Diário de Rafaela 2 — Capítulo 31 — Sono

Diário de Rafaela 2 — Capítulo 31 — Sono

0
(0)

Rafaela e Amanda começaram a limpar a academia junto com a irmã de Guilherme, mesmo com alunos ainda lá, para adiantar, naquele dia ela fechou mais cedo que o normal, mesmo assim não impediu que eles fizessem a minuciosa limpeza até uma hora da manhã.

— Pronto gente — Rafaela vestia uma bandana na cabeça para conter o suor, usava luvas de borracha amarelas e roupas de ginástica — Estou exausta!

Tanto Guilherme como Rafaela pegaram a parte pesada pois não queriam que Amanda se esforçasse demais.

— Preciso dormir gente, tô um bagaço — Rafaela sussurrou enquanto guardava as coisas de limpez

— Eu vou embora, preciso dormir também — Giulia falou já em direção às escadas que davam acesso a casa que ficava em cima.

— Vamos tomar banho né — Amanda falou — Estamos péssimos

— Vamos, a Giulia tem banheiro no quarto dela, dá pra usar o outro lá de casa, vamos ter que revezar — Guilherme falou enquanto estalava o pescoço

— Que esperar nada, vamos tomar aqui mesmo, mais rápido — Rafaela falou — Não pode?

— Pode — Guilherme falou — Vocês vão tomar no banheiro das meninas?

— Vamos juntos! — Amanda falou — Nosso primeiro banho — Juntou as mãos de forma fofa — Vamos?

— Por mim ok — Rafaela falou animada — Não quer Gui?

Ele ficou vermelho

— Quero, quero sim — Respondeu inseguro

— Ih, o que foi? não quer? — Rafaela perguntou decepcionada

— É que esse negócio é novo, não to acostumado, nunca estive com duas mulheres assim — Ele falou visivelmente envergonhado

Rafaela se aproximou

— Que lindo — Passou a mão no peito forte dele — Eu gosto assim tá, vamos falar tudo o que a gente sente! — Em seguida ficou na ponta dos pés para dar um beijo na bochecha dele

— Eu to sentindo sono — Amanda reclamou

— Tá bom sua chata, vamos — Rafaela pegou na mão de Guilherme e depois na de Amanda puxando os dois para o banheiro

— Vamos no masculino, tem minhas coisas lá — Guilherme falou direcionando o caminho

Chegaram no vestiário e Rafaela começou a tirar a roupa sem cerimônia, percebeu os olhares de Guilherme

— To bonita ainda? — Ela perguntou insegura quando ele a comeu com os olhos

— Está — Ele respondeu abrindo o armário e pegando sabonete, shampoo e toalhas, ao se virar Amanda estava nua também, arrumando as roupas no banquinho, reparou que a namorada, assim como Rafaela, não tinha pelos pubianos — Você tirou também?

Amanda olhou para a si própria

— Ah, tirei, fica melhor pra… — Se conteve — Pra tudo

— Pra transar Gui, depilada assim fica melhor pra ela e eu transarmos — Rafaela falou se aproximando — Tira a roupa, quero te ver pelado, faz tempo

Guilherme se sentiu acuado, não havia o que fazer, tirou a roupa, não queria ficar mais envergonhado.

O pau estava pequeno, encolhido, Rafaela se aproximou e passou a mão no pau dele abraçando o namorado em seguida.

Guilherme era grande, seu peito e ombro eram bem largos, maior que Rafaela e Amanda juntas, Rafaela acariciou o peito dele sentindo-se arrepiar, era lindo.

— Tá tudo bem tá, isso vai ser normal pra gente

— Tá bom — Guilherme respondeu seco

Amanda saiu andando, havia tirado a peruca, seu cabelo estava bem curtinho, já cobria todo o couro cabeludo, em direção aos chuveiros

— Vocês tão demorando demais — Amanda resmungou impaciente pelo sono

Rafaela foi atrás andando rápido, no caminho tirou a bandana mostrando seu cabelo curtinho, maiores que o de Amanda, Guilherme caminhou com cuidado

Haviam boxes individuais de chuveiros mais novos, e também quatro chuveiros lado a lado na parede que poucas pessoas usavam de uma só vez, pois era muito exposto

Amanda abriu os chuveiros expostos e entrou embaixo

Murmurou quando sentiu a água forte bater em seu corpo, era aquecido a gás e a temperatura era perfeita como o feminino que ela já conhecia.

Rafaela a agarrou por trás a tirando do lugar

— Esse é meu! — Tomou o lugar de Amanda no chuveiro

— Ah não, sem graça — Amanda reclamou — Esse ta perfeito

— Arruma outro pirralha! — Rafaela debochou

Amanda ligou o outro chuveiro e molhou o rosto sem molhar a cabeça

— Pode lavar a cabeça careca! — Rafaela falou sorridente

— Ah não! — Amanda falou — quero dormir

— Não senhora, tá suado, vem aqui — Rafaela pegou o shampoo que Guilherme trouxe e colocou na mão, foi atrás de Amanda e a fez enxaguar a cabeça, em seguida colocou shampoo nela massageando — tem que lavar pra crescer rapidinho, eu tenho um lá em casa que vou te dar, para vitaminar a raiz do cabelo!

Amanda revirou os olhos, mas continuou a massagear a cabeça

Guilherme já se enxaguava e se ensaboava

Rafaela pegou o Sabão e foi até ele, começou a passar nas costas e o abraçou, no ouvido dele disse

— Tudo bem? — Perguntou de forma suave

— Tudo — Ele respondeu

— Tá meio distante, tá desconfortável com isso? — Ela perguntou sendo direta

— Ah — Ele pensou — Um pouco, mas não é isso

— E o que é? — Amanda perguntou se interferindo — O que você tem?

— Eu to preocupado com essa inspeção, é a primeira sem meu pai aqui, sei lá se não passar…

— Tem por que não passar? — Rafaela perguntou curiosa

— Fiz tudo certinho, acho que não — Guilherme respondeu

— Então deixa Gui, já fizemos tudo, eu preenchi tudo certinho — Amanda falou

— Verdade, deixa pra lá — Ele respondeu pensativo

— Uma coisa, que me ensinaram — Rafaela lembrou de Carlinhos, ele havia ensinado muitas coisas sábias para ela — Tem uma linha de raciocínio que você pode usar

— Qual? — Guilherme perguntou e se virou para Rafaela curioso enquanto Amanda observava

— Tem algo que você possa fazer, nesse exato momento para parar com essa preocupação e resolver o problema? — Ela perguntou

Ele a observou no chuveiro por alguns segundos, corpo moreno molhado, brilhando, seios perfeitos, olhos puxados e boca carnuda, quase se distraiu

— Não — Ele respondeu direto

— Fez tudo o que era necessário? — Rafaela perguntou

— Sim, fiz — Ele respondeu direto

— Então não tem por que se preocupar, isso não está mais em suas mãos e você já resolveu, só esperar o curso normal.

Ele pensou uns segundos e sorriu

— Verdade — Falou sorridente se virando de costas para que ela terminasse de ensaboar

Amanda se aproximou e ensaboou as costas de Rafaela, ela continuava a ensaboar Guilherme, sem cerimônias ela pegou no pau dele

— Já lavei aí — Ele falou brincando

Ela olhou para ele sem expressão alguma, puxou a cabeça do pau para fora e ensaboou, fazendo movimento vagaroso, o pau ficou duro pelo estímulo, ela não teve reação nenhuma, parecia não querer excitá-lo mesmo, com a mão apertou e esfregou um pouco, quando estava bem duro, largou e foi esfregar Amanda

Terminaram o banho e se secaram, estavam mais despertos, exceto Amanda que estava sonolenta

— Cadê as roupas? — Rafaela perguntou

— Ah, deixei lá na casa — Amanda falou fazendo uma careta de manha — Tô cansada — Pega lá Gui

— Ah, vamos lá Manda, deixa de moleza — Rafaela falou

— Eu to doente, sua rapariga, não to de moleza não! — Amanda falou indignada

— Frescura da porra! — Rafaela saiu se enrolando na toalha — Vou pegar roupa de ninguém não, que se foda!

— Vaca! — Amanda falou também se enrolando na toalha e indo atrás da amiga

Guilherme achou engraçada a interação das duas, os corpos justinhos, perfeitos um cor de rosa e outro moreno, eram lindas e gostosas, só de pensar nisso ele teve outra ereção, sentiu-se bem por ter a companhia das duas, mesmo que ainda fosse confuso.

Subiram as escadas ao mesmo tempo, respeitando o tempo de Amanda, o percurso era longo, o terceiro andar era muito alto.

Rafaela pegou a sacola de roupas delas e levou para o quarto de Guilherme, Amanda foi atrás.

— Tem algo pra comer Gui? — Rafaela perguntou

— Tem, sim, vamos fazer um lanche

— Quero dormiiiirrrr — Amanda falou entristecida

Rafaela pegou ela pela mão e a colocou na cama de Guilherme

— Você não quer comer? — Perguntou carinhosa fazendo Amanda se deitar

— Não, quero dormir — Amanda falou

— Tá bom meu amor, deita aqui um pouco, a Rafa vai papar e te leva pra casa ja ja, ta bom? — Rafaela falou amorosa

Amanda fez que sim com a cabeça já fechando os olhos e repousando no travesseiro da cama.

Rafaela tirou a toalha dela, que estava úmida, secou alguns pingos pelo corpo da amiga e a cobriu com um edredom.

Guilherme estava na cozinha já vestido, Rafaela colocou a calcinha sutiã, calça de moletom que havia trazido e a camiseta, foi encontrar Guilherme.

Ele preparava um lanche para eles

— Peito de peru ou queijo branco? — Guilherme perguntou

— Queijo branco — Rafaela falou sentando-se no balcão

Olhou em volta, o cenário estava levemente diferente, sentia vergonha da cena que havia feito ali, das canecas quebradas, do escândalo.

Ficou envergonhada

— Tudo bem? — Guilherme a tirou do transe

— Ah, tudo, trocou a cama? — Ela perguntou tirando o foco de seus pensamentos

— Sim, você gostou? é de casal, mas acho que devia ter pegado uma maior — Guilherme falou enquanto fazia os lanche

— Devia, de casal cabe nós três mas fica apertado, tem que ser Queen ou King

Ele sorriu

— Não sabia que ia namorar com duas né! — Ele falou sorridente

— A vida surpreende a gente — Rafaela respondeu

— Qual foi a de chamar a Amanda de molenga? — Ele perguntou pegando um prato e servindo Rafaela — Ela tá mesmo cansada

— A gente pega leve com ela e ela vai ficar manhosa, ela tem que entender que não é uma coitadinha, entre você e eu a gente toma cuidado, mas não podemos ficar tratando ela como se fosse de vidro.

— Tá certo — Guilherme falou sentando-se do outro lado do balcão, servindo Rafaela e comendo.

Ele explicou brevemente para ela o processo da academia e o celular dela tocou, era a mãe, atendeu

— Cadê você, cacete!? — Rose falava irritada — Tá brava comigo?

— Oi mãe, to no Gui, tava limpando a academia, terminamos agora pouco, já estou indo

— Tá bom, to esperando — Rose falou ríspida e desligou o telefone

Terminaram de comer

— Vamos acordar a Manda, aí levamos para casa.

Foram até o quarto, mas não conseguiram acordá-la de nenhum jeito, o sono era pesado

— Rafa, deixa, ela dorme aqui hoje, tudo bem — Guilherme falou — Ela ta cansada mesmo

— É, ta — Rafaela respondeu pensativa pegando o celular — Vou mandar uma mensagme pra mãe dela avisando então.

Lembrou-se da mãe, queria evitar o confronto e parecia que ela estava bem chateada

— Posso dormir aqui hoje Gui, aí cedinho eu saio

— Pode, claro — Guilherme falou — A gente se espalha?

Rafaela não respondeu, pegou o telefone e ligou pra mãe

— Mãe, a Amanda desmaiou de sono, vou dormir com ela aqui, amanhã cedo vou pra casa — Rafaela falou sucinta — Pode ir dormir tá

— Caramba meu, você me fez esperar pra me dar uma dessa! — Rose falou visivelmente irritada

— Desculpa, só percebi agora — Rafaela se desculpou

— Tá bom, a Natali ta no seu quarto — Rose falou

Rafaela ficou pensativa por um segundo e respondeu

— Tá bom mãe, boa noite, beijo — falou carinhosa

— Beijo, te amo! — Rose respondeu também carinhosa

— Te amo! — Rafaela desligou

Olhou para Guilherme

— Acho que cabe a gente na cama, você acha que não? — Rafaela perguntou com as mãos na cintura

— Acho que sim, vamos testar — Guilherme falou indo ao armário pegar outro cobertor, estava no fundo, demorou um pouco — Aqui!

Quando ele se virou Rafaela estava deitada na cama com Amanda, coberta

— Vem Gui, cabe você e mais um ainda — Falou sorridente

Guilherme concordou.

— Posso tirar a camisa? — Ele perguntou receoso

Rafaela revirou os olhos

— Pode né, a casa é sua, seu atirado — Ela riu

Ele tirou a camiseta, ficou só de bermuda esportiva, que usava para dormir, apagou a luz e veio no escuro, sentou-se na cama e Rafaela o puxou

— Se cobre com esse

Ele sentiu o corpo quente dela colado ao seu, ela o abraçou passando a mão no seu peitoral

— Você está sem roupa? — Ele perguntou ofegante ao sentir a pele quente dela

— Peladinha, peladinha! — Rafaela falou abraçando ele por trás e beijando sua orelha

Ele não respondeu, sentiu seu pau pulsar e a mão de Rafaela deslizar por seu peito e barriga tanquinho

— Gostoso do caralho! — Ela falou arranhando ele e mordendo seu pescoço

Tirou o cobertor de cima dele e de si própria e cobriu Amanda, ajoelhou-se na cama, a iluminação da rua entrava pela janela, passando pelas cortinas e iluminava fracamente fazendo com que ambos conseguissem ver o corpo um do outro apenas pelos contornos sombreados.

Puxou o short de Guilherme com as duas mãos, fazendo-o ficar sem roupa também

— Rafa, não, a Manda vai ver — Ele falou preocupado

Mas a resposta que ele recebeu em seguida foi o calor molhado da boca de Rafaela no seu pau meia bomba, fazendo-o crescer imediatamente

— Ai Rafa — Ele falou gemendo

— Ela está cansada, não vai acordar, e se acordar se junta à gente, não tenha medo, a gente não tá fazendo nada de errado aqui.

— Minha irmão vai ouvir — Ele falou

— Então para de gemer alto! — Ela respondeu rindo

Rafaela continuou o boquete, sentia sua buceta piscar e molhar, ao mesmo tempo que chupava o namorado tocava em seu clitoris de forma frenética, estava com muito tesão, mais do que imaginava.

Insistiu por alguns minutos e se projetou deslizando para cima dele, sentou no abdome durinho dele

— Cadê a camisinha? — Ela perguntou baixinho

— Daqui acabou, só tenho na minha mochila lá de baixo

— Ai Gui, sério? — Rafaela perguntou sentindo o corpo quente dele

— Sério, espera aí que eu vou buscar — Ele falou afoito

— Não, deixa — Ela posicionou o pau dele na porta da buceta, o masturbou devagar, passou a cabeça inchada nos lábios da buceta — Ah, vai, foda-se! — Ela falou deslizando o corpo para trás e fazendo pau dele entrar de uma só vez, deslizando molhado e quente para dentro de si

Ela riu e apoiou as palmas das mãos no abdome dele

— Tá gostoso esse pau hein! — Ela falou iniciando o rebolar para frente e para trás, mexia todo o corpo como se fosse uma cobra

Fazia muito tempo que Rafaela não transava daquele jeito com um homem, queria mais, queria se soltar, queria urrar, fazer barulho, mas ali se sentia bem, ele era bonito, gostava dele e ele gostava dela, apesar da confusão sabia que estava segura

— Que delicia Rafa — Guilherme falou ofegante

O pau estava gostoso, Rafaela havia experimentado paus maiores e mais grossos, por alguns instantes pensou que estaria arrombada e que paus menores e normais como o de Guilherme não a satisfaria mais, mas estava errada, era uma delícia do mesmo jeito.

Guilherme estava adorando sentir Rafaela, suas mãos agarraram a cintura dela, fina, a pele firme como ele se lembrava e amava, os seios duros e pesados, ele apertou os bicos dos seios e ela riu divertida, abaixou-se e chupou o mamilo dele como sabia que ele gostava

Ele sentiu o pau pulsar, iria gozar, mas não queria.

Empurrou Rafaela e a fez voltar para cama, ela adorou, ficou tentando enxergá-lo, mas só via a sombra. Sentiu as pernas serem agarradas e foi forçada a se virar de bruços, ela rodou rápido e riu

— Shiiii — Ele pediu silêncio

Rafaela colocou a mão na boca e riu

Sentiu então o namorado a agarrar pela cintura e fazer ela ficar de quatro, sentiu a língua dele em seguida, lambendo a buceta dela e depois o cuzinho, ela se lembrou, ele fazia sempre isso com ela e ela amava

— Aaaaiii filho da puta — Ela falou baixinho

Guilherme se posicionou e colocou o pau na buceta dela, entrou devagar, ela gemeu

— Delicia — Falou enquanto ele bombava na buceta dela

Rafaela ajustou o corpo e se posicionou atravessada na cama, não queria incomodar Amanda a princípio, mas o balançar fazia a cama inteira sacudir

— Vocês tão transando — A voz sonolenta de Amanda perguntou

— Oi amor, estamos sim, não faz barulho — Rafaela falou sorridente

— Eu quero transar com vocês — Amanda falou passando a mão no rosto de Rafaela enquanto puxava o cobertor mostrando os próprios seios

Rafaela não pestanejou, abocanhou os seios de Amanda, o mamilo ficou durinho e ela começou a chupar com vontade enquanto Guilherme a castigava na buceta, Amanda gemeu acariciando o rosto de Rafaela

Mas a mão dela em seguida soltou o rosto da namorada caindo na cama

— Manda? — Rafaela chamou e ela despertou de novo

— Vocês estão transando? — Amanda perguntou — Quero transar também

Rafaela riu

— Não amor, estamos mudando a cama de lugar, pode dormir que amanhã a gente transa tá

— Ta bom, não transa sem mim — Amanda falou virando as costas pra Rafaela

Sentiu Guilherme aumentar o ritmo

— Não goza dentro — Rafaela sussurrou

— O que? — Guilherme perguntou sem entender

— Não goza dentro — Rafaela falou mais alto

— Não entendi — Ele estava em êxtase o saco batendo na coxa de Rafaela fazendo barulho alto

— Não goza dentro de mim! — Ela falou em voz alta

Ele gemeu e tirou o pau de dentro dela, Rafaela sentiu os jatos quentes de porra na suas costas, ficou parada recebendo tudo o que ele tinha, esperou e sentiu a porra escorrer para o meio da sua bunda.

Saiu com cuidado da cama

Guilherme pegou o celular e a iluminou

— Isso não acende a luz não, se não vai acordar ela — Rafaela falou pegando a toalha do chão e se limpando, assim que terminou sorriu — Foi gostoso? — Perguntou animada

— Foi muito bom! — Ele respondeu

Ela pegou o pau dele e puxou a cabeça pra fora, estava molhado com porra quente, abocanhou e chupou limpando com a boca e em seguida engolindo, pediu um beijo fazendo biquinho e Guilherme obedeceu

— Colocou alarme? — Ela falou ao se deitar para dormir

— Coloquei — Ele respondeu se aconchegando atrás dela na cama.

Rafaela abraçou Amanda de conchinha e Guilherme abraçou Rafaela de conchinha.

O que você achou dessa capítulo?

Clique nas estrelas

Razoável 0 / 5. Número de votos: 0

Dê a sua opinião, o que achou?

Rafaela Khalil é Brasileira, maior de idade, Casada. Escritora de romances eróticos ferventes, é autora de mais de vinte obras e mais de cem mil leitores ao longo do tempo. São dez livros publicados na Amazon e grupos de apoio. Nesse blog você tem acesso a maioria do conteúdo exclusivo.