Conto: Intimidade entre irmãos – Parte 2
O Telefone de Marcia tocou, ela estava em uma reunião no escritório de sua casa
“Carlinhos”
Era seu irmão
Ele nunca ligava, depois do contato de meses atrás eles falaram-se religiosamente todos os dias por mensagens, as vezes por áudio, as vezes por vídeos enviados, era um homem muito ocupado
— Gente, um minuto, já volto — Ela avisou na reunião enquanto fechava a câmera.
Atendeu o telefone
— Alô? Carlinhos? — Perguntou apreensiva
— Rompeu Má, vai antecipar! — Ele parecia eufórico — É agora!
— Calma, o que é agora? — Marcia perguntou pensativa, mas entendeu – Ah, a bolsa rompeu?
— Isso, vai nascer, acabou de subir estou no quarto — Ele falou animado
— Eita nossa, era semana que vem! — Marcia disse nervosa
— É, mas ela é como eu, apressada, não quis esperar! — Falou animado
— Que bom Carlinhos, eu vou falar com a mãe pra gente ir praí imediatamente — Marcia disse animada
— Preciso de você Má — Carlos disse parecendo nervoso
— Calma meu amor, eu vou praí jájá, fica tranquilo tá — Marcia disse — Alguém mais sabe?
— Avisei o pai, por que estava come ele na hora — Carlos disse
— Tá certo, vou dar um jeito aqui, fica de olho no celular, avisa a gente caso qualquer coisa aconteça
— Tá bom — Carlos respondeu nervoso
— Relaxa tá, tá tudo sobre controle, já te chamo, te amo! — Marcia disse
— Também te amo, obrigado — Ele disse nervoso e desligou
As próximas horas foram caóticas, Marcia cancelou todos os compromissos, avisou a mãe que fez as malas e teve um pequeno embate com seu supervisor que questionou “Se era imprescindível ela ir no nascimento do sobrinho, se não poderia ir no fim de semana visitá-lo”
Marcia respondeu um sonoro “Vai tomar no cu né” antes de desligar a ligação e resolveu não pensar mais nisso.
Foram de carro até São Paulo, a Mãe dirigiu enquanto Marcia comprava as passagens pelo celular
— E se a gente não conseguir comprar passagem? — Jaci, a Mãe de Marcia e Carlos perguntou
— Aí a gente vai de carro mesmo, já estamos embalados — Marcia disse
— Mas aí é muito cansativo, melhor a gente parar num hotel e ir pela manhã — Dona Jaci disse preocupada
— A senhora pode dormir, eu vou ver ele, ele precisa de mim! — Marcia disse nervosa
Jaci concordou, não disse mais nada.
Conseguiram comprar as passagens de avião, foram direto para o aeroporto e não esperaram muito, mas pagaram muito caro na passagem.
Em menos de 3 horas do embarque estavam chegando na porta do quarto, Marcia bateu na porta e ouviu uma voz estridente.
Conhecia a voz, havia visto pessoalmente poucas vezes, mas sabia quem era, Amanda.
— Oi irmãzinha! — Amanda se aproximou falando alto com seu sotaque carioca que irritava Marcia e deu-lhe um abraço apertado — Que saudades!
— Oi — Marcia respondeu seca, mas retribuiu o abraço
Quando Amanda a soltou Marcia a observou, era linda, magra, gostosa com um rosto perfeito.
Amanda era filha de seu pai com a nova esposa, tinha vinte anos e tinha um outro irmão mais novo. Era fruto de uma relação extraconjugal que culminou na separação dos pais de Marcia.
Quando Marcia viu o irmão e correu e o abraçou apertado, ele retribuiu
— Que saudades — Falaram quase ao mesmo tempo um no ouvido do outro.
Quando soltaram Marcia viu Cris deitada na maca o rosto pálido com uma criança no colo
— Oi Cris! — Marcia falou se aproximando — Essa é minha sobrinha?
— Oi Má, é sim! — Cris disse sorridente
Marcia pegou a criança nos colos
— Oi, eu sou sua titia, muito prazer — Falou algumas bobagens e ficou com a criança no colo.
Observou com curiosidade a proximidade Amanda e de Carlinhos.
A família de Cris também veio, todos se cumprimentaram, Carlinhos estava feliz por sua primeira filha, mas sua expressão era curvada, cansado.
Quando a maioria foi embora ficaram apenas Cris, Carlinhos, Amanda e Marcia.
Marcia incentivou Amanda a ir embora, mas ela não quis.
— Má, Mandinha façam um favor, levem o Carlinhos pra descansar, ele precisa dormir — Cris falou acariciando a criança no bercinho.
— Você que está cansada amor, só dormir, eu fico aqui do seu lado. Durmo aqui mesmo, as meninas cuidam das coisas pra nós — Carlinhos disse com o rosto de sono.
— Não, Meninas, ele está a dias sem dormir fazendo horas extras e horas extras, está nesse desespero tomando energéticos e café o dia todo, agora nosso bebe nasceu, está tudo bem, levem ele pra casa e façam ele descansar. — Cristiane disse — Eu vou ficar bem
Marcia se levantou
— Isso, eu o levo pra casa, a Amanda fica aqui com você Cris — Marcia disse
— Não, eu vou junto, eu sei onde é a casa, fica você — Amanda disse
Marcia fuzilou-a com o olhar
— Vão as duas — Cris disse enérgica — Não quero ninguém aqui me enchendo o saco
As palavras surpreenderam Marcia, ela olhou para Carlinhos, mas ele adormecera na cadeira confortável.
Minutos depois estavam no carro que Marcia alugou
— Eu sei onde é — Amanda disse — Eu vim no meu carro!
— Tá, mas a gente vai no meu, coloca no GPS o endereço e para de reclamar — Marcia disse enérgica
— Parem de brigar vai, por favor — Carlinhos estava com a cabeça encostada no banco traseiro
Elas pararam, ele adormeceu.
Chegaram depois de quase uma hora, Marcia se surpreendeu com a casa, era grande, bonita, uma piscina, tinha uma área que parecia não estar pronta
— Caramba, que casarão — Marcia disse — Gigante!
— Ah, você não conhecia né? Ele está construindo, mas não terminou ainda, eu ajudei a escolher as cores — Amanda disse orgulhosa
Marcia olhou para ela com desprezo.
Levaram-no para o quarto
— Tira a roupa, vai tomar banho — Marcia disse para Carlinhos — Você pode ir — Apontou para Amanda
— Ué, vamos comigo você vai ficar no banho com ele? — Amanda perguntou quase como deboche
— Sai daqui garota! — Marcia disse nervosa
— Não briguem, eu vou tomar banho, ninguém vai comigo — Carlinhos entrou no banheiro
— Eu também sou irmã dele tá! — Amanda disse nervosa
— Meia irmã! — Marcia disse — Eu sou irmã de verdade
— Não se matem vai — Carlinhos entrou no banheiro e fechou a porta
As duas se olharam, irritadas, Marcia cruzou os braços
Amanda deu as costas
— Vou comer algo gordinha, ta com fome? — Falou e saiu andando
Marcia andou rápido e empurrou Amanda
— O que você falou? — Marcia perguntou irritada
— Tem Godiva — Amanda pegou no balcão um chocolate Godiva e mostrou pra ela — Quer?
Marcia ficou séria
— Não, obrigada — falou nervosa.
Amanda foi comer algo, Marcia ficou sentada no sofá, próximas, mas em silencio, ouviram a porta do banheiro se abrir e foram correndo par ao quarto, Carlinhos estava de roupão.
— Vocês duas pararam de brigar né? — Carlinhos perguntou
— Eu não to brigando com ninguém — Amanda disse petulante
Marcia o pegou pela mão guiando até a cama, ele se sentou, ela beijou a bochecha dele
— Descansa amor, eu vou estar aqui te esperando tá, quando acordar a gente come algo e depois volta pra ver nossa bebe — Marcia disse sorridente
— Isso vida — Amanda disse dando beijo na outra bochecha — Já tudo bem, ela ta forte e saudável.
Carlinhos se deitou
— Gosto das duas tá, não se desentendam por favor — Ele falou se encostando e dormindo quase instantaneamente.
Marcia abriu o roupão ele, cobriu com o cobertor
— O que você está fazendo? — Amanda segurou o pulso dela
— Me solta pirralha — Marcia disse nervosa
Amanda soltou
— Ele gosta de dormir sem roupas — Marcia disse puxando o roupão do Irmão sonolento e tirando-o sem revelar nada, pois o cobertor cobria. — Você não sabia né?
— Não — Amanda respondeu baixinho
Saíram do quarto deixando-o lá.
Voltaram a ficar na sala, juntas e sozinhas.
Depois de vários minutos Amanda se aproximou e parou de frente de Marcia
Marcia levantou os olhos devagar e ergueu uma das sobrancelhas
— Por que você está me tratando assim? — Amanda perguntou
— Assim como? — Marcia perguntou colocando o celular de lado
— Igual um bicho — Amanda falou cruzando os braços
— Me diz você, você me trata como um bicho eu te trato de volta — Marcia disse
— Eu não fiz nada — Amanda disse, observou Marcia por alguns segundos — Você tá com ciúmes, só isso.
— Ciúmes de que? — Marcia cruzou os braços em deboche
— Da minha relação com meu irmão — Amanda disse quase em triunfo
— Eu sou a irmã dele de verdade — Marcia disse se levantando
— Eu também sou irmã, tanto quanto você — Amanda disse com as mãos na cintura aguardando o embate físico
Marcia passou por ela
— Você é só meia irmã. Metade, eu sou a irmã verdadeira — Marcia disse passando por ela. — Vou comer algo
— Tem refrigerante zero tá — Amanda disse
— Por que zero? — Marcia disse virando-se nervosa
Mas Amanda já estava saindo.
— Vagabunda! — Marcia disse nervosa, mas Amanda não ouviu
— Piranha! — Amanda disse, mas Marcia não ouviu
Amanda voltou horas depois com um homem, era pardo, bem alto, forte, cabelos estilo Dread, longos.
Quando Amanda chegou a postura estava mais confiante.
— Esse é meu namorado, o Wendell — Amanda disse apresentando o namorado para Amanda — Essa é a Marcia, ele veio de São Paulo pra ver o nascimento da minha sobrinha.
Wendell se aproximou para cumprimentar Marcia e deu um beijo em seu rosto, em seguida outro beijo, Marcia se atrapalhou, havia esquecido do costume do Rio de Janeiro de dois beijos e por um segundo quase beijaram na boca.
— Sou a meia irmã dela — Marcia disse à contragosto
— Meia irmã, olha é tão bonita quanto — Wendell disse amistoso
Marca sorriu envergonhada, Amanda revirou os olhos.
Resolveram pedir algo para comer e assistiram a um filme.
Wendell era muito amigável e se aproximou rápido de Marcia, mesmo com Amanda tentando evitar.
Quando o filme acabou Marcia se levantou e foi direto para o quarto do irmão
— Aonde você vai? — Amanda perguntou
Marcia olhou para ela e para Wendell
— Vou ver se meu irmão está bem — Marcia disse
— Nosso irmão — Amanda corrigiu
— Que seja — Marcia revirou os olhos e entrou
O cobertor estava de lado, Carlos dormia pelado, o pênis estava à mostra, Marcia se aproximou devagar, segurou o pênis dele, está amolecido, mas era grosso, quente.
— O que você está fazendo? — Ouviu a voz de Amanda atrás dela
Rapidamente ela soltou e cobriu-o novamente
— Nada, o ar está frio demais, preciso cobrir ele — Marcia respondeu saiu do quarto, o coração pulsando rápido de medo e vergonha pelo que Amanda poderia ter visto
Esperou fora do quarto, Amanda demorou alguns segundos para sair, Marcia a observou saindo, quando se olharam
— Vou dormir — Marcia disse ido para o quarto ao lado — Wendell, você vai dormir aqui também?
— Vou sim — Wendell disse — Amanhã cedo vou embora — Disse sorridente
— Tá bom, prazer te conhecer viu — Marcia disse passando por Amanda — Boa noite.
Marcia entrou em seu quarto, havia ido brevemente lá levar suas malas, era grande, espaçoso, uma cama de casal, um banheiro, seu irmão havia construído uma mansão.
Tomou um banho e se deitou, pensativa.
Não tinha muito contato com Amanda, conheceu-a quando era nova e depois de muitos anos simplesmente esqueceu da presença da garota, mas agora ela estava ali, magra, linda, loira. Marcia respirou pesado “Que droga, eu sou a irmãzinha dele, não ela!”
Adormeceu e acordou atormentada
— Ela o chamou de vida? — Marcia disse nervosa — Como ela ousa, eu chamo ele de amor, ela de vida? Vida é melhor, que puta! — Falou irritada se levantando e pegando o roupão para cobrir seu corpo nu, o ar-condicionado era apenas no quarto, mas lá fora o calor era infernal.
Tomou um gole de água, viu a porta do quarto do irmão, se aproximou, ouviu um barulho rítmico, como algo batendo, não vinha dali, vinha do outro quarto.
Caminha devagar e se encostou na porta do quarto de Amanda, ouviu o som
— Isso, isso, arrebenta vai — Era a voz de Amanda
— Vagabunda — Ouviu Wendell falar
O som de corpos se batendo era forte, o sexo pelo visto estava selvagem
Ela ouviu por alguns segundos e ouviu a voz de Wendell
— Você não me disse que sua irmã era tão gostosa assim
— Ficou com vontade né safado? Mas só pode comer eu — Amanda disse aos risos — Manda bala vai pirocudo gostoso!
Marcia sentiu tesão, colocou a mão entre as pernas, fazia tem que não tinha contato com um homem, fazia tempo que não tinha sexo, semanas atrás ela saiu para a balada, conheceu um cara, mas ele gozou tão rápido que ela ficou frustrada e foi embora para nunca mais voltar.
Parou em frente ao quarto do irmão, precisava ver como ele estava de novo, abriu a porta devagar, viu ele de bruços, sem o cobertor, o bumbum para cima.
Ela entrou e fechou a porta, colocou o trinco devagar.
Sentou-se na beira da cama.
Carlos se mexeu e olhou para ela
— Má? — Perguntou sonolento
— Isso amor — Ela acariciou a cabeça dele — Tá tudo bem?
— Tá — Ele disse se ajoelhando nu — Que horas são?
Ela pegou o celular dele na cabeceira e tocou na tela
— Três e meia da manhã — Marcia disse
— A Cris ligou? — Ele perguntou preocupado
— Não, mas falei com ela, ela foi dormir, sua filha está bem, mamou e está dormindo, descansa que quando amanhecer a gente vai pra lá.
— Por que você está acordada? — Ele perguntou curioso
— Eu estava sem sono, levantei pra tomar água e vim te ver — Ela disse
— Preciso ir ao banheiro — Ele ergueu o corpo, ela viu seu pênis, estava mais duro, não totalmente
Ele não se importou em estar nu na frente da irmã, isso a agradou. Ela o esperou ir e voltar, ele parou na frente dela
— Eu estou bem Má, pode dormir, preciso só de mais um pouco e vou estar cem por cento — Ele disse se ajoelhando na cama e puxando o cobertor
— Sua casa é linda — Marcia disse
— É sua casa também, o que é meu é seu — Ele disse se cobrindo
— Tá muito frio? — Ela perguntou
— Um pouco, mas é bom dormir assim — Ele disse
— Posso dormir com você? — Marcia perguntou de um jeito quase infantil
— Ah Má, por quê? — Ele perguntou — Não tá bom seu quarto?
— Tá sim, mas eu tô com saudades e tô meio perturbada — Ela disse
— Perturbada com o que? — Ele perguntou se sentando na cama
— Com a Amanda — Ela disse sincera
— A Madinha é um pouco difícil, mas o que foi que ela disse? — Carlinho perguntou curioso
— “Mandinha” — Marcia repetiu o nome dela com uma voz fina de deboche e continuou — Você acha que eu tô gorda? — Marcia perguntou nervosa
— Gorda? Não, ela disse isso? — Carlinhos perguntou
— Ela sugeriu, acho — Marcia disse
— Ela é um pouco peculiar mesmo, meio chatinha — Carlos disse
— Você gosta dela mais do que gosta de mim? — Marcia perguntou com a autoestima baixa
— Ai Má, sério? — Carlinhos perguntou
— Ela te chamou de vida, você chama ela de vida também? — Marcia perguntou nervosa
— Tá bom, vem aqui — Ele levantou o cobertor, ainda estava cansado.
Ela tirou o roupão mostrando o corpo nu por baixo, ele olhou os seios grandes dela, grandes bicos e aréolas bonitas roseadas, dava para ver mesmo na penumbra do quarto
Marcia ficou sorridente e deitou-se na cama completamente nua, sentiu o calor do corpo do irmão
— Que gostoso — Ela disse — Tá quentinho
— Você ta fria — Carlinhos disse — Você está bonita, deixou os pelinhos crescerem foi?
— Deixei, da última vez acho que você não gostou muito — Marcia disse
— Eu não disse nada — Carlinhos se defendeu — Pra mim tanto, faz eu gosto de você — Ele disse carinhoso — Fecha a porta lá, por favor.
— Tá fechada, a pirralha não vai entrar, tá fodendo — Marcia disse
— Tá o que? — Carlinhos perguntou
— Fodendo, está trepando com o namorado dela o tal do Wendell
— Ah! — Carlinhos disse parecendo decepcionado — Entendi — Falou pensativo
— Tá com ciúmes? — Marcia perguntou curiosa
— Não, ela tem a vida dela — Ele disse
— Hmmm — Marcia murmurou colocando a cabeça no peito dele — Parece que você fiou decepcionado
— Vamos dormir, mas você tem que sair antes dela ver tá, não quero ninguém comentando nada — Carlinhos disse
— Pau no cu nojento dela, a gente tem nossa intimidade entre irmãos, ela nem é nossa irmã, ela que se foda — Marcia disse
— Não é assim amor, você sabe — Carlinhos disse
Marcia sorriu
— Amor! — Ela disse animada
— O que foi? — Ele perguntou curioso
— Você me chamou de amor, eu sou seu amor? — Perguntou carinhosa
Ele sorriu
— É sim, meu amor, minha princesa — Ele disse beijando a cabeça dela — Agora vamos dormir por que amanhã eu preciso ir ver a outra princesa recém-nascida
— Tá bom! — Marcia disse se aninhando nele — Te amo meu amor!
— Linda — Ele disse abraçando-a e protegendo o ouvido dela com a mão em formato de concha — “Ok Google” — Ele disse num tom de voz mais alto, a tela do celular na cabeceira se acendeu — Alarmar para as seis horas da manhã — Um segundo depois a voz respondeu
“OK, alarme configurado para as seis horas da manhã”
Marcia sentia tesão, amor, carinho, o abraço do irmão a reconfortava, respirou de forma profunda, aliviada e contente por estar ali do jeito que amava com a pessoa que mais amava.
Adormeceram.
Horas depois, Marcia estava virando a cama, viu Carlinhos distante, virado para cima, descoberto, o pênis novamente amolecido, mas bonito, grosso.
Olhou para a cabeceira, a tela do celular se acendeu “06:00” ela esticou a mão e tocou na tela tocando para o alarme parar imediatamente.
Abraçou o irmão cobrindo-o com o cobertor, colocou a perna sobre a coxa dele e a mão sobre o peito cabeludo, com o dedo brincou um pouco com os pelinhos
— Bom dia amor — Falou no ouvido dele — Vamos levantar
— Bom dia — Ele disse sonolento, mas parecia dormir
Marcia ficou esperando, acariciando o peito dele, desceu a mão devagar até o abdômen, depois barriga, sentiu as costelas dele
“Ele está magro, deve estar trabalhando muito, preciso cuidar dele, a Cris não cuida” — Ela pensou — “E agora com a bebê, ela vai cuidar menos ainda, ele precisa de mim”
— Acorda bebê — Ela disse beijando ele de forma carinhosa no rosto
Ele gemeu, ela desceu e beijo o peito dele
— Vou preparar um café gostoso pra gente — Ela falou animada
Ele respirou fundo e murmurou algo inaudível.
Ela sentiu alto tocando a coxa dela, desceu a mão por instinto e tocou no pênis dele, estava meia bomba.
— Acorda amor — Ela disse carinhosa
Segurou o pênis dele com a mão e apertou suavemente, devagar ela expos a cabeça, tomando cuidado para não pegar no cobertor e depois cobriu de novo, movimentos suaves, uma punheta bem devagar
Ele gemeu
— Faz tempo que você não goza né meu amor? — Ela falou beijando a bochecha dele
— hmmruumm — Ele murmurou de forma positiva sonolento, ela não tinha certeza se ele estava acordado ou não
— Quer dar uma gozada? A Má te ajuda — Ela disse
Ele fez que sim com a cabeça
Ela deslizou a mão e tocou no saco dele, estava grande, duro
— Nossa, tá bem cheio mesmo — Ela falou surpresa.
Segurou o pau com firmeza e começou a masturbar devagar, ele se contorceu
— Tá seco, cuidado — Ele disse ainda sonolento
— Desculpa — Ela disse preocupada
Teve uma ideia
Cobriu o irmão até o pescoço e entrou embaixo do cobertor, desceu beijando o abdômen dele, esfregou o rosto no peito peludo do irmão, abriu aboca e abocanhou o pau dele, babando bastante para lubrificar
— Pronto — Ela disse
Ele gemeu.
Ela continuou a masturbar devagar, deu um beijinho, depois outro, desceu para o saco dele e cheirou, era bom, limpo, lambeu o saco dele, tinha poucos pelinhos, cheirou os pelos pubianos, sentiu sua pepeca piscar.
Virou o a cabeça de lado e abocanhou a base do pênis enquanto o masturbava
Sentiu a mão dele descendo e acariciando a cabeça dele.
— Eu também te amo — A voz dele ainda era sonolenta
Ela ouviu, sentiu um calor imenso no coração, não conseguiu esconder o sorriso mesmo sabendo que ninguém podia vê-la embaixo do cobertor, sua buceta piscou, ela sentiu escorrer, expos a cabeça do pau para fora, lambeu a glande inchada e abocanhou de vez, Carlos gemeu e se contorceu, a língua de Marcia o acariciou de forma habilidosa.
Marcia sentiu o gosto do pré gozo do irmão, salgado, forte, gostoso.
— Má! — Ele chamou — Má, não faz isso
— Cala a boca! — Ela falou com a voz a bafada — Dá uma gozada pra Má dá!
Carlinhos se contorceu, segurou a cabeça dela com as duas mãos de forma carinhosa, não queria parar, ele puxou o cobertor, Marcia olhou para ele, o pênis enchendo sua boca.
Ela parou o boquete e sorriu
— Oi amor, bom dia! — Falou animada — Dormiu bem? — Continuava a masturbá-lo devagar, a cabeça rosa do pênis tocando seus lábios melados fazendo fios de baba entre o pênis e a boca dela.
— Dormi sim, o que você tá fazendo? — Ele respondeu ofegante
— Chupando sua rola ué — Ela disse simplória
— Por quê? — Ele disse
— Por que eu te amo e você precisa dar uma gozada, seu saco tá cheinho — Marcia disse — Fica quietinho, relaxa tá
Ela voltou a chupar
Ele gemeu
Alguém bateu na porta
— Carlos — Era Amanda — Acorda, tá tudo bem?
— Tá tudo bem — Carlos respondeu
— Cadê a Marcia, você sabe? — Amanda perguntou
Carlos foi responder, mas Marcia respondeu antes
— Eu tô aqui, já vamos sair — Marcia disse e voltou a chupar o pênis do irmão.
Ele fechou os olhos e gemeu
— O que estão fazendo? Deixa eu entrar — Amanda disse
— Não enche garota, a gente já vai sair, faz um café aí vai — Marcia disse petulante — Não responde mais ela — Falou para Carlinhos
Amanda pareceu desistir, Marcia continuou acariciando o saco do irmão, chupando o pau, esfregava no rosto, lambia as bolas.
Ele olhou, ela olhou de volta, nos olhos, continuou a chupar enquanto mantinham a conexão, até que ela aumentou o ritmo, sentiu o pau pulsar na sua boca, as veias bombearam sague fazendo-o ficar maior, mais grosso, mais potente.
E em um instante a boca de Marcia estava inundada pelo líquido quente e grosso, ela sentiu os jato na linha e no céu da boca, não engasgou, recebeu tudo dentro da boca como uma profissional, como uma mulher experiente na arte do boquete.
Sentiu um prazer imenso ao receber o sêmen do irmão dentro de si mesma
Ele gemeu e teve espasmos no corpo, cada jato ela dava uma golada engolindo tudo o que o irmão produzia.
Os espasmos pararam, o corpo dele tremia, Marcia acariciava o peito dele com carinho, enquanto mantinha o pau na boca, chupando, lambendo devagar.
O pau amoleceu, ela segurou entre os lábios depois na ponta dos dedos, deu um beijinho diante do olhar assustado do irmão, deu uma última chupada e sorriu
— Pronto, limpinho! — Falou animada se ajoelhando
Se esticou e deitou-se por cima de Carlinhos o abraçando, ele estava ofegante e a abraçou de volta.
— Gostoso? — Ela perguntou
— Muito — Ele respondeu ofegante — Só não sei se devia ter feito isso
Ela pensou um pouco
— Me arrependi de não ter feito aquele dia lá em casa, eu não ia fazer agora, mas tive que acelerar — Marcia disse pensativa
— Por que acelerar? — Ele perguntou
— Me responde uma coisa — Ela ignorou a pergunta dele
— O que? — Ele perguntou confuso
— Já transou com ela? — A pergunta era simplória
— Com quem? — Carlinhos perguntou sem entender
— Com a Amanda — Marcia respondeu
— Com a Mandinha? Não, ela é minha irmã — Carlos respondeu — Nossa irmã!
— Ela te mamou? — Marcia perguntou
— Não Má, que isso? — Carlinhos respondeu
— Já fizeram alguma putaria como a gente fazia? — Marcia perguntou curiosa — Punhetinha, dormir agarrado?
— Má, para com isso — Ele disse irritado
— Para por quê? Eu sou sua irmã também e a gente fez putaria e eu bebi sua gala agorinha, perguntar se vocês têm algo é justo, não é? — Marcia perguntou
— Ai meu Deus, eu não tenho nada com ela, minha conexão com ela é diferente da sua — Carlinhos disse
— E como é? — Ela perguntou curiosa
— Não é tão forte, eu não amo ela como amo você, para de ser chata com isso Má, credo — Carlinhos a empurrou e se levantou, o pênis ereto novamente
— Volta pra cá vai — Ela falou se ajoelhando na cama — Me ama um pouco
Ele olhou para ela, respirou fundo, se aproximou e se ajoelhou na cama abraçando-a
— Eu te amo Má, mas a gente tem que dar uma pausa tá, vamos falar disso depois, quando estiver só nós dois — Ele beijou o pescoço dela — Eu nem acredito que isso aconteceu
— Eu tô morrendo de tesão, tá foda, faz tempo que não transo — Ela disse segurando o pau do irmão — Vai ser rapidinho
— Você quer que seja rapidinho? Isso não deveria ser algo especial? — Carlinhos perguntou — Vamos dar um tempinho pra gente processar nisso, eu te amo tá, prometo que vou pensar em tudo com carinho.
Ela revirou os olhos
— Tá bom — Falou infantil — Chato! — Deu um tapa no pinto dele e se jogou na cama com o bumbum pra cima.
Ele riu
— Vou tomar banho — Ele disse beijando a bunda da irmã e dando um tapinha — Não vem atrás
— Chato!, chato!, chato! — Ela falou e se levantou, vestiu o roupão e saiu do quarto.
— O que você tava fazendo lá? — Amanda perguntou de braços cruzados de cara amarrada
— Tava dormindo — Marcia disse indo em direção ao quarto
Amanda entrou na frente e a empurrou
— Você dormiu com ele? — Amanda perguntou — Você enlouqueceu
— Ele é meu irmão — Marcia disse aumentando o tom de você — Meu!
— Nosso irmão — Amanda corrigiu — Ele é casado, pelo amor de Deus, ele tava pelado!
— E daí, eu não tenho essa restrição não, a gente foi criado junto, a gente se vê pelado, a gente tomava banho junto, não tem nada de mais
Amanda ficou olhando surpresa para ela
— Dá licença? — Marcia falou autoritária
Amanda saiu de lado.
Marcia foi para seu quarto e tomou um banho, quando saiu o Irmão tomava café sentado na mesa, Amanda estava sentada em seu colo conversando de forma carinhosa
Quando Marcia viu, fingiu não se importar, sentou na cadeira na frente dele
— Podem parar com essa putaria aí, eu quero comer sem ficar com nojo — Marcia disse agressiva
— Marcia, por favor — Carlinhos disse
— Melhor não comer muito mesmo — Amanda disse nervosa
— Por quê? — Marcia se levantou
— Mandinha, para! — Carlinhos disse
— Olha pra ela, duvido que você aguente ela sentada aqui no seu colo — Amanda falou nervosa
— Quando você fizer doze anos vai chegar na puberdade e depois vai poder ter corpo de mulher também pirralha magrela — Marcia falou ofensiva
— Magrela é a puta que te pariu piranha — Amanda disse aos gritos
— Vai tomar no cu — Marcia falou
Carlinhos se levantou fazendo Amanda se levantar também
— Caladas, as duas — Ele disse fazendo um gesto de silencio
— Mas foi ela… — Marcia ia falar mas foi interrompida
— Cala a boca! — Carlinhos disse — Você sabe o que é cala a boca Marcia?
Amanda riu
— E você Amanda, sabe? — Ele falou enérgico
Nenhuma das duas respondeu
— Eu vim aqui pra descansar por que minha filha nasceu, eu quero só ficar bem e ir pra lá ver minha nova princesa, e eu tenho que ver vocês duas brigando e me enchendo a paciência também? Era pra vocês duas serem as minhas princesas também, era pra me ajudarem em tudo, se vocês brigam me causa um problema e se me causam um problema não servem pra ser princesas
Elas se entreolharam
— Desculpa — Marcia falou primeiro
— Desculpe — Amanda prosseguiu
Carlinhos respirou fundo, apertando o Nariz com os dedos.
— Só tentem ficar em paz — Carlinhos disse — Sentem-se e vamos comer
Marcia fez menção de sair
— Onde você vai? — Carlinhos perguntou enérgico
— Eu não to com fome
— Está sim — Carlinhos disse
— Eu já estou de barriga cheia — Ela disse triunfante
Ele não respondeu, apenas olhou para ela.
Ambas se sentaram nas cadeiras.
— Ela me ofendeu — Marcia disse de um jeito quase infantil — Está me chamando de gorda desde que cheguei
— Você não é gorda Marcia, você sabe — Carlinhos disse
— Mas ela está sugerindo isso! — Marcia disse
— Amanda, pede desculpa pra sua irmã — Carlinhos disse
— Mas vida, foi ela…
— Agora! — Carlinhos disse enérgico
Amanda abaixou a cabeça
— Desculpa — Falou com cara de choro
— E você pede desculpa pra ela — Carlinhos disse pra Marcia
— Eu? Por que? — Marcia disse assustada
— Marcia! — Ele falou num tom ameaçador
Ela abaixou a cabeça
— Desculpa ter falado do seu corpo — Marcia disse de cabeça baixa
— Tá agora vamos tomar café e vamos em paz para o hospital, eu não quero ter que me meter nisso de novo, parem com isso, se eu não posso confiar em vocês juntas eu não posso confiar separada entenderam?
As duas se entreolharam e fizeram que sim com a cabeça.
Comeram normalmente, o clima um pouco pesado, ambas falavam com Carlinhos, mas não se dirigiam diretamente uma a outra, mas não tiveram mais problemas, foram para o hospital.


