você olha pra ela, você a deseja” eu fiquei em silêncio “Pode falar pra mim, eu não vou ficar brava, eu amo você e amo ela,

conversei com ela antes de vocês irem, sei que ela é apaixonada por você e não vou te culpar se ela tentar de tudo para vocês transarem” fiquei sem palavras e disse “Amor, a gente…. a gente ficou…” e ela falou “Por favor, só seja sincero comigo, bem, pode curtir sua festa de boa tá, não estou chateada, quando você voltar pra cá vamos conversar, tá bom? nós três” eu disse “Ta bom, eu te amo” e ela falou “Beijo, tchau” e desligou, estava chateada, mas não queria estar.

Dani me olhava apreensiva e disse “O que ela falou?” e eu disse “Ela sabe que a gente tá transando, e está chateada” e Dani falou “Ai, que droga” e eu falei “Ela disse que falou com você e sabe que você gosta de mim” Dani ficou em silêncio e depois disse “É, naquela noite em que você chegou, nós já estávamos conversando a umas três horas, ela sabia de tudo, não tive que falar nada, só confirmar, acho que mulheres de verdade tem mesmo uma intuição sabe, um sexto sentido. Isso eu acho que nunca vou ter” e falei “Então, ela sabe, falei que a gente tinha ficado junto, mas ela disse que a gente vai conversar quando chegar lá” Dani mordeu os lábio “Você

acha que vai dar merda?” e eu disse “Não sei, ficamos parados em frente ao salão nos olhando eu respirei fundo e disse “Vamos dar uma olhada na festa, não adianta ficar pensando nisso agora” peguei Dani pela mão e entramos na festa.

Entramos na festa e não havia recepção,  creio que devido ao evento ser fechado, lá no salão que ainda não havíamos ido haviam vários sofás, TVs, telões e mulheres em trajes mínimos em espécies de quiosques, era praticamente uma feira. Por nós passaram quatro mulheres apenas de lingerie, eu as segui com a cabeça e Dani me deu um soco  no braço e falou “Ei, olha eu aqui” eu me desculpei e falei “Festa estranha ein” ela olhou ao redor e disse “É, estranho mesmo” entramos e Dani largou da minha mão, voltou com duas bebidas, uma vermelha e uma verde, e me deu a verde, perguntei “O que é isso?” e ela disse “Sei lá, bebe ai e descobre” eu sorri e bebi, era alcoólico, forte, mas muito doce e bom. Apenas Dani e mais uma das esposas não estava de Lingerie, todas as outras estavam, Dani atraia muitos olhares, percebi que as mulheres olhavam torto para ela, pois estava totalmente inesperada, o

cara me explicou que era para ir a vontade, mas a maioria levava aquilo para o lado do sexo, justamente Danielle e eu, por ironia do destino, não levamos para o lado sexual. Algumas pessoas vieram falar conosco, conversamos com várias pessoas e eu já estava meio tonto por causa do Álcool, re solvi me sentar e Dani veio ao meu lado, percebi que ela estava meio devagar também, eu bebi um copo grande cheio e ela quase havia matado o dela também, estava ficando bêbada assim como eu. Olhei para o banco da frente onde estávamos e uma das mulheres que tinha saído com Dani a tarde estava sem a parte de cima do sutiã e dois caras, o Marido e um desconhecido a beijavam nos seios, Dani encostou a cabeça no meu ombro parecendo não entender e ficamos observando. Adormecemos por alguns instantes e eu acordei com um clima diferente, acho que dormimos cerca de uma hora inteira, ouvia gemidos, olhei em volta e vi diversas pessoas transando em cima dos sofás, no chão, nas mesas, acordei Dani e mostrei para ela, ela observou tudo, me olhou com a cara amassada e os olhos semicerrados e falou “É uma cilada Bino!” eu ri e ela falou “Vamos andar senão vão comer

nós dois aqui, têm um cara me olhando e babando”, levantei e a puxei e fomos dar uma volta e realmente, 95% das pessoas estavam transando, algumas descansavam, mas todos exceto eu e Dani, estavam Nus. Uma moça de uns 35 anos nos abordou, estava nua, branca e tinha tatuagens pelo corpo todo, olhou para Dani e disse “Nossa, como você é linda, adorei seu modelinho” Dani agradeceu e me puxou eu não quis ser indelicado com a mulher e observei “Gostei de suas tatuagens, dão um contraste legal na sua pele” ela falou “Obrigada, eu adoro elas. Vocês não querer meter um pouquinho? Se quiserem vamos para um chalé” Dani interrompeu “Não queremos não, hoje eu não posso, estou menstruada, tchau” e me puxou para sairmos da festa, conseguimos sair e ela falou com uma voz irritante e disse “Gostei das suas tatuagens, seu sem vergonha” eu ri e  ela disse “Não sabia que você gostava de tatuagem” e eu disse “Eu acho bonito, principalmente em peles bem branquinhas assim como a sua” e me aproximei para beijá- la, ela tentou corresponder, mas nossos lábios não se encontraram, rimos da situação e ela disse “Vixe, acho que a gente tá bêbado” eu concordei e disse “Que loucura você quer

fazer? Por que dependendo do que a Christiane nos disser, pode ser que acabou” ela ficou triste “Você acha?” e eu disse “Não quero pensar nisso” agarrei ela e peguei no colo, ela riu e disse “Aonde vamos?” e eu disse “Você eu não sei, mas eu vou comer uma bundinha bem branquinha e empinada” ela jogou a cabeça pra trás e falou “Vai ter que me xavecar ein, eu não sou facinho assim” eu parei, olhei nos olhos dela e disse “Dani” ela disse “Sim?” com um sorriso nos lábios, tinha o ar de quem acabara de rir de uma boa piada, e eu disse “Posso colocar meu pau quente em sua bucetinha gostosinha?” e ela falou “Vou te falar um segredo” e me chamou para perto dela com o dedinho, inclinei a cabeça e ela falou no meu ouvido “Eu não sou menina, não tenho uma bucetinha, sou menino, e eu tenho uma rola” eu me fiz de surpreso e disse “Então posso comer seu cuzinho?” ela pensou por um segundo e disse “Pode” rimos e eu a coloquei no chão para irmos ao chalé, no caminho encontramos o Rômulo, ele veio pelado, Dani olhou de longe e sussurrou para mim “Olha o tamanho do pau desse cara” ele chegou perto de nós e seu pau estava mole e pendurado, não era grande mas era muito, muito grosso Rômulo então falou “Boa noite casal vinte” e

nós dissemos “Boa noite” e ele disse “Não vão participar da festinha?” ele estava visivelmente bêbado, então Dani falou, “Olha, eu até queria, vim vestida com minha melhor lingerie, mas acabou descendo pra mim no meio da festa, uma droga” e ele concordou “Nossa, que chato” e ela disse, por isso que estamos indo para o chalé, vamos tomar um banho e ele vai comer meu cu a noite inteira” olhei assustado para, Dani olhou para mim e para o pau do cara, percebi que já estava ficando duro, Rômulo falou “Comer cu é uma delícia, eu adoro um cu, vocês vão precisar de ajuda? eu posso ir lá dar um help” e Dani falou, “Ah, mas seu pau é muito grosso, não cabe em mim” e ele falou “Cabe sim, eu coloco devagar” então ele pegou no próprio pau e masturbou-se e eu pude ver que era descomunalmente grande e Dani falou “Faz assim, vou tomar um banho e se der vontade a gente vai pra conversar tá, só conversar primeiro” e ele concordou e disse “Mas apareçam mesmo ein, você é deliciosa” Dani deu um saltinho de menina e deu um beijinho no rosto dele, o pau do cara parecia que ia explodir, não sei como ele não gozou, puxei Dani pela mão e falei “Boa noite” e fui saindo, o cara demorou um pouco e falou “Ei, me

mostra seus peitos?” Dani olhou pra mim e falou “Posso?” e eu falei “Se você quiser, por mim tudo bem” ela riu e levantou a blusa e o sutiã, agarrou os próprios seios e mostrou pro cara, ele se masturbou rápido, estava a uma distância de uns 5 metros e se aproximou Dani disse “Distância ein” eu a abracei por  trás e fiquei vendo a cena e falei “Sua sem vergonha, instiga mais ele” e ela disse “Como?” e eu falei “Levanta as mãos”, ela levantou e eu tirei sua blusa e seu sutiã, ela ficou de topless completo o cara falou “Beto, sua esposa é a mulher mais gostosa do mundo, puta que pariu” e acelerou a punheta, Dani tirou minha camiseta e começou a se esfregar em mim, o cara estava enlouquecido, bêbado e com tesão, Dani tirou as botas lentamente e o cara diminuiu o ritmo, visivelmente estava retardando o efeito do gozo para apreciá-la mais, ela desabotoou o shortinho, se virou de costas para ele e empinou a bundinha tirando-o devagar, ficou apenas de calcinha e com as meias de caveirinhas, fazia poses e se esfregava em mim e perguntou para o cara “Você não vai gozar não é?” e ele falou “Vem aqui me fazer gozar” e ela falou “Não, só meu marido põe a mão em mim” Dani então virou-

se de costas para ele e falou para mim “Agora ele goza, quer ver?”, começou a abaixar a calcinha e a rebolar, deu a calcinha para mim e colocou a mão na sua parte da frente, protegendo o adesivo que segurava sua rola, colocou as botas e andou para um lado e para o outro rebolando, então o cara gozou, urrou e gemeu, olhando pra cima, antes dele se recuperar, Dani pegou as roupas no chão e  me puxou dizendo “Vamo, vamo” corremos e entramos no chalé.

Assim que entramos eu falei rindo “Sua louca” e ela disse “Eu adoro quando ficam me olhando sabia” tirou o adesivo e mostrou o pau que não estava totalmente mole, puxou a cabeça para trás e eu vi que estava molhado, ela me atacou, me abraçou e nos beijamos, ela arranhou minhas costas e foi me empurrando para a perto da cama, abaixou minha calça e minha cueca de uma vez e abocanhou meu pau, olhou para mim com meu pau na mão e disse “Agora eu vou ser a mulher, se você me impedir de novo eu te dou um soco na cara” eu me senti na cama e deixei meu corpo cair para trás, ela continuou me chupando muito forte, meu pau já estava quase duro devido ao seu streap

tease, ela saiu e pegou a bolsinha, tirou a caixinha com o gelzinho, a caixa era preta mais o gel transparente, ela passou o dedinho no Gel, empinou a bundinha e passou o gelzinho no cuzinho e falou “Ai, que frio” e sorriu, fez umas caretas e foi massageando o próprio cuzinho, então largou e voltou para meu pau, o telefone de Dani tocou de novo, ela atendeu, mas com a outra mão continuou a punheta, “Alô?…. oi meu anjo, estou morrendo de saudades, como você  está?……

eu estou ótima, aqui é super legal, queria  que  você  estivesse  aqui  com  a gente…….

jura?  ………  usou camisinha né? tá

…….. claro……. to sim….” e nesse momento ela largou meu pau e sentou em cima da minha barriga, percebi que ela ainda estava de botas e ainda tinha a meia de caveirinhas que ia até quase sua virilha, ela também, tirou o zíper da bota enquanto falava ao telefone, eu tirou o outro pé e ela disse   “hamram…sim   ……….   ele   tá aqui

comigo…….. o que você acha?” riu e completou “eu passei aquele gelzinho que usamos, sabe?…… então, vamos fazer amor agora….. não      fizemos amor o dia todo, foi

maravilhoso…. tá, tá bom. Também te amo……..     eu     mando…..     tá  bom…..

parabéns, beijo” e desligou, eu perguntei “Quem era?” e ela falou “A Táta, ela transou hoje com um menino que ela gostava, armei esquema para os dois” e eu deixei pra lá, ela esfregou a bundinha no meu pau, com as mãos no meu peito, eu quis penetrá-la e ela falou “Não, tem que por a camisinha, perae” ela pegou um pacote, rasgou rápido e colocou-o em mim mais rápido ainda, e disse “Agora vem” se apoiou no meu peito, com a bundinha empinada e fechou os olhos, eu coloquei meu pau na entrada do seu cuzinho, ela colocou a mão para acertar e foi sentando bem nele e falando “Ai que bom, que gostoso, não dói” e sentou com meu pau dentro dela e ficou imóvel de olhos fechados e eu perguntei “Tudo bem?” meu pau estava todo dentro dela, duríssimo e ela disse “Sim, tá muito gostoso, acho que essa é a sensação de dar a buceta, sem dor, só amor” abriu os olhos e seu sorriso estava radiante, pegou nos próprios seios e começou a rebolar num vai e vem delicioso, eu peguei em seu pau e ela começou a gozar, era um líquido transparente, ela me olhou e disse “Desculpa amor, não pude evitar está muito gostoso, tentei iniciar uma punheta, ela deu um tapa na minha mão e falou “Eu sou mulher hoje”,

então eu peguei em sua cintura e em seus seios, apertava os biquinhos e ela gemia gostoso, ela aumentava o ritmo e quando via que eu estava gozando parava totalmente, de repente ela parou e saiu de cima de mim, e veio se sentar de costas, então eu pude ver seu cuzinho lambuzado engolindo meu pau dentro da camisinha, ela rebolava como ninguém, acho que a visão do seu corpinho balançando gostosamente com a mão levantando os próprios cabelos era mais gostoso que o sexo em si, eu a empurrei devagar e falei “Espera Dani” ela se assustou “Machucou?” e eu disse não, tirei o pau de dentro dela e tirei a camisinha rápido, e coloquei de volta ela gemeu e falou “Aaaaaiii, o que você fez?” eu perguntei “ta bom?” e ela falou “Maravilhoso” falei pra ela, “Agora rebola como se fosse o último pau que você fosse rebolar” ela começou num vai em vem frenético, hora parava e dançava em sentido giratório, hora subia e descia fazendo o pau entrar e sair, até que eu gozei, esporrei forte e como nunca dentro dela, ela continuou a rebolar e perguntou “Gozou amor?” eu estava com uma sensação muito estranha e disse “Gozei, mas não para de rebolar que tá gostoso” ela disse “Anham” e continuou

rebolando, meu pau de repente ficou duro de novo e pulsou e ela falou “Nossa tá maior”, eu a empurrei, tirei e me levantei, peguei-a no colo e a joguei na cama deitada de frente para mim, entrei no meio de suas pernas e coloquei minha rola funda no seu cuzinho de novo e disse “Mulher que é mulher, fode de papai e mamãe”, adoro essa posição pois posso chupar os seios, foi isso que fiz, meti por mais alguns minutos mas senti que meu pau não estava mais me respondendo, foi estranho mas começou a não responder, ficou mole, totalmente mole, mas meu tesão era gigante, resolvi sair de cima de Christiane e  vi que minha barriga estava toda gozada, ela havia ejaculado mais em mim e  sorria dizendo “Eu te amo meu amor, te amo tanto” mordia um dedinho rindo “eu queria que isso nunca mais acabasse”, adormecemos nus no calor do quarto.

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É assim que eu me lembro 1 – Capítulo 10 – Traveco https://rafaelakhalil.com/e-assim-que-eu-me-lembro-1-capitulo-10-traveco/ https://rafaelakhalil.com/e-assim-que-eu-me-lembro-1-capitulo-10-traveco/#respond Sat, 19 Oct 2024 17:47:33 +0000 https://rafaelakhalil.wordpress.com/?p=229 location.href="https://rafaelakhalil.com/esse-conteudo-e-exclusivo/";

Após aqueles minutos de sexo maravilhoso, sem preocupação, sem nos importar com alguém que poderia nos pegar no flagra, ficamos descansando, e resolvemos tomar outro banho. No banho, nossos corpos estavam tremendo devido ao prazer e estávamos muito felizes, Dani estava radiante, me abraçava e ria a todo momento e me disse “Eu estou tão feliz de estar aqui com você, não sei nem como me expressar” e eu disse “Não precisa fazer nada de mais, da pra ver na sua carinha”, nos beijamos, tocamos e abraçamos muito, resolvemos então que não iríamos transar agora, iríamos deixar para mais tarde para não apagarmos o fogo, eu sequei Dani e ela me secou, parecíamos casados de verdade, tamanha era a química que tínhamos. Voltamos ao quarto para escolhermos qual roupa usaríamos, vi Dani abrindo sua mala e pegando um pacotinho que tentou esconder de mim, eu perguntei “O que é isso?” e ela disse “Nada não” e tentou desconversar, eu me aproximei e disse “Um casal não tem segredos meu anjo” e ela entortou o canto da boca e sem me olhar direito me deu o pacote, era um pacote de adesivos para amenizar o efeito de pancadas, daquele que você gruda nas costas,

e eu saquei para que servia, mas mesmo assim perguntei “Ta com dor é?” e ela me disse ainda sem me olhar “Não, isso é pra minha proteção” e eu disse “Ah!, entendi. Mas por que exatamente esse adesivo” e ela me olhou com uma expressão severa e disse “Por que esses tipos de adesivos tem relaxantes musculares que passam pela pele e deixam o músculo relaxado, algo mais?”, tomou pacote da minha mão e ficou me olhando séria eu disse “Meu amor, não precisa ficar brava” e a abracei, ela mudou a expressão no rosto para tristonho, e eu dei um beijo no rosto dela e disse “Você é uma mulher com um algo a mais” ela me olhou sem expressão e eu continuei “Você é linda e tem o melhor dos dois mundos, não menstrua, não engravida e tem um pau para colocar nos outros” ela sorriu e se virou para a mala falando baixinho “Eu queria ter um filho” isso me deixou sem resposta.

Fiquei em silêncio enquanto ela procurava algo na mala e em seguida falei “Você pode ter um filho, basta adotar” e ela disse de bate e pronto “Não assim” apoiou as duas mãos na cama e disse “Eu queria um filho seu” e respirou fundo. Eu a abracei

novamente e disse “Bem, a ciência está avançando, quem sabe um dia não conseguiremos isso. Aliás, como iríamos explicar isso, a gente nem é casado” ela falou “Pode ser que a ciência avance, mas vai demorar, se eu fosse mulher mesmo” ela se ergueu e ficou de frente para mim, estava nua, colocou a mão sobre a barriguinha e continuou “e pudesse engravidar, eu teria um filho seu e não falaria para ninguém de quem ele é, você não precisaria se preocupar” engasguei de novo e ela pegou um adesivo, colou na parte de cima do pênis, abraçando-a complemente, colocou uma perna sobre a cama e puxou todo seu pênis para baixo e para trás, colocou a mão na parte de trás e fixou o adesivo, seu pênis sumiu totalmente fazendo-a ficar totalmente lisinha e deu um tapinha no adesivo me olhando com um sorriso nos lábios mas com o olhar entristecido. Eu peguei uma sunga e vesti, ela pegou um biquíni verde, com camuflagem de exército que não entrava muito em sua bundinha, mas deixava as suas polpinhas lindinhas e branquinhas aparecendo, e foi ao banheiro e ficou penteando o cabelo, eu fiquei esperando-a, sentado no sofá do chalé, ela interrompeu o silêncio perguntando “Você

e minha irmã não tem filhos ainda por quê?” terminando a pergunta colocou a cabeça para fora do banheiro e continuou a pentear os cabelos, me olhando e aguardando a resposta, vi seu seio direito balançando com o jogo do seu braço manuseando a escova e eu disse “Conversamos sobre isso, mas ela é muito indecisa, não sabe se quer ser mãe, as vezes quer, as vezes não quer, as vezes acha que é cedo demais as vezes acha que esta velha” ela sumiu da minha visão e pude ouvir ela dizer “Que imbecil” fiquei quieto novamente.

Ela retornou com os cabelos penteados e soltos, como raramente usava, colocou um biquíni tomara-que-caia, também verde camuflado de exército, colocou ele nos seios e veio de costas para mim e disse “prende pra mim, não gosto muito desse feixo” eu prendi e dei um tapão em sua bunda, ela deu um gritinho e deu uns passinhos para frente, passou a mão na bundinha que ficou vermelha, e tentou olhar para a própria bunda, olhou pra mim e disse “Filho da puta, vai ter volta” eu dei risada e ela saiu do chalé pisando duro e rebolando com uma falsa cara de revolta. Chegamos à churrasqueira da

piscina e havia umas seis pessoas lá, três casais, assim que chegamos eles nos cumprimentaram e as três mulheres falaram “Agora que você chegou Christiane, vamos dar uma volta” Dani olhou pra mim e falou “Se meu marido deixar” e riu, e eu falei “Não vai voltar tarde ein”, ela me deu um beijinho e saiu. Fiquei conversando com o pessoal da empresa que estava lá para curtir o churrasco, me deram logo uma cerveja, tive que beber, mas bebi bem devagar, os caras já estavam altos e ainda era por volta das 11:30 da manhã Rômulo falou “Caras, sabem a Raquel do financeiro? Então, comi ela mês passado” outro cara falou “Essa sim é gostosa ein, parabéns” e parabenizaram o cara eu falei “Não conheço” e um deles falou, “Ela foi na reunião que vocês tiveram ontem, aquela de óculos com o batom bem vermelho” eu pensei um pouco e disse “Ah sim, ela é  bonita” e Rômulo falou, “Bonita não cara, ela é muito gostosa, trepa muuuuito” nós rimos e ele prosseguiu “A Carol (Minha esposa) trepa pra caralho, mas a Raquel, puta que pariu mermão” rimos mais, ficamos conversando mais sobre mulheres gostosas e um cara que eu não lembro o nome disse “Vamos dar nota aqui para as mulheres” Rômulo perguntou

“Quanto vocês dão pra minha mulher?” as meninas já haviam voltado e estava sentadas na beira da piscina conversando, Dani estava na água, apoiada em uma bóia e falando com elas, e completou “De zero a dez” um cara falou “8” o outro disse “8” e eu disse “7” ai Rômulo falou, “Também com uma gostosa dessa que você tem, devia dar zero para todas as outras” eu ri mas apenas por relevar que ele estava bêbado, demos notas para as outras esposas e Dani se aproximou, tinha voltado ao chalé, pego uma mini saia, que ia até um pouco para cima do meio de sua coxa, também era verde e camuflada como seu biquíni e falou “Do que vocês estão rindo?” e eu falei “Coisa de homem” ela sorriu e disse “Acho que posso imaginar” e sorriu, percebi que os caras estavam medindo ela de ponta a ponta, estavam comendo-a com os olhos, ela falou “Oi” para eles e deu as costas, jogando o cabelo, isso óbvio deixou os caras babando, o jeitinho de menina dela arrasava quarteirões, então ela me falou “Amor, já tá quase na hora do almoço, vamos dar uma volta pra ver o sítio?” eu que já estava me sentindo entediado disse “Claro”, virei para os rapazes e disse “Com licença, vou dar uma volta, valeu” os caras apenas acenaram com a

cabeça, estavam babando por Dani, ela realmente era fantástica.

Saímos de mãos dadas, e notei que Dani rebolava mais que o normal, parecia que empinava a bundinha e eu falei enciumado “Para de Rebolar Dani” e ela me mostrou a língua “Credo, seu chato” e diminuiu o rebolado, eu falei “Você adora instigar os caras né?” e ela sorriu e falou “Eeeeuuu? Não faço nada” e eu a abracei e dei um beijinho nos lábios “Sua sem vergonha linda” e ela falou “Me solta, tá me machucando” eu soltei e ela saiu correndo “Vem me pegar besta!” correu entrando em uma trilha, parou logo a frente e eu a peguei por trás, estávamos no meio de algumas árvores, eu estava a encoxando por trás, ela abriu os lábios e disse “Isso não é maravilhoso?” e eu disse “As árvores?” e ela disse “É, não só as árvores, mas tudo, o céu, a temperatura, as árvores o silêncio é lindo” se virou e me deu um beijo na boca, correspondi e ficamos assim uns três minutos, eu pegando em sua cintura e ela acariciando meu rosto, resolvi não tomar nesse momento nenhuma atitude erótica e não estragar o momento, ficamos assim, só nos acariciando, até que ela falou “Vem, olha

a placa, tem uma cachoeira lá na frente” me puxou pela mão e eu pude ver a placa informando que havia uma cachoeira 1 km e eu disse “Dani, 1 KM é distância pra caralho” e ela disse “É nada seu preguiçoso, e se todo mundo pensar como você, não vai ter ninguém lá ai vamos ficar juntinhos” e deu um gritinho de comemoração apertando o passo.

Andamos menos de um minuto e encontramos uma outra placa com a inscrição “Cavernas” ela parou e falou “E agora ein?” então eu li na parte debaixo da placa “Atenção não se aventure na mata sem a ajuda de um guia” mostrei para ela e ela se desanimou e disse “É, deve ser longe pra cacete, melhor a gente pegar um guia” e eu falei, “É Dani, é melhor mesmo, a gente volta, almoça e arruma um guia” ela se virou pra mim e colocou a cabeça no meu peito fazendo um murmuro característico conhecido como “beicinho” e eu falei “Não fica triste, a gente volta, eu prometo” ela falou “Mas eu queria que ficasse só eu e você” e eu me fazendo de besta disse “Ah é? e por que você queria isso” e ela falou “Besta, por que você acha?” e eu disse “Você quer namorar?” e ela falou “É né, não estamos aqui

pra isso?” e eu disse “A gente pode namorar  na frente de todo mundo” e ela falou “Não, o que eu quero fazer, não da para fazer na frente de todo mundo” deu uma risadinha, e eu perguntei “Ah é, e o que essa mente mirabulosa está tramando” e ela me olhou e disse “Uma chupada bem gostosa na rola, bem molhada do jeito que você gosta” meu pau ficou duro na hora e eu disse “Podemos fazer aqui”, ela olhou para os dois lados da trilha e disse “Ai, aqui é perigoso, pode apareceu alguém” e eu disse, “vamos ali para o mato” ela riu e eu puxei ela pela mão, quando chegamos no meio do matinho, tinha uma clareira pequena, eu coloquei seus peitos pra fora e comecei a mamar, ela jogou a cabeça para trás e começou a fazer carinho em meu cabelo e disse “Ai, eu adoro quando você me chupa assim, sabia?” eu continuei chupando e ela disse “Você mama tão gostoso” e eu percebi que ela estava falando de chupar e mamar demais, entendi que ela queria que eu fizesse um boquete nela e não ela em mim, fingi que não havia entendido, dei lhe-um beijão na boca e fui acariciando sua cintura, minha mão foi descendo, e num rápido movimento arranquei seu biquíni, ela continuou me beijando, eu levantei o biquíni

a suas costas e vi que tinha rasgado a alça na lateral, joguei no chão e continuei o beijo, ela disse “Tira essa sunga safadinho, tira” e eu arranquei minha sunga e joguei para o lado, fiquei pelado, ela se abaixou e eu a puxei para cima, coloquei-a de costas e desabotoei seu sutiã, ela se virou e colocou as mãos nos seios e disse “Moço, você vai fazer o que comigo” e fez uma cara de menininha, deixando a perninha torta de lado eu avancei em seus seios e chupei de novo e ela fazia carinho em minha cabeça dizendo “que safadinho lindo, mama, mama nos meus peitinhos vai” e eu mamava, acariciava seu corpinho bem devagar, passei a mão aonde deveria ser sua bocetinha e senti o adesivo e puxei de uma vez, fez um barulho alto e ela xingou “Ai! filho puta”, aproveitei o movimento e me abaixei abocanhando pau dela que estava mole mas molhado, olhei para ela enquanto mamava sua rola e ela deu um gritinho, colocou as duas mãos na boca e me olhava com os olhos vidrados, eu continuava a chupar e seu pau ficava mais duro.

Descobri que não é tão ruim assim mamar na rola dela, é até gostoso, da para

sentir o pau pulsando na boca, era bem cheiroso, tinha o cheirinho do cabelo dela, lambi a cabecinha e ela tirou a mão da boca e falou “Safado” e ficou me olhando com os braços encolhidos junto aos seios, me olhava e as vezes virava os olhos, rebolava e mordia os lábios. Pegou em minha cabeça e começou a fazer um cafuné e falava “Isso meu amor, vai, que boquinha maravilhosa” ela terminou de falar isso e eu bati o dente forte demais e ela disse “Ai, cuidado aí” eu pedi desculpas e recomecei com calma e mais cuidado, seu pau enchia minha boca, estava bem duro, ela fazia movimentos suaves para frente e para trás e tentava encostar-se à árvore atrás dela, eu a encostei e levantei para beijá-la e ela disse “Hmmm que gosto bom, um gosto de rola” e disse “Agora é minha vez” tentou se abaixar e eu falei “Minha vez nada” me abaixei e continuei a chupá-la e ela falou “Ai, ai, seu safado, eu te amo, seu safado lindo” e se contorcia de tesão, ela empurrou minha cabeça e se virou de costas, deixando a bundinha na minha cara e disse “Me come vai” e arrebitou a bundinha esfregando em meu rosto, eu a abri e vi seu cuzinho cor de rosa, tão delicado quanto seus peitinhos, dei uma lambidinha e ela falou “Meu, se você não meu

comer agora, quem vai levar rola é você”, eu ri e falei “Cala a boca, eu que mando aqui” e ela falou “Tenta a sorte” ouvimos um barulho na trilha e ela levantou o dedo e falou “Xiiiuuu” pedindo silencio, me abaixei e puxei ela para se abaixar também.

Um grupo de umas dez pessoas estava ali a uns dois metros de distância de nós, conversando para saber da trilha, um homem falava alto, um guia, e explicava sobre a caverna e a cachoeira, eu estava abaixando encoxando Dani que também estava abaixada, nossas roupas estavam a uns 3 metros de nós, não podíamos sair dali sem ninguém nos ver, ela sussurrou “Meu, fudeu, não podem nos pegar aqui” e eu falei “Qual é o problema? somos casados, todo mundo sabe” e ela disse ainda sussurrando “É, mas eu to pelada, esqueceu que eu sou homem também?” e eu falei, “Qual o problema? Quem é casado com você sou eu” e ela disse “E daí que eu vou acabar apanhando” eu disse “Ai Dani, eu estou aqui, não vou deixar isso acontecer” e ela disse “Eu sei o que estou falando” e percebi que ela estava tensa e disse “Assim a gente vai se cansar, se ajoelha devagar” e me ajoelhei devagar atrás da

árvore, ela teve mais cautela e se ajoelhou mais devagar, ficamos os dois de joelhos ouvindo a explicação sobre a caverna e eu brinquei “Pelo menos podemos dispensar a explicação quando viermos da próxima vez” ela olhou para trás e sorriu, peguei em seus seios e ela sussurrou “Para” eu continuei pegando e peguei em sua rola e comecei a punhetá-la de novo, ainda estava dura ela se virou devagar e tombou a cabeça para trás e disse “Para amor, vão ver a gente” e eu disse “Fica quietinha anjo, devagar ninguém vê a gente” e empurrei ela pra frente, ela resistiu mas acabou cedendo e ficou de quatro, assim que tocou as mãos no chão empinou a bundinha para mim, me olhou de lado e riu rebolando discretamente, eu continuei a bater uma punhetinha para ela, peguei meu pau e coloquei na porta de sua bundinha, pincelei bastante e forcei, ela gemeu, tentei mais e a cabecinha começou a entrar, ela fez um sinal coma mão para eu sair e se ergueu devagar sussurrando “Ta doendo” e eu disse “Tá sequinho” ela falou “Eu sei, nunca dei assim” e eu falei “Assim como?” ela disse “A Seco” e riu, e eu disse “E como você faz?” e ela disse “Passo um lubrificante né” e tudo ficou claro para mim, lembrei que sempre

comi ela fácil demais, o seu cuzinho sempre me pareceu uma bocetinha, agora estava difícil para entrar, então ela de joelhos, colocou a mão para trás e pegou no meu pau e começou a brincar e falou “Silêncio ein” e eu peguei no pau dela e comecei a brincar também e ela falou “Ai amor, não faz assim”, eu disse “Ta ruim?” e ela “Não, tá bom, se fizer assim eu gozo” e jogou o corpo devagar para cima de mim, tirei a mão dela do meu pau e a abracei colocando o pau no meio de sua bundinha, e recomecei a punhetá-la, ela ficou parada, e ficamos assim, até que o pessoal saiu e seguiu o guia, ela tentou se levantar e eu acelerei a punheta e ela falou “Ai amor, para…” eu acelerei até ela gozar, senti seu pau tremer e jorrar nas folhas secas, ela amoleceu e se jogou mais para trás e disse “Ai, que bom, que gostoso” e em seguida agradeceu “Valeu, eu precisava disso” e eu disse “Valeu pelo que?” e ela “Pela punheta” eu disse “Não fiz favor pra você, fiz isso por que você é uma delícia e eu te amo”, ela se virou de joelhos mesmo e disse “E  você, não vai gozar?” e pegou no meu pau, eu me controlei e disse “Eu gosto é de comer um cu, e gozar dentro” ela falou “Eu também” e

pôs a língua para fora, mostrando sua cara sapeca.

Nos levantamos e eu fui olhar se o pessoal estava longe, ela pegou a parte de cima do biquíni e colocou, eu coloquei a sunga, ela pegou o adesivo no chão e falou “Ai, que merda” mostrou-o para mim e eu percebi que ele caiu na terra e não grudaria mais, então ela pegou a calcinha e foi colocar e viu que eu tinha rasgado e falou “Ai amor, você rasgou calcinha, como eu faço agora?” e eu olhei e tentei acertar, mas disse “Pra arrumar vou ter que fazer um furinho aqui” e ela falou, “Já estragou mesmo, depois compro outra, só arruma ai para eu chegar até no quarto” fiz um furo com a boca e amarrei a lateral, a calcinha estava em sua coxa e ela subiu devagar com cuidado e o pau ficou de lado pra fora. Ela tentou colocar o pau para trás mas não ficava e saia a toda hora, ela se irritou, deu uma respirada funda e falou “Agora fudeu mesmo” e eu falei “Coloca ele pra cima assim” mas não deu certo. Ela soltou um pouco o cinto da sua mini saia e abaixou-a até quase no inicio da virilha, e saiu da clareira com cuidado, olhando para os lados e andando devagar e estranho. Andamos um

pouco e percebi que seu andar, seus movimentos e seu corpinho com aquela marquinha de biquíni muito acima da cintura me lembravam aqueles travestis de rua, com as marcas de biquíni exagerada, mas no geral eles são bem masculinos, o completo oposto de minha lindinha. Chegamos na saída da trilha e eu falei pra ela “Vamos traveco”, ela me olhou com fogo nos olhos “O que foi que você disse?” e eu disse “To brincando” ela disse “O que você disse, exatamente?” e eu repeti “Dani, eu to brincando, falei Traveco, mas é brincadeira” ela olhou para um lado e para o outro, ficou indignada e repetiu “Traveco né? é isso que eu sou pra você, um travesti?” eu tentei responder e ela falou “Eu sou uma idiota mesmo, ou melhor um idiota mesmo” e saiu da trilha andando normalmente, mas com a saia mais baixa, umas das mulheres tentou falar com ela e ela disse “Já volto” e eu fui atrás.

Chegamos no chalé, ela entrou no banheiro e se trancou, tirei sunga, tentei entrar mas estava realmente trancada, bati na porta e falei “Dani, abre a porta” e ela falou “O Travesti Daniel está tomando banho, da licença?” eu encostei a cabeça na porta,

não sabia que ela ficaria tão puta da vida, eu tinha acertado o seu calcanhar de Aquiles, ouvi o chuveiro ser ligado e bati de novo na porta, ela não respondeu. Liguei a TV e fiquei assistindo, até que a porta se abriu e ela colocou a cabeça para fora e falou “Alberto, pega uma toalha para mim, por favor” eu peguei e ela puxou rápido e falou “Obrigado” e fechou a porta de novo. Alguns minutos depois ela saiu com o cabelo molhado e com a toalha enrolada no corpo, colocou a mala em cima da cama e começou a mexer e eu disse “Me desculpa, eu não sabia que você  não gostava dessa palavra” ela olhou para mim e falou “O que você pensa de mim, de verdade, seja sincero” e eu disse “Eu te amo, já te falei isso” e ela falou “Não, você ama a menina meiguinha” ela mostrou os seios e completou “Você ama isso, meu corpo perfeito” virou de costas e mostrou a bundinha “Minha bundinha novinha” ai se virou de frente e disse “Mas esqueceu que eu tenho isso” apontando para o pênis “E disso você não gosta, é um estorvo pra você” ela estava falando sem parar, eu esperei e falei “Dani” ela me corrigiu “Daniel!” e eu insisti “Danielle, me desculpe, eu não tive a intenção de te ofender, de maneira nenhuma” e ela falou

“Alberto, o que é um traveco pra você?” ponderei e tomei cuidado com as palavras “Traveco é uma palavra bem chula, é verdade, peço desculpas de novo” ela se cobriu de novo eu continuei “Travesti é a palavra verdadeira, imagino que signifique travestido de algo que você não é. Os travestis se vestem de mulher” ela disse com sarcasmo “Exato, eu me visto de mulher” e eu interrompi “As vezes fazem cirurgias, ou tomam hormônios como você para moldar o corpo, mas a maioria da muito errado, você ficou perfeita” ela me perguntou “Peço a sua sinceridade, você jura que vai ser sincero comigo?” e eu disse “Juro” ela disse “Se eu fosse um menino, com corpo de um menino, chamado ainda Daniel, mas com trejeitos femininos, como eu tinha, você ia me dar uma chance?” eu pensei bem e disse “Não sei, se houvesse uma maneira de iniciarmos algo, e tivéssemos a chance de nos conhecermos melhor talvez pudesse acontecer, mas como você pediu sinceridade eu acho difícil, acho que não aconteceria, não tenho atração nenhuma pela figura masculina” ela olhou para o chão e falou “Eu, eu… E o que eu sou pra você? Uma bichinha, um Traveco?” e olhei nos seus olhos, as lágrimas já rolavam

devagar, ponderei mais ainda, tinha que virar esse jogo “Você é a Dani, simplesmente a minha querida, linda e angelical Danielle, se a gente parar para pensar no que a gente seria se tomasse uma decisão diferente, vamos ficar loucos, são muitas as opções, se eu tivesse largado a Christiane no começo de namoro como quase aconteceu diversas vezes, não estaríamos aqui agora. Não te vejo como travesti minha querida, eu queria fazer uma piada, vi suas marquinhas de biquíni, com a cintura baixa da saia e achei parecido com as marca exageradas dos travestis, mas a piada foi infeliz, não queria te ofender” e ela disse “Mas ofendeu” e eu disse “Peço desculpas novamente” ela olhou para a cama, e as lágrimas caiam do seu rosto e ela disse “Eu sei qual é o problema, o problema é que eu não sou a Christiane, e nunca vou ser um por cento da mulher que ela é, não sei aonde eu estava com a cabeça quando eu vim para cá fingir ser ela, eu sou uma retardada mesmo, isso nunca poderia dar certo” agora ela estava falando alto e chorando alto, se jogou na cama de bruços e enfiou a cara no travesseiro e chorou, eu deitei ao seu lado e ela me empurrou com força, eu insisti e tentei abraçá-la, ela me empurrou de novo,

eu a ergui e puxei para cima de mim a segurando em meus braços, deixando ela chorar em meu peito e disse “Desculpa meu amor, chora, pode chorar” e ela chorou, por uns quarenta minutos, tentava falar e não conseguia então consegui entender, ela disse “Desculpa” e eu perguntei “Desculpa o que?” ela falou baixinho com cara no meu peito, como quem tem vergonha “Eu não to bem, essa vinda pra o Brasil, essa faculdade, essa mudança toda, esse pessoal me tratando como se eu fosse mulher de verdade, o nosso caso escondido, eu tendo que me esconder dos homens, tendo que tomar cuidado com quem eu saio, tenho que tomar cuidado para que ninguém saiba que eu sou um monstro, é um inferno!” e voltou a chorar.

Percebi então que seu nervosismo estava muito carregado, carregado de muitas coisas, emoções, medos, tristezas e etc. Ela precisava de uma terapia, algo para soltar sua mente. Passamos mais umas duas horas ali, ela me falou de quase tudo que a afligia, na verdade ela falou dos mesmos assuntos de novo, escutei tudo o que ela disse e mostrei interesse, perguntando o porquê de cada coisa e tentando compreendê-la, quando ela

já estava mais calma, ainda estávamos abraçados e ela me disse baixinho “Você deve me achar uma maluca né?” e eu falei “Maluca não, em hipótese nenhuma, mas se sua idéia é simular uma mulher de verdade, você está conseguindo” eu sorri e ela disse “Uma  mulher problemática” e eu disse “Não Dani, uma linda mulher, mas com problemas, todos temos problemas, você tem a sorte de não  ter o problema que aflige mais pessoas no mundo e destrói relacionamentos” ela me olhou pela primeira vez em horas, seus olhos estavam vermelhos, sua cara de choro era inegável ela perguntou “Qual problema?” e eu disse “O Problema financeiro” ela ficou séria e disse “As vezes eu acho que isso é a raiz do problema, sabe, muita coisa de mão beijada” e eu disse “Por que você aceita então?” ela  me olhou com os lindos olhos castanhos, brilhantes por causa das lágrimas e disse “Não sei… costume… eu acho” e eu disse “Mude isso, arrume um emprego, se bem que eu aconselho você passar por essa fase de faculdade primeiro, que não será fácil, se formar e aí sim arrumar um emprego e conseguir a independência financeira” ela ainda apoiou a cabeça no meu ombro e ficou me olhando “Você acha melhor?” e eu disse

“Sim, acho” ela ficou me olhando e falou “Acho você tão lindo” eu disse “Obrigado, também te acho linda” ela continuou me olhando e respirou fundo, ouvi seu estômago roncar e ela sorriu pra mim dizendo “Estou com fome” e eu disse, “eu também”.

Endireitei-me na cama e puxei ela, sentei de pernas abertas e coloquei ela sentada na cama, no meio de minhas pernas, ela abraçou tirou a toalha e ficou nua de novo, abraçou as próprias pernas e disse “O que vamos fazer ein?” eu respondi “Vamos comer” e ela disse “Não, besta, com o nosso relacionamento” não parecia brava, usar um pequeno xingamento indicava que ela estava voltando ao normal e eu perguntei “O que você espera de nós?” ela deu de ombros “Não sei” e eu disse “Muito menos eu” ficamos em silêncio, olhando para a parede, senti a fome, mas não falei nada então eu disse “Você sabe que eu não vou largar sua irmã” antes de eu terminar a frase ela colocou a mão em minha boca e disse assustada “Não, não, isso não, eu a amo demais, não quero ver ela sofrer, acho que fazer amor com você é uma traição e a cada vez que nos tocamos me sinto traindo a Chris, é como se fosse uma facada, dói mais

em mim do que nela” ficamos em silêncio de novo e eu falei “Podemos tentar falar para ela” e Dani virou para mim, ficou de joelhos e me encarou com seus olhos grandes e brilhantes “Como?” e eu disse “Não sei, mas podemos bolar algo” ela fez uma cara decepcionada e falou “Tá, podemos” eu a peguei pelos ombros e disse “Ei, não me subestime” e ela falou desanimada “É muito arriscado, se a gente falar e ela não gostar, vai te largar, ai a casa vai cair pro meu lado também e minha mãe vai querer que eu volte lá pro Canadá, ai vai ficar nós dois numa situação difícil, eu magoada em um lado, pois ela vai falar coisas para mim que com certeza vão me magoar,e com razão, ela magoada de um lado, você do outro e o casamento desfeito, eu vou sair como a vilã malvada da história” e eu disse “Calma, confie em mim, eu tenho um plano que pode funcionar, deixa eu pensar melhor nele, assim que as informações e as partes estiverem boladas direitinho eu te conto” ela falou “Você vai arriscar?” e eu disse “Por que não arriscaria?” ela falou “Por mim?” e eu disse “Por nós” ela sorriu, mas sua carinha continuava triste, ela veio para cima de mim e disse “Eu te amo, me

deu um selinho e me abraçou”, sentou no meu colo e ficamos abraçados uns momentos.

Seus seios se amassavam contra meu peito, uma corrente de ar bateu e senti ela se arrepiar, seus biquinhos ficaram durinhos e  eu senti eles roçarem em mim, meu pau ficou duro e levantou, encostou no saquinho dela, ela sem falar uma palavra me beijou, e ficamos apenas nos beijando, hora parávamos e nos acariciávamos, ela no rosto e eu na cintura e na bundinha, notei que seu cabelo já estava seco e estava arrepiado, como se estivesse acabado de acordar, ela passou a mão em meu pau e respirou fundo, pegou ele e posicionou na entrada do cuzinho, forçou um pouco e depois falou “Não dá” se inclinou e abriu a gaveta do Hack da cômoda, pegou um saquinho, voltou para meu colo e começou a mexer procurando algo e eu perguntei “O que é isso?” ela falou “O gel lubrificante” e eu vi uns oito frasquinhos, cada um de uma cor e perguntei “por que tantos?” e ela disse “Esse verde é de menta, deixa uma sensação de refrescância” eu disse “Menta no rabo” ela sorriu e disse “É uma delícia, esse vermelho esquenta, foi o que usamos hoje cedo” e eu disse “Gostei desse,

esse é bom” e ela disse “É que você só experimentou no seu pau, no cuzinho é bom também” mostrou outros frascos e disse “Esses aqui são com fragrâncias, morango, uva, laranja, mas não tem nenhuma sensação” falando isso ela pegou um frasquinho preto e eu perguntei “E esse?” e ela falou misteriosa “Ah!, esse é especial”, colocou os saquinhos de lado e me deu um beijo, encostou a testa na minha testa e falou “Esse, amor, eu já provei, é uma delícia, ele anestesia a região aonde passa, se passa no cuzinho ele adormece, mas só um pouquinho, ai evita a dor da entrada e deixa apenas o prazer e a sensação de rola dentro” e eu disse “Esse é interessante também, mas por que é especial?” e ela disse “Por que eu trouxe ele para tentar comer o se cuzinho” e me deu um beijinho “Você vai deixar?” eu torci a boca para o lado e ela falou “Não vai doer nada, eu prometo, tentei com um vibrador em mim mesma, um grandão e não doeu, tentei com a Táta e ela adorou também, o único problema é que a pica vai ter que ser encapada” e eu perguntei “Com camisinha?” ela acenou que sim com a cabeça e falou “Se não o pau adormece e fica mole também, ai não tem jogo” eu fiquei quieto, pensando e ela falou

“Querido” e me deu um beijo na boca “Sem pressão tá, só to falando que se você quiser um dia, e só se você quiser, eu vou comer você, prometo que não vai doer, eu passo bastante” eu disse “A minha lindinha, minha Dani vai me comer?” ela sorriu e as preocupações pareceram sumir do seu rosto e ela disse dengozinha “Eu mesma, vou colocar meu pau bem gostoso no seu cuzinho, e empurrar devagarzinho, primeiro a cabecinha, ai, ai, ai o corpinho e quando estiver bem gostoso pra você eu faço o vai e vem, prometo que vou te tratar com muita delicadeza, eu te amo, não quero te machucar, só quero comer esse botãozinho delicioso” e eu disse “Que xaveco furado ein” ela sorriu e disse “E pra você ver como eu sou boazinha, quando eu for gozar, eu tiro a camisinha, lambuzo meu pau de novo e coloco ele dentro e dou uma gozada dentro, pode?” e eu disse “Pode”, ela me beijou e nos esfregávamos, peguei no seu pau, mas ele estava mole e ela me disse “Estou cansada” lembrei que ela tinha gozado duas vezes no mesmo dia, então eu falei “Vamos comer então, ai a gente volta e fala mais sobre tudo” ela disse “Vem pro banheiro, vou dar  um banho gostoso em você”, me levantei e fui

para o banheiro, minha deusa estava de volta, o sol iluminava a parte de fora do chalé e o brilho que entrava pela janela, mesmo Não sendo um raio de luz direto iluminava o lindo e branquinho corpo de Danielle, ela era linda, entrei no chuveiro e tomamos banho.

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É assim que eu me lembro 1 – Capítulo 09 – Chris, o Clone https://rafaelakhalil.com/e-assim-que-eu-me-lembro-1-capitulo-09-chris-o-clone/ https://rafaelakhalil.com/e-assim-que-eu-me-lembro-1-capitulo-09-chris-o-clone/#respond Sat, 19 Oct 2024 17:47:10 +0000 https://rafaelakhalil.wordpress.com/?p=227 location.href="https://rafaelakhalil.com/esse-conteudo-e-exclusivo/";

Semanas se passaram e os ferimentos, tanto meus como de Danielle estavam se curando, Dani conseguia mascarar perfeitamente as marcas de seu rosto com maquiagem, apenas de perto era possível ver algo, minha perna não doía tanto e eu já conseguia andar bem, mas ainda tinha cuidado. João Pedro, o tio de Táta me disse que o Pessoal que tentou estuprar Danielle continuava preso, arrumaram confusão na cadeia, os policiais os disseram para os outros presos que eles eram estupradores e eles apanharam muito e foram deflorados sexualmente, eles foram divididos em três locais diferentes para perder o contato e continuam presos aguardando o Julgamento, mas a causa é praticamente ganha, ele me contou depois que pediu para Christiane tirar fotos do corpo de Daniele machucado e das roupas para utilizarmos como provas, pediu que utilizassem uma máquina antiga para levarmos os negativos e não haver duvidas sobre manipulação de imagens, essas fotos estão no escritório dele, lá Daniele está em várias posições, de costas de frente, closes em parte do corpo e inclusive em seu pênis que também foi machucado durante a violência.

Voltei a trabalhar normalmente, o pessoal do escritório segurou bem o tranco sem mim, Danielle foi na empresa e conversou com os funcionários, explicou a situação, o outro analista que trabalha comigo, o Edson, disse para ela não se preocupar que ele cuidaria de tudo, ele  ligava para Dani diariamente no fim do dia informando se algo estava errado. Minha casa estava as mil maravilhas, Danielle e Táta haviam começado a faculdade de Medicina Veterinária, seriam Veterinárias assim como Christiane e ambas estavam super empolgadas, eu as via pouco, estava trabalhando como nunca e fechei um  contrato com uma empresa do Rio de Janeiro, passei a ficar por lá quase a semana inteira, voltando muitas vezes apenas no final de semana. Em uma dessas viagens cheguei em uma quinta-feira e falei com Christiane que estaria de plantão, cheguei em casa após a viagem, estava exausto e só queria um pouco de carinho e cama, quando cheguei na porta de casa parei o carro e apertei o botão do portão, sim, mandei arrumar essa droga, ele se abriu como um portal para o paraíso, mas na garagem estava um carro grande, um Honda CRV cinza escuro, chumbo, grafite ou

outra cor desse tipo, entrei em casa e ouvi um murmurinho, alguém conversando, deixei minha mala na sala de entrada e fui até a cozinha para comer algo e ver quem estava lá.

Me deparei com seis meninas conversando e com livros abertos sobre o balcão da cozinha, entre elas Dani e Táta, Dani anotava algo, usava óculos, pequenos de armação negra e me olhou por cima das lentes, assim que me viu abriu um sorriso e disse “Oooooiiiiiii”, veio correndo e se pendurou no meu pescoço, eu a ergui e ela continuou pendurada e abraçada e me falou “Que saudades”, abracei ela forte e falei no seu ouvido “eu também”, coloquei-a no chão e Táta veio falar comigo “Oi Tio, tudo bem?” eu a abracei e beijei “Oi querida, tudo sim, e vocês como estão?” ela me disse “Estamos bem”, olhei para as outras quatro meninas que me olhavam com curiosidade e falei para Dani “Oh sem educação não vai me apresentar suas amigas” e ela olhou para as meninas e olhou pra mim e falou desconcertada “É mesmo!” eu me aproximei e ela falou me mostrando a menina branca de cabelos e olhos verdes essa é a Fê, eu

cumprimentei com um beijo e disse “Eu sou o Alberto, cunhado da Dani. Gostei do seu cabelo” ela sorriu envergonhada e disse “Oi, obrigada”, Dani continuou mostrando uma moreninha linda de cabelos negros compridos “Essa é a Rê” eu cumprimentei e disse “Prazer, Alberto”, Dani mostrou a menina branquinha gordinha com cabelo loiro desbotado “Essa é a Má“ cumprimentei-a, e Dani me mostrou a oriental de cabelos negros que se encolhia envergonhada no canto do balcão “E essa é a Mé” eu a cumprimentei, voltei para onde estava apontei para Dani e disse “Deixa eu adivinhar, você é a Dã?” e apontei para a Táta e disse “E você é a Tá?” todas elas riram ao mesmo tempo e eu continuei “Deixa eu ver se decifro isso, Fernanda, Renata, Márcia e Mé…mé… Mélissa?” elas riram de novo e Dani falou “Não cabeça, é Fernanda, Renata, Maria e Mércia” eu ri e disse “Mércia, eu quase acertei! Por que são todas monossilábicas ein?” elas riram de novo e Dani falou “Estamos estudando para uma prova, te atrapalha ficarmos aqui?” e eu disse “De forma alguma, vou tomar um banho dormir, fiquem a vontade, a casa é de vocês elas disseram “Obrigado” em coro, eu saí e logo

ouvi um murmurinho e risinhos, ai me lembrei do carro, voltei para a cozinha e disse “Ei” todas me olharam, e estavam vermelhas e envergonhadas, estavam falando de mim obviamente, então eu perguntei “De quem é o carrão lá fora?” e Dani falou “É meu, o Steve mandou pra mim, falou que era para eu ir pra faculdade” eu dei um assobio e elas riram e eu disse “Que presente ein!” Dani se envergonhou e olhou pra baixo, eu perguntei “Tem algo pra comer ai?” e Dani falou “Tem sim, a Chris fez a torta de frango, que você gosta” e me deu um prato com quadradinhos empilhados, colocou refrigerante para mim e me deu um sorriso, deu uma piscadinha, não sei se é possível colocar tanta expressão em uma piscada, mas foi uma piscadinha bem safadinha.

Peguei a comida e fui para meu quarto, tomei um banho rápido, comi e adormeci com a TV ligada. Acordei pela manhã com o corpo quente de Christiane se aconchegando e dizendo com voz de sono “Oi amor, como foi a viagem?” eu a abracei, dei um beijo e disse “Foi chata, como sempre”, dormimos abraçados e eu acordei algumas horas depois com muito tesão, olhei para ela

dormindo, tirei o cabelo de seu rosto e coloquei atrás da orelha e fiquei admirando- a, levantei sua camisolinha e comecei a mamar em seus seios gostosos, ela se contorceu um pouco na cama, hora sorria, hora fazia caretas, coloquei a mão em sua calcinha e ela segurou minha mão e falou “Não amor, eu to nos meus dias, não mexe não” e eu, já sabendo como ela é, parei com o carinho, levantei, tomei um banho, dessa vez de verdade e desci, a casa estava deserta, olhei no quintal e meu carro estava na frente do quintal e nem sinal do CRV, Dani já havia ido para a faculdade.

Fui trabalhar e quando retornei vi que o carro de Dani estava na garagem, entrei e não encontrei ninguém na sala nem na cozinha, vi então que havia pessoas no fundo da casa, vi Christiane falando algo de longe, fui para a cozinha e peguei algo para comer, e depois fui até o fundo da casa. Lá estava  um cachorro deitado em uma mesinha da  mini clinica de Christiane. Dani, Táta e as amigas estavam lá observando, todas de touca, roupa branca e máscara, enquanto Christiane explicava algo, percebi então que o cachorro estava anestesiado e havia sangue

na mão de Christiane, quando cheguei na porta Christiane fez um gesto para que eu parece e disse “Não entra aqui”, como ela estava operando um bichinho e dando aula para as meninas eu resolvi voltar e fui assistir a um filme na sala. Assisti a um filme inteiro, e estava começando outro então elas chegaram na sala conversando, Christiane me deu um beijo molhado e rápido na boca e disse “Oi amor, desculpa não vir antes, estávamos castrando a cadelinha que as meninas pegaram na rua, eu estava mostrando como é o procedimento” Dani se sentou do meu outro lado e disse “Oi” eu inclinei meu rosto de lado para ela, ganhei um beijinho doce na bochecha e perguntei “E ae, aprenderam como faz? Posso começar a catar os vira-latas na rua e trazer pra cá?” E todas falaram “Nãããooo” e riram ai eu falei “Vocês vão ficar para o jantar?” as meninas se olharam umas disseram “Não” outras “Talvez” e eu disse, “hoje vai ser comida chinesa, quem curte?” apenas Christiane respondeu “Eu quero” ai eu disse, “Vamos galera, quem quer levanta a mão” e todas inclusive Dani levantaram a mão, Dani levantou correndo e disse “vou pegar o menu” e voltou um minuto depois co o IPAD

aberto no site de comida Chinesa, fizemos a lista de pedidos e o site nos informou que a entrega demoraria no mínimo 1 hora, liguei no restaurante e disseram que só tinham um Motoboy e que os outros haviam faltado, eu disse então que iria pegar pessoalmente” assim que desliguei o telefone Dani saltou “Vamos no meu carro, eu dirijo” e eu disse “Ai, Jesus, vamos né” Christiane riu e disse “Ela dirige bem, pode confiar” e eu disse “Chris, se eu não voltar… Eu te amo” as meninas que estavam sentadas no chão e no sofá riram e Christiane disse “Ai que drama, vão logo que eu to com fome”.

Como a garagem da minha casa é um corredor, cabem até 6 carros, só que um atrás do outro, tive que tirar meu carro para que Dani saísse com o dela, assim que fizemos a troca eu entrei no banco de passageiros e falei “Aí sim ein! Isso que é carro, vamos chofer, pro restaurante” ela me mostrou a língua e saiu tentando cantar pneu, mas não conseguiu, fomos conversando no caminho e olhei para seu rosto, as cicatrizes praticamente não existiam mais, seu olho estava em 100%, pelo menos com a maquiagem forte, ela usava uma calça Jeans

apertada e uma blusinha branca quase transparente com um sutiã também branco por baixo, ela me pareceu meio distante, então eu coloquei a mão em sua perna e fiz um cafunézinho, ela me olhou e sorriu dizendo “Estou com tanta saudades de você, você não tem idéia” e eu disse “Eu também, mas estou te sentindo meio perdida” e ela disse “A faculdade é mais pesada do que eu imaginava, to sofrendo pra cacete” eu perguntei “Mas está gostando ou está fazendo só pra agradar a sua irmã ou sua mãe?” ela olhou rápido pra mim e disse “To gostando sim” e voltou a olhar para a frente do veículo, chegamos no restaurante e descemos para pegar a comida, com as roupas apertadas ela realmente chama atenção de qualquer um, pois é muito linda e graciosa, assim que ela fechou o carro, correu para perto de mim e se agarrou com as duas mãos em meu braço, colou a cara no meu ombro e entramos abraçadinhos. Peguei a comida, já havia pago online e voltamos para casa, comemos e assistimos o filme que faz toda mulher chorar Marley & Eu, quando o filme acabou estavam todas chorando, umas de soluçar, eu estava emocionado também, mas não tanto, eu fiquei no sofá sendo abraçado

por Dani e Christiane, as duas jogadas no meu colo e Dani no ombro de Christiane.

As semanas se passavam depressa, e teríamos um feriado de dois dias, quinta e sexta para fazer uma ponte, infelizmente um cliente sem noção disse que queria aproveitar o feriado para testar as funcionalidades do sistema e fazer uma “reunião mais informal” segundo as palavras dele próprio, ele me pediu que levasse minha esposa, pois as esposas estariam todas lá, e me passou o endereço de um clube com Chalé, não seria exatamente trabalho, mas mesmo assim teríamos a reunião, deixei o pessoal do escritório do sobreaviso. Falei com Christiane que era para ela ir comigo, mas ela me informou que não daria, pois tinha demitido a outra veterinária da Clínica e não encontrou ninguém para substituição, logo ficaria de dia, e iria para casa a noite deixando apenas a recepcionista para chamá-la caso surgisse alguma emergência, fiquei chateado pois esse ano estava muito ruim de feriados e poucas seriam as oportunidades de viajarmos juntos por causa de uma ponte de feriado.

Dani e Tatá passavam todas as noites e os finais de semana enfiadas nos livros, não

tiro a razão delas, o curso de Medicina Veterinária integral é muito puxado, eu lembro do trabalhão que Christiane teve para se formar. Então, dois dias antes da viagem cheguei em casa e Christiane estava conversando com Dani no sofá, Dani estava com os dois pés no sofá abraçada com uma almofada e Christiane falava com ela, cheguei e percebi o clima sério da conversa, as duas olharam para mim, me cumprimentaram e eu falei “O que houve? “ e Christiane me falou, “A Dani está estressada por causa do curso, ela tá louca da vida por que tirou uma nota nove na prova”, Dani então interrompeu “Se eu tirar nove e não dez, como eu vou ser uma boa veterinária?” falou isso e afundou a cara na almofada, e eu falei “Dani, não é assim, você pode se formar tirando apenas um 6 ou 7 e se transformar numa excelente veterinária, acho que você está contaminada por aquela besteira de ‘Loser’, que tem muito nos Estados Unidos, no Canadá também tem isso né?” ela falou “Tem, mas… mas… não é isso… sei lá” Christiane então falou olhando pra mim “Mor, já que eu não vou poder ir na sua viagem, leva a Dani, ela vai descansar bastante com você” Dani arregalou os olhos pra mim e

perguntou “Viagem? Que viagem?” e eu disse, vamos ficar quinta e sexta a trabalho em um hotel fazenda ou algo do tipo, ai sábado e domingo ficaremos nos divertindo, ela se animou “Eu posso ir com você?” eu confirmei e Christiane disse “Você pode até se passar por mim, se mostrar a foto minha e sua não vai ter diferença” ela olhou pra Christiane e disse “E por que você não vai?” e Christiane explicou para ela o motivo, Dani se endireitou no sofá, colocou a almofada de lado, ajustou a roupa, olhou para um ponto distante na parede e disse “Preciso fazer umas compras então”, deu um beijo em Christiane e outro em mim e saiu serelepe escada a cima.

Não vi mais a Dani até o dia da viagem. Acordei horas antes da viagem, por volta das 4:30 da manhã, tomei um banho me vesti e peguei minha mala, falei com Christiane que dormia pesado, me deu um beijo e desejou boa viagem, passei no quarto de Dani e bati na porta “acorda preguicinha, vamos sair”, não ouvi resposta, decidi então levar minha mala para o carro, quando cheguei na sala, Dani estava assistindo TV, me olhou e disse “Acordei a umas duas horas, não consegui dormir” e eu falei “Ta animada com a viagem

ein?” e ela disse “To sim” e sorriu pra mim, com uma leve carinha de sono, eu perguntei pra ela se estava com fome ela disse “Morrendo de fome” e eu falei para irmos tomar café no McDonalds do aeroporto, o carro dela estava atrás do meu então para não fazer a troca de carros de madrugada fomos no dela mesmo, ela me deu a chave e sentou no banco do passageiro, eu dei a volta para entrar no carro e ela já estava dormindo, estava linda com uma calça preta apertada, botas e uma camiseta amarela com alcinhas fininhas com uma jaqueta de couro por cima, devido ao frio que fazia de madrugada. Fomos ao aeroporto, foi trabalhoso para acordá-la, tomamos café e depois pegamos o avião, chegamos no hotel que era bem longe do aeroporto, ela dormiu  o vôo todo e também no táxi para o hotel.

Chegamos por volta das 9:00 da manhã de quinta-feira, teríamos um café da manha as 10:30 com o pessoal da empresa para falarmos sobre diretrizes do sistema e da empresa, percebi que estava cheio de funcionários da empresa, não era uma festa com poucas pessoas, deviam ter uns 120 funcionários no total,e a maioria devia estar

levando a(o) parceira(o), no caminho para o quarto, eu e a sonolenta Danielle puxávamos as malas e encontramos o dono da empresa, ele me cumprimentou e mediu Dani de cima embaixo e fez uma reverência, como um cavalheiro e disse “Essa é sua esposa? Que linda” eu ia dizer que era minha cunhada e Dani disse mais rápido que eu “Sou eu mesma, Christiane, muito prazer” e deram três beijinhos para se cumprimentar. Ele falou que iria nos esperar no refeitório para o café, chegamos no quarto e eu falei pra Dani “Meu, por que você disse que era a Christiane, tá louca?” e ela falou “Ela mesma falou que eu podia dizer que era ela por que não tinha diferença entre nós” e eu disse “Ela tava brincando Dani” e Dani tirando suas botas e sua jaqueta, se jogou na cama e disse “Então desmente agora” e deu uma risada abafada pelo travesseiro que agora ela abraçava, eu sorri e falei “Agora já era” ela se aconchegou e eu disse “Pelo jeito você não vai tomar café né?” e ela apenas murmurou que não e voltou para o sono pesado.

Resolvi então tirar a roupa dela, tirei suas meias brancas, e desabotoei a calça, estava realmente apertada, tive trabalho

para tirar, ela estava praticamente desmaiada, ela estava com uma calcinha preta boxer, que parece uma cueca, acho que se chama cueca feminina, tirei sua blusa de alcinha e seu sutiã era amarelinho, sem alça, tirei ele também, deixei ela só de calcinha deitada de ladinho na cama, dormindo como um anjo, confesso que não precisava tirar o sutiã, mas tirei mesmo assim, queria vê-la nua de novo, fazia tempo que não tínhamos nada. Fiquei apreciando seu lindo corpinho, e seu rostinho angelical sem expressão, então me lembrei do amasso que demos no quartinho da casa de praia, olhei para a sua calcinha, hesitei um pouco mas tirei bem devagar, saiu fácil e vi que ela usava uma espécie de adesivo, grande, cor de pele para segurar seu pênis para baixo entre as pernas, estava totalmente puxado, fazendo com que ela tivesse realmente o formato de uma bucetinha, peguei o adesivo e fui puxando devagar e ela protestou, mas sem acordar, puxei devagar e ela mesmo colocou a mão e disse com uma voz dengosa fazendo uma expressão de brava e disse “machuca não” e puxou de uma vez, jogando no chão, e eu vi seu pênis, branquinho, ainda com uma pequena cicatriz, mas já estava curado, ficou

apenas a marca do machucado, olhei para ela, e sua expressão era angelical, passei a mão em seu saquinho e seu pau endureceu um pouco, olhei para seu rostinho e ela sorria de leve. Peguei o coberto e a cobri, estava atrasado para o evento.

Fiquei no evento até as 13:00 conversando sobre o projeto e  aparentemente tudo para falar havia se esgotado, voltei para o quarto e Dani estava deitada com cara de Sono assistindo TV, ela me viu e perguntou “como foi a reunião?”e eu disse “Foi chata, mas produtiva, acho que encerramos todos os assuntos” e ela disse “pelo amor de deus, me fala que foi você que tirou minha roupa” e eu disse “Claro que foi eu, quem mais seria?” e ela falou, “Você viu o… tirou o…” e seus olhos ficaram cheios de lágrimas, e eu disse “Eu tirei sua roupa Dani, tentei tirar sua proteção mas não consegui e você mesma tirou” ela ficou ofegante e percebi que iria chorar e eu sentei ao lado da cama e disse “Ei, ei, o que foi?” e uma lágrima desceu “Eu não queria que você me visse assim” e fez uma careta tentando segurar o choro, um biquinho trêmulo se formou em sua boca, eu sorri e disse “Qual é

o problema, Christiane, você é minha esposa, vai manter segredos pra mim?” ela me olhou de lado e eu falei “Você não se chama Christiane?” e ela fez que sim com a cabeça dizendo “Sim, aqui sim” e eu falei “Então, minha esposa não tem segredo nenhum pra mim, eu conheço cada centímetro do corpinho dela” falando isso eu pulei em cima dela e mordi seu pescoço, ela tem cócegas e falou gritou “Não, não” e começou a rir desenfreadamente e me empurrava, eu parei e ela disse gargalhando “Para, eu vou ter um treco é mancada sua fazer isso”, dei uns segundos para ela respirar e voltei a fazer cócegas mordendo seu pescoço, ela se soltou de mim, levantou e correu para o banheiro e se trancou lá, eu bati na porta e ela falou “Só abro se você prometer não fazer de novo” eu prometi ela abriu, um raio de sol batia pela janela do banheiro e iluminou seu corpo, seu rostinho vermelho por causa das risadas, sua expressão de felicidade, seus seios lindos e grandinhos com sua pele branquinha, e seu pau pendurado semi mole eu falei “Coloca o biquíni sua sapeca, vamos pra piscina” ela falou “Ta bom”, se pendurou no meu pescoço e me deu um beijo na boca delicioso, nossas línguas se encontraram e se entrelaçaram,

segurei em sua cintura e a ergui no colo, paramos de nos beijar, ficamos com a testa colada uma na outra e respirando ofegantes, olhei para baixo e vi seu pau que estava duro e eu disse “Olha que surpresa, isso tudo é pra mim é?” ela disse sussurrando “É, eu te amo” voltei a beijá-la e senti o pau dela roçando minha barriga, terminamos o beijo e eu disse “Eu também te amo minha linda, se vista e vamos” ela me largou, correu para a mala e tirou dois biquínis, um amarelo e um verde escuro e me perguntou “Qual?” eu olhei e disse “Gostei do verde” e ela disse “Ai!, espera, espera, espera” revirou mais a mala, pegou um pacote, um pedaço de pano azul e falou “Eu já volto, esperai”.

Entrou no banheiro e voltou em uns cinco minutos, eu já estava de sunga de modelo boxer azul escura, ela encostou a frente do corpo no batente de porta e levantou uma perna, encostando o joelho na parede e disse “Ei, o que você acha?” estava em um maiô azul, veio andando em minha direção, ele cobria toda a parte da frente de seu corpinho, estava linda, eu fui abraçá-la e ela fez um gesto para eu parar e disse, agora a surpresa e deu uma meia volta, ficando e

costas para mim, as costas do maiô tinham apenas um pedacinho de pano amarrado nas costas, atrás dos seios e um pedacinho de pano fazendo um lindo fio dental triangular que atolava em sua linda bundinha, eu a abracei por trás e disse “que linda meu anjo, está maravilhoso” peguei na sua bundinha e beijei sua orelhinha, pegando em sua cintura, ela saiu e falou “não me excita senão eu não consigo me esconder” e colocou a mão sobre o que seria sua bucetinha. Fomos para piscina e havia um churrasco rolando, com cerveja a vontade, apresentei Dani como sendo Christiane a todos que conhecia na empresa, todos os homens ficaram loucos com ela, realmente estava chamando muita atenção, comemos e bebemos até o fim da noite. Foi muito divertido passar o dia com ela.

Na hora de dormir eu havia tomado umas cervejas também e estava meio mole, Dani capotou rápido, eu tirei sua roupa e a deixei peladinha de novo, tirei de uma vez o adesivo que a protegia, ajeitei seu pau, tirei minha roupa e me deitei com ela. Acordei com o sol brilhando em cima da cama, com Dani agarrada em mim e com a perna em cima da minha, fiquei acordado pensando um

pouco, não haveria atividade nesse dia, pois resolvemos tudo no dia anterior. Assim que Dani acordou, olhou para mim e falou “Bom diaaaa” me apertou forte e disse “Eu nem acredito que a gente tá aqui sabia? pensei que tava sonhando” e eu disse “Agora que você tá aqui, vai fazer o que?” e ela me deu um tapinha e falou “Esta me desafiando é rapaz?” e eu disse “Só quero ver se você é tudo isso mesmo que fala que é” ela cerrou  os olhos e falou, deixa comigo, se ajoelhou na cama e seu pau ficou repousado em minha perna, arrumou o cabelo e falou, vamos tomar um banho rapidinho e a gente volta pra cá para eu te mostrar o que eu sei fazer, ela saiu rebolando e olhando para trás, quando chegou na porta do banheiro colocou as palmas das mãos uma em cada banda de sua bundinha, me olhou e me chamou, entrou no banheiro, eu me espreguicei e meu pau ficou duro só de vê-la, cheguei no banho e ela estava ensaboada, entrei e a encoxei e ela falou “Espera amor, vamos pra cama que eu vou te mostrar” eu disse “Ta bom querida”, ela se virou e sorriu pra mim, pegou a escova, colocou pasta e me deu, e começou a escovar os próprios dentes, assim que terminamos ela disse “Agora sim” e me deu um beijão

delicioso, meu pau ficou duro, e o dela também, terminamos o banho e eu fui para a cama esperá-la, ela foi até a bolsa, pegou algo e voltou para o banheiro, veio até mim e colocou um frasquinho no criado mudo.

Ela veio andando na ponta do pé, cobrindo seu membro, em câmera lenta, eu me sentei na cama, meu pau armou novamente só de vê-la andar daquele jeito, ela foi na parte debaixo da cama e veio até mim de quatro, arranhando minhas pernas, chegou perto da minha rola, puxou a cabecinha para fora e deu uma só chupada, fiquei com o pau extremamente duro e ela disse, “Acho que não preciso trabalhar muito aqui né?” e ainda de quatro, peladinha veio em minha direção e me deu um beijo, longo, demorado e quente, peguei nos seios dela enquanto nos beijávamos e ela ia se aproximando, me empurrou para eu sentar melhor, e foi ficando de joelhos em cima de mim, até que minha rola roçou em sua bundinha, senti que estava quente e escorregadio, ela parou o beijo, e colocou a mão na bundinha pegando meu pau e direcionando para seu cuzinho, fazendo-o entrar de uma só vez eu e ela gememos alto e

recomeçamos o beijo gostoso, ela subia e descia no meu pau com maestria e percebi que meu pau começou a esquentar e eu disse “Nossa, tá quente aqui” e ela disse “Eu passei um gelzinho para esquentar, se você tá sentindo no seu pau, imagina como tá meu cuzinho”, e rebolava com as mãos nas próprias pernas, ela parou de rebolar por alguns segundos e fechou os olhos com força, senti o líquido quente saindo de seu pau escorrer por minha barriga, o liquido escorrida devagar, ela estava gozando e parecia estar gostoso, continuei mamando em suas tetas que pareciam agora gigantescas, seus biquinhos cor de rosa estavam sendo castigados por mim, lambi, chupei, mordi e mamei neles, deve ter durado uns 5 minutos mas pareciam horas, estava delicioso, eu apalpava sua bundinha e ela delirava. Olhei para baixo e vi seu pau duro novamente, peguei nele e ela tremeu e falou “Ai amor, ai” e rebolava devagar, fazendo meu pau entrar e sair de seu cuzinho bem devagar, e eu disse “para um pouquinho, se não eu vou gozar” e ela disse com uma voz dengozinha “Você não quer gozar?” e eu disse “Claro que quero, mas eu também tenho uma surpresa pra você”, ela abriu os olhos e me olhou de

lado, como quem desconfia, tombei-a para trás e deitei-a na cama e iniciamos um papai e mamãe delicioso que não durou muito, virei-a de lado e continuei a socar bem gostoso nela, peguei sua rola e comecei a masturbá-la ela ficou louca e se contorcia, puxava a cabeça de seu pau para trás e o devolvia para dentro, estava super melado, meu tesão estava explodindo, coloquei-a de quatro e meti com vontade e tentava bater uma punheta para ela mas não conseguia direito pois estava socando muito forte, ela gemia alto e falava “Eu te amo, meu macho, me come vai” eu estava quase gozando e ela também, percebi que ela estava no ponto de ejacular, tirei minha rola de seu cuzinho e virei-a de frente para mim, colocando-a deitada na cama e abocanhei seu pau, assim que ele entrou em minha boca senti o gosto sêmem em minha língua e depois em meus lábios, em pouca quantidade, chupei com força e com vontade, ela pegou no meu cabelo, puxou minha cabeça e falou “Ai amor, não acredito” eu dei mais umas cinco ou seis mamadas bem fortes e ela falou “Sai quero, sai, eu vou gozar, sai, sai” abri a boca coloquei seu pau dentro e senti o jorro de porra bem forte bater no fundo de minha

garganta, engasguei mas fiz que estava normal, ela me olhava com os olhos arregalados e disse “Eu não acredito”, e tremia o corpo, a cada tremida, mais jatos em minha boca, olhei nos seus olhos e tentei engolir seu sêmem, ela estava vidrada e tremendo, engasguei e ela riu e disse “É difícil né amor, põe pra fora”, e eu deixei o sêmen escorrer por meus lábios e cair na cama, ela então disse “eu também quero meu lindo” e me empurrou de volta pra cama e começou a chupar meu pau e ficou olhando no meu olho igual eu fiz com ela, na hora de gozar eu disse “Meu anjinho, eu te amo” e ela tirou meu pau encostou na sua boquinha fechada, esporrei todo seu rostinho, ficou todo branquinho de porra e ela ficou sorrindo pra mim e disse “Gostou da surpresa?” e eu perguntei “Adorei, Você gostou da minha?” ela subiu e me abraçou, colocando seu rostinho cheio de porra no meu peito e disse “Esse é o melhor dia da minha vida”

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É assim que eu me lembro 1 – Capítulo 08 – Desgraçados https://rafaelakhalil.com/e-assim-que-eu-me-lembro-1-capitulo-08-desgracados/ https://rafaelakhalil.com/e-assim-que-eu-me-lembro-1-capitulo-08-desgracados/#respond Sat, 19 Oct 2024 17:47:04 +0000 https://rafaelakhalil.wordpress.com/?p=225 location.href="https://rafaelakhalil.com/esse-conteudo-e-exclusivo/";

Voltamos para casa, tomamos uma ducha, nos vestimos e fomos almoçar em um restaurante próximo, ficamos umas 4 horas no restaurante, conversando, comendo e bebendo. Chegamos em casa no fim da tarde já exaustos, eu estava pronto para tirar um cochilo, entramos em casa com todos se arrastando e eu já anunciei logo “Estou indo para a cama, vou dormir um pouco” fui seguido de um coro de “eu também” Subimos a escada, Christiane e eu de mãos dadas, com Táta e Dani logo atrás. Rosana e Henry se aconchegaram no sofá mesmo. Christiane entrou no quarto e falou “Vou tomar um banho rápido” e se dirigiu ao banheiro de dentro do quatro, Dani me agarrou por trás me dando um forte abraço e disse baixinho “Eu queria mimi com você” eu segurei suas mãos e disse “Um dia a gente consegue fazer um bem bolado”, me soltei de suas mãos, me virei e dei um beijinho em seus lábios e  entrei no chuveiro com Christiane.

Tirei minha roupa para tomar banho junto com minha esposa, assim que abri o box eu a vi, se ensaboando de costas para mim, com sua pele branquinha avermelhada por causa do sol da manhã, o sabão escorria em

espumas pela extensão de suas costas e contornava toda sua pele, olhei entre suas pernas e consegui ver, por trás, o volume de sua bucetinha então ela disse “Amor? é você?” e eu confirmei que sim, não pude evitar uma ereção, meu pau ficou duro na hora e eu a abracei por trás e ela disse “Hmm, que gostoso, tava pensando no que?” e eu disse “Em nada, eu fiquei assim quando te vi aqui tomando banho” e ela disse sorrindo e fazendo um gesto com a mão para reverenciar um rei “Que honra” apertei meu pau e ele entrou todo de uma vez no meio de sua bundinha, tocando o cuzinho bem forte e ela reclamou “Cuidado ai ein, devagar”, eu peguei seus seios e forcei um pouco mais, ela se virou e me abraçou de frente, ainda estava toda lisa devido ao sabão em seu corpo, e falou “ai amor, eu to tão cansadinha, vamos dormir um pouquinho” eu me desanimei e disse para ela que estava tudo bem, terminamos de tomar banho e eu ainda estava de pau duro, mas fomos deitar assim mesmo, nus. Revirei na cama uns durante uns

40 minutos e percebi que Christiane  já dormia profundamente. Levantei, peguei a toalha e me cobri, fui em direção ao quarto de  Dani,  bati  na  porta  e  ninguém  abriu,

imaginei que estavam dormindo, abri a porta bem devagar e não vi ninguém, procurei no banheiro, que estava molhado, mas não vi ninguém. Dei uma rápida vasculhada na casa e encontrei apenas Rosana e Henry dormindo no sofá e uma garrafa de whisky no chão, os dois estavam cobertos por um lençol, não consegui ver direito, mas pareceu que estavam pelados, devem ter transado muito, bebido muito e caídos de cansaço.

Fui até lá fora e nada, me senti um pouco frustrado, aonde Dani e Táta poderiam ir, e sem me avisar? Pensei bem e cheguei a conclusão que ela era realmente livre, devia estar dando umas voltas na praia com Táta para paquerar um pouco, voltei para cama e tentei dormir, agarrei Christiane e colei meu corpo ao dela, então peguei no sono. Acordei com Táta batendo na porta do meu quarto de maneira muito brusca e rápida e gritava “Tio, tio” acordei assustado, olhei para a janela, já estava escuro, olhei para o relógio e Marcava 22:23, dormi muito, levantei correndo e abri a porta, sem me lembrar que estava Nu, do outro lado da porta estava Táta, suada e chorando eu perguntei “O que foi? O que aconteceu?” Christiane acordou também e

perguntou o que estava acontecendo então Táta falou “A tia Dani, ela saiu com uns caras, mas eu acho que eles vão matar ela Tio, eles pegaram ela pelo cabelo e levaram” tomei um choque, corri para o armário e vesti a primeira roupa que eu tinha visto, peguei Táta e joguei dentro do carro e fomos ao lugar aonde ela tinha dito que tudo tinha acontecido, procuramos e procuramos sem sucesso por uns 20 minutos, então meu telefone tocou, atendi sem ver quem era então Christiane falou “Amor, calma, a Dani voltou, vem pra casa” eu perguntei “Está tudo bem com ela?” e Christiane repetiu “Ela voltou, vem pra cá” e desligou o telefone. Acelerei o máximo que pude e parei o carro torto na calçada, entrei correndo e vi Dani sentada no sofá chorando no colo de Rosana que a consolava, cheguei perto e ela olhou para mim, estava com o olho direito roxo, na verdade estava mais para preto, devido a uma pancada, sua roupa estava toda rasgada e seu corpo cheio de arranhões.

Corri, me ajoelhei a sua frente e perguntei “O que houve?” ela olhou para mim, largou a irmã e se ajoelhou comigo no chão e me abraçou e falou algo chorando mais alto e

mais forte, ficamos ali abraçados uns segundos até ela se controlar mais, eu perguntei “Quebrou algo em você?” e ela fez que não com a cabeça, e olhou para baixo, eu peguei em seu queixo e levantei sua cabeça para olhar para ela, e percebi que tinham mais alguns arranhões em seu rosto, e havia sangue em seu cabelo, seu nariz estava escorrendo. Então eu perguntei “Eles te estupraram, foi isso?” e ela fez que não com a cabeça e completou aos soluços “Eu não deixei, eu corri, aí eles me bateram, e me jogaram na areia, e roubaram meu celular, falaram que viado tem que morrer” e recomeçou a chorar, mas agora ela berrava e socava meu peito com o punho, estava com um ódio que eu jamais havia visto, segurei seus pulsos e disse “Calma Dani, já passou” vamos para o hospital e depois fazer um B.O agora, vamos resolver isso, e ela ficou em silêncio, Christiane apareceu ao meu lado com um punhado de roupas folgadas e disse “Tó Linda, veste isso, vamos lá na polícia”, Dani pegou a roupa e Christiane a puxou para o banheiro que estava no Andar debaixo, fui ao meu quarto e lavei o rosto, estava assustado com o que tinha acontecido, desci em seguida e encontrei Dani já vestida, seu

rosto todo vermelho devido ao choro e aos machucados, Christiane com algumas gases e uma garrafinha na mão limpando o cabelo e os cortes nos braços e no rosto, algo para desinfetar.

Fomos ao carro e Dani andava vagarosamente e a cada passo fazia uma micro careta, algo devia estar doendo, Christiane guiou-a até o banco de trás e se sentou com ela. Falei para Rosana e Henry ficar em casa que eu iria ligar, Táta correu e pulou no banco da frente e disse “Eu vou com vocês”, não falei nada e fomos saindo, peguei avenida que margeia a praia e dava para ver diversas pessoas em quiosques, o transito estava um pouco carregado então andávamos devagar, então Táta arregalou os olhos e me cutucou “Tio, tio” e eu que me concentrava nos soluços de Dani e disse distraído “O que foi?” e ela se aproximou de mim e falou baixinho “ta vendo aqueles tres ali, dois de branco e um de vermelho?” e eu olhei e vi uma mesa com uns cinco ou seis caras sentados com duas mulheres e todos estavam conversando alegres e rindo muito, perguntei “To, o que tem?” e ela falou “Aqueles dois de branco e aquele de vermelho foi que pegaram

a tia Dani” meu coração bateu rápido, meu sangue ferveu e eu disse “Dani” e ela murmurou um “haam?” e eu disse “Foram aqueles caras ali que te bateram?” ela virou a cabeça para olhar e disse “Foi, foram eles mesmos” ficou olhando e disse “Foi o de vermelho, ele pegou meu celular” e completou assustada “Vamos embora, vamos chamar a polícia, corre, corre” mas eu estava em um estado em que fiquei poucas vezes na vida, sabe quando apenas o ódio e o terror te dominam, o universo todo esta para explodir na sua cara e o mundo vai cair quer você segure quer não? então nesse momento você adquire a calma total e atinge o nirvana.

Estacionei o carro quase em frente ao bar e Dani estava histérica “O que você vai fazer, eles vão te matar, vamos embora, pelo amor de Deus” e eu me virei e disse “Calma, vai ficar tudo bem, fiquem quietas” Christiane disse “Amor, vamos procurar um policial” eu nunca havia sido grosso com Christiane desde aquele dia então eu disse “Quieta porra, já falei” ela olhou para mim assustada, Táta se encolheu no banco do carro e ficou quieta. Sai do carro calmamente, peguei a chave para trocar o pneu e coloquei na parte de

trás da Calça, me aproximei da mesa dos caras, peguei meu celular e liguei para o número de Dani e fiquei aguardando, o celular tocou no bolso do cara de vermelho, o maior da mesa, ele tirou, olhou e desligou, insisti, ele tirava do bolso desligava, na quarta ligação ele atendeu “Fala caralho” e eu me aproximei da mesa e falei “Oi amor, gostou do celular que eu te dei?”, todos da mesa me olharam e o cara de vermelho se assustou, acho que não esperava ouvir a voz no celular e ao vivo ao mesmo tempo, ele se levantou e falou antes de estar em pé “O que foi cuzão?” eu tirei a chave da parte de trás da minha calça e batei com toda força no rosto dele, mas acertei o pescoço, ele cambaleou e colocou a mão direita no chão, eu pulei e o empurrei fazendo-o cair do calçadão até a praia, uma altura de uns 2 metros, vi quando ele bateu no chão e não se mexeu mais. Imediatamente senti uma pancada em minha perna que me fez cair e vi as mesas sendo jogadas para cima e as pessoas correndo, levantei e vi que um dos caras de branco me acertou com um taco de sinuca e quebrou-o em minha perna, levantei e levei um soco na cara, caí e na queda puxei uma das pernas do cara, o suficiente para

fazê-lo andar para trás para se equilibrar, levantei de novo e peguei uma mesa de ferro que tinha acabado de cair, o outro cara de branco veio para cima de mim, mas usei a mesa como escudo, entrei atrás dela e empurrei contra ele, ele tropeçou e caiu, pisei na sua barriga e no seu pescoço, machucando bastante e dei um chute em suas costelas, em seguida ouvi uns gritos finos, quando olhei vi uma cadeira voando, Christiane havia jogado no outro cara e Dani estava com um taco de sinuca, com a parte grossa tentando acertar o cara que se defendia com outra cadeira, Táta estava atrás de Christiane estática, Dani então  gritou “Estuprador, filho da puta”, Christiane falou alto “Ele tentou estuprar minha irmã” as pessoas que restaram no bar e na calçada apenas observavam mas mudaram a  expressão olhando para ele, o cara saiu correndo e passou pelo meio de Christiane e Dani e disparou pelo calçadão.

Me afastei do cara no chão e fui  correr, mas no meio do caminho fui derrubado por alguém, e cai de peito no chão, faltou pouco para não bater os dentes, a pessoa que me empurrou gritou “Parado aí,

perdeu, perdeu, mão pra trás”, colocou o joelho no meu pescoço e o peso do corpo todo em cima de mim, me algemou e disse “Fica quietinho ai, quietinho” olhei para o lado, Dani e Christiane estavam encostadas na parede enquanto a polícia falava com o cara no fundo do bar, ele apontava para mim e para Dani e Christiane, vi as luzes do giroflex da polícia e vi o policial calmamente algemar ele. Na seqüência o policial falou para mim “Ta mais calmo?” eu fiz que sim com a cabeça e ele falou “Levanta” e me ajudou a levantar,segurando o meu braço e disse “Sem gracinha ein” senti uma dor imensa em minha perna e tive que ficar equilibrado em um pé só, o policial me mandou encostar de frente na viatura e mandou eu ficar parado, foi ajudar o outro policial que estava algemado no chão e se debatia, xingava e dizia que era inocente, Christiane e Dani vieram para mim e perguntaram se estava tudo bem e eu sentia uma dor imensa em minha perna, mas disse que estava tudo bem, bem devagar eu olhei para o cara de vermelho que eu tinha jogado do calçadão, ele estava sentado com quatro pessoas em volta, uma delas um policial, tinha sangue na areia e ele estava com uma garrafa de água na mão. Notei nesse

momento que Táta vinha ao longe, achei estranho ela se afastar mas nada falei.

O policial me colocou na viatura junto com os dois sujeitos de branco e saiu. Assim que o policial saiu um dos caras falou “Nós vamos te matar seu viado do caralho, fica defendendo aquele viado lá, você vai ver” e eu disse “Vai matar porra nenhuma, você não é homem para isso” e olhei para frente fingindo ignorar ai o outro falou “Aqui é Vida Louca meu irmão, tá pensando o que?” eu disse eu disse “Além deu cuzão eu não sei mais o que você é” e ele disse “Ta pensando que eu to brincando né, tua hora tá marcada, fica esperto” e eu disse “Cala a boca cuzão” o policial voltou pra viatura e falou, “Não quero um pio das princesas ai, entenderam?” e não esperou resposta.

Seguimos para a delegacia, lá nos deixaram sentados numa salinha, demorou umas 3 horas até fazer o depoimento. O Delegado, Doutor Ivan, me perguntou o por que de eu ter agredido os caras, e eu expliquei para ele o que tinha acontecido e mostrei Dani com o olho preto e toda arranhada, os dois ainda estavam na sala e um deles falou “Seu delegado, é homem essa

porra!” e Dr. Ivan olhou para o rapaz, e para mim e Dani e perguntou bem baixinho “Verdade?” e eu confirmei com a cabeça, Dani olhou para o chão, ai ele levantou e falou de maneira ríspida para o cara “Levanta” e pegou ele pelo braço e disse “Fala de novo que eu não tava prestando atenção”, e ele falou “Doutor, não é mulher não, é um viado, é homem doutor”, o Dr. Ivan deu um tapa na cabeça dele e disse em um tom de voz elevado “Olha de novo e me fala o que você tá vendo ali” e apontou para Danielle, o cara olhou meio confuso e falou “To vendo um viado e o namorado dele”, então o policial que estava do lado bateu com tudo nas costelas do cara, o delegado falou com a voz tranqüila “Precisa melhorar a vista rapaz, e agora, o que você tá vendo ali” e ele disse “To vendo uma mulher, mas ela tem um pinto no meio das pernas, não é o que parece doutor” e delegado falou “Pereira, leva os dois lá pro fundo e mostra pra eles o que é respeito, faz o exame de vista neles” o que estava calado falou “É mulher doutor, é mulher” o outro cara começou a chorar e falou “É mulher doutor, é mulher, to vendo uma mulher” e o delegado disse “A visão melhorou, mas ainda não sabe o que é respeito”, nesse momento o

policial Pereira já estava grudado no braço deles, e os levou para os fundos e não se ouviu mais nada além de gritos abafados.

Passamos mais umas duas horas de depoimento, falei tudo que havia acontecido, inclusive que Dani havia morado no Canadá e havia se transformado,assim que terminei de falar, Dr. Ivan olhou para Dani e disse “Agora vamos tomar o seu depoimento menina, vamos, diga para mim o que fizeram com você, detalhadamente” então Dani olhou para mim e hesitou um pouco e o Delegado falou “Quer que ele saia?” e ela falou rápido “Não, ele pode ficar” e continuou “Eu tenho vergonha de falar para o senhor” e o delegado disse “Minha filha, se eu começar a te contas as histórias que eu já ouvi aqui você vai ficar de cabelo em pé, pode falar, comigo não tem crise, não vou te julgar, apenas fale”, abriu a gaveta e mostrou um Halls preto e disse “Pega um, é refrescante”, Dani pegou e guardou na mão, ele me ofereceu mas eu fiz um sinal de recusa com a mão, ela então começou “Voltamos da praia e fomos almoçar, comemos bem e depois voltamos para casa, ai todo mundo foi dormir e eu e minha sobrinha fomos dormir juntas, como

sempre fazemos, ai ela disse que queria dar uma volta na praia, fora do condomínio, para ver se paqueravam ou ficavam com alguém, e eu concordei, nos arrumamos e saímos, fomos até o barzinho próximo ficamos lá no balcão conversando, ai apareceu um rapaz grande de camiseta vermelha, esse ai que vocês pegaram, conversamos e chegaram mais dois amigos dele e perguntaram se não tínhamos mais uma amiga, eu disse que não e ficamos os cinco conversando, eu e o cara grandão, o Fábio, estávamos bebendo e ele me disse que atrás do barzinho tinha um lugar vazio pra gente dar um malho, eu fui e ficamos, nos beijamos, mas ele começou a querer tirar minha roupa, e eu não estava querendo deixar, ai ele mandou eu parar de frescura e abaixou minha blusinha tomara-que-caia deixando meus peitos para fora e começou a chupar forte, eu tentei sair e mandei ele sair, mas ele era muito grande e pesado, gritei por ajuda mas ninguém veio, então ele num movimento pegou minha calça e calcinha e abaixou até a canela e quando passou a mão entre minhas pernas ele me olhou e disse ‘Que porra é essa?’ e eu disse para ele me largar que eu era um menino, ele voltou a chupar e morder meus peitos e eu tentando

empurrar, então ele me deixou sair, eu me vesti e voltei para o bar para Chamar a minha sobrinha, e falei para ela vir comigo depressa, quando saímos do bar e andamos um pouco no calçadão, o Fábio veio e me pegou pelo cabelo, eu mandei ele me soltar e os dois amigos dele apareceram e me levaram para areia com minha sobrinha desesperada batendo neles e pedindo para eles soltarem, ai o grandão de vermelho empurrou minha sobrinha no chão e disse pra ela ir embora que eles iam me bater um pouco para eu aprender a ser homem, e que se ela chamasse a policia o bicho iria pegar para ela. Eu gritei pra ela correr, e ela correu, estávamos a dois quarteirões de casa e ela foi para casa avisar o pessoal, o Fábio me arrastou para o mar e eu fiquei com muito medo, achei que ele ia me matar” Dani começou a chorar, o delegado abriu a gaveta e pegou uma caixa de lenços, deu pra ela e ela continuou a falar “eles me jogaram na areia e começaram a me chutar e a rasgar minha roupa, um que tava de branco tirou a parte de cima da minha roupa e me deixou de topless e disse ‘Peitão gostoso ein, tem silicone, o traveco é madame’ eles riram de mim e o Fabio me deu um soco no olho e eu acho que desmaiei por

alguns minutos, quando acordei, eu estava de bruços no colo de um dos caras de branco, com as calças em minha canela, o tal do Fábio com o pau duro tentando meter em mim, só que acho que tava muito bêbado pra isso, eu empurrei ele com os pés e comecei a gritar para um grupo de pessoas que estavam no calçadão, um rapaz me olhou e pegou o celular para ligar para algum lugar, um deles falou ‘Fudeu, fudeu’ e os três saíram correndo, mas antes me jogaram na areia com força. Eu me vesti e voltei para casa, o rapaz do calçadão veio, e ligou para a policia, me ajudou a chegar até a porta de casa, mas disse que não queria se envolver, eu agradeci a ajuda e entrei em casa” e contou o resto da história que vocês já sabem.

Me espantei com o delegado, ele foi super gentil com Dani, eu esperava algo mais bruto, achei que teria que procurar a delegacia de mulheres, ele se levantou e veio até Dani, quase passou a mão no seu rosto, contornou sua face coma mão sem tocá-la, olhou os ferimentos e disse “Machucou muito?”, ele também já havia tomado o depoimento de Christiane e Táta e sabia exatamente o que tinha acontecido, ela fez

que sim com a cabeça e ele falou “Então você era homem?” e ela respondeu positivamente com a cabeça, ele deu uma volta na sala, colocou os braços em torno da cabeça, sentou-se e falou pausadamente “Filhinha, a sua condição é muito diferente, as pessoas tem muito preconceito com travestis, transexuais, seja o que for, as pessoas tem medo, ainda mais uma menina bonita como você. Tome muito cuidado, aqui não é o Canadá, eu já viajei para vários lugares, fui inclusive para o Canadá e sei que em países de primeiro mundo existe o respeito às suas opções, aqui não é assim, tome mais cuidado por favor” e ela disse “Eu vou tomar, obrigada” e ele falou “Agora vocês dois vão para o IML fazer o exame” Nesse momento chegou meu cunhado, Roberto Carlos, o pai de Táta, com o João Pedro, o irmão de Tânia que é advogado, ele conversou com Dr. Ivan de maneira animada, pareciam velhos amigos, e em menos de dez minutos saímos de lá.

Fomos para o IML mas umas duas horas de espera e depois fomos ao hospital, descobri que eu tinha uma fratura na perna, por isso doía muito e eu não conseguia pisar

direito, a pancada trincou o osso da minha canela, eu fiquei internado e Dani foi tratada e liberada, tinha vários ferimentos pelo corpo, mas nada muito grave.

Descobri que minha perna estava pior do que eu pensava, teria que fazer alguns exames e ficar de repouso com a perna imobilizada e tomando medicações por sete dias. Na primeira noite, ninguém pode ficar comigo, o hospital estava lotado, meu plano da direito à apartamento de internação mas não havia vagas, então fiquei na enfermaria com outros dois homens. No dia seguinte varias pessoas vieram me visitar, conversei com João Pedro o Advogado tio de Táta e ele me explicou que os caras estavam presos por que ele entrou com o processo de tentativa de estupro e homicídio, e que eu não seria preso pois era réu primário e que o juiz provavelmente iria considerar que eu saí em defesa da honra de Danielle, eu estava em desvantagem, o grandão que eu derrubei na areia estava bem, quebrou apenas um dedo na queda e saiu de ambulância do lugar.

João Pedro também me contou que ele já conhecia o delegado com quem falamos, Ele  e Dr. Ivan haviam estudaram juntos direito

anos atrás, já se conheciam a muitos anos, ele tinha um filho que era homossexual, e bateu muito no filho para que ele virasse “homem” acabou que aos 16 anos o filho fugiu de casa e foi para a rua se prostituir, foi preso diversas vezes, ficou viciado em drogas, Dr. Ivan o internou sete vezes em clínicas de reabilitação e o trouxe para morar em casa novamente, aceitando a sua condição de homossexualidade, desde que ele estivesse vivo, mas o atrito entre os dois foi constante e o relacionamento estava desgastado até que seu filho fugiu de casa novamente, seis meses depois foi morto por uma gangue de Playboys que matavam homossexuais nos arredores da cidade.

Conversei com Christiane que estava cuidando de tudo quanto é tipo de papel e procurando uma transferência para um apartamento de internação, falei com Táta e perguntei “Eu vi você voltando lá da praia quando o policial me prendeu, aonde você tinha ido? Ficou com medo?” e ela falou “Não tio, eu peguei a chave de roda do carro que tava com sangue e enterrei na areia para não incriminar o senhor” eu fiquei surpreso, passei a mão no rosto dela e disse “Garota

esperta” ela sorriu, Dani estava melhor, em apenas um dia o inchaço em seu olho havia mudado de cor, mas continuava grande. A noite, uma pessoa poderia ficar comigo, mas tinha que ser do sexo masculino pois haviam mais dois homens internados e mais dois homens acompanhando os internados, Dani logo se prontificou “Eu fico com você” e eu disse “Não Dani…” e fui interrompido por ela com uma tom que eu julguei de mágoa “Eu sou homem” eu sorri sem graça e disse “Tá bom, melhor mesmo” imagino o quão difícil foi para ela dizer que era um homem.

Eu já me sentia bem, só a perna que doía um pouco, mas ia melhorar tinha apenas que tomar os medicamentos, Dani voltou as 19:00 para passar a noite comigo, estava preparada, Ipod com fones de ouvido, três livros e um IPad, fora sua bolsa gigante que deve ter até um portal para outra dimensão. Ficamos jogando conversa fora, e ela me falando das coisas do Canadá e me agradeceu por eu ter defendido ela, e concordamos que ela não sairia mais assim sem ninguém saber e ela não confiaria mais tão depressa em alguém. Lá pelas 23:00 a enfermeira veio nos informar que liberaram um apartamento e

que eu poderia ir para lá, um enfermeiro grande veio e me colocou em uma maca, depois fomos até o quarto e ele e Dani me colocaram na cama, o cara ficou olhando  para Dani e perguntou “O que aconteceu com você?” ela falou “Tentaram me estuprar e meu cunhado aqui” apontando pra mim “Me defendeu” e o cara olhou pra mim e falou  “Ta certo cara, estuprador tem que morrer mesmo” foi saindo e falou “Estou indo embora, então até amanhã, melhoras para os dois”.

O Apartamento era excelente pois tinha uma caminha aonde Danielle dormiu, ela puxou a caminha e colocou ao lado de minha cama, e dormiu segurando minha mão. Pela manhã ela desceu para tomar café e os médicos passaram e falaram comigo, ela voltou um pouco maquiada e percebi que o inchaço já havia diminuído e que estava mascarado pela maquiagem, ela ficou do meu lado conversando e disse “Já já as visitas podem subir, uma meia hora para começar o horário” e eu disse “Que bom, ai você descansa um pouco” ela ficou mexendo na minha roupa de cama e levantou o lençol e viu meu pau que descansava de lado, abaixou

em seguida e disse “Você tá pelado” e riu, eu disse “Claro, no hospital todo mundo fica, no Canadá não” e ela disse “Fica sim” e riu de novo, ela olhou fixo para a porta e eu olhei também, então senti suas mãos macias e suaves em meu pau, olhei pra ela e disse “Não Dani, vai entrar alguém” e ela disse “Vai nada”, saiu do lado da cama e foi na porta, nosso quarto era o ultimo do corredor, ela olhou pelo corredor e disse “Tem ninguém”, voltou andando devagar e pegou meu pau de novo, me acendi rápido, fiquei com ele duro, ela começou a chupar enquanto me punhetava e eu falava “Para, sua louca” ela apenas ria e continuava, o telefone do quarto tocou, ela atendeu e continuou chupando minha rola e disse “Alo?” e em seguida “Oi Chris, estou aqui cuidando dele” e olhou para mim, lambendo meu pau “Sim, ele tá melhor, bem melhor” e colocava e tirava da boca, babando todo “Acordou revigorado hoje, tá animado até”, “ta bom, pode vir, estamos aqui, tchau” e continuou mamando e disse “Sua mulher tá subindo ai, vamos lá, goza rapidinho” e eu disse “Que gozar o que, sua doida” e ela disse “Em menos de um minuto ela tá ai, você vai explicar como o pau duro?” nesse momento

entra uma mulher na sala empurrando um carrinho e vê Dani com a mão embaixo do lençol e olha bem para meu pau duro e diz “Café da manhã”, Dani ficou sem graça e tirou a mão bem de vagar, minha ereção passou rapidamente e antes da mulher sair da sala Christiane entrou com um crachá e foi falando “Oi meu amor, como você ta?” e veio me beijar e me encher de dengo.

Dani desceu para que outra pessoa pudesse subir, e assim que saiu do quarto Christiane pegou no meu pau por cima do lençol e disse “to com saudades” e eu perguntei “esta sentando em outra rola amor? Pra matar a saudades?” e ela falou “Não, meu maridinho tá dodói, só quero você e mais ninguém, quando você ficar bom eu  volto com a putaria”, meu pau ficou duro, ela deu a volta na cama e pegou nele por baixo do lençol e disse “Humm, tá molhadinho já ein”, passou a mão em meu saco e disse “O que você e a Dani andaram fazendo ein?” e sorriu e eu disse “Conversando” e ela disse “Ela te chupou, fala a verdade” e eu fiquei estático e falei, não “Não amor, a gente conversou só” e ela falou, “Ta muito molhado esse pau ein, que delicia” e então entra minha cunhada

Rosana, veio me cumprimentar e olhou direto para o lugar aonde Chris me punhetava, Chris não tirou a mão do meu pau, e me punhetava devagar, a bandeja com comida estava bem em cima, conversamos e percebi que ela estava perdendo o foco na conversa, ela então disse “Para com isso Chris, para de pegar no pau dele, coisa feia” e Christiane fez uma careta para ela e tirou a mão a muito contra gosto.

Recebi várias visitas Henry ficou comigo no hospital até umas 20:00 até a chegada de Christiane, que já chegou reclamando “Aonde já se viu, ela pensa que é quem?” e eu perguntei “Quem pensa o que Chris?” e ela falou “Essa vaca” e eu “Que vaca?” e ela falou indignada “A Dani, ela quer vir aqui ficar com você, sua esposa sou eu, quem fica aqui sou eu” e ficou, todos os dias das 20:00 até umas 8:00 da manhã, Dani entrava no horário de visitas, quando recebi alta era o último dia de folga de Christiane e assim que entrei em casa haviam balões, bolo e várias pessoas com uma faixa grande de “Bem vindo ao lar”.

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