Danielle Transexual 2 — Capítulo 14— Treinamento para mulher

Danielle Transexual 2 — Capítulo 14— Treinamento para mulher

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— Isso gatinho, isso, fode, fode sua travequinha vai! — Danielle estava de quatro na cama do quarto de Fausto enquanto o noivo segurava sua cintura e castigava seu buraquinho com sua piroca gigantesca — Isso, isso, mais forte!

Ela pedia trincando os dentes sentindo o pau grosso quase rasgar ela no meio, sabia que ele gostava, precisava segurar o desconforto momentâneo, mesmo com a dor e a sensação estanha Daniele foi traída por seu corpo, gemeu alto num gritinho fino

Fausto tampou a boca dela com a mão e ela riu suada enquanto seu pau pulsava e jogava sêmem na cama, imediatamente Fausto gemeu também.

Danielle sentiu seu cuzinho piscar, seu pau pulsar e sentiu uma leve vontade de correr dali, era o seu período refratário que fazia ela querer parar assim que gozava, mas sabia que Fausto estava no seu ápice, então aguentou, mais umas cinco estocadas e ele parou, ambos suados, ofegantes, cansados.

Ele saiu de dentro dela, devagar, ainda gemendo, ela se deitou na cama e ele ao lado dela.

Danielle pegou a toalha que sempre deixava próximo e limpou o suor que escorria do rosto dele, em seguida colocou a toalha no meio de suas nádegas pois sabia que a porra do noivo era volumosa e densa, em segundos estaria liquida e escorreria.

Ela se sentou com as costas no encosto da cama de pernas abertas com o pano preparado para segurar qualquer coisa que viesse.

— Você ta bem? — Fausto perguntou já se recuperando

Ela sorriu

— Tô arrombada, mas tô sim, e você? — Perguntou

— Tô, fui muito fundo? — Ele perguntou preocupado

— Foi sim, mas foi bem bom, gozei duas vezes — Danielle colocou a língua pra fora — Acho que posso me acostumar com esse tronco aí, acho que to me acostumando já na verdade.

— Viciada em rola grossa é? — Ele disse sorridente

— Na sua rola grossa só — Ela disse confiante, em seguida riu — Como se alguém tivesse a rola mais grossa que a sua!

— Deve ter — Ele falou convencido

— Seu pai tem a rola mais grossa que a sua — Danielle disse dando de ombros

Fausto se assustou

— Como você sabe? — Ele perguntou nervoso

— Ué, sua mãe falou, papo de mulher, nem pergunta — Ela disse se levantando — Vou tomar um banho, já volto

Em poucos minutos ela foi e voltou, Fausto dormia nu na cama, Danielle pegou um lenço umedecido e limpou o pênis dele sem que ele acordasse.

Pegou o seu Kindle e começou a ler um livro, foi acompanhada apenas pelo chiado baixo da respiração de Fausto, o que acalmava ela.

Ela gostava de se sentar bem encostada na parede ou algum lugar rígido, no caso o encosto da cama e juntava os joelhos quase no peito para apoiar, para quem via parecia algo incomodo, mas para ela era muito confortável.

Sentiu Fausto tateando a coxa dela

— Amor… Quanto tempo eu dormi?

— Uns quarenta minutos só, dorme mais, descansa — Ela acariciou a cabeça dele

Fausto parou de responder por alguns instantes, a mão dele quer tocava a coxa se mexeu, passou para a parte debaixo do bumbum indo em direção ao meio de suas pernas e encontrou o saco de Danielle, pequeno e justo ao corpo.

Ela parou de ler, prestando a atenção, mas fingiu não se importar, os dedos dele roçaram por alguns segundos fazendo carinho, o dedo desceu tocando o cuzinho de Danielle, ela piscou suavemente para ele sentir.

A mão subiu devagar novamente tocando o saco, dessa vez apalpou com a mão cheia, devagar, suave, o pênis tocou a mão de Fausto, ele o segurou suavemente, fez um carinho com a ponta dos dedos

— O que você quer hein mocinho? — Danielle falou abaixando o livro que lia

— Nada, só um carinho — Fausto disse — Não pode?

— Poder pode, mas você nunca pegou assim, por que ta pegando agora?

— Tava pensando, a gente vai se casar e ficar a vida juntos a gente precisa se conhecer todo — Fausto disse pensativo com os olhos fechados

— Sei — Danielle disse voltando ao livro

Ele continuou, masturbou o pênis levemente, endureceu

— Se não for levar o produto não mexe, deixa ele na prateleira — Danielle disse num tom de brincadeira

Fausto tirou a mão, agarrou o travesseiro

— Você não gosta — Ele perguntou sonolento

— Você gosta? — Danielle perguntou

— Não sei — Ele deu de ombros

— Então vai dormir Fausto — Ela disse levemente irritada

Danielle se levantou e colocou um shortinho justo e um top de academia, saiu do quarto.

Quando saiu percebeu que estavam sozinhos, perambulou pelos corredores enormes e sentou-se na varanda para ler seu livro.

Depois de quase uma hora Fausto apareceu, era fim de tarde, o Sol ia se por

— Oi, ta ai — Ele falou se aproximando e dando um selinho nela

— Tô terminando aqui, a vista está tão bonita — Ela disse apontando para o por do sol.

— É bonita mesmo, minha mãe que escolheu esse lado por que de manhã o Sol nasce e bate nos quartos, de tarde se põe aqui na varanda

— Legal — Danielle falou interessada

Ele a abraçou

— E esse shortinho sem vergonha aí — Ele passou a mão na bunda dela e apertou

Ela riu

— Não, é decente, não é sem vergonha — Ela disse se protegendo

— Claro que é, coladinho, da pra ver sua bunda! — Fausto disse animado

— Da nada — Ela se levantou e mostrou para ele, puxando a barra para baixo o shortinho cobria a bunda, mostrava as polpas apenas quando ela estava sentada — Olha aí, super decente!

Fausto a avançou e agarrou roçando a barba no pescoço e mordendo, ela riu e se encolheu

— Tem ninguém em casa? — Fausto perguntou

— Acho que não, não vi ninguém, não ouvi nada faz mais de hora — Ela disse

Ele puxou o tope dela sobre a cabeça

Ela cobriu os seios

— O que você ta fazendo, seu doido? — Falou olhando em volta — E se aparece alguém?

— Não aparece não, se não a gente vai ver, relaxa — Falou beijando o pescoço dela

— Ai amor, sei não — Ela falou ressabiada

— Relaxa meu anjo — Ele disse abraçando-a e puxando o shortinho — Não tem como ninguém chegar sem a gente ver

— Amor, se seus pais chegarem eu vou morrer de vergonha — Danielle disse — Nunca mais vou olhar na cara deles se eles me virem pelada

— Não da nada — Ele deixou Danielle nua — Caralho, você é linda demais! — Ele disse

— Gosta mesmo? — Ela perguntou envergonhada

— Gosto, desfila pra mim? — Ele pediu

— Eu tenho vergonha! — Ela disse vermelha

— Só tá nós dois aqui — Ele disse — Vai, desfila, eu te amo

Ela torceu o canto da boca, olhou em volta, estava escurecendo, não havia ninguém, só o céu avermelhado os vigiava.

Ela deu as costas e caminhou sensualmente até as madeiras que limitavam a varanda, apoiou as mãos e empinou o bumbum ficando na ponta dos pés

— Gostosa! — Fausto disse acariciando o próprio pau

Danielle escondeu seu membro entre as pernas e se virou

Fausto a admirou, parecia uma mulher perfeita, ela colocou as mãos na cintura e olhou para ele sorridente

— To bonita? — Perguntou contente

— A mais bonita de todas! — Ele falou — Vem aqui — Ele esticou a mão

Ela fez que não com a cabeça, andou para trás e encostou as costas no corrimão lateral que dava visão para o por do sol, num salto ela se sentou, de pernas abertas e de frente para ele

— Vem aqui você — Ela falou autoritária

Ele se levantou

— Sem roupa! — Ela ordenou — Se eu to pelada você também vai ficar

Ele tirou a bermuda sem rodeios e jogou no sofá e se aproximou, ela abriu os braços e o abraçou, deram um beijo na boca e ficaram abraçados vendo o por do sol.

— É tão bonito né — Ela disse

— É sim, por que fica dessa cor? Laranja né? — Fausto falou pensativo

— É o reflexo da luz na atmosfera, o nosso sol é branco, depende da altura e da posição a gente vê ele de uma cor diferente

— Branco? O sol não é amarelo? — Fausto perguntou curioso

— Não, apesar dele ser uma “Anã Amarela”, ele é branco e é classificado como estrela G2, a gente vê ele amarelo por causa da nossa atmosfera mesmo.

— Tipo G? — Fausto perguntou curioso olhando para ela admirando o rosto alaranjado dela

— É, tem os tipos A, O , G, K e M os A,O são grandes, Azuis ou Mais Brancas, G são a nossa, K são Laranjas de verdade e M são vermelhas, aí varia por tamanho temperatura e tudo mais.

— O Sol não é a maior estrela do universo? — Fausto perguntou franzindo o cenho

Ela sorriu

— Ih, ta longe disso, lembra que eu falei nosso sol é a “Anã Amarela”, é um beeem pequeno — Ela fez uma pinça com os dedos de unhas longas e sorriu — É tipo o meu pintinho e seu pintão

Ele riu

— Ah, o seu nem é tão pequeno vai, não é um pinto de anão — Fausto disse rindo

— Pinto de anão é menor? — Ela perguntou curiosa

Ele olhou para ela sério, pensativo, respondeu devagar

— Boa pergunta

Ficaram ambos pensativos, mas a mão dele tocou o pau de Danielle de novo

— Lá vem você de novo hein, o que você quer aí — Ela falou olhando para ele com falsa desconfiança

— Você não gosta? — Ele perguntou curioso

— Eu te perguntei, você gosta? — Ela cruzou os braços — Por que se gosta ta aí, você nunca se interessou, eu não forço a barra

— Eu sei que não força — Ele acariciou entre os dedos, puxou a cabeça para fora devagar, estava úmida.

Danielle respirou fundo, mais apreensiva do que de tesão, não costumava deixar isso acontecer, mas se ela iria se casar com ele, o casal teria que ter intimidade, teriam que saber tudo um do outro, ela teria que confiar nele.

A mão dele deslizou e tocou o saco dela, a outra mão a masturbou devagar

Ela agarrou o pescoço dele

— Ai, amor! — Danielle falou ofegante

Ele continuou o carinho devagar

— Você já mexeu num pinto — Danielle perguntou, ele não respondeu — Conta pra Dani vai, eu quero saber tudo de você

Ele olhou pra ela

— Não, nunca mexi — Ele disse, mas sempre achei que devia poder tocar em você por inteira

— Você pode! Eu deixo, toca onde você quiser! — Ela disse — As vezes que você chupa meu cu eu passo ele na sua cara pra ver se você gosta, mas você não fala nada, eu parei de passar.

— Eu tinha vergonha — Fausto disse

Ela pegou a cabeça dele e a fez encara ela, estavam da mesma altura

— Não é pra ter vergonha de mim! — Olharam-se nos olhos e se beijaram por alguns segundos

Fausto a masturbava devagar

— Tá — Ela falou abrindo mais as pernas — Da um beijinho então

— Aqui? — Ele perguntou nervoso

— É — Danielle tirou da mão dele e segurou, puxou a cabeça pra fora — Na cabecinha ó — Mostrou pra ele, quer?

Fausto olhou e engoliu seco, ele queria, mas tinha vergonha, era algo novo

Ele abaixou devagar e os lábios tocaram o pau de Danielle, ela esfregou ele nos lábios dele, segurou o cabelo curto de Fausto e esfregou devagar o pau na cara dele

— Gosta disso né amor? Ta ficando duro pra você — Ela disse — Sempre que penso em você eu bato uma imaginando você beijando aqui — Ela disse ofegante

Fausto estava com a língua pra fora enquanto Danielle esfregava o pau na língua dele, devagar, carinhosamente, sem pressa, a noite estava negra, algumas estrelas já apareciam, apenas uma luz ao longe iluminavam e eles estavam na escuridão da varanda

— Abre a boca amor — Danielle disse, ele não obedeceu — Vai amor, abre! — Ela disse um pouco mais autoritária

Ele abriu

Ela colocou o pau devagar e bateu nos dentes dele

— Não deixa bater nos dentes, não suga com pressão, só bate uma punheta pra mim com seus lábios e sua língua vai — Ela falou segurando a cabeça dele.

Em poucos segundos Fausto estava chupando Danielle, o pau duro dela era mais pensa sensação de dominação naquele macho forte e pintudo do que por tesão no seu próprio pau, ela sorria e beijava a cabeça dele quando subia um pouco mais.

— Ai, isso, nossa, que gostoso amor, tá lindo isso, não para por favor — Danielle disse carinhosa — Eu quero muito gozar na sua boca meu amor! — Ela disse sabendo que isso não ia acontecer

Ele aumentou o ritmo, poucas vezes pegou nos dentes, se mostrou bem habilidoso na arte do boquete

— Isso meu gostoso, ta muito bom assim, continua! — Danielle incentivou ele com os dois pés acariciando o pau de Fausto que já mostrava sinais de vida

Então um clique seco, a luz se acendeu

Dois seguranças e os pais de Fausto surgiram a cerca de 2 metros de distância

Danielle olhou para eles, Fausto os encarou ainda com o pau duro de Danielle nos lábios.

— Eita porra! — Pai de Fausto disse se virando

A mãe fechou os olhos e Deu as costas.

Um dos seguranças virou-se de costas e o outro continuou sério

— Está tudo certo aqui senhor Fausto — Perguntou mantendo distância

Fausto correu e pegou a bermuda, Danielle tentava vestir suas roupas, encolhida envergonhada

— Está sim, podem ir, aqui está certo — Fausto disse

Ficaram sozinhos de novo.

Fausto sentiu os tapas nas costas, era Danielle

— Eu falei caralho! — Ela bateu com as mãos nuas — Olha que merda eles viram a gente, puta que pariu Fausto! — Ela disse — Não é possível!!!

Danielle andava de um lado para o outro preocupada

— Calma amor — Ele disse

— Que calma o que, um monte de gente me viu pelada, viu você chupando meu pau — Ela colocou as mãos na cabeça — Não era pra ninguém ver, não é pra ninguém ter certeza

Fausto segurou ela pelos dois braços

— Ta tudo bem — Ele disse sério

Ela fechou os olhos e fungou, as lágrimas descendo

— Por que você ta chorando? — Ele perguntou

— Eu to com vergonha, como é que eu vou olhar pros seus pais agora, como é que eu vou olhar pros seguranças? — Danielle disse trêmula

— Eu mando os seguranças embora — Fausto disse

— Não, porra! — Ela gritou sentando-se no sofá — Caralho Fausto, não pode ser assim

— Calma amor, eles sabem que a gente transa — Fausto disse — Ou você acha que eles não sabe o que a gente faz no quarto?

— Eu não sou uma mina Fausto, você entende isso? Seus pais achavam que eu era, agora eles viram que eu sou um homem nojento e com pinto — Danielle chorou mais ainda

— Eles sabiam, a gente tinha falado, desde a primeira vez que você veio aqui — Fausto tentou consolá-la

— Mas eles não tinham que ver — Falou cobrindo o rosto — Eu vou arrancar logo essa merda e resolver isso de vez

— Sério? — Fausto perguntou

— Sério, eu vou no médio e vou tirar, chega de humilhação — Danielle disse — Não aguento mais, ou eu sou humilhada ou eu apanho

— Quem tava chupando pau sou eu, então a humilhação é minha — Fausto disse

— Você é meu noivo, tava transando comigo, não tem humilhação isso — Danielle disse nervosa.

Ficaram conversando por mais de meia hora, Danielle então se levantou

— Olha, nunca mais eu confio em você nessas coisas — Danielle disse e saiu pisando duro, entrou na sala de casa, Roxane e Fausto pai estavam sentados

Danielle olhou para os dois

— Dona Roxane, Sr Fausto, desculpa pelo que vocês viram, a gente achou que não tinha ninguém em casa, e eu avisei pro Faustinho, mas ele é teimoso e…

Roxane interrompeu

— Eu sei, não precisa explicar, vocês são jovens e estavam namorando — Roxane falou — Só tomem mais cuidado, por que hoje em dia tem câmera e muita gente maldosa por aí mesmo você sendo — Roxane quis referenciar o sexo de Danielle, mas não encontrou palavras

— Traveco, eu sei — Danielle disse chocando a todos

— Não é isso que eu ia dizer — Roxane disse

— Calma — Fausto disse — Você ta nervosa Dani, vai tomar um banho, troca de roupa pra gente jantar. — Fausto empurrou ela pro quarto, vai lá que eu já vou

Ela foi à contra gosto, mas parou na porta ouvindo, viu a conversa de Fausto com o pai

— Chupando rola? Você é viado? — Ouviu o pai falar

— Ela é minha noiva, não interessa o que eu faço com ela — Fausto respondeu

— Eu sabia — Fausto pai disse

— Fausto! — Roxane disse repreendendo o pai — Isso não é da sua conta, deixa eles, filho, toma mais cuidado por favor, olha o papelão que a gente passou, fala pra essa menina se preservar, eu não sei se ela teve criação pra mãe dela explicar essa coisas de mulher pra ela.

Danielle segurou os cabelos com as duas mãos, seu corpo começou a se balançar de nervoso

— Ela não é mulher Roxane, deve ter aprendido isso aí num livro, eu falei pra você, não é igual — Fausto pai disse

— Ela é mulher sim — Fausto disse — Eu gosto dela e é isso que importa

Ouvir Fausto falar deixou ela mais calma, sentou-se na cama segurando os cabelos

— Eu não devia estar aqui, eu não queria estar aqui, eu não quero estar aqui, eu não quero, eu não quero! — Ela repetiu baixinho segurando o choro

Fausto entrou no quarto, os olhos vermelhos, limpou as lágrimas, algo aconteceu que ela não havia ouvido

— Ele te chamou de viado? — Danielle perguntou chorosa

— Não importa — Ele disse

— Quer ir embora? Vamos de carro pra São Paulo, a gente se arruma e vai

Danielle falou pensativa

— Não — Ela disse se levantando — Vou tomar um banho e a gente vai jantar aqui

Tomaram o banho, sérios, silenciosos.

Ela vestiu um vestido florido, longo, comportado, fez uma maquiagem bem leve, arrumou o cabelo, se perfumou e saiu antes de Fausto.

Roxane e o Fausto Pai estava na mesa

Ela se sentou, seu noivo veio atrás.

— Dona Roxane — Danielle disse — Minha mãe não me ensinou nada de mulher mesmo, tudo o que eu aprendi foi escondido, foi vendo em filmes, lendo livros, procurando vídeos de internet e imitando as mulheres

— Não foi isso que eu quis dizer — Roxane falou, mas Danielle levantou a mão para que ela parasse

— Eu não sou uma mulher, eu já te disse, eu imito sim uma mulher porque eu nasci nessa porcaria desse corpo — A voz se ergueu por um instante, mas ela respirou fundo — Eu amo seu filho e ele me ama, desculpe por esse tipo de coisa na casa da senhora, eu juro por Jesus Cristo que isso não vai mais acontecer, eu sou uma pessoa decente e peço perdão à senhora por profanar seu lar.

— Não, não — Roxane disse — Não precisa disso, pelo amor de Deus, não é disso que eu tô falando, não quero perdão nem nada menina, é só pra vocês tomarem cuidado, por que do mesmo jeito que chegou a gente podia chegar alguém mal-intencionado, não me entenda mal por favor, você não profanou nada! — Roxane acrescentou

Danielle ficou com o corpo trêmulo


Roxane se levantou e a abraçou, deu um beijo na cabeça dela e segurou a mão para que ela se levantasse, Danielle se levantou e Roxane a puxou para fora da casa, foram de mãos dadas pelo caminho de pedras iluminado

— Eu não quis te ofender menina — Roxane disse — Meu filho gosta de você a gente também

— Eu fiz errado dona Roxane, eu, eu… — Danielle não achou palavras

— Tá bom, fez errado sim, mas não machucou ninguém, você entendeu o erro e não vai mais acontecer, mas você tem que entender que para os pais, ver o filho numa… — Roxane pensou — Situação dessa não é agradável

— Eu sei — Danielle pensou na visão deles, o filho chupando um pênis.

— E nem foi pelo que le estava fazendo — Roxane disse — E sim, eu vi, mas por que vocês estavam fazendo coisas privadas, podias ser qualquer coisa ou qualquer outra mulher — Roxane disse e pensou — Sem ofensas, mas nós, os pais, vermos isso é bem ruim, você entende?

— Eu entendo — Danielle disse pensativa

Caminharam por mais um pouco, Roxane parou, bateu na barriga de Danielle com o dedo

— Barriga pra dentro, ombros pra trás, queixo levemente erguido — Roxane disse séria

Danielle obedeceu e olhou para ela sem entender

— Você não teve isso quando era pequena, eu sei, sua mão te criou como homem e você aprendeu sozinha, então eu vou te dar um curso expresso de dama, de mulher, se você permitir — Roxane disse séria

Danielle sorriu

— Quero sim! — Falou animada dando um pulinho

— Então seja mais séria, mais blazê e levanta esse queixo, imagina que tem uma coroa na sua cabeça e se você abaixar a cabeça ela vai cair

Danielle sorriu, mas desfez o sorriso.

Acertou a postura

— A partir de agora eu vou te corrigir, você vai se lembrar de mim sempre, você já é linda, com atitudes de uma verdadeira dama você vai ficar mais linda ainda.

Danielle sorriu, segurou as laterais do vestido e fez uma reverencia

Roxane sorriu

— A gente não está em 1800 — Falou rindo

Danielle também riu.

Voltaram para a casa e jantaram, não tocaram mais no assunto.

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Rafaela Khalil é Brasileira, maior de idade, Casada. Escritora de romances eróticos ferventes, é autora de mais de vinte obras e mais de cem mil leitores ao longo do tempo. São dez livros publicados na Amazon e grupos de apoio. Nesse blog você tem acesso a maioria do conteúdo exclusivo.