Danielle Transexual 2 — Capítulo 10 — Dumping

Danielle Transexual 2 — Capítulo 10 — Dumping

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Fabio esperou o barulho do chuveiro, aguardou alguns minutos e se levantou, foi atrás dela, entrando no banheiro

— Não querido, sai daqui, eu preciso me lavar! — Ela protestou enquanto apertava uma bombinha azul dentro de seu bumbum, ela usava aquilo para lavar ao anus e ter um sexo anal sem acidentes.

Fabio a ignorou e entrou no chuveiro atrás dela, segurou a bombinha

— Deixa eu te ajudar — Ele falou tranquilo

— Ninguém nunca me ajudou com isso, não precisa — Danielle falou envergonhada

Fabio se ajoelhou

— Pode deixar, me ensina como faz, eu vou ser seu marido, preciso saber, pois vamos fazer isso a vida toda

Danielle respirou confusa, mas com um sorrisinho quase oculto, soltou a bombinha

— Pressiona devagar essa parte mais larga, tacheia de água quente já e vai me lavar por dentro — Ela disse dando instrução — Cuidado que pode sai coisa de dentro hein

Fabio, obedeceu e pressionou, Danielle o olhava com atenção

— Agora tira — Ela ordenou

Fabio tirou a bombinha devagar e ela se virou, ele se levantou

— Só isso? — Ele perguntou achando simples

— Sim, só, mas tem que fazer umas quatro ou cinco vezes e essa vez é a ultima — Danielle explicou

Ele a viu, molhada, nua embaixo do chuveiro e avançou para um beijo, ela aceitou e o beijou também e se abraçaram beijando por quase um minuto, quando ela empurrou rindo

— Estou me afogando — Ela falou divertida — Lava o seu também

— Meu o que? — Fabio perguntou

— Seu bumbum, e se eu quiser comer ele? — Danielle disse séria

Fabio ergueu as sobrancelhas

— Estou brincando Fabio, mas faz, só pra você ver como é — Danielle disse — Não vou te comer — Ela deu uma pausa — Agora pelo menos — Sorriu

Ele entendeu que ela estava brincando, Danielle pegou a bombinha da mão de Fabio e encheu de agua quente do Chuveiro

— Vira aqui devagar — Ela o fez girar o corpo — Não vai doer, fica quietinho

Ele obedeceu, ela ensaboou o bumbum dele, passou o dedo no anus localizando

— Tá com o cuzinho peludo hein amore — Falou acariciando com sabão e preparando a pontinha — Inclina um pouquinho pra frente

Fabio obedeceu

Ela enfiou a ponta devagar, ele fez menção de sair mas ela o segurou

— Espera, espera, não se mexe senão vai te machucar — Ela disse apertando a bombinha dentro dele

Fabio abriu a boca, sentiu uma sensação estranha

— Corre pro vaso — Ela falou rindo

Ele obedeceu e saiu molhado do chuveiro, sentou-se no vaso e colocou o liquido para fora, Danielle ouviu a descarga e ele voltou desconfiado

— E ai? — Ela perguntou

— Estranho — Ele disse

— Era só pra você ver como é, não precisa fazer tá, fica tranquilo — Danielle disse — É importante você saber o que eu sinto.

Fabio pegou o sabonete e começou a esfregar ela, Danielle achou fofo o cuidado, ergueu os braços e girou o corpo devagar para ele lavá-la

— Vai tirar todo meu perfume assim — Ela disse enquanto estava de costas

— Seu cheirinho sem perfume é tudo o que eu quero — Ele a encoxou com pau duro forçando a bunda dela enquanto beijou o pescoço

Ela acariciou o cabelo dele e deu um beijo nos lábios, meio desencontrado, mas gostoso.

Danielle se virou e acariciou o pau dele

— Tá durão já! — Ela falou masturbando-o devagar — É efeito do remédio? — Perguntou curiosa

— Meu pau está duro desde a hora que eu te vi hoje, quando penso em você ele fica duro — Fabio disse acariciando o mamilo dela devagar

Danielle o masturbou e sentiu o carinho

— Chupa aqui — Empinou o peito

Fabio se aproximou e lambou o mamilo inchado dela, era pequeno, mas a aréola estava larga, Danielle queria peito com bicos grandes e exagerado, mas tinha que se contentar por hora.

Ela desligou o chuveiro depois de uns minutinhos, pegou a mão dele e guiou para o próprio pau

— Olha como você me deixa — Ela falou animada

Ele a masturbou devagar

— É efeito do remédio ou é tesão? — Ele perguntou ainda lambendo o mamilo dela

— É amor por quem cuida mim — Ela disse séria

Ele parou de chupar o mamilo e olhou para ela, sério

— Você me ama? — Ele perguntou

— Eu não quero falar que sim por que isso vai te dar falsas esperanças, mas eu gosto muito de você — Danielle disse

— Me ama hoje, só hoje — Fabio disse

— Como assim? — Danielle perguntou sem entender

— Vamos para o quarto, não transar, mas fazer amor você diz, por que você faz amor com quem você ama, enquanto estivermos naquele quarto, vamos fingir que somos amantes, que você me ama tanto quanto eu te amo, e só vale ali — Fabio propôs

— Isso é tipo um jogo? — Danielle perguntou curiosa

— Chama Role Play — Fabio disse — É uma interpretação de papeis

— E que papel você vai interpretar? — Danielle perguntou curiosa

— Eu não vou interpretar nada, você que vai, eu vou ser eu, eu já te amo — Fabio disse

Danielle pensou um pouco, ele ainda a masturbava devagar, ela tirou a mão dele e juntou com as dela

— Jura pra mim que se eu fizer isso você não vai ficar mal e não vai entender errado? Por que se for ela brincadeira, para nosso divertimento eu faço, mas é só pra gente se divertir tá?

— Eu juro — Fabio disse

— Jura mesmo Fabio, por Jesus Cristo? — Danielle disse

— Você sabe que eu não sou religioso Dani — Fábio reclamou

— É importante pra mim, jura por favor — Danielle disse

Ele respirou fundo confuso

— Eu juro por Jesus Cristo, eu sei que você não me ama, que não gosta de mim— Fabio disse frustrado

— Eu não disse que não gosto de você  — Danielle disse — Também não disse que não te amo, ainda.

— Ainda o que? — Fabio perguntou sem entender a palavra

— Não te amo ainda, se você for o homem certo pra mim, com fé em Jesus eu vou te amar.

Ele sorriu sonhador

Ela beijou a mão dele

— Amor, pega a toalha pra mim — Falou apontando para a parede

Fabio pegou e ela se virou de costas para ela secar

— A gente já é casado? — Danielle perguntou se referindo ao jogo

— Aããã — Fabio pensou um pouco — Não, estamos noivos, planejando nosso casamento, pode ser?

— Eu vou casar de branco? — Danielle perguntou curiosa e animada — Com o vestido com renda e transparência sexy!?

— Vai sim, se você quiser — Fabio disse

— Eu quero um vestido bem bonito, fechado até o pescoço, cheio de renda e com uma saia beeemm longa e bonita — Danielle disse animada

— É só escolher, meu amor, pra você tudo o que você quiser — Fabio disse fazendo Danielle se virar

Eles se encararam

— Eu te amo Fabio! — Ela disse séria

Ele engoliu seco, as narinas se abriram, a boca não emitiu som e ela falou de novo

— Tá valendo já né? — Ela perguntou nervosa

— Tá sim, eu também te amo meu amorzinho — Fábio disse nervoso

— Amorzinho? Que cafona — Ela disse rindo e pegou a toalha dele enxugando as pontas molhadas do cabelo

Ele riu

— Te chamo de que? — Fabio disse

— Amor, mô — Danielle pensou — Sei lá

— Delicinha — Fabio disse — É cafona?

Ela riu

— Não é, mas não da pra chamar isso na frente de todo mundo né, imagina na frente dos nossos filhos com os amigos deles e você me chamando de delicinha — Ela riu

— Quer ter filhos comigo? — Fábio perguntou

— Claro, por que eu aceitei ficar noiva? Eu quero uma família completinha, eu fico em casa criando nossos bebês e você vai trabalhar, quando voltar tem uma jantinha deliciosa, filhos de banho tomado e eu de lingerie sexy e cheirosinha disponível pra você jantar de novo.

A respiração de Fabio saiu trêmula, o pênis pulsou, Danielle percebeu, sorriu e saiu pelo banheiro em direção ao quarto, sentou-se na cama de pernas cruzadas como se meditasse.

Fabio veio minutos depois, seco, com o pênis apontando par acima.

— Vai cair hein, se ficar muito tempo assim com o sangue preso — Danielle disse divertida apontando pro pênis dele enquanto arrumava o próprio cabelo.

— O seu também tá duro — Fabio disse se aproximando e se sentando na frente dela imitando a posição

— O meu só fica assim pro homem que eu amo — Danielle disse sorridente

— Mentira, fica assim quando você ta com tesão — Fabio disse — E quando toma remédio

— Também, mas com amor é melhor — Ela sorriu e esticou as mãos — Dá suas mãos aqui

Ele deu as mãos, ficaram sentados, como se meditassem de mãos dadas

— Olha pra mim, nos meus olhos — Danielle ordenou, Fabio olhou — O que você mais gosta em mim

— Seu jeito de pensar — Fabio disse sem demora

— Tava na ponta da língua? — Danielle riu

— Tava, sua mente é fabulosa — Fabio disse surpreendendo Danielle que sorriu envergonhada.

— E seu eu voltasse a ser homem, você ainda acharia isso? — Danielle disse séria

— Nesse caso eu teria que falar com a minha mãe — Fabio disse pensativo

— Sua mãe? — Danielle estranhou — Por que?

— Por que eu ia ter que falar que o filho dela é homossexual por que estaria se casando com um homem.

Danielle sorriu confusa, coçou a nuca confuza.

— Eu não esperava por essa — Danielle disse pensativa

— Esperava o que? — Fabio perguntou sorridente

— Sei lá, você só veio falar comigo depois que eu me mostrei como mulher — Danielle disse pensativa

— Eu tinha medo — Fabio disse

— Medo de que? — Danielle disse — Eu nunca fui agressiva nem nada

— Medo de mim Dani, sabe qual é o conflito de um cara estar apaixonado por outro cara? — Fabio disse — Sabe quantas noites eu passei em claro, sabe quantas vezes eu chorei de desgosto por não ter coragem de me aproximar de você e dizer o que eu sentia, por medo do que iam pensar de mim?

Danielle piscou e prendeu o ar, os olhos brilhando ao observá-lo, tentou falar algo:

— Eu, eu — gaguejou — Eu não fazia ideia.

— Sim, quando você veio, aquela primeira vez, vestida como mulher, como você de verdade — Fabio disse — Meu coração se encheu, minha coragem brotou, por que eu não estava apaixonado por um homem, eu sabia que tinha coisa ali, só parecia homem, mas era uma mulher.

Danielle sorriu

— Eu lembro de uma coisa — Danielle falou sorridente — E eu quero te agradecer por isso

— O que? — Fabio perguntou curioso

— Quando eu cheguei vestida, aquele dia no escritório, era a primeira vez que eu ia para o ambiente de trabalho montada, tinha sido um dia terrivelmente turbulento antes do expediente, digo, vestida de mulher, todas as pessoas me olhavam como se eu fosse um bicho, todos prestes a perguntar o que era aquilo, se era uma fantasia e você veio até mim — Ela riu se lembrando — Eu achei que você iria me agredir

— Eu? Bater em você? — Fabio perguntou

— Não fisicamente, talvez eu tivesse medo sim, mas eu achei que você fosse desses roqueiros machistas homofóbicos chatões e ia falar alguma merda, aí eu já levantei meu escudo — Danielle sorriu nostálgica — Mas você agiu como se eu fosse uma pessoa nova, perguntou meu nome e ignorou a mudança, me chamou para aquela reunião que eu acho que era de segurança, eu fiquei pisando nas nuvens.

— Eu lembro, fiz isso por que tava todo mundo te olhando que quis fazer parecer como se fosse algo corriqueiro, algo normal — Fabio disse

— É por isso que eu te amo — Danielle disse — Por que você me via antes de todos, me via de verdade

Fabio ficou sem reação, a cabeça dele estava rodando, será que ela falava a verdade ou estava entrando no personagem, não teve muito tempo para pensar, viu a cabeça de Danielle abaixar e abocanhar seu pênis, apenas conseguiu gemer e segurou a cabeça dela.

Habilidosamente Danielle chupou o pau duro de Fabio, primeiro devagar, depois com mais vontade, lambendo e massageando, lambeu as veias e a dobrinha da cabeça tentando passar todo o amor que sentia naquele jogo, naquela brincadeira, mas uma pergunta começou a surgir no silêncio da sua cabeça barulhenta:

“Era mesmo uma brincadeira?”

Ela pegou a sacolinha que havia pego na farmácia, tirou um tubinho de gel lubrificante e lambuzou o dedo enfiando dentro do próprios anus, passou o dedo e empurrou mais e mais gel lubrificante para dentro enquanto massageava sob o olhar curioso de Fabio

— Deita um pouquinho — Ela falou empurrando-o para trás, ele se inclinou apoiando-se nos cotovelos

Ela pegou mais gel e passou no cu de Fabio

— Dani, Amor! — Ele disse preocupado

— Calma querido, tô só massageando, fica tranquilo — Danielle disse — Não fica preocupado eu não vou enfiar nada aqui se você não pedir, é que esse Gelsinho dá uma refrescância.

Assim que ela terminou de falar ele sentiu um ar gelado na sua portinha

— Tá sentindo? — Ela falou sorridente

— Estou! — Ele disse rindo

Ela fechou o tubo e deixou na cama, se arrastou para ele, Fabio ergueu o corpo e a abraçou, as pernas dela passaram por cima das pernas dele, ela o beijou na boca, ele agarrou a bunda dela e apertou, fez como se fosse um banco erguendo o corpo magrinho de Danielle

— Vamos de bate estaca? — Ela falou no ouvido dele

— Vamos! — Ele disse

— Tem o vergalhão do meu amor pra princesa dele? — Danielle perguntou

— Tem aqui — Ele falou e tocou o anus dela

Danielle pegou o pênis dele e direcionou ao próprio cu, forçou na entrada e entrou fácil, ainda estava sentindo os efeitos de ter sido arrombada por Fausto, ela disse que durava apenas meia hora, mas havia mentido, ficava arrombada por dias.

Devagar ela sentou até sentir que estava no máximo.

Ele se abraçaram ele a apertou contra ele. O pênis de Danielle na barriga peluda de Fabio hora dava uma sensação boa, hora causava dor, mas ela não ligou, gostava de sentir um pouco de dor no sexo.

Ela rebolou devagar, eles se beijaram enquanto faziam um amor bem gostoso, quente e molhado

— Te amo demais amor! — Danielle disse mordendo o pescoço dele — Sua pica é muito gostosa!

— Também te amo minha rainha, quero comer você assim todo dia — Fabio disse — Pro resto  da minha vida!

— Você vai, assim que a gente casar, vamos morar juntos e você vai poder me comer de manhã, de tarde e de noite — Danielle disse beijando-o de novo. — Meter até afinar seu pau — Ela disse sorrindo, arrancando uma risadinha de Fábio.

Em seguida ela empurrou ele fazendo-o deitar, foi para cima e se agachou fazendo o que havia falado, o “Bate escaca”, subia e descia com violência, o pênis ereto de Fabio entrava e saia dela, a cada entrada e saída Danielle dava um gemido sincero, estava gostoso, quente, envolvente, as pancadas do corpo de Danielle contra o corpo de Fábio duraram quase três minutos até que ela teve um solavanco involuntário e parou de vez com a boca torta parecendo ter dor e os olhos fechados.

Ele olhou para ela apreensivo

A boca dela se abriu e ela gemeu, o pênis jorrou um líquido transparente no peito de Fabio, ela segurou o pênis puxando a cabeça para fora e o segundo jato foi direto no rosto de Fabio, Danielle continuo o movimento de bate estaca enquanto se masturbava freneticamente, sentindo o pau do amigo entrar e sair, cada vez com mais força, hora rebolava, hora cavalgava enquanto batia seu pau e suas bolas violentamente na barriga do homem que a comia, até que Fabio gemeu.

Ela largou o próprio pênis

— Vem — Falou para ele — Vem pra mim amor, mostra que você me ama

Ele agarrou as coxas dela, bunda arrebitada e a empurrou para a cama, Danielle se deitou, Fabio veio por cima e empurrou as coxas dela fazendo os joelhos tocarem os ombros enquanto o pau dele entrava fundo nela completamente exposta.

— Aaaaiiii amooooorr—- Danielle delirou de tesão não sabendo se era um jogo ou se era verdade.

Fabio meteu rápido e com força, Danielle adorou o barulho do saco dele batendo na bunda dela, ela segurou seu saco e seu pau para não atrapalhar, ele anunciou o gozo.

Danielle acariciou o rosto e o peito dele, vendo a expressão apaixonada

— Te amo! — Ela falou olhando para ele sorrindo

Fábio viu o sorriso dela, lhe pareceu brilhante, mágico, apaixonante, sentiu uma pontada no peito.

Danielle viu o suor escorrendo da testa dele e descendo pelo pescoço

Assim que ela falou a boca de Fabio se abriu e os olhos arregalaram, ele gemeu, ela sentiu a pressão dentro dela, Danielle emitiu um gritinho chiado, sem planejar, mas a sensação da pressão dentro do anus sempre dava isso, principalmente quando era gosto assim.

Ela ouviu o celular vibrar, se esticou e pegou, era Fausto, ela apertou o mudo e virou o celular para baixo

— Atende! — Fabio disse em êxtase

— Não — Ela falou simplória — Foi bom a gozada querido?

— Foi ótima — Ele disse suado mais e mais

— Deita aqui com sua novinha — Ela falou animada batendo na cama ao lado dela — Descansa um pouco

Fabio a pegou pelos tornozelos.

— Noivinha nada, você é minha puta, quando casar comigo vai ser minha propriedade — Falou fazendo ela girar — De quatro agora! — Ordenou

Danielle riu e obedeceu, ficou de quatro

Imediatamente o pau de Fabio entrou duro no seu bumbum fazendo ela gemer de novo

— Que gostoso! — Ela falou jogando o corpo contra o dele — Fode vai caralho! — Falou de forma violenta e carinhosa.

Dessa vez Fabio ficou nessa mesma posição por quase dez minutos, Danielle se masturbava devagar, seu anus estava pulsando e dolorido, mas ela não quis pará-lo, até que ele gozou agarrando sua cintura e puxando contra ela, cravando as unhas, ela não reclamou, gostava desses momentos brutais dos homens quando gozavam pra nela.

Fabio gemeu por quase trinta segundos seguidos, Danielle sentiu o pau pulsar, ficou impressionada, ele parecia estar tendo orgasmos múltiplos, ela deslizou a mão e agarrou o saco dele acariciando, isso fez ele ter mais espasmos e gemer ainda mais

— Que gemidinho gostoso! — Danielle disse sincera

Ela se jogou na cama de lado, ele pingando a suor, caiu de cara no colchão, ela observou respirando fundo, demorou alguns segundos para entender a posição que ele estava

— Amor? — Ela chamou, mas ele não respondeu — Amor?

Ela olhou para ele, estava de boca aberta com os olhos abertos com a cara no colchão

— Fabio o que foi? — Virou ele fazendo-o se esticar — O que aconteceu?

Ele respirava, mas parecia exausto, abriu a boca, não sabia o que fazer, pegou o celular procurou alguém que pudesse ajudar, ligou para Miriam, ele a olhava, mas não dizia nada.

— Mi, mi! — falou assustada — Me ajuda

— O que foi tia? — Miriam respondeu assustada

— Tô com o Fabio aqui ele não tá bem, preciso de ajuda, não sei o que fazer!

— O que ele tem? — Miriam perguntou

— Ele se deitou na cama e tá com a boca aberta, não consegue falar, tá com os olhos travados, sei lá — Olhou para Fabio que fechava os olhos devagar, deu um tapa violento na cara dele — Não dorme não! — Ele abriu os olhos de novo parecendo assustado, mas sem emitir som algum.

— Não sei tia, ele comeu alguma coisa estragada? Veneno? — Miriam perguntou nervosa — Liga pra emergência, onde você tá?

— Me ajuda, o que eu faço? Conhece um médico? — Danielle perguntou

— Liga pra emergência tia, agora! — Miriam disse em tom de ordem

— Não posso, estou em um motel do lado da empresa — Danielle disse — Ninguém pode saber que estamos aqui

— Caralho tia! — Miriam respondeu — Olha, tô te passando um número é o único medico que eu conheço, liga pra ele

— Tá bom — Danielle desligou o telefone e viu o contato “Dr Marcelo – Médico tia Dani” — Tá de sacanagem — Ela falou, lembrou-se do médico, era o mesmo que havia dado o fora nela e que havia brincado com ela no hospital.

Ela pegou o telefone e olhou para Fabio

— Foda-se — Ligou para ele, o telefone tocou 3 vezes e atendeu

— Pronto — A voz do Dr. Marcelo era inconfundível

— Preciso de ajuda — Danielle disse

— Quem é? — O homem perguntou

— Sou a Danielle Montserrat, você me tratou esses dias, te conheci num aniversario — Danielle disse esperando ele se lembrar

— Eu sei quem é, no que posso te ajudar Danielle, fica calma — Dr. Marcelo disse

— Estou com um amigo aqui — Ela pensou um pouco medindo as palavras — Ele está mal, deitou e está com a boca aberta babando, olhos arregalados

— Coloque ele deitado de lado — Dr. Marcelo disse — Foi uma convulsão? Vocês estão em lugar com sombra?

— Está de lado, sim aqui ta fresco — Daniele disse — Não sei se foi uma convulsão

— Ele tem algum histórico? Teve espasmos, tremedeira? — Dr. Marcelo perguntou

Danielle lembrou dele gozando, pensou que isso poderia ser um espasmo, talvez uma convulsão.

— Acho que não — Falou pensativa com cuidado

— O que aconteceu? Ele caiu? Pegou muito Sol? Tem algum problema? Fez um esforço físico fora do normal? — Dr. Marcelo perguntou

Danielle pensou por alguns segundos, esforço físico, lembrou-se da cirurgia bariátrica de Fabio.

— Sim, a gente — Ela pensou um pouco — Correu bastante e ele ficou assim, ele é bariátrico

— OK, ele se alimentou faz pouco tempo? — Dr. Marcelo perguntou

— Sim, comeu bem — Danielle disse

— Pode ser um choque hipoglicêmico, ele deve ter comido algo gorduroso, algo que ele não está acostumado, é comum no início da Bariátrica, ele já tem quanto tempo?

— Dois meses eu acho — Danielle disse

— Ótimo, procura alguma coisa para ele comer, proteína com um pouco de carboidrato, uma esfirra de carne, uma mordida ou duas e ele volta ao normal em 20 minutos, ele vai dormir, fica observando e mantém ele de lado — Dr. Marcelo disso — Não enfia nada na boca dele, chama ele, ele tá acordado só precisa de estimulo, é como se estivesse dormindo, chama o nome dele agora e vê se ele reage.

— Fábio! — Danielle chamou, ele não reagiu — Amor! — Ela tentou e ele olhou para ela abrindo os olhos mexendo o corpo na cama tentando se levantar.

— Ele atendeu — Danielle falou — Dou comida? — Perguntou nervosa

— Sim, faz ele se sentar e comer, fala pra mastigar bem, mas ele ta fraco, vai se recuperar em uns vinte minutos.

— Tá, vou pegar aqui, obrigada — Danielle disse

— Onde vocês estão? Se estiverem perto eu posso ir aí ver e te ajudar — Dr. Marcelo disse — Acabou meu turno, estou livre agora e chegando no meu carro

Danielle olhou em volta, lembrando-se que estava em um motel barato.

— Aaannnn, não precisa Doutor, muito obrigada! — Danielle disse e desligou o telefone sem nem esperar a resposta.

Ligou para a recepção e não havia nada para comer, ela se vestiu correndo e saiu disparada do hotel, ao lado tinha uma Lanchonete, ele pegou algo e deu para ele comer, conseguiu fazer ele mastigar devagar e engolir caindo em um sono quase instantâneo, Danielle lembrou-se do modo “hibernar” do computador que era um intermediário entre o ligado e o desligado, quase como dormindo.

Se acalmou quando viu Fabio respirando suavemente de olhos fechados.

Cinco minutos depois recebeu uma mensagem de Dr. Marcelo

Dr. Marcelo: “Tudo bem aí? Você chamou o resgate?”

Danielle: “Oi, tudo bem sim, dei aqui o que o senhor me disse, agora ele está dormindo, não chamei o resgate, devo chamar? Ele me parece ok”

Dr. Marcelo: “Ótimo, deixe ele de lado por hora, como está a respiração?”

Danielle: “Está bem, suave, parece dormir tranquilo”

Dr. Marcelo: “Não parece que precisa então, ele deve acordar entre vinte e quarenta minutos”

— Porra, quarenta minutos me fode — Danielle falou sozinha no quarto

Danielle: “Obrigada pela ajuda, desculpe incomodar, eu não sabia o que fazer”

Dr. Marcelo: “Não se preocupe, fico feliz em poder ajudar, é o meu trabalho”

Danielle: “Obrigada Doutor, fique com Deus”

Dr. Marcelo “Amém, se precisar poder chamar, peça para ele falar com o médico dele.”

Danielle lembrou dele, da conversa agradável que haviam tido no aniversário do seu amigo Rodrigo e do conflito no hospital mesmo com ele cuidado dela. Lembrou do papo agradável e da sensação de quentinho no coração, mas também do desespero que sentiu quando ele a rejeitou ali na rua, lembrou que ele iria ajuda-la a compra do seu telescópio, foi quando o celular vibrou de novo.

Dr. Marcelo: “Comprou o telescópio?”

Danielle olhou para a mensagem, pensou em responder, visualizou, mas não queria aquela decepção, não queria nem amizade com ele pois tinha medo daquilo evoluir e novamente ela se decepcionar, era melhor cortar o mal pela raiz, tinha muitos homens a sua volta querendo atenção e não queria mais problemas. Ignorou.

Foi como o Doutor havia dito, cerca de trinta minutos depois Fabio acordou desorientado, nu com um lençol, confuso, Danielle estava sentada ao lado dele, vestida, apreensiva.

— Como você está? — Ela perguntou preocupada

— Bem — Ele falou erguendo o corpo — Eu dormi?

— Não, você teve tipo um desmaio — Danielle respondeu — Você não deve ter se alimentado direito e me comeu até desmaiar — Danielle sorriu, mas estava preocupada

Ele se sentou, parecia zonzo

— Eu senti minha cabeça formigar assim que dei a segunda dentro de você — Ele disse — Você está bem? Eu te machuquei?

— Eu estou bem amor, estou aqui cuidando de você — Danielle disse carinhosa se aproximando dele na cama — É isso que as noivas fazem

Ele sorriu se lembrando

— É sim, obrigado por me amar — Ele disse dando-lhe um beijo nos lábios

Ela se levantou

— Você se sente melhor? — Danielle perguntou

— Sim, sinto que estou bem — Fabio disse — Foi um dumping

— O que? — Danielle perguntou sem entender

— É um efeito da bariátrica, se eu não me alimentar de forma saudável e fizer algum esforço isso pode acontecer

— Cabeção! — Danielle disse dando um tapinha na têmpora dele

Ele foi se levantar e Danielle levantou-se junto com ele, mas ele não cambaleou nem mostrou fraqueza, estava normal.

— Agora você vai ao banheiro, toma um banho, por que está todo suado e bora pra casa

— Tá bom querida — Ele deu outro beijo nos lábios

Danielle pegou a bolsa

— Onde você vai? — Fabio perguntou preocupado

— Vou embora, não posso ficar mais tempo aqui, você já está bem, e é melhor não nos verem saindo juntos daqui

Ele respirou entristecido

— Seu amor por mim vai acabar quando você sair daqui? — Ele perguntou triste

— Não, a atuação vai, eu vou deixar de ser sua noiva, a mulher que declara amor pra você, mas vou continuar sendo a sua amiga, a amiga que você come gostoso — Danielle disse dando um selinho nele — Porque se teve uma coisa que você fez aqui hoje foi me comer bem gostoso e isso eu não vou esquecer.

Ele ainda a olhava entristecido

— Não ficou feliz de ficar junto comigo? — Danielle perguntou curiosa

— Fiquei, mas eu queria você pra sempre — Fabio disse triste

Ela sorriu e deu um abraço

— Dá tempo ao tempo amor, se eu tiver que ser sua esposa, eu serei, mas eu vou querer o casamento de branco tá? — Ela falou sentindo o corpo suado dele

— Ta bom, eu te amo, de verdade — Fabio disse olhando-a nos olhos

Ela sorriu

— Posso sair do personagem? — Danielle pediu

— Pode — Fabio respondeu

— Quando eu falar que te amo, fora do personagem você vai saber que eu te amo de verdade e que escolhi você como meu companheiro, combinado? — Danielle perguntou

— Combinado — Fabio respondeu

Danielle se despediu, foi até a recepção e pagou o motel, mandou uma mensagem para Fabio avisando que estava pago, pensou em ir para casa, mas resolveu ir ao shopping antes.

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Rafaela Khalil é Brasileira, maior de idade, Casada. Escritora de romances eróticos ferventes, é autora de mais de vinte obras e mais de cem mil leitores ao longo do tempo. São dez livros publicados na Amazon e grupos de apoio. Nesse blog você tem acesso a maioria do conteúdo exclusivo.