Diário de Rafaela 2 — Capítulo 45 — Intimidades Inesperadas

Diário de Rafaela 2 — Capítulo 45 — Intimidades Inesperadas

0
(0)

Rafaela acordou sentindo calor, estava deitada de lado, coberta e sentia algo quente colado ao seu corpo, abriu os olhos devagar raios de sol já iluminavam o quarto, tateou para saber quem estava atrás dela e encontrou um corpo Nu, imaginou que seria Natali, procurou pela cabeça dela e tocou o cabelo crespo e volumoso como o dela quando gande e acariciou

— Oi — Natali respondeu sonolenta passando a mão pela cintura de Rafaela e a agarrando num abraço apertado — Tá na hora de acordar já? — Perguntou sonolenta

— Preciso ir ao banheiro — Rafaela disse

Natali tirou a mão da cintura de Rafaela

— Bom dia — Natali falou e beijou o pescoço de Rafaela

— Bom dia — Rafaela se sentou na cama, estava nua, não se lembrava de muita coisa, sabia que havia gozado muito, que sua mãe havia entrado, mas não lembrava de ter tirado a roupa e se deitado. — Você tirou minhas roupas? — Rafaela perguntou constatando a própria Nudez

— Sua calcinha tava nos joelhos e você tava dormindo — Natali falou com a cara no travesseiro de Rafaela

Cambaleou até o banheiro, fez suas necessidades, prendeu o cabelo e colocou a touca impermeável, então entrou no chuveiro deixando a água cair no próprio rosto, estava preocupada ainda, não queria pensar em muita coisa, queria correr, pular, fazer algo para cansar e desestressar, era um sentimento estranho.

Sentiu então alguém se aproximar, era Natali, ela usava uma calcinha azul marinho e a tirou, estava de olhos fechados, usou o vaso sanitário e se levantou, amarrou os cabelos acima da cabeça e prendeu com um elástico que estava em seu pulso, abriu apenas um dos olhos e olhou para Rafaela, se aproximou e entrou no chuveiro com ela.

Abraçou Rafaela fingiu dormir no pescoço dela

— Soonoooo — Falou como se fosse um zumbi e em seguida mordeu a cabeça de Rafaela

— Aaaaiii Nati — Rafaela reclamou

— Mióóólooosss — Nati mordeu de novo imitando um zumbi clássico de filmes

Rafaela riu e a empurrou

— Para! — Rafaela jogou água no rosto dela

— To cansada Rafa — Natali falou se esticando e limpando a água do rosto

— Também né, até que horas vocês ficaram no arrebento?

— Arrebento? — Natali perguntou, mas mesmo assim respondeu — Até umas três, três e pouco, depois que você apareceu a gente não ficou muito mais tempo

— Ah, estraguei, desculpa — Rafaela se desculpou

— Não, não, a gente tava terminando mesmo — Natali falou despreocupada — O que você acha disso?

— Disso de você transar com meus pais? — Rafaela perguntou ensaboando o próprio corpo

— É, estranho né? — Natali disse esperando compaixão de Rafaela

— Olha — Rafaela pensou, olhou para o lado e sorriu — Cara, isso é bizarro demais

Ambas riram

— Tipo, é uma coisa que eu não posso falar pra ninguém, tipo — Rafaela fez aspas com os dedos — “Minha irmã transa com meus pais” — Rafaela colocou as mãos na cintura — Seria um escândalo

Natali franziu a testa

— Mas você é minha irmã e também transava com meu pai — Constatou

Rafaela pensou um pouco

— É, mas era diferente né, ele era meu namorado

— Ué, e se eu falar que namoro com seu pai, muda alguma coisa? — Natali perguntou curiosa

— Ai Nati, vai se fuder! — Rafaela falou sem querer responder

Natali riu e virou as costas

— Passa buchinha aqui vai — Indicou as costas

Ambas tomaram banho e se esfregaram, Rafaela contou para Natali sobre Guilherme e Amanda e sobre o que estava sentindo, Natali concordou que era muita coisa e prometeu que iria ficar de olho em Amanda também, afinal era era quase formada, uma médica praticamente.

Chegaram no quarto se secando e conversando sobre coisas comuns, homens, namorados, filmes, desenhos e livros que gostavam enquanto passavam creme no corpo uma das outras.

Bateram na porta

— Vocês vem tomar café? — A voz masculina do pai de Rafaela colocou a cabeça para dentro e viu as duas nuas, em seguida desviou o olhar

Rafaela se assustou

— Vamos pai — Rafaela falou se cobrindo enquanto ele fechava a porta — Já vamos descer

— Ai Rafa! — Natali falou debochada enquanto procurava algo na mala no chão— Você viu seu pai fodendo ontem e não quer que ele te veja pelada?

— Ah, não é a mesma coisa — Rafaela respondeu encabulada

Rafaela observou o local onde Natali mexia

— De onde veio isso? — Perguntou curiosa

— Ah, minhas roupas, não dá pra viver só roubando roupa sua né — Natali falou distraída

— Aleluia né! — Rafaela respondeu

Natali jogou uma blusinha na cara dela

— Isso é seu!

Rafaela pegou a blusinha e se abaixou, começou a pegar algumas peças dentro da mala

— Isso também, essa, essa e essa — Mexeu um pouco para não bagunçar — Essa foi seu pai que me deu

— Tá bom, eu posso ter me apropriado indevidamente — Natali admitiu cínica

— Ladra! — Rafaela falou vestindo o top amarelo de frente única, amarrado no pescoço, sem sutiã mesmo, queria ficar a vontade e se sentir bonita.

Rafaela optou por um pequeno shortinho jeans bem curto, no limite do bom comportado, Já Natali optou por um top tomara que caia preto com um shortinho de Lycra também preto e completamente exposto onde deixava a polpa do seu bumbum levemente à mostra.

Desceram para tomar café, o pai de de Rafaela e a mãe já conversavam com o café posto Natali cumprimentou a mãe de Rafaela com um abraço e depois sentou-se no colo do pai dela.

Envergonhada e enciumada Rafaela sentou-se na cadeira fingindo não ver, em silêncio. Natali ficou pouco tempo ali, falou algo aos sussurros eu riu, pareciam namorados, em seguida saiu do colo dele e sentou-se na cadeira.

— Vocês estão muito bonitas — Marcel falou observando as duas

— Obrigada — Responderam juntas e riram.

— Quem é mais gostosa de nós duas tio? — Natali perguntou sorridente

Marcel engasgou e ela riu

— Não precisa responder, estou brincando, é claro que sou eu! — Respondeu convencida

Rafaela esticou a mão e puxou o tomara que caia dela expondo os peitos, Natali deu um gritinho e se cobriu puxando novamente para cima

— Por que você fez isso? sua besta! — Reclamou indignada

— Ah, eu não posso ter vergonha, você pode né? Princesa!

— Eu não tenho vergonha! — Natali tirou o top expondo os peitos — Todo mundo aqui já viu!

Rafaela ficou constrangida e ficou vermelha

— Mostra o seu aí “princesa” — Deu enfoque na palavra Princesa como forma de deboche

Rafaela não pensou muito, soltou o laço no pescoço e abaixou o top exibindo os seios nus.

— Os meus são mais bonitos! — Falou e voltou a comer

Marcel olhava disfarçado, elas voltaram a conversar normalmente sem ligar para o fato de que estavam com os seios de fora e funcionou bem por algum momento, os assuntos foram para outros lados como trabalho, curso, Amanda e etc, cerca de meia hora depois Natali acabou de comer e se levantou

— Bem, eu vou dar um pulo no hospital, fico até umas três da tarde aí volto pra gente ir, ok? — Ela falou se aproximando de Marcel e sentando no colo dele com os seios ainda de fora — Olha tio, é maior que o da Rafa, você não acha?

Marcel sorriu sem responder

— Mas minha bunda é mais grande que a sua! — Rafaela respondeu nervosa

— Mais grande não Analfabeta — Natali debochou — Maior!

Rafaela tinha uma tendência a errar palavras quando ficava nervosa, isso não acontecia desde quando ela era criança

— Eu vou com você Nati — Rose falou se levantando — Deixa só eu trocar de roupa que vamos juntas

— Tudo bem, também vou me trocar — Natali falou se levantando do colo de Marcel ao dar um beijo na bochecha dele

Ambas subiram as escadas e Rafaela e o pai ficaram sozinhos na sala, passaram por uns segundos de silêncio constrangedor até que Rafaela se levantou

— Vem aqui filha — Marcel esticou a mão para ela de forma convidativa, ela olhou e pensou por alguns segundos, estava praticamente nua.

Segurou na mão do pai e ele a puxou delicadamente para o colo dele, ela se sentou

— Tudo bem com você? — Ele perguntou apertando o corpo dela junto ao dele

Ela se sentiu confortável, mas sentia vergonha

Fez que sim com a cabeça

— Não fica com vergonha de mim, eu sei que isso é meio estranho — Pegou o queixo dela e levantou — Olha pro pai

Ela o olhou nos olhos

— É bem estranho né meu amor? — ele perguntou para ela

— É sim, um pouco — Rafaela respondeu

Ele a abraçou mais forte sem qualquer conotação erótica, ela se sentiu protegida e encostou a cabeça no ombro dele como fazia antes, quando era menor.

— Pai — Ela chamou esperando ele responder

— Sim — Ele respondeu atento

— Você ainda gosta de mim? — Ela perguntou curiosa

— Eu nunca deixei de gostar de você e nunca vou deixar

— Eu sei, mas como sua garotinha

— Você sempre vai ser a minha garotinha independente da situação, eu te amo — Ele respondeu e ela respirou fundo se encaixando no colo dele

Ficaram mais alguns segundos em silêncio

— É bom? — Ela perguntou sem se referir ao que

— O que é bom? — Ele perguntou

— Transar com a Nati — Ela foi direto ao ponto

— É sim, ela é ótima — Ele respondeu sem entrar em detalhes

— Ela parece comigo, né?

— Sim, se parece muito — Ele respondeu receoso

— O senhor… — Ela iria falar e se deteve

Mas ele entendeu

— Sim meu anjo, eu faria amor com você, por que você é linda e eu te amo, mas pra isso acontecer a gente teria que deixar tudo bem claro, por que seria algo muito particular, meu e seu.

Ela ergueu a cabeça e o encarou

— Você me acha mais bonita que ela? — Perguntou receosa — Seja sincero por favor

— Bem, vocês são bem parecidas, mas fisicamente você me agrada mais, prefiro uma bunda maior como a da sua mãe

Rafaela sorriu

— Sobre aquilo que a mamãe falou, que eu fiz — Ela se referia ao engano em que havia cometido um ano atrás

— Sim, faz um ano já, sua mãe me disse, você achava que era o Carlinhos

— É, eu achava, desculpa — Rafaela respondeu constrangida

— Por que desculpa? Foi tão gostoso — Ele respondeu nostálgico

— Foi? Você se lembra? — Ela perguntou constrangida

— Claro que lembro, eu notei que não era sua mãe

— Notou? Como?

— Eu senti, sua mãe faz diferente, não era qualquer pessoa que eu conhecia, então vi que era você

— E por que não me parou? — Rafaela perguntou assustada

— Eu estava bêbado, estava tendo flashes, mas lembro que a sensação foi incrível, sem sombra de dúvidas o melhor que eu já ganhei

— O melhor? — Ela perguntou sem entender

— Sem dúvidas — Ele falou e tocou na ponta do Nariz dela — Mas não fala pras duas hein — Apontou pra cima

Ela sorriu

Rafaela sentiu algo cutucando a coxa dela, era sem dúvidas o pau dele, sem pestanejar desceu a mão e pegou por cima da calça social, apertou por alguns segundos e usou de apoio para sair de onde estava.

— Melhor eu ir — Ela falou e se levantou

Ele não disse nada, apenas se arrumou na cadeira.

— Bem, tenho que ir, vou à Amanda — Procurou a blusinha para tampar os seios

— Preciso de um favor — Marcel falou novamente

— Pode pedir pai! — Rafaela falou amorosa ao se vestir

— Preciso que você leve a lata velha no mecanico de novo

— Ai pai, sério? Coloca fogo nisso

— Não, ele é bom, só ta com esse probleminha, leva pra mim e aproveita e manda um abraço pro Pedro

— hmmm — Ela murmurou — Mando…

— Que foi? Não gosta dele? — Marcel perguntou se levantando e pegando os itens da mesa para limpar

— Gosto, ele é legal, mas me parece um pouco carente, eu tenho um pouco de medo

— Medo de que? — Marcel perguntou curioso

— Sei lá, dele se apaixonar talvez — Rafaela se abriu com o pai, não costumava fazer aquilo

— Ué, então fala pra ele que você tem namorado — Marcel pensou um pouco — E namorada, ele precisa entender

— Ele sabe, mas mesmo assim, ele é apegado, tenho um pouco de receio de magoar mais ele

— Querida, você tem que jogar a real para ele, explicar o que sente e as regras do jogo, se ele se magoar ignorando as regras a culpa é dele, não sua, só seja honesta com ele e jogue tudo às claras

Rafaela ficou pensando no que o pai dissera, fazia sentido, a honestidade nesse caso resolveria bem, ela gostava dele, mas tinha medo dele se magoar

— E vai por outra roupa, se você chegar assim na mecânica vão querer agarrar você!

Ela se olhou, a roupa era reveladora, no limite do descente

— Acha que vão me agarrar? — Ela perguntou

— Não, vão te respeitar, mas vão ficar olhando bastante, se isso não te incomodar — Ele respondeu já indo lavar a louça — E o Pedro vai ficar doido — Ele riu

Ela pensou um pouco enquanto secava a louça

— Não me incomoda — Falou guardando os seios e vendo eles marcando no tecido

Natali e Rose desceram das escadas, Rafaela se prontificou a levar elas de carro e depois levar o carro ao mecânico e assim o fez.

Chegando na mecânica, entrou com o carro pois havia vaga, ao sair os homens a comeram com os olhou, se houvesse uma luz saindo dos olhos deles seria possível ver eles escaneando Rafaela do topo da cabeça até a ponta dos pés diversas vezes em segundos

— Bom dia — Ela respondeu sorridente para um deles que já conhecia — Meu pai pediu pra trazer aqui — Mostrou o carro

— Ah, bom dia, espera aí — Foi até o pé da escada e gritou— Peeedrooooo!

O rapaz apareceu na janela do escritório que ficava no mezanino e olhou para baixo, ao ver Rafaela o sorriso se abriu, não respondeu nada e desceu sorridente.

— Bom dia — Falou se aproximando de Rafaela e a agarrando num abraço apertado, ela não evitou

— Bom dia, meu pai pediu pra trazer, ele não me falou o que tem

— Ah sim, o barulho — Ele falou preocupado — Vem, vamos dar uma volta

Ele pegou a chave de Rafaela e ela entrou no banco do passageiro, saiu pela rua e andou devagar, parecia atento, ficou em silêncio por quase um minuto prestando atenção

— Tá ouvindo? — Ele perguntou atento

— Não! — Ela respondeu — Mas eu não ouço quase nada, então é normal

— Verdade, desculpe — Ele respondeu ainda atento — É isso, rolamento direito traseiro.

— Nossa, de ouvido você sabe dizer isso? — Rafaela perguntou impressionada

— Sim, prática — Ele parou o carro — Você está bem?

Ela sorriu, mas parecia entristecida

— Mais ou menos, muita treta — Ela respondeu distante

— Quer conversar sobre isso?

Ela queria

— Não sei, não quero te encher Pedro, só vim deixar o carro aqui e voltar mesmo.

Ele começou a andar com o carro de novo e voltou para a garagem

— Vem comigo — Ele a chamou dando as costas e subindo as escadas sem esperar, ela o seguiu, ela olhou em volta preocupada com as pessoas verem ela entrando sózinha com ele.

Haviam sete homens na oficina entre mecânicos e clientes e todos olhavam para Rafaela com olhos cobiçosos, ela se envergonhou ao subir a escada íngreme ficando exposta, entraram no escritório.

— Tá todo mundo me olhando — Ela falou constrangida

— Claro né, também — Pedro respondeu animado

— Também o que? — Ela perguntou insegura

— Você parece uma atriz de novela, Rafa, não é comum verem uma pessoa assim como você.

— Não é? Mas eu sou comum — Ela falou sem entender

Ele riu

— Não é mesmo! — Ele completou sentando-se no sofá — Senta aqui — Mostrou o sofá a ela

Ela sentou, o sofá era de pano, parecia meio sujo, mal cheiroso, mal cuidado, mas era bem macio

— O que tá pegando ? — Pedro perguntou interessado

— Eu sei lá, muita preocupação sabe, namorar duas pessoas é problema em dobro — Rafaela falou preocupada

— Namora comigo, é um problema só — Ele respondeu bem humorado

Ela sorriu

— Besta — A resposta foi automática

— Quais problemas? A menina, ela está doente ainda? — Pedro tentou ser empático

— É, ela, bem… tá bem doente — Rafaela falou — Mas eu não quero falar disso, desculpe

— E o cara? — Pedro perguntou

Rafaela coçou o pescoço

— Ele também é foda, eu meio que to sozinha aqui, to meio agoniada, sei lá

— Com o que? — Pedro perguntou

— Sei lá, acho que quero normalidade, minha vida tá muito fora do normal.

— O que eu posso fazer pra te ajudar? — Pedro perguntou segurando a mão dela

Rafaela achou fofo o apoio dele

— Só falar comigo me ajuda — Ela acariciou a mão dela

— Sua mão está gelada — Ele respondeu

— É, elas são frias mesmo, por isso doem

— As minhas estão quentes olha — Ele colocou a mão no rosto dela

Rafaela se arrepiou, lembrou-se do que havia visto a noite, lembrou de ter se masturbado, lembrou de estar no colo do pai e tudo aquilo havia lhe dado bastante tesão.

Olhou para Pedro, a pele morena, a barba espessa, as veias grossas das mãos, o pescoço pulsando, o peito forte e alto, os ombros largos, o movimento dela foi automático, inevitável, inclinou o corpo pra frente de forma aberta, Pedro se aproximou e a beijou

Se beijaram por quase um minuto, sem falar nada, apenas trocando carícias leves, se olharam nos olhos e ela sentiu a mão dele subindo por sua barriga e tocando seu seio por baixo de sua roupa, estava sem sutiã, ele agarrou o seio

— Minha mão tá quente? — Ele perguntou

Rafaela riu

— Bem quente — Respondeu e imitou o gesto, colocou a mão no peito dele — A minha tá?

— Não — Ele respondeu e tirou a camiseta mostrando o peito forte com os bicos intumescidos — Me deixou arrepiado

Passou a mão no rosto de Rafaela e ela beijou a mão dele

— Essa porta tem tranca? — Ela perguntou preocupada

— Tem! — Ele se levantou virou o trinco — Pronto, quando ele se virou Rafaela mostrava os seios, sentada no sofá olhando para ele com cara de inocente

Ele engoliu seco, se aproximou, sentou-se do lado dela e se abaixou beijando os seios de Rafaela

Ela acariciou a cabeça dele enquanto ele a chupava, ele desabotoou o shortinho dela sem resistência alguma, ele parou de chupar os seios dela e ela o agarrou beijando seu peito, sentia o cheiro de óleo de motor, ele não estava sujo, mas o cheiro impregnava, era grosseiro, rústico e isso dava tesão nela.

Chupou os mamilos dele, lambendo e mordendo enquanto ele tirava a própria calça e a cueca, em minutos ambos estavam pelados se agarrando no sofá sujo do escritório

— Vai dar pra mim? — Ele perguntou no ouvido bom dela

— Só se você pedir — Rafaela falou com a voz dengosa

— Dá essa bucetinha linda pra mim, sua delícia — Pedro perguntou

Rafaela fez que sim com a cabeça, a expressão séria e infantil

— Vem pegar — Se inclinou para trás sentando-se no sofá de pernas abertas

Pedro não teve dúvidas entrou no meio das pernas de Rafaela e lambeu seu clioris fazendo a garota se arrepiar, já estava molhada, ele gostou de sentir o tesão dela, mal ele sabia que ela vinha de um tesão de horas a fio, sem pestanejar ele sugou tudo o que ela tinha para oferecer por vários minutos.

Em seguida ele subiu pelo corpo dela, Rafaela estava ofegante e de boca aberta, parecia cansada, ele sugou os peitos dela, isso deixava a garota louca. Rafaela deslizou a mão e segurou o penis ereto de Pedro, estava quente e pulsava na mão dela, ela fechou os olhos e se lembrou de como era bom fazer sexo com pessoas novas, adorava a sensação da primeira vez sexual mesmo aquela não sendo a primeira vez deles dessa vez seria com mais intimidade do que uma metida no fundo de uma garagem.

A mão dela desceu e acariciou o saco dele, era grande, pendurado, peludo, mas Rafaela tinha a cabeça dividida, Pedro avançou para beijá-la, mas ela desviou a boca e o fez beijar o pescoço dela, ele aceitou, lambeu e mordeu enquanto ela o punhetava devagar.

Pedro estava doido de tesão alucinado para entrar em Rafaela, ele a puxou com violência e entrou no meio das pernas da garota batendo o pau na barriga dela.

— Ei espera! — Ela falou colocando a mão no peito dele

— O que foi? — Ele perguntou ofegante

— Eu, não sei — Ela parecia pensativa — Isso é errado

— Por que errado gracinha? — Ele beijou o pescoço dela de novo, Rafaela gemeu de tesão, seu corpo tremia

— Eu namoro, não tá certo a gente ficar assim — Ela falou com a voz manhosa

— Você é minha amiga, é nossa amizade — Pedro falou tentando convencê-la

— Eu sou, mas não é assim né — Rafaela respondeu sentiu os dedos de Pedro tentando penetrar sua buceta — Espera! — Ela segurou a mão dele — Não faz assim, estamos conversando

Ele ergueu o corpo, estava vermelho, trêmulo, o pau duro pulsando, visivelmente frustrado.

— Você quer parar eu paro — Falou solícito

Ela balançou a cabeça

— Eu não sei — Ela respondeu evasiva, estava confusa

Ele segurou na cabeça dela com violência e puxou

— Então descobre — Esfregou o pau na cara dela, Rafaela abocanhou assim que conseguiu e o fez deslizar pelos lábios, com a mão segurou e começou a chupar como pôde, saia muita lubrificação de dentro, ela não havia sentido o gosto de Pedro ainda — Isso Rafa — Ele falou delirante

Rafaela continuou por alguns segundos e aumentou o ritmo da chupada e da masturbação, Pedro delirava e gemia, a outra mão de Rafaela apertava o bumbum durinho de Pedro, ela sentia muito tesão

— Vem, dá pra mim, deixa eu te comer — Pedro implorou

— Vai goza! — Rafaela respondeu chupando com mais intensidade, queria que ele terminasse ali

Ela ouviu uma vibração, seu telefone tocou, olhou ao longe na tela, era Amanda

— Vai Pedro, da pra mim, dá… — Falou com a atenção no telefone, estava fora do seu alcance, tirou o pau da boca para ver se havia outra ligação e sentiu um jato quente na bochecha, era o semen de pedro esguichando nela, virou a boca e abocanhou novamente sentindo novos esguichos quentes dentro de sua boca, segurou na boca por alguns segundos o pau que pulsava devagar enquanto olhava para Pedro que parecia sonolento.

Ela tirou o pau de dentro da boca e ele voltou a esguichar, dessa vez no pescoço e no peito de Rafaela escorrendo pelos seios e barriga

— Caramba, que volumoso! — Ela falou sorridente com a cara suja de porra que escorria da bochecha e de sua boca — Acho que mais da outra vez!

Se levantou e pegou o telefone, tocou novamente e ela atendeu

— Oi amor! — Falou carinhosa — Eu não vi tocar, tô na mecânica, você tá bem?

— Eu estou, você pode vir aqui hoje to meio indisposta, sei lá — Amanda respondeu sonolenta

— Claro minha paixão, assim que ver o negócio do carro vou praí tá, e a gente fica um pouquinho

— Quero beijinhos — Amanda falou

— Te dou tudo o que você quiser meu amor! — Rafaela respondeu

— Te amo! — Amanda respondeu

— Te amo! — Rafa retrucou

Desligaram

Rafaela olhou para Pedro, sentado nu no sofá, o pau mole e ele ofegante

— Achei que a gente ia transar hoje — Pedro falou visivelmente frustrado

— A gente transou, só não conta pra ninguém por favor — Rafaela falou procurando partes da suas roupas

— Não, isso não foi sexo — Pedro respondeu carrancudo

— Oxe, claro que foi! — Rafaela respondeu admirada — Não é só pau na buceta que é sexo não meu amor

— Oxe? De onde veio isso? — Pedro perguntou curioso

— Sei lá — Rafaela respondeu distraída e ouviu um barulho, havia uma cortina mais próxima e ela se mexeu — Tem alguém aqui?

— Aaahhh — Pedro falou parecendo perdido, estava meio lento, se levantou devagar

— Rafaela puxou a cortina e viu Vavá, com seus cabelos soltos, vestia uma calça de moletom e era muito alto

— Vavá? — Rafaela perguntou surpresa, olhou para Pedro — O que é isso?

— Rafa! — Ele respondeu com a voz boba

— Ele tava aí, não posso deixar ele longe de mim

— Mas ele viu a gente? — Rafaela perguntou horrorizada

— Viu, ele fica quieto, relaxa

— Pedro! — Rafaela falou exaltada repreendendo-o

— Ele não entende o que está acontecendo Rafa, relaxa.

Notou que Vavá mexia no meio das pernas, um volume grande

— Não entende o caralho, olha o que ele ta fazendo! — Ela apontou — Tá mexendo no pinto

— É, ele faz isso às vezes quando vai tomar banho, mas já já ele para

— E você faz o que? — Rafaela perguntou

— Não faço nada, só passa — Pedro falou simplório

— Ele não goza? Fica só no tesão e não goza? — Rafaela perguntou

— Você quer que eu faça o que?

— Quando você fica muito tempo sem gozar suas bolas doem? — Rafaela perguntou

— Acho que não, sei lá — Pedro respondeu distraído

— Maldade! — Ela falou observando

— E o que eu posso fazer — Pedro perguntou

— Eu sei lá… — Ela respondeu

— Vavá, deixa  a tia ver — Rafaela falou se aproximando

— O que você vai fazer? — Pedro perguntou tenso

— Espera — Rafaela falou se aproximando — Mostra pra tia o piu piu

Vavá pareceu entender, tirou o penis para fora, era grande, robusto, vermelho

— Puta que me pariu! — Rafaela falou e olhou para Pedro — Irmão errado né? — Ela falou bem humorada

Pedro não falou nada, apenas observou

— Tá dodói aqui? — Rafaela perguntou apontando para o penis ereto de Vavá

Ele fez que sim com a cabeça, ela apontou para o saco dele

— Dói aqui? — Ela perguntou

Ele apontou para o corpo do penis

Rafaela segurou o pênis dele, inicialmente com a ponta dos dedos, depois com a mão toda

— Aqui?

Imediatamente um jorro de semen saiu em direção a ela, mas desviou com a mão e atingiu a cortina e a parede, ela virou o penis para o lado, outros jorros saíram na sequência sem controle, ela apenas conteve desviando, melando o chão todo, durou quase um minuto onde Vavá gemia, ela fazia movimentos de masturbação devagar, apenas observando e aguardando assim que parou ele pareceu incomodado.

Rafaela puxou a cabeça para fora e espremeu dando uma limpada com a mão, em seguida limpando os dedos na própria calça dele.

— Você precisa cuidar melhor do seu irmão, o penis dele está sujo, se vai dar banho dá banho direito, lava tudo sem dó!

— Eu lavo! — Pedro falou constrangido

— Lava nada Pedro, tá péssimo, a virilha, tudo, só de colocar a mão ele ejaculou, se você lavasse e mostrasse pra ele mesmo fazer não ia ser assim, dá banho nele isso aqui tá péssimo!

— Eu vou dar! — Pedro falou se vestindo

Rafaela colocou a calcinha e depois o shortinho

— Eu não to brincando, eu vou sair daqui e você vai dar banho nele agora, e eu vou voltar pra conferir, entendeu?

— Entendi — Pedro falou desviando o olhar

— Não tenha vergonha, ele é seu irmão, ele não pode se cuidar sozinho, você tem que fazer e mostrar, tenta mostrar como faz, ele só tem você, você mesmo me disse, imagina como ele vai ficar se não tiver mais você.

— Entendi Rafaela. — Ele respondeu envergonhado

Ela estava sendo muito severa, se limpou com uma toalha que Pedro pegou e colocou a blusinha e seus biquinhos ficaram intumescidos marcando o tecido

Ela se aproximou e deu um selinho nele, Pedro ficou surpreso

— A gente se fala tá! — Rafaela falou e foi em direção à porta

— Eu te levo em casa! — Pedro falou solícito — Não, eu preciso pensar um pouco, vou de ônibus, relaxa.

O que você achou dessa capítulo?

Clique nas estrelas

Razoável 0 / 5. Número de votos: 0

Dê a sua opinião, o que achou?

Rafaela Khalil é Brasileira, maior de idade, Casada. Escritora de romances eróticos ferventes, é autora de mais de vinte obras e mais de cem mil leitores ao longo do tempo. São dez livros publicados na Amazon e grupos de apoio. Nesse blog você tem acesso a maioria do conteúdo exclusivo.