Danielle Transexual 2 — Capítulo 11 — No estúdio de tatuagem

Danielle Transexual 2 — Capítulo 11 — No estúdio de tatuagem

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Danielle pegou um carro de aplicativo e foi até o shopping que havia encontrado Ercílio, seu ex namorado, não tinha nenhuma pretensão de vê-lo, só queria dar uma volta e aquele era um lugar bem familiar, ela já havia trabalhado ali e se sentia bem andando, perambulando pelas vitrines.

Entrou em lojas, experimentou vestidos, sapatos, mas lembrou-se que a sua divida era gigantesca, lembrou-se da conversa com o Fausto e o homem das finanças, teria que dar um fim naquela divida gigante, sentiu uma preocupação, aperto no peito.

Sentou-se na praça de alimentação e pegou uma casquinha, diversos pensamentos lhe passavam pela cabeça

Ela não sabia se devia continuar o namoro com Fausto, apesar dela gostar dele, ele a amava muito e a tratava bem, mas havia traído, e a confiança estava totalmente abalada, e o tamanho do pênis dele vinha incomodando ela cada vez mais, pensou se queria ser comida por anos e anos por um pênis monstruoso desse

— Acho que pra buceta isso deve ser comum, e se eu fizer a minha? — Divagou sozinha olhando para o comercial no telão

Também pensava em Fabio, estava preocupada com o que havia acontecido, mas não queria mostrar muita preocupação para não ativar a carência do amigo, não queria que ele se aproveitasse disso, estava aliviada que ele estivesse bem, mas aquele jogo de brincadeira, de amor fez ela ficar pensativa se amava mesmo ele ou não.

Pensou no Dr. Marcelo puxando papo com ela, pegou o celular, viu a mensagem :

Dr. Marcelo: “Comprou o telescópio?”

Resolveu responder

Danielle: “Não comprei, não quero mais. Meu amigo se recuperou já está bem, obrigada”

A resposta foi quase imediata

Dr. Marcelo: “Que bom que ele ficou bem, peça para ele ter orientação com o médico dele”

Danielle “👍”

Ficou olhando para o celular viu “digitando”, esperou a mensagem

Dr. Marcelo: “Por que não quer mais o telescópio?”

Danielle: “Eu sou assim, quando tenho uma experiência traumática com algo eu abandono.”

Dr. Marcelo “Teve alguma experiência traumática com telescópio?”

Danielle apertou celular na mão

— Filho da puta! — Falou baixinho, fechou o aplicativo de mensagens e virou o celular para baixo, ficou pensativa — Desgraçado dissimulado! — Falou pegando a bolsa e se levantando para olhar o shopping

Lembrou-se de estar ali, lembrou-se de Ercilio a encontrando, mas as lembranças pareciam estar meio embaralhadas, parou diante uma vitrine com um papel “Em breve mais uma incrível novidade para você!”, era uma loja em obras, ouviu vozes dentro e a porta se abriu, saiu um homem branco com roupas sujas e atrás dele um homem negro enorme, era Ercilio

Eles se olharam

— Dani! — Ele falou ao vê-la

Ela não esperava vê-lo

— Ah, oi — Ela falou tentando pensar em como ir embora

— Só um minuto — Ercílio disse, falou algo com o homem e voltou-se para Danielle — Pronto, acabamos por hoje, tem que deixar secar e já da pra colocar os moveis

— Ah, que legal, é seu novo estúdio? — Danielle perguntou sabendo da resposta

— Sim, vamos abrir na semana que vem — Ercílio disse animado — Ta com cheiro de tinta e tal, mas você quer ver?

— Ah — Ela pensou um pouco — Sua namorada ta ai? — Danielle disse — Não quero confusão

— Não, ela saiu a pouco, hoje não vem mais pra cá — Ercílio disse — Mas não se preocupe, eu não mordo

Ela fez uma careta pra ele

— Não morde né? — Ela falou cruzando os braços e levantando uma sobrancelha

— Tá, se você não pedir eu não mordo — Ercílio disse sorridente — Vai, vou só te mostrar como está, depois a gente pode ir na praça de alimentação comer alguma coisa, to morrendo de fome

Ela descruzou os braços

— Ta bom — Falou olhando para a porta

Ele abriu e eles entraram, ele acendeu as luzes. Uma das paredes era roxa, as outras brancas, havia um balcão coberto com jornal e o chão todo estava forrado com papel

— Aqui vai um vidro — Ele mostrou com as mãos dando dimensão de como ficaria — Ali atrás vai a bancada com os instrumentos e aqui a maca, vai ter uma persiana, posso deixar aberto ou fechado

— Bem grande! — Danielle olhou em volta

— Sim — Ercilio disse — Terão duas macas, da para dois tatuadores ao mesmo tempo — Ele andou até a vitrine — Aqui vão ficar as jóias, fotos, roupas

— Vai vender roupa? — Danielle perguntou

— Vai sim, minha noiva — Ele pensou — Namorada tem uma confecção de roupas de rock

— Tudo bem, não precisa ter vergonha, sua noiva — Danielle disse — Tudo bem pra mim

— Tudo bem mesmo? — Ercílio perguntou curioso — Parece que no outro dia você não tava legal

— Eu superei já — Danielle disse

— Largou o cara? — Ercilio perguntou curioso

— Por que a pergunta, ta interessado? — Danielle perguntou sarcástica

— Sempre estive — Ercílio disse

Ela riu seca

— Esteve nada mano, você me trocou — Danielle disse — Tem nem vergonha, acha que eu esqueci

— Não te troquei Dani, era meu filho, queria dar um lar pra ele, uma família

— Pau no cu do traveco né — Danielle disse — To ligada já, aliás, adorei seu estudio, preciso ir

Ele a segurou pelo braço e a puxou, agarrando-a e beijando-a

Ela não resistiu, ele era grande, forte, quente, a língua molhada grossa e grande invadia sua boca, ela chupou a língua dele, as mãos subiram acariciando os Dreads dele e desceram pelo pescoço acariciando os músculos, pararam as caricias quase um minuto depois, ela deu um soquinho fraco no peito dele, pensativa, triste

Ele se afastou, ela ouviu o clique, ele fechou a porta, voltou ate ela

— Não, acho melhor eu ir — Danielle disse

Ele a agarrou, duas mãos na bunda e a colocou sentada no balcão envolto em jornal, voltou a beijá-la, enfiou as mãos quentes por baixo da camiseta dela erguendo e tocando seu sutiã, ela gemeu baixinho com a ousadia

— Não faz isso — Ela disse erguendo os braços e vendo sua camiseta ser retirada sem resistência e voltando a beijá-lo

Ele mordeu o pescoço dela enquanto soltava o sutiã dela, quando a peça o afrouxou se concentrou nos botões da calça dela

— Não pode! — Danielle disse nervosa, mas sem impedi-lo de verdade, ele puxou a calça dela, viu o shortinho preto e puxou também

Danielle estava nua sentada no balcão, o pênis meia bomba, havia gozado muito aquele dia, mas havia tomado remédio e os beijos quentes do ex namorado faziam o pau pulsar.

Sem avisar, Ercilio pegou o pênis dela e chupou

Danielle segurou a cabeça dele com as duas mãos gemendo

— Ai! — Falou sentindo o pênis muito sensível

Ele sugou por alguns instantes

— Não precisa fazer isso não — Danielle disse — Você nunca quis

— Eu sempre quis, mas nunca fiz — Ercilio disse

— Por que não fez se queria? — Danielle perguntou confusa

— Você sempre escondeu ele de mim, nunca queria que eu visse, ou pegasse, mas na ultima vez, no carro você mostrou ele pra mim e me deixou pegar

— Deixei — Danielle disse — Algumas coisas mudaram, eu não tenho mais vergonha de ser quem eu sou

Ercilio olhou para ela

— Você é foda demais mano! — falou admirado

— Tira essa roupa aí vai — Danielle passou o pé no peito dele

Ercilio obedeceu, tirou a camiseta e a calça ficando só de cueca, Danielle pulou do balcão

— Uma rapidinha hein! — Ela disse — Preciso ir

Ele não respondeu, a agarrou beijando, ela puxou o pau pra fora e acariciou, era grosso, duro, ela deu uma risada

Ele parou o beijo e perguntou

— O que foi? — Ele estava curioso — O que é engraçado?

— Nada — Ela mentiu — Só que seu pau é gostoso

Era mentira, Danielle estava pensando eu aquele seria o terceiro pau que ela iria transar naquele dia, pensou que naquele momento deveria ser a mulher mais vagabunda de todas, pensou em falar para ele que ele era o terceiro do dia, mas ele acharia que ela é puta demais, resolveu se calar.

Em segundos Ercilio estava sentado em uma cadeira suja e Danielle no colo dele sentando no pau grosso enquanto se beijavam e ele agarrava a bunda dela fazendo-a subir e descer em seu pau.

Ela se lembrou do sexo gostoso que tinha quando eram jovens, com ele sendo muito mais forte que ela e a tratando como uma bonequinha sem peso, o abraçou sentindo o pau entrar e sair de dentro dela sem trégua, gemeu o mais gostoso que pode no ouvido dele, ele a empurrou e chupou seus seios com força, tanta força que chegou a doer, mas ela não reclamou, se esforçava para rebolar enquanto era jogada para cima e caia no colo dele com o pau entrando bem fundo.

Ele a agarrou com força a puxando para si, apertou de uma forma que ela até perdeu o ar, o pau sendo esmagado na barriga dele, ela sentiu o pau pulsar dentro dela enquanto ele gozava.

— Eu te amo muito branquinha, você sabe né? — Ele gemeu no ouvido dele

Ela o abraçou com força e esperou, o pau dele saiu de dentro dela amolecido, ela continuou abraçada com ele por vários minutos, ambos respirando em silêncio, até que ela quebrou o silêncio, ainda abraçada com ele acariciando o couro cabeludo do ex-namorado.

— O pior é que eu ainda te amo também — Ela falou entristecida

— Bora tentar de novo meu amor? — Ele falou beijando o pescoço dela com carinho enquanto acariciava as costas dela.

Danielle se afastou, olhou pra ele, era bonito, o queixo quadrado, as sobrancelhas grosserias, a pele negra, grossa, ela o achava grande, grosseiro, quase um neandertal negro, achava lindo, deu um beijo na bochecha que virou um beijo na boca, ela sentiu ele tocar o pau dela masturbando-a, ela o empurrou

— Não, eu preciso ir — Danielle falou se levantando e procurando suas roupas

— Você me odeia tanto assim? — Ercílio falou ao observar Danielle nua preparando para vestir suas roupas

— Eu não te odeio, infelizmente — Ela falou abotoando o sutiã — Você me fez um mal do caralho Ercílio, me magoou muito, mas teve um lado bom até, naquele dia que você me deu essa paulada, minha mãe meio que me aceitou como mulher por que entendeu a minha tristeza.

— Se você me der outra chance, eu posso me desculpar e mostrar o quanto eu estou arrependido e não vou fazer de novo, vou pegar você pra mim, vamos nos casar, morar junto eu vou te assumir, te bancar — Ercilio disse

Danielle vestia a calça enquanto ele falava

— O problema nunca foi você me assumir, mas é época Ercilio, nossa época acabou, você ta com a peituda roqueira — Danielle disse — Eu não quero confusão

— Eu ligo pra ela agora e terminino, término tudo — Ercilio disse nervoso

— Aí vc fecha essa loja, toma no cu com a parceria e fica nas minhas costas isso? — Ela falou já amarrando o tênis — Nem fodendo, eu não to com cabeça pra esse revival não

Pegou a bolsa, pegou a camisinha que estava no saco no chão, mostrou pra ele

— Vou pegar isso aqui, pra não te encrencar, aquela que deixamos no carro eu peguei também, olha como e amo, quero seu bem — Danielle falou se aproximando dele e pedindo um beijo

Ercilio deu um beijo nela, estava triste, ainda pelado

Ela segurou o pênis dele e o masturbou um pouco, alguns segundos

— Fica vai — Ele pediu

Ela ignorou, continuou na punheta, mas o pênis não endureceu, ela olhou pra ele e sorriu

— Se ficasse duro eu até ficava pra dar outra, mas preciso ir, tchau — Falou dando uma piscadinha e saindo pela porta.

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Rafaela Khalil é Brasileira, maior de idade, Casada. Escritora de romances eróticos ferventes, é autora de mais de vinte obras e mais de cem mil leitores ao longo do tempo. São dez livros publicados na Amazon e grupos de apoio. Nesse blog você tem acesso a maioria do conteúdo exclusivo.