Danielle Transexual 2 — Capítulo 12— Na oficina
Perambulou pelo shopping e pela cidade até o fim da tarde, respondeu o Fausto, Fabio, Ercilio e Miriam no celular, conversando com todos de forma natural, comeu em um restaurante de rua, despreocupada, parecendo estar de férias, turistando em algum lugar.
Resolveu pegar um café e comer um pedaço de bolo em uma cafeteria nobre de esquina que parecia algo da Europa, sentou-se na parte de fora em uma mesa, ela olhava o movimento ser ver o celular, o garçom se aproximou
— Com licença, não costumo fazer isso, mas aquele senho pediu para lhe entregar isso — O garçom disse mostrando uma pequena flor e um pedaço de papel.
Danielle leu “Apesar de não ser um bom dia pra mim, só de ver você sorrir meu coração aqueceu – Fernando”.
Danielle piscou, envergonhada, aquilo era bonito, parecia antigo
— Quem mandou? — Danielle disse nervosa
O Garçom apontou para o senhor de blazer, um homem branco de cabelos grisalhos.
— Ele pergunta se pode vir aqui falar com a senhora — O Garçom perguntou
Ela pensou um pouco.
— Pode — Danielle disse pensativa
O Garçom se afastou e em poucos segundos e o homem se aproximou
— Com licença — A voz era retumbante e grossa — Posso me sentar?
— Pode sim Fernando — Danielle disse amigável, ele se sentou — Obrigada pelo elogio do sorriso, curiosamente hoje é um bom dia para mim
— E por que é um bom dia? — Fernando perguntou curioso
— Olha — Danielle disse — Não deveria ser, eu fui traída, encontrei meu ex que também me traiu, tenho uma divida de cartão de credito e banco gigante, tive uma síncope esses dias, hoje um amigo meu desmaiou e eu tive que socorrê-lo — Pensou no sexo gostoso que havia feito com os três homens e sorriu — Mas foi um bom dia, e você, por que seu dia foi ruim?
— Caramba, quanta coisa — Fernando disse pensativo — Qual seu nome?
— Ah, sim, Danielle, prazer — Danielle disse estendendo a mão para ele
Fernando pegou
— Sou o Fernando, mas você já sabe — Ele disse sorrindo
Ela sorriu também
— Você é linda demais — Fernando disse admirado
Danielle ficou vermelha de vergonha
— Obrigada, me diz — Danielle retomou o assunto — Por que seu dia não está bom
— Ah, esquece isso, não quero te preocupar com meus problemas — Fernando disse
— Você já veio aqui, eu não to fazendo nada, to disposta a ouvir — Danielle disse curiosa
— Bem, hoje é o aniversario da morte da minha esposa — Fernando disse
Danielle engoliu seco
— Puxa, sinto muito, quanto tempo faz? — Ela perguntou tocada — Meu sentimentos
— Fazem três anos — Ele respondeu parecendo envergonhado — Ela gostava de vir aqui, tanto que eu comprei esse café para não fechar e manter a lembrança dela
— Entendi — Danielle disse — Isso é bonito, mas um pouco doido também, sei lá
Ele sorriu
— Você não pensa muito pra falar né? — Ele perguntou curioso — Parece ser impulsiva
— Nem tanto, eu penso muito, só que penso rápido, e eu não te conheço, então minhas travas são menores.
— Posso te mostrar uma coisa? — Ele falou pegando o celular
— Não é seu pinto não, né, pelo amor de Deus — Danielle perguntou sorrindo, mas receosa
Ele parou o celular
— Então não vou mostrar mais — Ele disse parecendo entristecido
Ela arregalou os olhos, ele riu e pegou o celular de novo
— To brincando — Riu mexendo na tela do celular
— Meu Deus, achei que seria mesmo — Ela riu animada
Ele mostrou para ela uma foto, por alguns segundos ela sentiu uma estranha sensação de familiaridade, era uma mulher branca, cabelo castanho, sorridente, parecia com a Miriam, parecia com ela mesma.
— Nossa, ela é bem familiar — Danielle disse — Parece…
— Com você — Ele completou — Me chamou a atenção por que você e ela são extremamente parecidas
— Qual o nome dela? — Danielle perguntou pegando o celular e olhando a foto com cuidado, era muito parecida, mas tinha um decote generoso e seios grandes
— Martina — Fernando respondeu — Ela não era Brasileira
— Ah, de onde? — Danielle perguntou
— Espanha — Fernando respondeu
— O Sobrenome dela era Montserrat? — Danielle perguntou rindo tomando um gole de fafé
— Sim, o nome de solteiro dela era Montserrat como você sabe? — Fernando disse
Danielle engasgou, tossindo, Fernando se levantou para dar tapa nas costas dela, pediu agua e ela tomou com lágrimas depois de se recuperar
— Jesus, quase morri agora — Danielle disse
Fernando sentou-se apreensivo
— Como sabe o sobrenome dela? — Fernando perguntou preocupado
Danielle estendeu a mão para ele de novo
— Prazer, Danielle Montserrat — Falou sorridente
Ele segurou a mão dela, sorriu pelo canto da boca, pareceu desconfiar
— Mentira — Fernando disse pensativo
Danielle pegou o documento recém retificado da bolsa e deu para ele
Fernando olhou, viu o nome dos pais dela, devolveu a identidade
— Você é noiva Danielle? — Fernando perguntou
— Sou sim, isso é importante? — Danielle perguntou curiosa
— Por que eu estou disposto a te conhecer melhor, algo me diz que você é uma pessoa especial — Fernando disse
— Qual sua idade Fernando? — Danielle perguntou
— Tenho cinquenta e cinco anos — Ele respondeu
— Eu tenho uns trinta — Danielle disse
— Uns trinta? — Ele perguntou bem humorado — Assim impreciso?
— Sim, acostume-se — Danielle bebeu outro gole do café — E eu sou especial sim, sou mais eu.
— Você parece uma mulher interessante — Fernando disse parecendo interessado
Ela riu
— Você não faz ideia do quanto — Danielle riu debochada
O Celular vibrou, era uma mensagem de Miriam perguntando onde ela estava, não queria pegar o horário de pico e resolveu ir embora
— Fernando, foi bom o papo, mas preciso ir — Danielle disse
— Eu não posso deixar você ir assim, eu preciso saber mais de você, eu nunca havia encontrado uma pessoa tão linda, tão espontânea e inteligente assim, você é tão, tão… — Fernando não encontrou palavras
— Parecida com ela? — Danielle completou
Os ombros dele caíram
— É — Respondeu — Desculpe
Ela sorriu, pegou um lenço, uma caneta na sua bolsa e escreveu seu nome e seu telefone
— Toma, eu preciso ir, me manda uma mensagem, vamos entender se sua esposa é minha parente
Ele pegou o papel animado
— Posso te levar para jantar um dia desses? — Fernando perguntou
Ela sorriu olhando para ele por uns segundos
— Vocês homens mais velhos são tão galantes né? — Falou sorridente, se abaixou e deu um beijo nele próximo demais do canto da boca fazendo ele paralisar — Me manda mensagem e vamos ver se quando eu falar tudo de mim você ainda vai ter esse interesse todo.
Danielle sinalizou para o garçom vir
— O que vai fazer? — Fernando perguntou
— Pagar a conta, preciso mesmo ir — Danielle disse
Fernando sinalizou par ao Garçom parar
— Está pago, não se preocupe, espero que tenha gostado do nosso café.
Ela sorriu
— Ah, obrigadinha, achei o máximo aqui, bonitinho, gostoso — Ela disse pegando a bolsa e se levantando — Estou indo, me chama para falarmos tá bom?
— Obrigado pela companhia Daniele, você é linda! — Fernando disse
Ela sorriu e piscou para ele.
Caminhou alguns quarteirões e pegou o metrô, iria de volta para casa de transporte público mesmo, quase uma hora e meia até chegar em casa, fora do horário de pico, mas já escurecendo.
Danielle combinou com Miriam que iria pegar pão para elas comerem a noite e pela manhã. Estava passando próximo a sua casa com o pão na mão
— Dani, gatinha— Ela ouviu chamar e parou para olhar
O Portão se abriu e um homem andou rápido segurando-a pela mão, era Antônio
— Faz tem que você não vem falar comigo — Antônio disse — O que aconteceu? Não me quer mais?
— Ah não Antônio, me deixa, eu tenho que ir, a Miriam está me esperando! — Danielle disse tentando soltar — Solta
— Não gosta mais de mim é? Me abandonou — Antônio disse acariciando o rosto dela
— Para eu preciso ir — Danielle disse tentando soltar a mão novamente
Ele a puxou para ele a abraçando e beijando seu pescoço e cheirando seu cabelo causando cócegas
— Tá cheirosa! — Ele disse — Maravilhosa como sempre.
— Não Antônio por favor — Ela disse — Eu preciso ir mesmo.
— Você me deve, se está linda assim é por causa de mim, até seu nome eu que te dei — Ele disse beijando o pescoço dela
— Eu te ligo depois, venho ver depois te juro — Danielle disse tentando sair
— Liga nada, você está me enganando — Antônio disse
— Não tô, eu juro, eu volto, mas preciso ir agora
Antônio deslizou a mão para dentro da calça dela tocando o pênis
— Não faz isso por favor! — Ela reclamou e teve uma lembrança
**** Anos antes ****
— Bom dia, sua filha não vai pra escola hoje Sr. Antônio — Moisés perguntou
— Bom dia Danielle — Ele falou em voz alta
— Sssshhhhiiiuuuu — Moisés pediu silencio — Ninguém sabe que eu sou a Danielle, só você
— Eu sei, eu que te dei esse nome — Ele se aproximou, a mão suja de óleo — Você tá uma delícia nesse uniforme
Moisés tentava usar um uniforme menor, tinha o bumbum arrebitado e ficava mais apertado que o normal, não como o de uma menina, mas o suficiente para marcar.
— Vai pra aula agora com esse uniforme é? — Perguntou lascivo
— Vou sim, estou indo — Moisés respondeu
— Vem aqui comigo rapidinho — Antônio disse
— Eu preciso ir — Moisés disse preocupado
Antônio enfiou a mão por dentro da calça do garoto e acariciou o pênis
— Tá durinho já — Antônio disse dando um beijo no rosto dele — Sem vergonha
— Eu preciso ir — Moisés disse baixinho — É sério
Antônio apertou as bolas de Moisés fazendo ele gemer de dor
— Aaaaaaaiiiiiiii — Moisés se curvou — Para, tá doendo, por favor!
— Por que tá de pau duro hein? Me fala — Antônio disse nervoso — Tá de putaria com alguém por aí?
— Não, não to — Moisés disse se dobrando de dor
— Você não ta de putaria com a minha filha não né? — Antônio perguntou apertando mais
— Não, eu juro — Moisés respondeu em um gemido de dor
— Se você tiver de putaria com mulher eu te castro entendeu? Você é viado é uma mulher, só pode se encontrar com mulher entendeu? — Antônio disse com severidade diante dos gemidos e resmungos de Moisés
— Entendi — Ele respondeu tentando segurar o braço forte de Antônio
— Vem aqui comigo — Antonio puxou Moisés segurando pelas bolas enquanto apertava e o garoto gemia de dor, levou-o para a parte de trás da oficina, abriu a calça e tirou o pau para fora
Moisé não perguntou, sabia o que fazer, se ajoelhou e chupou
— Tá de pau duro ainda? — Antonio perguntou
— Não — Moisés disse apertando o próprio saco para ter dor e o pau baixar, deu certo.
— Ótimo, lembra do que disse? — Atonio falou baixo
— Só pode ter um macho aqui — Moises disse enquanto chupava o pau de Antônio
— E quem é o macho? — Antônio perguntou
— Você! — Moisés disse
Antônio pegou-o e abaixou as calças dele, beijou a bunda dele e deu um tapa, colocou-o com a barriga numa caixa
— Eu preciso ir pra escola — Moisés reclamou — Vou me atrasar — Reclamou
Antônio acariciou o pau dele, estava mole, fez Moisés girar ficando de costas para ele.
— Isso, pau de viado é assim mesmo, molinho respeitando o pau alfa — Antônio disse abrindo a bunda de Moisés e lambendo o cuzinho cor de rosa do garoto, ele gemeu e empinou a bunda, o pau pulsou
Antonio agarrou o pau dele e puxou para trás entre as pernas, apertando-o
— Aaaaaaiiiii — Ele reclamou
— Não faz barulho viado do caralho! — Antônio deu um tapa na cabeça de Moisés — Fica quieto
Moisés fez que sim com a cabeça
Antônio soltou o saco dele, cuspiu no cu de Moisés e forçou o pau na entrada, estava molhado, ereto, o tesão de Antônio em moisés era enorme, ele enfiou devagar, Moisés gemeu, já sabia como reagir, conheci abem aquele pau, já haviam transado muitas vezes, aquele jeito violento era o jeito de Antônio demonstrar o amor dele, entendia isso.
Antônio invadiu o bumbum de Moisés com força e fundo, quando atingiu o fundo o corpo de Moisés tremeu e ele ejaculou nas caixas, jatos fortes e volumosos indo longe.
— Gozou safada? — Antônio perguntou acariciando a cintura dele
— Gozei — Respondeu
— Qual seu nome? — Antônio perguntou
— Danielle — Moisés disse
— Então rebola Danielle — Antônio pediu e ele obedeceu enquanto ele ainda entrava e saia de dentro dele.
**** Agora ****
A mão de Antônio deslizou e segurou o saco de Danielle acariciando
— Seu pau não está duro, perdeu o tesão em mim? — Perguntou magoado
— Não, eu tô cansada só — Falou se encolhendo na parede
Ele acariciou um pouco mais e o pênis deu sinal de vida, Antônio agarrou o saco dela e apertou
— Aaaahhh filho da putaaaa — Danielle disse — Tá me machucando — Danielle segurou o antebraço dele com as duas mãos — Para caralho!
— Se você não gosta, pode ir embora — Ele soltou o pau dela e se afastou
Danielle ficou parada, olhando pra ele, ofegante, ofendida, assediada, com raiva.
Colocou a sacola no chão, se ajoelhou e amarrou o cabelo.
Antônio sorriu, caminhou até ela e colocou o pênis para fora, ela segurou, acariciou o saco grande e caído dele, puxou a cabeça do pênis para fora e abocanhou, chupou por alguns segundos, a agressividade foi embora, ela se sentiu calma e tranquila, dócil.
— Seu pau é gostoso amor — Danielle disse carinhosa dando beijinhos
— Sua boca é um veludo meu anjo — Antônio falou animado — O Melhor boquete de todos
Danielle chupou por menos de um minuto e se levantou abrindo o cinto da calça olhando em volta
— Rapidinho vem! — Falou empinando a bunda nua, o cuzinho piscando, cuspiu nos dedos e lubrificou o anus.
Antônio beijou a bunda dela
— Cada dia você tá mais linda Danielle — Ele falou hipnotizado colocando o dedo no cuzinho de Danielle
— Vai seu velho seboso, faz logo que eu tenho pressa — Danielle falou irritada — Tem gente me esperando
— Me respeita sua vagabunda! — Antônio disse num tom irritado, mas sem parar de beijar as costas de Danielle
— Vai logo, seu brocha do caralho! — Danielle disse e sentiu o pau entrar nela devagar — Aaaaiii filho da puta
Ela quase não sentiu, estava arrombada por paus muito maiores daquele mesmo dia, ainda estava lubrificada, só não sabia se era por porra, lubrificante gel ou de camisinha.
Antônio agarrou a cintura dela, deu cinco ou seis estocadas e gozou gemendo alto.
— Isso! — Danielle incentivou rebolando e forçando a bunda contra ele — Isso, me enche vai, seu safado! — Ela disse rebolando devagar sentando o pau sair e a porra escorrendo pelas coxas.
Ergueu o corpo, levantou a calça sem se limpar, pegou as sacolas e deu um beijo na boca dele
— Quando eu falar não, é não, eu ia voltar aqui e a gente ia dormir junto seu trouxa — Danielle disse indo embora — Se fudeu por que é burro!
Foi embora deixando Antônio sentando se recuperando do sexo


