Danielle Transexual 2 — Capítulo 04 — Melhor não
Ele se sentou na mesa com Danielle
Ela respirou com dificuldade tentando se recompor
— Eu to bem — Ela disse nervosa
— Não, bem você não tá — Ele pegou na mão dela
A pele escura, as mãos calejadas grandes, quando ele a tocou ela lembrou dos momentos felizes e do momento triste que tiveram
— O que você está fazendo aqui? — Danielle disse
— Eu tenho uma loja aqui, um estúdio de tatuagem, vi você aqui por acaso, não tem como não te notar, você está linda
— E com cara amassada — Danielle disse
— Alguém te bateu? Te machucou? Faz tempo que não nos vemos — Ercilio disse preocupado
— Não — Ela disse — Ninguém me bateu — Pensou um pouco — Só um idiota me machucou
— O que ele fez? — Ercilio perguntou
Danielle olhou para ele pensativa, lembrou que Ercilio havia traído ela também
— Por que vocês me traem, o que eu faço? Nunca é suficiente, vocês sempre colocam chifre em mim por buceta, que inferno! — Ela disse nervosa
Ercilio abraçou ela na cadeira, gesticulou para um rapaz
— Trás uma coca cola por favor — Ercilio disse
Danielle estava com a testa encostada no braço dele, chorando, ouviu a latinha abrindo
— Toma Dani, dá um golinho — Ele disse erguendo a cabeça dela
— Não quero — Ela falou chateada
— Toma, para de ser grossa vai — Ele disse — Isso vai te fazer bem, você está tremendo e pálida
— Achei! — Uma voz feminina falou do lado deles, era Miriam
Miriam se sentou na cadeira do outro lado
— Tia, toma a bebida, a senhora não comeu nada né — Miriam disse carinhosa
— Você é a sobrinha dela, a pequetitinha? — Ercilio disse olhando pra Miriam
— Sou, meu nome é Miriam — Ela disse
— Eu sei, sou o Ercílio, o ex da Dani — Ercilio disse
Miriam olhou para ele e torceu o canto da boca, sabia o que ele tinha feito com Danielle, resolveu ignorá-lo e focar apenas na Tia, Miriam sentia as dores de sua tia, principalmente as rejeições.
— Vai tia, bebe a coca vai — Voltou atenção pra Danielle
Danielle bebeu um gole, em poucos minutos sentiu-se melhor, a tremedeira começou a passar.
— O que aconteceu? — Ercílio perguntou curioso para Miriam
— O namorado dela, noivo na verdade, ela o pegou traindo ela e com um monte de mentiras — Miriam disse sem olhar pra ele.
Danielle fechou os olhos e as lagrimas caíram
— Tia, ele quer falar com você — Miriam completou — Ele me ligou e pediu para se explicar
— Eu não quero saber daquele filho da puta! — Danielle disse, olhou pra Ercílio e o empurrou — Nem de você, vocês são todos filhos da puta traidores, nunca mais vou me relacionar com ninguém, com homem nenhum, bando de traidores. — Ela se levantou e saiu andando
Ercílio e Miriam se entreolharam e seguiram
— Está tarde — Ercílio disse — Onde ela vai?
— Não sei, mas tenho que levar ela pra casa, está transtornada demais, está com muitos problemas, ela teve uma síncope
— Síncope? — Ercilio perguntou curioso
— Ela teve um treco de stress e desmaiou, perdeu parte da memória, ela não tá legal — Miriam disse
Ercilio apertou o passo e segurou Danielle pela cintura
— Vem aqui Branquinha — Ele disse fazendo Danielle parar
Ela olhou para ele e o abraçou chorando
— Por que vocês me odeiam? — Danielle perguntou chorando, manchando a camiseta apertada de Ercilio com seu rímel escorrido
— Eu sonho com você o tempo todo Branquinha, eu sempre te amei, encontrar você aqui foi o destino — Ercilio disse dando um beijo na cabeça dela
Danielle choramingou e ficou parada.
Ercílio olhou para Miriam
— Vem, vamos avisar na loja, vou levar vocês duas pra casa.
Ercilio avisou na loja e elas entraram no carro com ele, era uma caminhonete de cabine dupla, alta, grande
Danielle entrou atrás e Miriam na frente. Danielle ficou quieta olhando para fora, enxugando as lágrimas, sem falar nada.
Miriam e Ercilio conversaram sobre trivialidades, nada sobre Danielle.
— Pronto chegamos — Ercilio disse parando o carro
— Obrigada — Miriam disse para ele e olhou pra trás — Vamos tia
— Não — Danielle disse direta
— Não o que? A senhora vai entrar comigo, vai tomar um banho, vai comer algo e vai dormir
— Mi, eu to bem, pode entrar, eu quero conversar com ele, vou já já — Danielle disse com a voz tranquila — Ele me trás de volta, certo? — Olhou para Ercilio
Miriam olhou pra Ercílio confusa
— Pode deixar, vamos conversar e eu deixo ela aqui — Ercilio disse
Miriam saiu e abriu a porta de trás, falou com Danielle, mas ela tranquilizou Miriam e foi para o banco da frente
— Só quero bater um papo com ele, entender por que isso se repete, por que todos me traem — Danielle disse
— Tia, melhor pensar nisso com a cabeça fria — Miriam disse
— Não se preocupe meu anjo — Danielle passou a mão no rosto de Miriam — A tia tá bem, vou conversar com ele, queria falar a muito tempo, vou aproveitar essa outra situação, confia em mim tá?
Miriam concordou, beijou Danielle nos lábios e trocaram “eu te amo”
Ercilio andou com o carro
— Onde vamos branquinha? — Ercílio disse acariciando a cabeça de Danielle
— Para em algum lugar — Danielle disse
Ercilio andou um pouco e parou embaixo de uma arvore, um lugar escuro e desligou o carro
Danielle ficou olhando pra frente, respirando pesado, Ercílio a esperou falar
— Por quê? — Danielle perguntou
— O que? — Ercilio perguntou sem entender
— Por que eu não sou suficiente? — Ela olhou pra ele — O que eu faço de errado que vocês todos me traem com uma mulher cis, onde estou errando?
— Você não está errando, eu fui um canalha com você e hoje vejo isso — Ercílio disse
Ela fechou os olhos e abriu depois de respirar fundo
— Uma pessoa é um canalha, dois é menos provável, cinco é uma improbabilidade, agora sete namorados me traíram um atrás do outro, a mesma coisa, todos com mulher. Nenhum de vocês se conheciam, nenhum trocava ideia com o outro, isso indica que eu levo vocês a esse tipo de comportamento — Danielle disse — O que é? Eu sou ciumenta demais? De menos? Neurotica? É por que eu sou traveco feio?
— Não, você não é nada disso isso — Ercílio disse — Você é um doce, está mais linda do que nunca, eu quase não te reconheci.
— É a buceta Ercilio, eu não tenho buceta, é por isso? — Danielle perguntou com a testa franzida
— Não, não é — Ele respondeu
— Você engravidou uma menina, os outros todos me traíram por buceta, sempre uma mulher, nem sempre elas eram do meu estilo, as vezes sim, as vezes não isso indica que sou eu, eu jogo vocês pra isso — Ela olhou para fora e fechou os olhos sentindo-se pesada — Eu levo vocês a isso, acho que é por que todos vocês são heteros aí lembram que eu tenho uma rola grandona e ficam com medo aí vão pra mulher de verdade.
Sentiu o toque de Ercilio no rosto dela
— Me perdoa pelo mal que eu te fiz — Ele disse com a voz baixa — Sempre que eu me lembro de você eu me martirizo por isso, e a agora vendo você linda, feminina, maravilhosa eu sinto uma dor no meu peito, um arrependimento, eu devia ser seu marido
Ela olhou para ele, enquanto ele acariciava o queixo liso dela
— Você mudou muito — Ercilio disse
— Só na aparência, por dentro ainda sou a mesma pessoa — Ela disse baixinho apontando para o próprio peito de forma delicada
Se olharam por alguns segundos, ele se aproximou dela, ela não recuou, a boca dele tocou a dela e a língua grossa a invadiu, ela fechou os olhos e aproveitou, o beijo confortável, a língua larga e gostosa, devagar, como ela se lembrava, o calor dele a fez ela relaxar.
Ele se afastou
— Sonhei com isso por muitos anos — Ele disse nostálgico
Danielle olhou para ele, ainda entristecida, afastou o corpo do banco e colocou as mãos para trás, por debaixo da blusa que usava, Ercilio ouviu um clique baixo e ela levantou a blusa ficando nua da cintura para cima
Ercilio a observou já ofegante
— Faz amor comigo — Danielle disse — Do jeito que você fazia quando eu era novinha, por favor.
Ercilio não respondeu, avançou beijando o pescoço dela e a abraçando, voltaram a se beijar na boca, ele tirou a própria camiseta mostrando o peitoral negro forte e tatuado.
— Você está mais linda ainda, tava morrendo de saudade — Ele disse animado
Ela não respondeu, apenas gemeu e ofegou diante dos carinhos dele, Danielle acariciou o peito dele e beijou
— Tá gostoso — Esfregou o rosto no peito quente dele, sentiu Ercilio abrindo e abaixando a calça dela
Ercilio mesmo ajudou ela a tirar e tirou tudo, ela ficou nua, o pau duro apontando para cima. Ela mesma puxou a cabeça para fora e movimentou o pênis um pouco, uma leve masturbação mostrando para ele seu tamanho antes de avançar para cima dele.
Isso foi incomum, sempre que transava com Ercilio fazia questão de esconder o pênis, ele apertou a bunda dela, depois as coxas e resolveu testar, acariciou os testículos dela e depois o pau, ela gemeu mordendo o pescoço dele.
Ercilio abriu a própria calça e abaixou, o pau enorme, muito maior que o dela, era preto com a cabeça vermelha quase roxa, molhada
Danielle avançou e colocou na boca
Sentiu tesão, saudades, amor, sentiu uma vontade de chorar, as lágrimas desceram, ela gostava dele, ainda sentia algo, o pênis largo lembrava vagamente o pênis de Fausto que era quase o dobro, mesmo assim Ercílio era considerado um homem de pau muito grande e largo
— Delícia — Ela disse olhando pra ele
Danielle pegou a bolsa e tirou uma camisinha
— Não branquinha, sem capote, quero sentir você no pelo — Ercílio disse
— Cala a boca — Ela falou séria enquanto colocava a camisinha nele, pegou um frasco de gel e jogou uma quantidade generosa no pau de Ercilio, em seguida no próprio cu
Danielle subiu no banco do motorista em cima de Ercilio, ela mesma procurou a alavanca para abaixar o banco, fazendo ele deitar, pincelou a portinha de seu cu um pouco e sentou devagar, sem parar, fazendo Ercílio gemer alto junto com ela.
Ela olhou para ele e sorriu, o sorriso fez o coração de Ercilio se aquecer, lembrou da namorada que Danielle era quando era mais jovem, ainda era bem masculina, mas vestia roupas para agradá-lo era doce e insegura, diferente dessa mulher.
O pau duro dela bateu na barriga dele, ele segurou, ela não disse nada, continuou a subir e a descer enquanto ele a masturbava devagar. Danielle rebolava e gemia enquanto Ercilio a masturbava e passava a mão em seu corpo magro e definido por academia com as coxas grossas e os seios diminutos com bicos cor de rosa grandes, Ercílio beliscava e fazia ela gemer e sorrir
— Tá gostoso? — Ela perguntou de forma sensual
— Perfeita, você conseguiu ficar mais perfeita ainda— Ercílio disse aumentando a masturbação no pau dela
— Ei ei — Ela segurou a mão dele — Não faz assim que vai dar acidente
— Que se foda, me mela todo vai! — Ele disse
Ela ficou séria e depois sorriu, com uma cara determinada começou a rebolar e a quicar no pau dele.
Ercilio começou a gemer e ela também, Danielle empurrou a mão dele e começou a se masturbar, sentiu o pau de Ercilio ficar largo enquanto gozava, sentiu uma dorzinha em seu cu, ele estava gozando então ela gemeu alto e jorrou porra na barba espessa de Ercilio, em seguida outro jato no peito e outro na barriga e pequenos jatinhos no umbigo, a porra começando a escorrer.
Ela olhou pra ele ofegante
— Seu pau ta duro ainda? — Ela perguntou
— Tá sim, to com muito tesão em você, você é meu sonho diário
Ela saiu de cima do pau dele e tirou a camisinha, deu um nó e jogou no assoalho do carro, masturbou o pau dele novamente e chupou novamente limpando cada vestígio salgado de sêmem.
Pegou outra camisinha e mostrou pra ele
— Aguenta? — Ela perguntou ofegante
— Vem — Ele disse sorridente
Ela abriu o pacote e colocou a camisinha no pau duro dele, ela sorriu e virou-se de costas, sentando no peito dele, Ercilio puxou-a e mordeu o bumbum de Danielle fazendo ela rir e reclamar.
Colocou mais gel no pênis protegido e acariciou, sem seguida se puxou para rente e firmou os pés no assoalha segurando no volante com as duas mãos, recomeçando os movimento de sobe e desce
— Isso branquinha rabuda, quica, quica no papai aqui — Ercílio disse, Danielle obedeceu, pulou sem pudor no pau dele, com vontade e tesão
Não demorou muito Ercilio ergueu o corpo, se sentando e agarrando Danielle abraçando ela, masturbando-a, mas o pau dela estava mole, ele segurou os seios apertando os bicos, arranhou a barriga, colocou os dedos na boca dela enquanto ela chupava cada um deles sem parar de quicar.
— Me avisa quando for tá — Ela disse animada
— To indo, to indo — Ele disse assim eu ela falou
Danielle saiu de cima dele e saltou para o banco do lado rápido, tirou a camisinha e colocou o pau na boca, acariciando as bolas dele, Ercilio gemeu, Danielle colocou tudo na boca recebendo jatos salgados e quentes na língua, ficou com o pau na boca recebendo os jorros quentes enquanto gozava, quando ele parou de gemer ela tentou abrir a Janela, mas não funcionou
Ela gesticulou para ele apontando a boca e a janela Ercilio girou a chave e o painel se acendeu, então ela pode abaixar o vidro, colocou o a cabeça pra fora e cuspiu a porra branca, quando voltou para dentro subiu o vidro, mas porra escorria da sua boca.
Ercilio acariciou o rosto dela, ambos ofegantes
— Eu sou um imbecil por ter deixado você ir embora — Ele disse arrependido
— Pois é — Ela fez uma cara entristecida.
Ficou ajoelhada no banco do passageiro olhando para ele
— Foi bom branquinha? — Ercilio perguntou
Danielle sorriu
— Foi gostoso — Ela falou estalando o pescoço — Foi pra você?
— Foi mágico — Ele disse — Vou tatuar a data de hoje como o melhor dia de todos
Ela sorriu de forma forçada, pegou na maçaneta do carro e abriu a porta saindo completamente nua.
Foi para a calçada embaixo das arvores, a escuridão total, era um lugar alto, dava para ver a parte baixa da cidade.
Ela se sentou num banquinho de concreto gelado, colocando as mãos embaixo da coxa e olhando a cidade
Ele se juntou a ela segundos depois
— Conseguiu relaxar mais? — Perguntou para ela
— Acho que sim — Ela disse — Só queria desestressar, sei lá
— O cara lá te agrediu? — Ele perguntou protetor
— Não, só mentalmente — Ela disse — Ele não encostaria a mão em mim
Ficaram em silencio uns minutos
— Como você está hoje? — Danielle disse — Quero dizer, na sua vida
— Meu estúdio, agora é no shopping, estou evoluindo bastante — Ele disse satisfeito — Agora estou com um aporte, estamos reformando
— Eu sei, já tinha visto — Danielle disse pensativa — Passo ali de vez em quando até entrei uma vez e você não me viu
— Por que nunca veio me falar um oi? Tomar um café — Ercílio disse
— Por que ainda dói — Danielle tocou abaixo do seio esquerdo — Meu coração ainda sente sua traição, não desapareceu
— Mas e agora, passou? — Ercilio perguntou
Ela olhou para ele
— Não, o sexo com você sempre foi gostoso, mas você não faz bem pra mim — Ela disse pensativa
Ele concordou com a cabeça
Ela se levantou, ele também, ela o beijou na boca e deu um abraço apertado
— Te amo tá — Falou abraçada — Só lembra disso.
— Me da outra chance — Ele falou — Eu ainda te amo também.
Ela soltou ele e limpou o rosto de algo que ela não sabia se era suor, porra ou lágrimas
— Não — Ela disse sorrindo — Pode me levar em casa por favor?
Ele fico confuso, ela completou
— Aposto que a roqueira peituda não ia gostar de eu te dar outra chance, ia? — Danielle falou como se fosse algo trivial
O semblante dele se entristeceu
— Você sabe dela? — Ercilio perguntou triste
— Eu já falei com ela, eu disse, fui lá na sua loja, ela me disse que era sua namorada e sócia. — Danielle falou sensata — Me leva pra casa?
Ele fez um sinal positivo com a cabeça, seu semblante ficou entristecido e ele completou
— Levo sim — Falou tentando engolir o choro.
Ela foi até o carro, pegou as roupas e vestiu do lado de fora mesmo, Ercilio fez o mesmo, entraram no carro, ele dirigiu até a casa dela, ambos em silêncio, Danielle com os dois pés no banco, abraçando os joelhos.
Parou em frente a casa, ela se inclinou e deu um selinho nele
— Obrigada tá, não vou esquecer de hoje — Ela disse carinhosa
Ele segurou o braço dela
— Posso te ligar, vamos sair, tomar um café — Ele insistiu
Ela sorriu
— Lava a barba, ta com porra nela, se secar vai ficar ruim de tirar, usa agua fria — Danielle recomendou
— Sério Dani, me da outra chance, eu sou diferente agora, posso ser melhor — Ercilio disse
Danielle respirou fundo
— Você não ficou com ela né? — Danielle perguntou
— Ela quem?
— A mãe da sua filha — Danielle respondeu
— Não — Ercilio respondeu direto
— A menina está bem? — Ela perguntou curiosa
— Sim está linda — Ele sorriu ao falar
Ela acariciou o rosto dele
— Você sorri ao falar dela, deve ser um presente de Deus mesmo — Danielle disse pensativa — Eu tenho um pouco de inveja desse tipo de dádiva.
— Ela é a menina dos meus olhos — Ercilio disse — Faria qualquer coisa por ela — Ele sorriu
Danielle sorriu também
— Que bom — Falou abrindo a porta, mas se conteve — E a roqueira, não gosta dela? Largaria por mim?
— Gosto, mas ela é complicada, eu… — Ercilio ia falar algo, mas não disse
— Covarde! — Ela falou se preparando para sair do carro
— Posso te ligar para conversarmos? — Ercilio disse — Deixa eu provar que sou diferente
— Melhor não — Ela disse — Obrigada pela carona e pela rola dura. Saiu do carro e foi para casa, encontrou Miriam aflita esperando, dormiram abraçadas.


